Prancha botânica de ameixeira-japonesa com ramo florido, folhas serradas, frutos arredondados de pele vermelha ou amarela e fruto cortado com caroço
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Fruteira Guia de cultivo Média

Ameixeira-japonesa

Prunus salicina · Rosaceae

A ameixeira-japonesa, Prunus salicina, é uma pequena árvore que floresce e dá fruto mais cedo do que as ameixeiras europeias e precisa de menos horas de frio, o que a torna uma boa aposta nos invernos amenos do litoral e do sul.

A floração precoce é também o seu ponto fraco: uma geada tardia pode queimar a flor, por isso escolha um local abrigado e confirme se a variedade é autofértil ou precisa de outra ameixeira-japonesa por perto. Pode fora do inverno, em tempo seco, para reduzir o risco de chumbo, e deixe um fruto a cada 5–8 cm no início do verão.

ExposiçãoSol pleno e local abrigado do vento
ÁguaRegular na instalação; nunca deixar secar quando o fruto engorda
CicloPequena árvore caducifólia de fruto
SoloFértil, franco ou argiloso e drenado
pH6,0–6,5
Espaço3–5 m conforme o porta-enxerto

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Ameixeira-japonesa (Prunus salicina) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Ameixeira-japonesa (Prunus salicina) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Prunus salicina Lindl.

Nome aceite
Nome publicado
Prunus salicina
Sinónimos relevantes
Nenhum declarado neste piloto

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Este lote não declara sinónimos adicionais como necessários para a pesquisa editorial.

Verificado em 5 de novembro de 2026.

Do início ao estabelecimento

Como plantar

  1. Escolher porta-enxerto e polinizador

    Peça ao viveiro o porta-enxerto adequado ao espaço e confirme se a variedade é autofértil ou precisa de outra ameixeira-japonesa que floresça em simultâneo.

  2. Plantar em dormência

    Plante entre o fim do outono e o início da primavera, em local soalheiro e abrigado de geadas e de vento.

  3. Regar e cobrir

    Regue com regularidade na primeira estação e cubra o solo com composto, deixando livre a zona do tronco.

  4. Mondar e colher

    No início do verão deixe um fruto a cada 5–8 cm e colha quando estiverem totalmente coloridos e ligeiramente moles.

Janelas nacionais de referência

Calendário

Plantar em dormência, do fim do outono ao início da primavera; a floração e a maturação são mais precoces do que nas ameixeiras europeias.

Plantar
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
Colher
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez

São janelas de referência, não datas garantidas. Atrase com geada e altitude, antecipe apenas com condições locais favoráveis e confirme cultivar, finalidade, previsão, água e microclima.

Depois de plantar

Cuidados essenciais

Poda fora do inverno

Pode árvores jovens no início da primavera e árvores formadas no verão, em tempo seco, para reduzir o risco de chumbo e de cancro bacteriano.

Rega no engorde

Não deixe secar o solo quando os frutos engordam, sem encharcar.

Protecção do fruto

Use rede bem esticada contra aves e escore os ramos muito carregados.

Diagnóstico antes de tratar

Problemas frequentes

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Flor queimada pela geadaPouca fruta depois de uma noite fria na floração.Escolher local abrigado e evitar baixas onde o ar frio se acumula.
Pulgões da ameixeiraFolhas enroladas e melada nos rebentos.Confirmar a praga e lavar os focos antes de qualquer tratamento.
Lagarta do frutoFrutos com larvas junto ao caroço nas primeiras ameixas.Recolher frutos caídos e vigiar a árvore na maturação.

Compre fruteiras com passaporte fitossanitário. A Prunus salicina não é a ameixeira-europeia (Prunus domestica); os calendários de poda e polinização podem diferir.

Contexto português

Adequação regional

Norte litoral Confirmar humidade persistente, vento, drenagem e horas de sol no local concreto.
Norte interior Confirmar geadas tardias, altitude, amplitude térmica e duração da estação quente.
Centro litoral Confirmar influência marítima, drenagem, vento e temperatura no local concreto.
Centro interior Confirmar geada, calor estival, exposição e água disponível no local concreto.
Lisboa e Vale do Tejo Confirmar calor estival, vento, drenagem e disponibilidade de rega no local concreto.
Alentejo Confirmar calor extremo, secura, água disponível e proteção do solo no local concreto.
Algarve Confirmar calor, salinidade, vento, água disponível e frio invernal no local concreto.
Açores Confirmar ilha, cota, vento, humidade persistente e drenagem antes de decidir.
Madeira Confirmar ilha, cota, vertente, vento e água disponível antes de decidir.

Afirmações rastreáveis

Evidência por campo

Cada linha identifica a afirmação que sustenta o guia, o território a que se aplica e as fontes usadas. Síntese editorial significa que a conclusão combina requisitos da cultura com contexto climático português; não é uma medição da sua parcela.

Material de propagação

Escolher árvore de viveiro identificada, com passaporte fitossanitário, e confirmar a autofertilidade da variedade ou a existência de polinizador compatível.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «material» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Calendário

Plantar em dormência, do fim do outono ao início da primavera; a floração e a maturação são mais precoces do que nas ameixeiras europeias.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «calendar» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Exposição e temperatura

Instalar em sol pleno e local quente e abrigado, evitando baixas de geada e zonas ventosas que lesam a flor.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «exposure» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Água e rega

Regar regularmente na primeira estação e não deixar secar o solo enquanto o fruto se forma, sem permitir encharcamento.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «water» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Solo e drenagem

Preferir solo fértil, franco ou argiloso e drenado, com cobertura orgânica de pelo menos 5 cm afastada do tronco.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «soil» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
pH

O guia indica solo ligeiramente ácido, pH 6 a 6,5; medir antes de corrigir.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «ph» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Compasso

O espaço depende do porta-enxerto, desde os semi-ananicantes (Pixy, VVA-1) aos vigorosos (Brompton, acima de 4,5 m).

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «spacing» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Instalação

Plantar em dormência, regar com regularidade na primeira estação e cobrir o solo com pelo menos 5 cm de matéria orgânica, sem a encostar ao tronco.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «establishment» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Manutenção

Podar árvores jovens no início da primavera e árvores formadas no verão, em tempo seco, e mondar o fruto a cada 5 a 8 cm.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «care» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Problemas e diagnóstico

Vigiar pulgões, lagarta do fruto, aves e a geada na floração; a poda fora de época favorece chumbo e cancro bacteriano.

General · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «problems» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Adequação regional

A triagem regional favorece litoral e sul de invernos amenos segundo as normais IPMA e penaliza o interior de geadas tardias, sem garantir produção.

Portugal · síntese editorial Limite: A evidência sustenta apenas o campo «regional-fit» no âmbito declarado; variedade ou proveniência, recipiente ou parcela, microclima, sanidade, legislação e observação local podem exigir uma decisão diferente.
Contrato de cultivo revisto em 5 de novembro de 2026.