Regar só quando necessário
Após plantar, humedeça e depois acompanhe a chuva; em vaso, regue quando a superfície secar durante crescimento.

Tulipa gesneriana · Liliaceae
Bolbo de floração primaveril que se planta no outono e pede inverno fresco, sol e drenagem perfeita, repetindo pior nas zonas mais quentes.
Do início ao estabelecimento
Escolha bolbos firmes e pesados, sem bolor, feridas ou rebento longo; confirme origem e passaporte quando aplicável.
Plante de outubro a dezembro, quando o solo já arrefeceu; calor precoce favorece doença e crescimento fraco.
Coloque a ponta para cima a duas ou três vezes a altura do bolbo, com 8–12 cm entre exemplares.
Em solo pesado, use canteiro elevado ou vaso com substrato poroso; uma camada de pedras no fundo não corrige terra saturada.
Janelas nacionais
Estas são janelas de referência. Atrase com geada e altitude; antecipe em encostas quentes e zonas costeiras suaves.
Depois de plantar
Após plantar, humedeça e depois acompanhe a chuva; em vaso, regue quando a superfície secar durante crescimento.
Corte apenas a flor gasta e espere que a folhagem amarele naturalmente para o bolbo repor reservas.
Cultivares botânicas e alguns grupos naturalizam melhor; híbridos de flor grande costumam render mais quando renovados.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Fogo-da-tulipa | Rebentos deformados, manchas castanhas e bolor cinzento em tempo húmido. | Remover bolbo e restos afetados e não replantar tulipas no mesmo solo. |
| Bolbo podre | Não emerge, cheira mal ou apresenta tecido mole e escuro. | Descartar, corrigir drenagem e nunca guardar bolbos ainda húmidos. |
| Pouca ou nenhuma flor | Só aparecem folhas pequenas depois de um inverno suave. | Usar bolbos de bom calibre, mais frio e sol, ou renovar anualmente. |
Todas as partes são tóxicas para cães e gatos, sobretudo o bolbo. Use luvas, não armazene junto a cebolas e impeça animais de escavar.
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