Prancha botânica de Pyrus bourgaeana com pequena árvore espinhosa, folhas ovadas, flores brancas, peras pequenas castanho-amareladas e sementes
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Árvore Ficha documental

Pereira-brava-ibérica

Pyrus bourgaeana · Rosaceae

O nome Pereira-brava-ibérica fica aqui ligado, de forma explícita, a Pyrus bourgaeana. O inventário florístico consultado sustenta a leitura como espécie arbórea. Cor, forma ou semelhança visual não desempenham o papel de documento.

Mesmo quando Pereira-brava-ibérica parece familiar, só a rastreabilidade pode ligá-la com segurança a um exemplar ou lote concreto. Da entrada de Pyrus bourgaeana não se retiram calendários, técnicas de multiplicação ou orientações de colheita. Também não se avaliam processamento, guarda ou aptidão para um lugar.

Nome científicoPyrus bourgaeana
FamíliaRosaceae
Categoria editorialÁrvore
Identidade taxonómicaNome aceite: Pyrus bourgaeana
Ocorrência / estatutoAutóctone continental
Orientação da fichaFicha documental — sem recomendação de cultivo

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Pereira-brava-ibérica (Pyrus bourgaeana) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Pereira-brava-ibérica (Pyrus bourgaeana) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Pyrus bourgaeana Decne.

Nome aceite
Nome publicado
Pyrus bourgaeana
Sinónimos relevantes
Pyrus communis subsp. bourgaeana

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.

Verificado em 25 de julho de 2026.

Estatuto verificado

Cultivo rastreado

Autóctone continental
Jurisdição
Portugal continental
Âmbito
Plantação de muda identificada e de proveniência ibérica conhecida em orla, clareira ou núcleo protegido de regeneração de Portugal continental.
Enquadramento
A Flora-On documenta a ocorrência autóctone em Portugal continental. Esta ficha não constitui uma avaliação jurídica: antes de recolher, mover solo ou semente, alterar o pastoreio ou intervir em montado, sobreiro, azinheira, área classificada ou propriedade alheia, confirme a identificação, a origem do material e as regras aplicáveis.

É autóctone de montados, matagais e linhas temporárias, mas deve ser distinguida de Pyrus cordata, pereiras cultivadas e híbridos. Registe árvore-mãe ou lote, proteja de gado e roçadora e não converta o fruto ou o nome pereira em recomendação alimentar.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Antes de qualquer decisão

Identidade, fontes e limites

  1. Confirmar a identidade

    Confirme ramos por vezes espinhosos, folhas ovadas, flores brancas e pequenos pomos; valide com fruto e caracteres do cálice.

  2. Ler a mancha antes de intervir

    Escolha orla ou clareira com solo profundo localmente, sem competir diretamente com a copa de um sobreiro adulto.

  3. Estabelecer com proveniência

    Use muda de proveniência ibérica conhecida apenas num projeto compatível; defina implantação e proteção com viveiro, proprietário e técnico.

  4. Observar pastoreio e repouso

    Exclua gado e javali até o tronco resistir; forme apenas para estrutura e conserve ramos floríferos.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de cultivo não aplicável a esta ficha documental.

A página documenta identidade, fontes e limites, mas não publica meses de sementeira, plantação ou colheita. Uma fonte taxonómica, territorial ou comercial não constitui por si só um calendário de cultivo.

Antes de agir

Verificações necessárias

Manter solo coberto

Evite mobilização profunda, passagens repetidas e solo nu. A cobertura reduz erosão, conserva infiltração e protege raízes superficiais das árvores.

Rodar a pressão

Use parcelas, períodos de repouso e zonas de exclusão temporária. Não deixe a mesma mancha rapada nem abandonada durante anos.

Conservar heterogeneidade

Mantenha herbáceas baixas, manchas floridas, arbustos dispersos e regeneração arbórea protegida; um montado saudável não é uniforme.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos de decisão

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Regeneração comida ou roçadaRebentos mordidos, casca raspada ou plantas jovens cortadas na limpeza.Marcar, proteger individualmente e criar ilha de exclusão até a copa ultrapassar a linha de consumo.
Sobrepastoreio e compactaçãoSolo nu, trilhos, crosta, plantas nitrófilas ou espinhosas e ausência de floração.Registar pressão, água e suplementação e pedir ajuste ao responsável técnico antes de alterar a utilização; acompanhar a recuperação.
Abandono e fecho do subcobertoMato contínuo, perda da pastagem baixa e combustível encostado às copas.Mapear o fecho e definir com técnico e proprietário um mosaico compatível, preservando refúgios e evitando mobilização do solo.

Não confundir com pereiras cultivadas ou outros Pyrus. Não recomendar o fruto para consumo sem identificação e avaliação próprias.

Contexto português

Âmbito territorial

Norte litoral Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. No litoral norte, só em clareira drenante com ocorrência confirmada; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.
Norte interior Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.
Centro litoral Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.
Centro interior Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.
Lisboa e Vale do Tejo Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.
Alentejo Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.
Algarve Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. No Algarve, distinguir serra, Barrocal e baixas quentes; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.
Açores Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.
Madeira Não avaliado Aptidão local não avaliada nesta ficha. Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável com observação e evidência da parcela.