Sem guia de cultivo
Esta página não ensina a manter, multiplicar ou instalar uma espécie classificada como invasora na Madeira.
Phytolacca americana · Phytolaccaceae
Não plante Uva-de-cão-americana em Portugal e na Região Autónoma da Madeira. A referência científica é Phytolacca americana. Herbácea exótica incluída na Lista Nacional de Espécies Invasoras; esta página serve apenas para identificação, contenção e encaminhamento seguro. A identificação exige vários caracteres concordantes; fotografia, cor ou nome comum isolados não bastam.
Não toque, corte, arranque nem tente remover esta planta. Mantenha pessoas e animais afastados e não mova sementes, frutos, fragmentos, solo, sedimento ou água associados à ocorrência. Registe o local sem o perturbar e procure confirmação especializada. A contenção, o controlo e o destino dos resíduos devem seguir a orientação atual da autoridade competente.
Top 300 em Portugal · posição 58
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 28 de julho de 2026.Avaliação territorial 1 de 2
A prevenção de reprodução, dispersão e novos focos prevalece sobre qualquer instrução ornamental ou utilitária para uma espécie legalmente listada.
Avaliado em 28 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Avaliação territorial 2 de 2
Na Madeira, não comprar, semear, plantar, dividir, oferecer ou transportar. Uma ocorrência existente deve ser contida sem dispersar sementes ou fragmentos e encaminhada segundo a orientação do IFCN e o plano aplicável ao local.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Prevenir antes de intervir
Não faça estacas, divisões ou ofertas. Confirme a identificação e o regime atual antes de qualquer intervenção.
Mantenha o exemplar e todos os propágulos longe de solo aberto, jardins, linhas de água, muros, escarpas e resíduos verdes.
Contacte a autoridade regional ou municipal competente para decidir remoção, transporte e destino sem ampliar a dispersão.
Procure plantas-filhas e fragmentos em vasos próximos, fendas e solo; não presuma que retirar a planta-mãe encerra o foco.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.
Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.
Depois da intervenção
Esta página não ensina a manter, multiplicar ou instalar uma espécie classificada como invasora na Madeira.
Não compostar, despejar substrato, transportar sem contenção ou abandonar qualquer fragmento ou propágulo.
Fotografe o exemplar e a etiqueta e confirme a identificação com a autoridade competente antes de agir.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Propagação fora do vaso | Plântulas, fragmentos enraizados ou propágulos em vasos, fendas ou solo próximo. | Isolar a área, impedir transporte e pedir instruções de remoção e destino seguro. |
| Fragmentos em resíduos | Folhas, caules ou plantas-filhas misturados com composto, terra ou resíduos verdes. | Não transportar nem compostar; conter e confirmar o circuito regional de destino. |
| Identificação incerta | Exemplar sem etiqueta ou confundido com outra suculenta semelhante. | Fotografar detalhes, manter contido e obter confirmação antes de manusear. |
Não plantar nem propagar em Portugal. Todas as partes são potencialmente tóxicas; não ingerir bagas ou rebentos e não improvisar uso alimentar ou medicinal.
Contexto português