Prancha botânica de Fallopia japonica com caniço denso, caule oco mosqueado, folhas truncadas, flores brancas e rizoma fragmentado
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Perene Não plantar

Sanguinária-do-Japão — não plantar

Fallopia japonica · Polygonaceae

A orientação é não plantar sanguinária-do-Japão em Portugal continental nem na Região Autónoma da Madeira; esta avaliação não é alargada aos Açores. Caules semelhantes a bambu não chegam para identificar Fallopia japonica. A página ajuda a documentar caule, folha e crescimento sem promover uma perene capaz de se dispersar por rizomas e pequenos fragmentos.

Não corte, escave ou mova uma mancha suspeita, nem aceite terra que possa conter fragmentos. Obras e deslocação de solo podem criar novos focos, e um corte isolado não trata o sistema subterrâneo. Mantenha pessoas e máquinas fora da área até confirmar identidade, proprietário, autoridade e plano; este deve definir contenção, limpeza no local, destino dos resíduos e acompanhamento plurianual.

Nome científicoFallopia japonica
FamíliaPolygonaceae
Categoria editorialPerene
Identidade taxonómicaNome publicado reconciliado: Reynoutria japonica
Ocorrência / estatutoExótica invasora
Orientação da fichaNão plantar — prevenção e controlo

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Sanguinária-do-Japão — não plantar (Fallopia japonica) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Sanguinária-do-Japão — não plantar (Fallopia japonica) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Reynoutria japonica Houtt.

Nome publicado reconciliado
Nome publicado
Fallopia japonica
Sinónimos relevantes
Fallopia japonica

O catálogo mantém Fallopia japonica, nome usado no Decreto-Lei n.º 92/2019, para preservar a correspondência legal. O POWO trata-o como sinónimo de Reynoutria japonica.

Verificado em 27 de julho de 2026.

Avaliação territorial 1 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Portugal continental
Âmbito
Portugal continental; nas regiões autónomas aplicam-se regimes regionais próprios. Nos termos do artigo 28.º, confirme a autoridade competente e o plano territorial antes de intervir.
Enquadramento
Fallopia japonica consta do anexo II do Decreto-Lei n.º 92/2019. Nos termos dos artigos 16.º e 19.º, são interditos, designadamente, a introdução na natureza, o repovoamento, a detenção, cedência, compra, venda, oferta de venda, transporte, cultivo, criação e utilização ornamental.

Não comprar, propagar, transportar ou instalar. Antes de qualquer gestão, confirme a identidade, a autoridade competente e o plano de controlo, contenção ou erradicação aplicável; a listagem não autoriza intervenção improvisada.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Avaliação territorial 2 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Região Autónoma da Madeira
Âmbito
Região Autónoma da Madeira; sem inclusão deste táxon nas exceções de cultivo do anexo III. A inclusão legal não prova presença num local nem autentica um exemplar.
Enquadramento
Fallopia japonica integra a Lista Regional de Espécies Invasoras. O artigo 12.º do Decreto Legislativo Regional n.º 17/2023/M interdita, entre outros atos, detenção, cedência, compra, venda, transporte, produção, cultivo, uso ornamental e introdução na natureza.

Na Madeira, não comprar, semear, plantar, dividir, oferecer ou transportar. Uma ocorrência existente deve ser contida sem dispersar sementes ou fragmentos e encaminhada segundo a orientação do IFCN e o plano aplicável ao local.

Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Prevenir antes de intervir

Não plantar e controlar

  1. Confirmar caule e folha

    Procure caules ocos com nós e manchas vermelhas, ápice em ziguezague, folha larga de base quase reta e flores creme.

  2. Parar a fragmentação

    Suspenda roça, trituração, escavação e transporte de solo até delimitar rizomas, caules e máquinas contaminadas.

  3. Definir um plano continuado

    Método, duração, obras, monitorização e destino do material pertencem ao plano autorizado do local; não escave nem trate uma carga suspeita de forma independente.

  4. Conter e encaminhar

    Mantenha fragmentos em contenção fechada e use o destino definido no plano do sítio e dos resíduos; não se prescrevem secagem, pilha ou compostagem.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.

Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.

Depois da intervenção

Vigilância continuada

Tratar terra como contaminada

Não reutilize nem aceite solo do foco sem procedimento que impeça a deslocação de rizomas.

Proteger infraestruturas

Sinalize muros, pavimentos, drenagens, tubagens, água e vias; não escave, lave equipamento para sumidouro ou mova carga antes da avaliação competente.

Repetir mesmo sem caules

A ausência sazonal da parte aérea não prova que o rizoma profundo esteja esgotado.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos e falhas de controlo

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Fragmentação por roçaPedaços de caule ficam espalhados no solo ou na água.Pare a movimentação e a saída de máquinas, contenha a área e contacte o gestor. Água, estrada, infraestruturas ou derrame amplo exigem equipa competente.
Terra contaminada em obraEscavação inclui rizomas alaranjados ou rebentos articulados.Isolar a carga e obter um plano de contenção e destino antes de mover material.
Rebrote persistenteCaules reaparecem apesar do corte.Registe a recorrência e peça revisão do método, duração e monitorização no plano autorizado.

O nome atualmente aceite é frequentemente Reynoutria japonica; o diploma usa Fallopia japonica e explicita a sinonímia. A identidade e os híbridos devem ser confirmados antes da intervenção. A listagem não autoriza acesso, remoção, queima, transporte de resíduos, trabalho junto de água ou uso químico: confirme proprietário, autoridade, restrições do local e plano aplicável. Nunca composte, abandone, empilhe ao ar livre ou transporte propágulos ou solo contaminado; contenção e destino são definidos pelo gestor competente.

Contexto português

Prioridade em todas as regiões

Norte litoral Não plantar Não plantar segundo o estatuto territorial apresentado na ficha; não se confirma ocorrência, prioridade de controlo ou método nesta região. Confirme a identificação e contacte a autoridade competente se detetar um foco.
Norte interior Não plantar Não plantar segundo o estatuto territorial apresentado na ficha; não se confirma ocorrência, prioridade de controlo ou método nesta região. Confirme a identificação e contacte a autoridade competente se detetar um foco.
Centro litoral Não plantar Não plantar segundo o estatuto territorial apresentado na ficha; não se confirma ocorrência, prioridade de controlo ou método nesta região. Confirme a identificação e contacte a autoridade competente se detetar um foco.
Centro interior Não plantar Não plantar segundo o estatuto territorial apresentado na ficha; não se confirma ocorrência, prioridade de controlo ou método nesta região. Confirme a identificação e contacte a autoridade competente se detetar um foco.
Lisboa e Vale do Tejo Não plantar Não plantar segundo o estatuto territorial apresentado na ficha; não se confirma ocorrência, prioridade de controlo ou método nesta região. Confirme a identificação e contacte a autoridade competente se detetar um foco.
Alentejo Não plantar Não plantar segundo o estatuto territorial apresentado na ficha; não se confirma ocorrência, prioridade de controlo ou método nesta região. Confirme a identificação e contacte a autoridade competente se detetar um foco.
Algarve Não plantar Não plantar segundo o estatuto territorial apresentado na ficha; não se confirma ocorrência, prioridade de controlo ou método nesta região. Confirme a identificação e contacte a autoridade competente se detetar um foco.
Açores Não plantar Regime regional dos Açores não avaliado nesta ficha; por precaução, não plantar nem transportar e confirmar a autoridade e o diploma regional aplicáveis.
Madeira Não plantar Não plantar segundo o estatuto territorial apresentado na ficha; não se confirma ocorrência, prioridade de controlo ou método nesta região. Confirme a identificação e contacte a autoridade competente se detetar um foco.