Prancha botânica de Picconia excelsa com árvore de casca clara, folhas opostas, flores brancas, drupas azul-negras, semente e raízes
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Árvore Conservação

Pau-branco-da-Madeira

Picconia excelsa · Oleaceae

Entre o nome corrente e o botânico, Pau-branco-da-Madeira remete para Picconia excelsa, da família Oleaceae. O enquadramento publicado descreve-a como uma planta autóctone da Madeira. A autoridade taxonómica mantém este mesmo nome como aceite.

Esta abertura sobre Pau-branco-da-Madeira serve para reconhecer, não para modificar. Não se concede colheita ou propagação de Picconia excelsa. A mesma fronteira abrange transplante, restauro e qualquer atuação sobre a população.

Nome científicoPicconia excelsa
FamíliaOleaceae
Categoria editorialÁrvore
Identidade taxonómicaNome aceite: Picconia excelsa
Ocorrência / estatutoAutóctone da Madeira
Orientação da fichaApenas conservação — sem intervenção autónoma

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Pau-branco-da-Madeira (Picconia excelsa) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Pau-branco-da-Madeira (Picconia excelsa) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Picconia excelsa (Aiton) DC.

Nome aceite
Nome publicado
Picconia excelsa
Sinónimos relevantes
Nenhum declarado neste piloto

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no GBIF Backbone. Este lote não declara sinónimos adicionais como necessários para a pesquisa editorial.

Verificado em 28 de julho de 2026.

Estatuto verificado

Apenas conservação

Autóctone da Madeira
Jurisdição
Região Autónoma da Madeira
Âmbito
Região Autónoma da Madeira; conservação de populações e comunidades naturais. Cultivo institucional ou de jardim exige material propagado de origem documentada e não equivale a intervenção ecológica.
Enquadramento
O IFCN documenta Picconia excelsa como elemento autóctone dominante, frequente, característico ou explicitamente comum da vegetação madeirense. Esta relação ecológica não estabelece, por si só, uma proibição taxonómica geral nem autoriza recolha, propagação, translocação, poda, corte ou restauro.

Não recolher plantas, sementes, frutos, estacas ou solo na natureza. Restauro, reforço ou translocação exigem população de referência, proveniência adequada, local definido, plano técnico e enquadramento do IFCN.

Avaliado em 28 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Antes de qualquer intervenção

Identificação, conservação e limites

  1. Confirmar espécie e território

    Confirme folhas simples, coriáceas e opostas em pares decussados, pequenas flores claras axilares, frutos ovoides escuros e casca relativamente pálida. Não confundir com Picconia azorica, ligustros ou oliveiras; a ilha, proveniência e combinação de caracteres são decisivas.

  2. Observar sem recolher

    Registe local, habitat, porte, folhas, flores e frutos por fotografia; não retire material, solo ou propágulos da população.

  3. Separar jardim de conservação

    Uma planta propagada e rastreada em jardim não é material automaticamente adequado a restauro, reforço populacional ou translocação.

  4. Encaminhar qualquer intervenção

    Para dano, obra, poda, recolha científica, viveiro, restauro ou risco à população, confirme previamente propriedade, área e procedimento com o IFCN.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de plantação não aplicável a uma ficha de conservação.

A página não recomenda recolha, propagação ou instalação. Qualquer intervenção de conservação exige autorização, proveniência e um plano técnico próprio do local e da população.

Proteção sem intervenção autónoma

Verificações de conservação

Preservar o habitat

Preservar clareiras e bordaduras compatíveis da laurissilva, solo, manta morta e continuidade do bosque sem recolher sementes ou plântulas.

Conservar proveniência

Não misture ilhas, populações, lotes ou material de jardim; mantenha fornecedor, identidade, origem e finalidade documentados.

Evitar falsas receitas

Esta ficha não publica calendário, rega, pH, compasso, poda ou propagação porque ocorrência e dominância ecológica não constituem um protocolo de cultivo.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos de decisão

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Identificação incertaNome comum, fotografia distante ou folha isolada não separa táxones semelhantes.Confirmar os caracteres diagnósticos: Confirme folhas simples, coriáceas e opostas em pares decussados, pequenas flores claras axilares, frutos ovoides escuros e casca relativamente pálida.
Origem não documentadaPlanta, semente ou estaca sem população, fornecedor, lote ou cadeia de custódia verificáveis.Não usar em coleção, propagação ou conservação; procurar material institucional rastreável.
Intervenção sem âmbitoProposta de recolha, poda, corte, plantação ou restauro sem área, propriedade, finalidade e entidade definidas.Suspender a ação e pedir enquadramento ao IFCN ou gestor competente.

A presença estrutural na vegetação da Madeira é evidência de importância ecológica, não uma autorização de plantação. Não recolha nem mova material silvestre; confirme qualquer intervenção com o IFCN.

Contexto português

Âmbito territorial

Norte litoral Conservação A ocorrência madeirense não sustenta introdução neste território nem transferência de material insular.
Norte interior Conservação A ocorrência madeirense não sustenta introdução neste território nem transferência de material insular.
Centro litoral Conservação A ocorrência madeirense não sustenta introdução neste território nem transferência de material insular.
Centro interior Conservação A ocorrência madeirense não sustenta introdução neste território nem transferência de material insular.
Lisboa e Vale do Tejo Conservação A ocorrência madeirense não sustenta introdução neste território nem transferência de material insular.
Alentejo Conservação A ocorrência madeirense não sustenta introdução neste território nem transferência de material insular.
Algarve Conservação A ocorrência madeirense não sustenta introdução neste território nem transferência de material insular.
Açores Conservação A ocorrência madeirense não sustenta introdução neste território nem transferência de material insular.
Madeira Conservação Contexto de conservação madeirense; confirmar população, proveniência, área, propriedade, finalidade e enquadramento do IFCN.