Evitar intervenção informal
A ficha não fornece método de cultivo, propagação, gestão hídrica ou restauro; essas decisões dependem da avaliação e do plano do local.
Myrica gale · Myricaceae
A entrada dedicada a Samouco-do-Brabante trata especificamente de Myrica gale, da família Myricaceae. As fontes atribuem-lhe o contexto de uma planta autóctone de Portugal continental. A autoridade taxonómica mantém este mesmo nome como aceite.
Observar Samouco-do-Brabante sem contacto é o único gesto sugerido. Recolher ou multiplicar Myrica gale não é autorizado. Mover material, transplantar ou usar a planta em restauro não é legitimado aqui.
Prancha complementar do catálogo
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Este lote não declara sinónimos adicionais como necessários para a pesquisa editorial.
Verificado em 25 de julho de 2026.Estatuto verificado
A evidência consultada é continental e não suporta receita de cultivo, recolha, propagação, restauro ou gestão de turfeira. Identidade, origem, finalidade e enquadramento exigem confirmação própria.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer intervenção
Não recolha plantas, sementes, partes vegetativas, turfa ou solo das populações espontâneas.
Não baseie a decisão no nome comum, fotografia ou habitat; a identidade deve ser confirmada no contexto da ação proposta.
Qualquer prospeção, conservação, propagação ou intervenção requer finalidade, origem e enquadramento confirmados pela entidade competente.
A avaliação continental não deve ser usada para justificar circulação de material ou ação nos arquipélagos.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma ficha de conservação.
A página não recomenda recolha, propagação ou instalação. Qualquer intervenção de conservação exige autorização, proveniência e um plano técnico próprio do local e da população.
Proteção sem intervenção autónoma
A ficha não fornece método de cultivo, propagação, gestão hídrica ou restauro; essas decisões dependem da avaliação e do plano do local.
A evidência desta ficha é continental; não infere ocorrência, estatuto ou técnica para Açores ou Madeira.
O nome popular ou o uso histórico não constituem indicação terapêutica nem justificam recolha.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Origem ou identificação incerta | Não existe identificação, população ou enquadramento verificável. | Não recolher, propagar, transferir ou introduzir; pedir confirmação à entidade competente. |
| Pressão ou alteração de habitat | Há proposta de colheita, obra, gestão, circulação ou alteração do local. | Não aplicar uma técnica genérica; encaminhar a avaliação para o plano e autoridade responsáveis. |
| Território não avaliado | A ação proposta é nos Açores ou Madeira. | Não inferir estatuto ou técnica; confirmar fontes e autoridade territorial competentes. |
A avaliação é limitada a Portugal continental. Não foi verificada nestas fontes uma proibição nacional geral; isto não autoriza recolha, cultivo, propagação ou intervenção.
Contexto português