Prancha do Krymsk 6 com folhas de ginjeira híbrida, raízes compactas, pôlas e cerejeira semiananicante enxertada
Fruteira Exigente

Porta-enxerto Krymsk 6

Prunus cerasus × (Prunus cerasus × Prunus maackii) 'Krymsk 6' · Rosaceae

Porta-enxerto semiananicante a semivigoroso, precoce, bem ancorado e adaptável a temperaturas extremas e solos pesados, mas hipersensível a PDV e PNRSV.

ExposiçãoSol pleno
ÁguaModerada e regular
CicloPrunus híbrido clonal usado como sistema radicular
SoloFranco a argiloso, drenado
pHLigeiramente ácido a neutro
EspaçoMédio a denso, cerca de 75–85% do porte

Do início ao estabelecimento

Como plantar

  1. Escolher pelo terreno e pela copa

    Use-o quando se pretende uma cerejeira menor e precoce em solo mais pesado que o ideal para Gisela 5. A OSU descreve porte semelhante a Gisela 6, boa ancoragem, adaptação a frio e calor e hipersensibilidade viral. Confirme compatibilidade com a cultivar, vigor, drenagem, calcário, salinidade e histórico de doenças antes de encomendar.

  2. Comprar material rastreável

    Exija viveiro autorizado, designação do porta-enxerto e da cultivar, categoria e documentação fitossanitária. Rejeite raízes secas, tumores, goma, feridas ou união mal formada.

  3. Preparar a linha, não apenas a cova

    Instale apenas lote certificado, com suporte coerente com o sistema e sem proximidade a blocos velhos suspeitos. Plante com raízes distribuídas e a união claramente acima da cota final; nunca enterre a copa enxertada para tentar estabilizar a árvore.

  4. Formar para o vigor real

    Equilibre carga, remova pôlas e vigie goma e necrose na união durante toda a vida do pomar. Dimensione compasso, tutoragem, rega, carga e forma pela combinação completa e pela fertilidade do local.

Janelas nacionais

Calendário

Plantar
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez

Estas são janelas de referência. Atrase com geada e altitude; antecipe em encostas quentes e zonas costeiras suaves.

Depois de plantar

Cuidados essenciais

Guardar a identidade

Conserve etiqueta, fatura e mapa. A folhagem lembra ginjeira e podem surgir pôlas moderadas; a confirmação do clone é documental. Remova rebentos abaixo da união ainda jovens e rente à origem.

Gerir água e competição

Mantenha a linha sem competição forte durante o estabelecimento. Regue o volume radicular sem saturar o colo e confirme humidade em profundidade antes de repetir.

Vigiar raízes, colo e união

Inspecione fendas, goma, exsudados, tumores, diferença extrema de diâmetro, inclinação e raízes emitidas pela cultivar. Proteja o tronco de roçadoras e tutores abrasivos.

Diagnóstico antes de tratar

Problemas frequentes

ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Hipersensibilidade a PDV ou PNRSVNecrose e goma junto à enxertia, perda súbita de vigor e morte da árvore.Suspender trabalhos que dispersem material, testar copa e árvores vizinhas e seguir orientação fitossanitária.
Identidade ou compatibilidade erradaPorte inesperado, união engrossada ou estrangulada, fendas, quebra ou declínio sem causa foliar clara.Reunir documentos, confirmar a combinação com o viveiro e obter diagnóstico antes de substituir ou retirar material para propagação.
Franqueamento da cultivarA união foi enterrada e a copa formou raízes próprias, alterando vigor, ancoragem e resposta ao solo.Não cortar raízes estruturais sem avaliação; expor prudentemente a união e corrigir profundidade nas plantações futuras.

É geralmente menor e mais produtivo que Krymsk 5, mas partilha a hipersensibilidade viral. O comportamento é uma tendência técnica, não uma garantia: a cultivar, o solo, o clima e a qualidade do material podem alterar a resposta.

Contexto português

Adequação regional

Norte litoral No Norte litoral, pesar chuva, drenagem e doenças do colo; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Norte interior No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Centro litoral No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Centro interior No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Lisboa e Vale do Tejo Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Alentejo No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Algarve No Algarve, pesar pouco frio, calor, calcário e salinidade; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Açores Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Madeira Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.