Pereira de S. Bartolomeu
Pyrus communis 'São Bartolomeu' · Rosaceae
A Pera de São Bartolomeu liga uma pequena pera verde à tradição da Pêra Passa de Viseu, mas as datas publicadas têm âmbitos próprios. O INIAV observou maturação média a 5 de agosto na coleção de Alcobaça; separadamente, a tradição de Viseu situa a colheita perto de 24 de agosto.
Esta página documenta a identidade da cultivar e esse contexto histórico, sem transformar a observação de Alcobaça ou a referência ao dia de São Bartolomeu num calendário regional. Não fornece uma receita de cultivo nem de conservação de semente, colheita, secagem ou transformação alimentar.
Prancha complementar do catálogo
Uma segunda prancha,
outros caracteres.
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Profundidade documental
Evidência desta cultivar,
sem extrapolação.
O que permanece limitado
- O RNVF autentica a entrada e o INIAV caracteriza frutos em coleções específicas; nenhuma destas fontes compara diretamente a aptidão desta cultivar nas nove regiões editoriais do plantar.pt.
- A data pertence ao local e campanha da fonte; não é um calendário nacional.
Fontes desta projeção
- Registo Nacional de Variedades de Fruteiras 2025 — 1.ª edição ↗
- INIAV — As variedades regionais de pereiras ↗Observações de uma coleção em Alcobaça; não constituem calendário nacional, ensaio regional comparativo, garantia de identidade de material externo nem recomendação de plantação.
Taxonomia verificada
Pyrus communis L.
- Nome publicado
- Pyrus communis 'São Bartolomeu'
- Autoridade
- Plants of the World Online (Kew) ↗
- Sinónimos relevantes
- Pyrus communis 'São Bartolomeu'
Pyrus communis 'São Bartolomeu' identifica uma cultivar enxertada, não um táxon aceite separadamente no POWO. O POWO aceita Pyrus communis L. como espécie; esta âncora botânica não autentica cultivar, clone, origem, denominação protegida, lote, sanidade, porta-enxerto nem desempenho agronómico.
Verificado em 27 de julho de 2026.Estatuto verificado
Cultivo rastreado
- Jurisdição
- Portugal continental
- Âmbito
- Conservação, propagação e produção continental da cultivar São Bartolomeu, separada do produto transformado Pêra Passa de Viseu e das suas regras alimentares.
- Enquadramento
- O Decreto-Lei n.º 82/2017 regula a produção, o controlo, a certificação e a comercialização de materiais de propagação de fruteiras. A DGAV exige fornecedor habilitado, origem, variedade, categoria e lote documentados, material certificado ou CAC devidamente identificado e requisitos fitossanitários; a inscrição no RNVF não autentica uma árvore sem proveniência. O RNVF 2025 classifica São Bartolomeu, inscrita em 2016, proposta e mantida pelo INIAV como variedade tradicional com aptidão para produção de frutos, fixando a denominação registada e a seleção de manutenção declarada, não o desempenho de qualquer combinação cultivar–porta-enxerto.
O RNVF autentica a denominação da variedade para fruto, não o produto seco nem qualquer pereira colhida perto do dia de São Bartolomeu. Identidade, lote, porta-enxerto, sanidade, floração, maturação e proveniência são independentes; secagem exige fruto são, higiene, processo e território documentados.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer decisão
Identidade, fontes e limites
Confirmar cultivar e sinónimo
O nome, a aparência do fruto e o topónimo não autenticam cultivar, clone, porta-enxerto ou lote; use documentação do material e a denominação registada aplicável.
Separar coleção, registo e produto
Observações do INIAV, RNVF e páginas de produto tradicional ou DOP têm âmbitos diferentes e não são prova conjunta de uma árvore concreta.
Não nacionalizar a observação
Datas e descritores publicados para a coleção de Alcobaça permanecem observações daquele local e período, não um calendário nacional de plantação ou colheita.
Avaliar antes de cultivar
Esta ficha não fornece pH, compasso, rega, poda, polinização, tratamento, colheita, conservação ou transformação para uma parcela.
Limite editorial explícito
Calendário
Calendário de cultivo não aplicável a esta ficha documental.
A página documenta identidade, fontes e limites, mas não publica meses de sementeira, plantação ou colheita. Uma fonte taxonómica, territorial ou comercial não constitui por si só um calendário de cultivo.
Antes de agir
Verificações necessárias
Preservar a rastreabilidade
Conserve cultivar ou sinónimo registado, fornecedor, lote, categoria, porta-enxerto, proveniência e documentação fitossanitária aplicável.
Respeitar o âmbito territorial
A inscrição continental e as observações de Alcobaça não são extrapoladas para Açores, Madeira ou para outro microclima.
Confirmar a decisão
Cultivo, propagação, polinização, sanidade, colheita, conservação e transformação exigem avaliação e orientação competentes.
Diagnóstico antes de tratar
Riscos de decisão
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Identidade ou sinónimo incertos | A etiqueta, a proveniência, o clone, o lote ou o porta-enxerto não são verificáveis. | Não propagar, comercializar ou renomear por semelhança; confirmar o material junto do fornecedor, registo ou coleção competente. |
| Observação tratada como calendário | Uma data da coleção de Alcobaça é aplicada diretamente a outra região ou campanha. | Manter a observação ligada ao local e período publicados e recolher fenologia própria antes de qualquer decisão. |
| Produto confundido com cultivar | Uma DOP ou tradição de transformação é usada para autenticar a árvore ou autorizar o uso da denominação. | Separar identidade do material, território, caderno do produto, controlo e aptidão agronómica. |
Açores e Madeira não foram avaliados. Esta ficha preserva observações e identidades documentadas, mas não recomenda cultivo, propagação, poda, rega, tratamento, colheita, conservação ou transformação.
Contexto português