Taxonomia verificada
Pistacia L.
Nome publicado reconciliado - Nome publicado
- Pistacia atlantica × Pistacia integerrima 'UCB1'
- Sinónimos relevantes
- Pistacia atlantica × Pistacia integerrima 'UCB1'
Pistacia atlantica × Pistacia integerrima 'UCB1' identifica um porta-enxerto ou clone horticultural, não um táxon aceite separadamente no POWO. O POWO aceita Pistacia L.; a âncora ao nível do género não confirma a fórmula parental nem identifica separadamente UCB1. A reconciliação fornece apenas a âncora botânica mais próxima: não autentica clone, fórmula parental, lote, origem, categoria, sanidade, afinidade nem desempenho agronómico.
Verificado em 25 de julho de 2026. Estatuto verificado
Cultivo rastreado
Porta-enxerto cultivado - Jurisdição
- Portugal
- Âmbito
- Material identificado como UCB1, de semente ou clonal conforme declarado, ou pistacheira enxertada sobre esse material e comercializada em Portugal.
- Enquadramento
- O Decreto-Lei n.º 82/2017 regula a produção, o controlo, a certificação e a comercialização de materiais de propagação de fruteiras, incluindo porta-enxertos e componentes de enxertia. A DGAV exige fornecedor habilitado, origem documentada e separação por espécie, variedade, categoria e lote, com etiqueta oficial ou identificação CAC conforme o material.
UCB1 deve chegar com origem, categoria, lote, fornecedor e cultivar de copa documentados; plântulas e clones não devem ser tratados como equivalentes. Resistência comparativa a Verticillium e tolerância salina não resolvem frio, drenagem, compatibilidade, sexo da copa, polinização ou maturação local.
Avaliado em 26 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha. Do início ao estabelecimento
Como plantar
Diagnosticar antes de escolher
Escolha-o em locais quentes e drenados quando Verticillium ou salinidade justificam o híbrido e o risco de frio jovem é controlável. A investigação da UC descreve resistência a Verticillium, tolerância salina e menor tolerância ao frio que P. atlantica. Analise textura, drenagem, calcário ativo, salinidade, nemátodes e histórico de replantação antes de encomendar.
Comprar a árvore completa
Compre em viveiro autorizado a combinação cultivar–porta-enxerto identificada, homogénea e com documentação fitossanitária. Não propague material de pomar sem garantia varietal e sanitária.
Plantar sem enterrar a enxertia
Plante depois do risco de frio intenso, com união alta, abrigo inicial e rega que estimule raízes profundas sem saturar. Deixe a união claramente acima do nível final do solo e distribua as raízes sem dobras, bolsas de ar ou adubo concentrado na cova.
Dimensionar o sistema
Proteja plantas jovens do frio, analise folha e água para micronutrientes e não confunda vigor do porta-enxerto com maturação garantida. Ajuste compasso, tutoragem, forma, carga e rega ao vigor da combinação e à fertilidade real da parcela.
Janelas nacionais de referência
Calendário
Plantar material dormente ou ativo apenas na janela indicada pelo fornecedor e pelo sistema, coordenando enxertia, aclimatação, risco de geada ou calor e disponibilidade de água da parcela.
Plantar JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
São janelas de referência, não datas garantidas. Atrase com geada e altitude, antecipe apenas com condições locais favoráveis e confirme cultivar, finalidade, previsão, água e microclima.
Depois de plantar
Cuidados essenciais
Conservar identidade e rastreabilidade
Guarde etiqueta, fatura e mapa da parcela. Rebentos abaixo da união apresentam folhas compostas do híbrido e devem ser retirados antes de competirem com a copa. Remova cedo os rebentos que nasçam abaixo da união, sem deixar cepo.
Gerir água pelo sistema radicular
Regue para humedecer o volume explorado sem saturar o colo. Verifique infiltração e humidade abaixo da superfície; folhas murchas não justificam automaticamente mais água.
Inspecionar colo e união
Procure diferenças extremas de diâmetro, fendas, goma, exsudados, podridão, instabilidade e raízes emitidas pela cultivar. Proteja o tronco de roçadoras e mantenha o tutor enquanto for estruturalmente necessário.
Diagnóstico antes de tratar
Problemas frequentes
Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta | Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
| Dano de frio na planta jovem | Casca escurecida, gomos mortos e rebentação irregular depois de geada forte. | Esperar pela delimitação do tecido vivo antes de podar, proteger o tronco e evitar UCB1 em depressões frias sem ensaio. |
| Incompatibilidade ou identidade errada | União engrossada ou estrangulada, fendas, quebra, declínio localizado ou porte muito diferente do previsto. | Comparar documentos e combinação com referências técnicas; pedir diagnóstico ao viveirista ou laboratório e não retirar material para propagação. |
| Franqueamento da cultivar | A união foi enterrada e a cultivar emitiu raízes próprias, alterando vigor, ancoragem e resposta ao solo. | Obter avaliação antes de cortar raízes instaladas; corrigir drenagem e cota do colo e prevenir o problema nas futuras plantações. |
O porta-enxerto não resolve falta de frio da cultivar nem substitui a proporção correta entre pistacheiras masculinas e femininas. A classificação descreve tendências do material; não substitui ensaio local, análise de solo nem compatibilidade confirmada com a cultivar.
Contexto português
Adequação regional
Norte litoral Porta-enxerto UCB1: confirmar drenagem, circulação de ar e duração do molhamento num clima atlântico mais húmido. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Norte interior Porta-enxerto UCB1: ajustar instalação a geadas, altitude e verão seco, sem assumir que a mesma data serve vales e planaltos. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Centro litoral Porta-enxerto UCB1: avaliar humidade, vento costeiro, exposição e água da parcela antes de escolher a época. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Centro interior Porta-enxerto UCB1: compatibilizar geada tardia, calor estival, solo e disponibilidade de rega. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Lisboa e Vale do Tejo Porta-enxerto UCB1: escolher exposição e rega para uma estação longa, verificando calor refletido e drenagem. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Alentejo Porta-enxerto UCB1: a decisão depende de água, sombra ou sol da espécie, calor extremo e capacidade de drenagem. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Algarve Porta-enxerto UCB1: ajustar a época para evitar o pico de calor e verificar salinidade, vento e qualidade da água. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Açores Porta-enxerto UCB1: confirmar por ilha e cota o vento, a humidade persistente, a insolação e a drenagem. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Madeira Porta-enxerto UCB1: confirmar altitude, vertente, vento, calor e água; litoral e cotas altas não são equivalentes. Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Afirmações rastreáveis
Evidência por campo
Cada linha identifica a afirmação que sustenta o guia, o território a que se aplica e as fontes usadas. Síntese editorial significa que a conclusão combina requisitos da cultura com contexto climático português; não é uma medição da sua parcela.
- Material de propagação
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Usar apenas UCB1 identificado como clone ou material declarado, com espécie ou híbrido, planta-mãe, categoria, fornecedor, lote, sanidade e garfo compatível documentados; o nome comercial não basta.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Calendário
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Plantar material dormente ou ativo apenas na janela indicada pelo fornecedor e pelo sistema, coordenando enxertia, aclimatação, risco de geada ou calor e disponibilidade de água da parcela.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Exposição e temperatura
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A cultura exige «Sol pleno e calor estival». Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. A soma térmica, variedade, altitude e previsão da campanha devem confirmar a decisão.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Água e rega
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A necessidade publicada na ficha é «Baixa a moderada; rega profunda e controlada». A água deve seguir fase fenológica, reserva do solo, precipitação, evapotranspiração e potencial real, sem dose regional fixa.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Solo e drenagem
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A referência é «Profundo, drenado, incluindo moderadamente salino». O guia exige conhecer perfil, textura, drenagem, compactação, infestantes e histórico, e o INIAV exige análise antes de corrigir ou fertilizar.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - pH
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O valor não deve ser copiado de outra cultura: Neutro a alcalino. Confirmar a faixa publicada no manual INIAV e a análise da parcela antes de aplicar corretivo.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Compasso
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Não existe compasso doméstico universal: Amplo, definido pelo vigor e mecanização. Calcular sementes viáveis, população-alvo, entrelinha, germinação e perdas para a variedade, equipamento e destino.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Instalação
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Confirmar perfil, drenagem, pH, calcário, salinidade, água, histórico sanitário e vigor desejado antes de encomendar; plantar colo e união de enxertia na posição correta sem deformar raízes.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Manutenção
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Registar clone, garfo e lote, controlar rebentos abaixo da união, apoiar água e nutrição por medição, formar a copa para o vigor real e diagnosticar incompatibilidade ou declínio antes de replantar.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Problemas e diagnóstico
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Os problemas descritos — Dano de frio na planta jovem, Incompatibilidade ou identidade errada, Franqueamento da cultivar — requerem observação e diagnóstico. Rotação, semente sã, população equilibrada e gestão de resíduos precedem qualquer produto autorizado.
Portugal continental · síntese editorial Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano. - Adequação regional
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A triagem cruza normais IPMA com exposição, água, solo e este limite: Horas de frio, calor estival, salinidade, drenagem, Verticillium, sexo e cultivar do garfo condicionam produção; a experiência californiana não é uma prova portuguesa. Não substitui variedade, histórico, análise, previsão ou ensaio na parcela.
Portugal · síntese editorial Limite: Síntese para planeamento regional; confirme altitude, microclima, exposição, solo, água, cultivar e previsão antes de decidir na parcela.
Contrato de cultivo revisto em 27 de julho de 2026.