Evitar corte isolado
O corte sem remoção e seguimento pode deixar a base rebentar e os frutos dispersarem sementes; integre a ação num plano.
Passiflora tripartita var. mollissima · Passifloraceae
Ler Maracujá-banana com rigor começa por ligar o nome corrente ao conceito botânico publicado. Maracujá-banana corresponde aqui a Passiflora tripartita var. Mollissima, uma trepadeira. Trepadeira andina integrada na lista regional de invasoras da Madeira; o anexo III admite apenas cultivo para uso próprio em espaços agrícolas, hortas e espaços domésticos semelhantes, fora da Rede Natura 2000. As fontes tratam-na como exótica invasora na Região Autónoma da Madeira.
A relação taxonómica registada é “Nome aceite”. Uma imagem ou semelhança visual não autentica um exemplar, cultivar ou lote; o mesmo vale para topónimos e nomes comerciais. A ficha permanece documental; não recomenda instalação, multiplicação, apanha, transformação ou guarda de material.
Prancha complementar do catálogo
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 28 de julho de 2026.Estatuto verificado
A exceção é territorial e funcional, não uma licença para dispersar ou naturalizar. Confirme a origem comercial autorizada, contenha sementes e outros propágulos e não transporte restos para bermas, linhas de água ou áreas naturais.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer decisão
Procure folhas trilobadas pilosas, flor tubular pendente rosa e fruto alongado amarelo; não confunda com P. edulis nem com outras passifloras.
Num exemplar abrangido pela exceção madeirense, impeça frutos, sementes, caules, solo ou equipamento contaminado de escapar do espaço autorizado.
Registe lianas, plântulas, frutos, árvores cobertas, caminhos de acesso e ligação a floresta antes de qualquer intervenção.
Peça orientação ao IFCN ou entidade territorial competente para confirmar identificação, prioridade, método e destino do material.
Limite editorial explícito
Calendário de cultivo não aplicável a esta ficha documental.
A página documenta identidade, fontes e limites, mas não publica meses de sementeira, plantação ou colheita. Uma fonte taxonómica, territorial ou comercial não constitui por si só um calendário de cultivo.
Antes de agir
O corte sem remoção e seguimento pode deixar a base rebentar e os frutos dispersarem sementes; integre a ação num plano.
Não abandonar, compostar informalmente ou transportar material capaz de conter sementes ou enraizar.
Depois da intervenção autorizada, procure rebentação e novas plântulas durante vários ciclos, incluindo sob a vegetação vizinha.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Copa nativa coberta | Lianas formam massa densa sobre arbustos e árvores, reduzindo luz e aumentando peso. | Não puxar de forma insegura; delimitar e obter plano de remoção faseada que proteja a vegetação suporte. |
| Muitos frutos maduros | Frutos amarelos pendem ou caem junto de caminhos, linhas de água ou floresta. | Evitar pisoteio e transporte, isolar a área e seguir instruções da autoridade para recolha e destino. |
| Rebentação após corte | Novos caules surgem da base ou de segmentos deixados no solo. | Marcar cada ponto, repetir o controlo autorizado e manter vigilância sem mover fragmentos. |
A exceção regional é estreita: uso próprio em espaços agrícolas, hortas e espaços domésticos semelhantes, fora da Rede Natura 2000; não constitui recomendação geral de cultivo na Madeira, no continente ou nos Açores.
Contexto português