Prancha ilustrada de Oxalis purpurea com bulbo escuro, rizoma e bolbilhos, roseta basal prostrada de folhas trifolioladas obcordadas, face inferior purpúrea mosqueada e flor solitária rosa com base clara
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Geófita Não plantar

Trevo-azedo-rosa — não plantar

Oxalis purpurea · Oxalidaceae

Não plantar Trevo-azedo-rosa em Portugal. Trata-se de uma pequena geófita conhecida como trevo-azedo-rosa, com bulbo e bolbilhos, folhas trifolioladas em roseta e flor solitária rosado-purpúrea. Estes sinais ajudam a documentar uma suspeita, mas não confirmam sozinhos a espécie.

Perante uma suspeita de Trevo-azedo-rosa, não corte, arranque ou recolha a planta suspeita. Limite a circulação e registe o local sem espalhar qualquer parte. No registo de Oxalis purpurea, sementes, frutos, raízes, fragmentos e terra associados à ocorrência não devem ser movidos, abandonados ou compostados. Não intervenha sem confirmação e orientação atual da autoridade competente.

Nome científicoOxalis purpurea
FamíliaOxalidaceae
Categoria editorialGeófita
Identidade taxonómicaNome aceite: Oxalis purpurea
Ocorrência / estatutoExótica invasora
Orientação da fichaNão plantar — prevenção e controlo

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Trevo-azedo-rosa — não plantar (Oxalis purpurea) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Trevo-azedo-rosa — não plantar (Oxalis purpurea) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Oxalis purpurea L.

Nome aceite
Nome publicado
Oxalis purpurea
Sinónimos relevantes
Acetosella purpurea · Oxalis speciosa · Oxalis variabilis · Oxalis humilis

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.

Verificado em 31 de julho de 2026.

Avaliação territorial 1 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Portugal
Âmbito
Decisão preventiva para Oxalis purpurea em Portugal. A ficha não autentica um exemplar, não decide detenção anterior, licença ou exceção, não transfere automaticamente o regime para outro táxon e não prescreve controlo ou destino de resíduos.
Enquadramento
Oxalis purpurea consta sem asterisco na secção Plantas do anexo II do Decreto-Lei n.º 92/2019. Os artigos 16.º e 19.º interditam, designadamente, introdução na natureza, detenção, cedência, compra, venda, transporte, cultivo e uso ornamental, sem prejuízo do regime vigente, das competências territoriais e das exceções aplicáveis.

Não comprar, plantar, propagar, oferecer, transportar ou libertar. Se já existir uma ocorrência, contenha sementes, frutos, fragmentos e solo sem os movimentar e confirme a identidade, a autoridade competente e o plano aplicável antes de intervir.

Avaliado em 31 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Avaliação territorial 2 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Região Autónoma da Madeira
Âmbito
Região Autónoma da Madeira; sem inclusão deste táxon nas exceções de cultivo do anexo III. A inclusão legal não prova presença num local nem autentica um exemplar.
Enquadramento
Oxalis purpurea integra a Lista Regional de Espécies Invasoras. O artigo 12.º do Decreto Legislativo Regional n.º 17/2023/M interdita, entre outros atos, detenção, cedência, compra, venda, transporte, produção, cultivo, uso ornamental e introdução na natureza.

Na Madeira, não comprar, semear, plantar, dividir, oferecer ou transportar. Uma ocorrência existente deve ser contida sem dispersar sementes ou fragmentos e encaminhada segundo a orientação do IFCN e o plano aplicável ao local.

Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Prevenir antes de intervir

Não plantar e controlar

  1. Fotografar antes de remover

    Registe a roseta basal prostrada e a ausência de caule aéreo sem desenterrar informalmente. Inclua escala e ligação entre folhas e solo.

  2. Mostrar as duas faces da folha

    Fotografe três folíolos largamente obcordados, o terminal geralmente maior, margens ciliadas e a face inferior frequentemente purpúrea e mosqueada por pontos ou pequenas linhas translúcidas.

  3. Registar a flor solitária

    Inclua pedúnculo, duas brácteas basais, sépalas e uma flor terminal com pétalas rosado-purpúreas e mais de metade inferior branco-amarelada.

  4. Conter órgãos subterrâneos

    A descrição ibérica refere rizoma e bolbilhos. Não cavar, dividir, trocar vasos ou mover terra antes de confirmação e destino definido.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.

Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.

Depois da intervenção

Vigilância continuada

Não decidir apenas pela cor

A espécie apresenta variação floral na área nativa e outras Oxalis têm flores rosas. Folha, pelos, brácteas e órgãos subterrâneos precisam de comparação.

Conservar a observação ibérica

A Flora Iberica observou reprodução vegetativa por bolbilhos no material peninsular estudado. Isso não prova ausência de fruto em toda a área portuguesa.

Separar jardim de autorização

Origem ornamental, nome comum ou presença antiga num jardim não criam exceção à decisão preventiva publicada para o táxon.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos e falhas de controlo

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Outra Oxalis de flor rosaA identificação usa apenas flor rosada e folha tipo trevo.Comparar roseta, duas faces dos folíolos, brácteas, sépalas, pétala e órgão subterrâneo.
Bolbilhos omitidosA parte aérea é retirada mas terra, rizoma ou pequenos bolbos são espalhados.Parar o movimento do solo e rever o perímetro subterrâneo com orientação competente.
Ausência de fruto universalizadaUma observação ibérica histórica é tratada como regra para qualquer população.Registar a fase local e manter aberta a avaliação reprodutiva.

A prancha é ilustrativa e não autentica Oxalis purpurea. A cor da flor é variável; roseta, face inferior da folha, brácteas e órgãos subterrâneos devem ser documentados em conjunto.

Contexto português

Prioridade em todas as regiões

Norte litoral Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.
Norte interior Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.
Centro litoral Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.
Centro interior Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.
Lisboa e Vale do Tejo Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.
Alentejo Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.
Algarve Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.
Açores Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.
Madeira Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de controlo numa parcela.