Prancha botânica da pereira Coxa de Freira com flores, folha e peras médias achatadas verdes com rubor, pequeno hilo e pedúnculo inserido
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Fruteira Ficha documental

Pereira Coxa de Freira

Pyrus communis 'Coxa de Freira' · Rosaceae

Ler Pereira Coxa de Freira com rigor começa por ligar o nome corrente ao conceito botânico publicado. Pereira Coxa de Freira corresponde aqui a Pyrus communis 'Coxa de Freira', uma fruteira. Pyrus communis 'Coxa de Freira': O INIAV documenta Coxa de Freira ou Carapinheira Roxa e a forma achatada; o RNVF publica Coxa de Freira como sinónimo de Carapinheira Roxa. A ficha não extrapola estas fontes para uma receita ou aptidão local. O registo documenta-a como variedade tradicional cultivada em Portugal continental.

A relação taxonómica registada é “Nome publicado reconciliado”. Fotografia, parecença, indicação geográfica e nome de venda não substituem documentação de um exemplar, cultivar ou lote. A ficha permanece documental; não recomenda instalação, multiplicação, apanha, transformação ou guarda de material.

Nome científicoPyrus communis 'Coxa de Freira'
FamíliaRosaceae
Categoria editorialFruteira
Identidade taxonómicaNome publicado reconciliado: Pyrus communis
Ocorrência / estatutoVariedade tradicional cultivada
Orientação da fichaFicha documental — sem recomendação de cultivo

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Pereira Coxa de Freira (Pyrus communis 'Coxa de Freira') com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Pereira Coxa de Freira (Pyrus communis 'Coxa de Freira') com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Profundidade documental

Evidência desta cultivar,
sem extrapolação.

Observação específica publicada
Maturação observada04/08Alcobaça
Da plena floração à maturação115 diasObservação INIAV em Alcobaça
CalibreMédioCaracterização do fruto observado
Forma e epidermeAchatada; Verde manchadaCaracterização do fruto observado

O que permanece limitado

  • O RNVF autentica a entrada e o INIAV caracteriza frutos em coleções específicas; nenhuma destas fontes compara diretamente a aptidão desta cultivar nas nove regiões editoriais do plantar.pt.
  • A data pertence ao local e campanha da fonte; não é um calendário nacional.

Fontes desta projeção

Abrir o comparador da cultura → · Auditar os dados JSON →

Taxonomia verificada

Pyrus communis L.

Nome publicado reconciliado
Nome publicado
Pyrus communis 'Coxa de Freira'
Sinónimos relevantes
Pyrus communis 'Coxa de Freira'

Pyrus communis 'Coxa de Freira' identifica uma cultivar enxertada, não um táxon aceite separadamente no POWO. O POWO aceita Pyrus communis L. como espécie; esta âncora botânica não autentica cultivar, clone, origem, denominação protegida, lote, sanidade, porta-enxerto nem desempenho agronómico. Separadamente, o RNVF 2025 publica Coxa de Freira como sinónimo oficial de Carapinheira Roxa; esta ficha conserva o nome de pesquisa, sem o apresentar como cultivar autónoma nem o confundir com Carapinheira.

Verificado em 27 de julho de 2026.

Estatuto verificado

Cultivo rastreado

Variedade tradicional cultivada
Jurisdição
Portugal continental
Âmbito
Conservação, propagação e produção continental de material identificado como Carapinheira Roxa ou pelo sinónimo Coxa de Freira, sem confusão com Carapinheira.
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 82/2017 regula a produção, o controlo, a certificação e a comercialização de materiais de propagação de fruteiras. A DGAV exige fornecedor habilitado, origem, variedade, categoria e lote documentados, material certificado ou CAC devidamente identificado e requisitos fitossanitários; a inscrição no RNVF não autentica uma árvore sem proveniência. O RNVF 2025 classifica Carapinheira Roxa, inscrita em 2016, proposta e mantida pelo INIAV, com Coxa de Freira como sinónimo registado como variedade tradicional com aptidão para produção de frutos, fixando a denominação registada e a seleção de manutenção declarada, não o desempenho de qualquer combinação cultivar–porta-enxerto.

O RNVF não cria uma segunda entrada autónoma para Coxa de Freira: fixa-a como sinónimo de Carapinheira Roxa, enquanto Carapinheira permanece distinta. Etiqueta, acesso ou clone, lote, porta-enxerto, sanidade, polinizadora, fogo bacteriano, água e maturação devem confirmar o material e o desempenho local.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Antes de qualquer decisão

Identidade, fontes e limites

  1. Confirmar cultivar e sinónimo

    O nome, a aparência do fruto e o topónimo não autenticam cultivar, clone, porta-enxerto ou lote; use documentação do material e a denominação registada aplicável.

  2. Separar coleção, registo e produto

    Observações do INIAV, RNVF e páginas de produto tradicional ou DOP têm âmbitos diferentes e não são prova conjunta de uma árvore concreta.

  3. Não nacionalizar a observação

    Datas e descritores publicados para a coleção de Alcobaça permanecem observações daquele local e período, não um calendário nacional de plantação ou colheita.

  4. Avaliar antes de cultivar

    Esta ficha não fornece pH, compasso, rega, poda, polinização, tratamento, colheita, conservação ou transformação para uma parcela.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de cultivo não aplicável a esta ficha documental.

A página documenta identidade, fontes e limites, mas não publica meses de sementeira, plantação ou colheita. Uma fonte taxonómica, territorial ou comercial não constitui por si só um calendário de cultivo.

Antes de agir

Verificações necessárias

Preservar a rastreabilidade

Conserve cultivar ou sinónimo registado, fornecedor, lote, categoria, porta-enxerto, proveniência e documentação fitossanitária aplicável.

Respeitar o âmbito territorial

A inscrição continental e as observações de Alcobaça não são extrapoladas para Açores, Madeira ou para outro microclima.

Confirmar a decisão

Cultivo, propagação, polinização, sanidade, colheita, conservação e transformação exigem avaliação e orientação competentes.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos de decisão

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Identidade ou sinónimo incertosA etiqueta, a proveniência, o clone, o lote ou o porta-enxerto não são verificáveis.Não propagar, comercializar ou renomear por semelhança; confirmar o material junto do fornecedor, registo ou coleção competente.
Observação tratada como calendárioUma data da coleção de Alcobaça é aplicada diretamente a outra região ou campanha.Manter a observação ligada ao local e período publicados e recolher fenologia própria antes de qualquer decisão.
Produto confundido com cultivarUma DOP ou tradição de transformação é usada para autenticar a árvore ou autorizar o uso da denominação.Separar identidade do material, território, caderno do produto, controlo e aptidão agronómica.

Açores e Madeira não foram avaliados. Esta ficha preserva observações e identidades documentadas, mas não recomenda cultivo, propagação, poda, rega, tratamento, colheita, conservação ou transformação.

Contexto português

Âmbito territorial

Norte litoral Não avaliado A inscrição varietal e as observações de coleção não constituem uma avaliação de aptidão para esta região ou parcela.
Norte interior Não avaliado A inscrição varietal e as observações de coleção não constituem uma avaliação de aptidão para esta região ou parcela.
Centro litoral Não avaliado A inscrição varietal e as observações de coleção não constituem uma avaliação de aptidão para esta região ou parcela.
Centro interior Não avaliado A inscrição varietal e as observações de coleção não constituem uma avaliação de aptidão para esta região ou parcela.
Lisboa e Vale do Tejo Não avaliado A inscrição varietal e as observações de coleção não constituem uma avaliação de aptidão para esta região ou parcela.
Alentejo Não avaliado A inscrição varietal e as observações de coleção não constituem uma avaliação de aptidão para esta região ou parcela.
Algarve Não avaliado A inscrição varietal e as observações de coleção não constituem uma avaliação de aptidão para esta região ou parcela.
Açores Não avaliado Ocorrência, estatuto do material e adequação neste arquipélago não foram avaliados nesta ficha.
Madeira Não avaliado Ocorrência, estatuto do material e adequação neste arquipélago não foram avaliados nesta ficha.