Pereira Coxa de Freira
Pyrus communis 'Coxa de Freira' · Rosaceae
Ler Pereira Coxa de Freira com rigor começa por ligar o nome corrente ao conceito botânico publicado. Pereira Coxa de Freira corresponde aqui a Pyrus communis 'Coxa de Freira', uma fruteira. Pyrus communis 'Coxa de Freira': O INIAV documenta Coxa de Freira ou Carapinheira Roxa e a forma achatada; o RNVF publica Coxa de Freira como sinónimo de Carapinheira Roxa. A ficha não extrapola estas fontes para uma receita ou aptidão local. O registo documenta-a como variedade tradicional cultivada em Portugal continental.
A relação taxonómica registada é “Nome publicado reconciliado”. Fotografia, parecença, indicação geográfica e nome de venda não substituem documentação de um exemplar, cultivar ou lote. A ficha permanece documental; não recomenda instalação, multiplicação, apanha, transformação ou guarda de material.
Prancha complementar do catálogo
Uma segunda prancha,
outros caracteres.
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Profundidade documental
Evidência desta cultivar,
sem extrapolação.
O que permanece limitado
- O RNVF autentica a entrada e o INIAV caracteriza frutos em coleções específicas; nenhuma destas fontes compara diretamente a aptidão desta cultivar nas nove regiões editoriais do plantar.pt.
- A data pertence ao local e campanha da fonte; não é um calendário nacional.
Fontes desta projeção
- Registo Nacional de Variedades de Fruteiras 2025 — 1.ª edição ↗
- INIAV — As variedades regionais de pereiras ↗Observações de uma coleção em Alcobaça; não constituem calendário nacional, ensaio regional comparativo, garantia de identidade de material externo nem recomendação de plantação.
Taxonomia verificada
Pyrus communis L.
- Nome publicado
- Pyrus communis 'Coxa de Freira'
- Autoridade
- Plants of the World Online (Kew) ↗
- Sinónimos relevantes
- Pyrus communis 'Coxa de Freira'
Pyrus communis 'Coxa de Freira' identifica uma cultivar enxertada, não um táxon aceite separadamente no POWO. O POWO aceita Pyrus communis L. como espécie; esta âncora botânica não autentica cultivar, clone, origem, denominação protegida, lote, sanidade, porta-enxerto nem desempenho agronómico. Separadamente, o RNVF 2025 publica Coxa de Freira como sinónimo oficial de Carapinheira Roxa; esta ficha conserva o nome de pesquisa, sem o apresentar como cultivar autónoma nem o confundir com Carapinheira.
Verificado em 27 de julho de 2026.Estatuto verificado
Cultivo rastreado
- Jurisdição
- Portugal continental
- Âmbito
- Conservação, propagação e produção continental de material identificado como Carapinheira Roxa ou pelo sinónimo Coxa de Freira, sem confusão com Carapinheira.
- Enquadramento
- O Decreto-Lei n.º 82/2017 regula a produção, o controlo, a certificação e a comercialização de materiais de propagação de fruteiras. A DGAV exige fornecedor habilitado, origem, variedade, categoria e lote documentados, material certificado ou CAC devidamente identificado e requisitos fitossanitários; a inscrição no RNVF não autentica uma árvore sem proveniência. O RNVF 2025 classifica Carapinheira Roxa, inscrita em 2016, proposta e mantida pelo INIAV, com Coxa de Freira como sinónimo registado como variedade tradicional com aptidão para produção de frutos, fixando a denominação registada e a seleção de manutenção declarada, não o desempenho de qualquer combinação cultivar–porta-enxerto.
O RNVF não cria uma segunda entrada autónoma para Coxa de Freira: fixa-a como sinónimo de Carapinheira Roxa, enquanto Carapinheira permanece distinta. Etiqueta, acesso ou clone, lote, porta-enxerto, sanidade, polinizadora, fogo bacteriano, água e maturação devem confirmar o material e o desempenho local.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer decisão
Identidade, fontes e limites
Confirmar cultivar e sinónimo
O nome, a aparência do fruto e o topónimo não autenticam cultivar, clone, porta-enxerto ou lote; use documentação do material e a denominação registada aplicável.
Separar coleção, registo e produto
Observações do INIAV, RNVF e páginas de produto tradicional ou DOP têm âmbitos diferentes e não são prova conjunta de uma árvore concreta.
Não nacionalizar a observação
Datas e descritores publicados para a coleção de Alcobaça permanecem observações daquele local e período, não um calendário nacional de plantação ou colheita.
Avaliar antes de cultivar
Esta ficha não fornece pH, compasso, rega, poda, polinização, tratamento, colheita, conservação ou transformação para uma parcela.
Limite editorial explícito
Calendário
Calendário de cultivo não aplicável a esta ficha documental.
A página documenta identidade, fontes e limites, mas não publica meses de sementeira, plantação ou colheita. Uma fonte taxonómica, territorial ou comercial não constitui por si só um calendário de cultivo.
Antes de agir
Verificações necessárias
Preservar a rastreabilidade
Conserve cultivar ou sinónimo registado, fornecedor, lote, categoria, porta-enxerto, proveniência e documentação fitossanitária aplicável.
Respeitar o âmbito territorial
A inscrição continental e as observações de Alcobaça não são extrapoladas para Açores, Madeira ou para outro microclima.
Confirmar a decisão
Cultivo, propagação, polinização, sanidade, colheita, conservação e transformação exigem avaliação e orientação competentes.
Diagnóstico antes de tratar
Riscos de decisão
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Identidade ou sinónimo incertos | A etiqueta, a proveniência, o clone, o lote ou o porta-enxerto não são verificáveis. | Não propagar, comercializar ou renomear por semelhança; confirmar o material junto do fornecedor, registo ou coleção competente. |
| Observação tratada como calendário | Uma data da coleção de Alcobaça é aplicada diretamente a outra região ou campanha. | Manter a observação ligada ao local e período publicados e recolher fenologia própria antes de qualquer decisão. |
| Produto confundido com cultivar | Uma DOP ou tradição de transformação é usada para autenticar a árvore ou autorizar o uso da denominação. | Separar identidade do material, território, caderno do produto, controlo e aptidão agronómica. |
Açores e Madeira não foram avaliados. Esta ficha preserva observações e identidades documentadas, mas não recomenda cultivo, propagação, poda, rega, tratamento, colheita, conservação ou transformação.
Contexto português