Ilustração botânica de um pepineiro trepador com gavinhas, flores amarelas e pepinos
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Hortícola Guia de cultivo Média

Pepino

Cucumis sativus · Cucurbitaceae

Por detrás do nome Pepino está Cucumis sativus, da família Cucurbitaceae. O registo apresenta-a como anual trepadora de estação quente. Quanto à luz, a indicação é sol e abrigo, muito sensível a geada e frio, com ventilação em cultura protegida.

Solo e água completam o retrato de Pepino. O solo é arenoso a franco-arenoso, fértil, drenado e rico em matéria orgânica. Quanto à água, a indicação é regular e crescente, crítica na floração, vingamento e crescimento dos frutos. Verifique proveniência e condição fitossanitária antes de instalar Cucumis sativus. As precauções tóxicas e estruturais mantêm-se válidas.

ExposiçãoSol e abrigo; muito sensível a geada e frio, com ventilação em cultura protegida
ÁguaRegular e crescente; crítica na floração, vingamento e crescimento dos frutos
CicloAnual trepadora de estação quente
SoloArenoso a franco-arenoso, fértil, drenado e rico em matéria orgânica
pH5,6–7,5
Espaço20–40 cm na linha e 1–1,5 m entre linhas em sistema tutorado

Top 300 em Portugal · posição 235

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Pepino (Cucumis sativus) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Pepino (Cucumis sativus) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Cucumis sativus L.

Nome aceite
Nome publicado
Cucumis sativus
Sinónimos relevantes
Nenhum declarado neste piloto

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Este lote não declara sinónimos adicionais como necessários para a pesquisa editorial.

Verificado em 27 de julho de 2026.

Estatuto verificado

Cultivo rastreado

Cultivar hortícola cultivada
Jurisdição
Portugal
Âmbito
Portugal: esta avaliação limita-se à identidade e ao enquadramento do material; não estabelece ocorrência territorial nem autentica cultivar, fornecedor ou lote. A orientação de cultivo é sustentada separadamente, campo a campo, pelas fontes técnicas do guia.
Enquadramento
As fontes jurídicas indicadas enquadram material ou atividades profissionais potencialmente relevantes. Não certificam este exemplar, cultivar, fornecedor ou lote; a aplicação concreta deve ser confirmada com a entidade competente.

Material rastreável e estatuto documental não garantem desempenho local; o guia separa essa avaliação das recomendações agronómicas e publica os limites de cada campo.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Do início ao estabelecimento

Como plantar

  1. Escolher material e sistema

    Use semente ou jovem planta identificada e confirme se a cultivar precisa de polinização, se é partenocárpica e se se destina a estufa ou exterior.

  2. Transplantar muito jovem

    Instale com 2–3 folhas verdadeiras e raiz protegida. As cucurbitáceas sofrem com raiz perturbada; rejeite plantas atrasadas, estioladas ou de raiz nua.

  3. Esperar por calor suficiente

    A referência portuguesa centra-se em estufa e varia por região; no exterior, só plante quando as noites e o solo já não travarem a cultura.

  4. Tutorar e regar

    Coloque rede ou fio antes do crescimento rápido. Regue na raiz e aumente a disponibilidade durante floração, vingamento e enchimento.

  5. Colher frequentemente

    Corte frutos firmes no calibre da cultivar, antes de sementes endurecerem. Colheitas regulares mantêm a planta produtiva e evitam frutos excessivos.

Janelas nacionais de referência

Calendário

A referência portuguesa varia por região e sistema protegido: março–maio no Entre-Douro e Minho e outras janelas no Algarve, Ribatejo e Oeste; não publica calendário exterior universal.

Semear
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
Plantar
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez

São janelas de referência, não datas garantidas. Atrase com geada e altitude, antecipe apenas com condições locais favoráveis e confirme cultivar, finalidade, previsão, água e microclima.

Depois de plantar

Cuidados essenciais

Nunca deixar secar na frutificação

O elevado teor de água dos frutos torna o défice muito prejudicial desde a floração ao crescimento; evite também saturação e folhas molhadas.

Ventilar e conduzir

Mantenha a copa arejada, retire apenas folhas doentes ou condução prevista pelo sistema e higienize ferramentas entre plantas.

Confirmar polinização

Nas cultivares monóicas, presença de flores e frutos deformados pode indicar polinização insuficiente; variedades partenocárpicas têm exigências diferentes.

Diagnóstico antes de tratar

Problemas frequentes

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Frutos deformados ou abortadosFrutos em gancho, afinados ou que amarelecem e param após a flor.Verifique polinização, temperatura e regularidade da água antes de atribuir o problema a deficiência nutricional.
Afídeos, mosca-branca ou ácarosColónias, melada, amarelecimento, pontilhado ou teias finas no verso das folhas.Inspecione cedo, preserve auxiliares e confirme a espécie antes de consultar medidas autorizadas atuais.
Oídio, míldio ou podridãoPó branco, manchas angulares ou tecidos húmidos e degradados em ambiente pouco ventilado.Reduza molhamento foliar, aumente ventilação, retire focos e obtenha diagnóstico antes de tratar.

O manual DGADR descreve sobretudo calendários regionais de estufa e diz que a plantação ao ar livre não era habitual; este guia não transforma essas datas em promessa universal de exterior.

Contexto português

Adequação regional

Norte litoral O pepino precisa de solo aquecido, sol e abrigo; espere pela geada e reduza molhamento foliar e doença em períodos húmidos.
Norte interior O pepino é favorável no verão depois das geadas; altitude e noites frias encurtam a estação e atrasam o crescimento.
Centro litoral O pepino é favorável em local soalheiro e ventilado, com água regular na floração e espaço para secagem da folhagem.
Centro interior O pepino beneficia do calor, mas exige água na fase crítica e proteção contra calor ou secura durante floração e crescimento dos frutos.
Lisboa e Vale do Tejo O pepino é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando calor ou secura durante floração e crescimento dos frutos.
Alentejo O pepino é viável com água e solo drenado; no pico do verão, calor ou secura durante floração e crescimento dos frutos pode reduzir vingamento e qualidade.
Algarve O pepino permite ciclos precoces e tardios em locais abrigados; ajuste a época para evitar frio inicial e calor extremo na floração.
Açores O pepino requer o local mais quente, luminoso e abrigado disponível; vento, nebulosidade e molhamento foliar e doença podem limitar produção.
Madeira O pepino é muito favorável nas cotas baixas e médias; ajuste a época à altitude e à disponibilidade de água e polinizadores.

Afirmações rastreáveis

Evidência por campo

Cada linha identifica a afirmação que sustenta o guia, o território a que se aplica e as fontes usadas. Síntese editorial significa que a conclusão combina requisitos da cultura com contexto climático português; não é uma medição da sua parcela.

Material de propagação

Usar semente identificada ou planta com raiz protegida e 2–3 folhas verdadeiras, distinguindo cultivar monóica, partenocárpica, de estufa ou exterior.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Calendário

A referência portuguesa varia por região e sistema protegido: março–maio no Entre-Douro e Minho e outras janelas no Algarve, Ribatejo e Oeste; não publica calendário exterior universal.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Exposição e temperatura

O pepino exige muita luminosidade, para aos 10–12 °C, tem ótimo de 25–30 °C e floração e crescimento dos frutos mais favoráveis a 18–22 °C.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Água e rega

O défice é muito prejudicial na floração, vingamento e crescimento dos frutos; o solo deve estar húmido na raiz ao plantar e a rega gota-a-gota é a referência.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Solo e drenagem

Preferência por solo arenoso a franco-arenoso, drenado, com 2–4% de matéria orgânica e baixa salinidade.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
pH

O manual português publica uma faixa de pH 5,6–7,5 para a cultura do pepino em solo.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Compasso

Em linhas pareadas e cultura tutorada, a referência publica 20–40 cm na linha e 1–1,5 m entre linhas, conforme sistema.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Instalação

Transplantar jovem, com raiz protegida, em solo húmido e quente; instalar suporte cedo e evitar crise causada por raiz nua ou planta atrasada.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Manutenção

Rega crescente, tutoragem, ventilação, verificação de polinização e nutrição por análise sustentam crescimento e colheita frequente.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Problemas e diagnóstico

O manual documenta afídeos, mosca-branca, ácaros, oídio, míldio e podridões; deformação também exige avaliar polinização, água e temperatura.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Adequação regional

A síntese cruza exigência de calor e luz, sensibilidade ao frio e janelas protegidas regionais com normais IPMA; sistema e microclima continuam decisivos.

Portugal · síntese editorial Limite: Síntese para planeamento regional; confirme altitude, microclima, exposição, solo, água, cultivar e previsão antes de decidir na parcela.
Contrato de cultivo revisto em 27 de julho de 2026.