Guia regional · Beiras interiores e montanha
Centro interior
Geadas, altitude variável e verão seco; microclimas muito contrastantes.
A altitude encurta a estação quente, mas favorece espécies que precisam de frio e reduz algumas pressões de pragas.
Coleção atual
O que plantar
nesta região.
A classificação compara as espécies publicadas. Dentro da mesma região, altitude, exposição e solo podem mudar a decisão.
Tomate
Calor favorável; proteger de geadas tardias.
Alface
Muito adaptável; ajustar o calendário ao calor e à geada.
Oliveira
Muito bem adaptada ao calor e à secura estival.
Alecrim
Condições ideais em muitas exposições.
Batata
Plantar cedo e manter água uniforme antes do calor.
Couve-galega
Boa fora do pico seco; cobrir o solo no verão.
Morangueiro
Boa produção antes do calor mais intenso do verão.
Videira
Excelente com gestão de água e risco de geada.
Sobreiro
Boa aptidão em muitas encostas ácidas e abrigadas.
Rosmaninho
Espécie autóctone muito ajustada a secura e exposição.
Macieira
Frio favorável, mas proteger flor de geada e fruto de escaldão.
Pereira
Boa com água no verão e escolha criteriosa da época de floração.
Pessegueiro
Excelente com rega e proteção de flores contra geada tardia.
Figueira
Calor e secura favorecem, com proteção de geadas de primavera.
Feijão
Boa produção, evitando semear antes de passar a geada.
Cebola
Boa produção, evitando solo congelado e seca no engrossamento.
Alho
Excelente com plantação de outono e cobertura contra extremos.
Costela-de-adão
Interior luminoso protege do frio e do sol seco do verão.
Cenoura
Boa com calendário entre geada forte e calor seco.
Pimento
Muito bom após noites aquecerem; proteger de frio tardio.
Pepino
Muito bom com água regular e proteção de vento seco.
Curgete
Muito boa com rega regular e proteção da geada tardia.
Abóbora-menina
Excelente em terreno quente e com água de apoio.
Milho-doce
Excelente com água na floração e abrigo de vento forte.
Ervilha
Boa entre frio extremo e chegada rápida do calor.
Fava
Boa com sementeira ajustada para evitar geada na floração.
Espinafre
Boa janela antes e depois do verão quente e seco.
Salsa
Boa em primavera e outono; dar sombra no pico do verão.
Azinheira
Excelente em encostas e planaltos quentes de solo drenado.
Carvalho-português
Muito adaptado a serras e planaltos de substrato adequado.
Medronheiro
Muito adaptado a encostas e serras de substrato ácido.
Castanheiro
Excelente nas serras e planaltos ácidos com precipitação suficiente.
Amendoeira
Muito boa em exposição quente, fora das bolsas de geada.
Nogueira
Excelente com frio de inverno e rega no verão.
Cerejeira
Região de excelência em altitude, sobretudo Cova da Beira.
Roseira
Muito boa com cobertura do solo e rega durante o verão seco.
Glicínia
Muito boa com água de verão e abrigo de geada na floração.
Clorofito
Muito bom dentro de casa com luz filtrada e vaso drenante.
Calêndula
Muito boa após a geada forte ou no outono em local protegido.
Cravo-túnico
Muito bom após as geadas; uma cobertura conserva água no verão.
Petúnia
Excelente após a geada, com rega regular nos períodos quentes.
Amor-perfeito
Muito bom fora do calor; escolher local protegido da geada extrema.
Girassol
Muito bom após a geada, com rega profunda durante o verão seco.
Tulipa
Excelente, plantando antes do inverno e protegendo de roedores.
Narciso-de-cheiro
Muito bom em abrigo, com floração ajustada ao frio e à altitude.
Gladíolo
Excelente quando plantado após geada e regado durante o verão seco.
Dália
Muito boa depois da geada, com cobertura e rega no verão seco.
Nenúfar-branco
Muito bom, com profundidade estável apesar da evaporação do verão.
Lírio-amarelo-dos-pântanos
Muito bom em charco permanente; seca estival exige nível de água estável.
Junco-efuso
Muito bom onde a água persista, mesmo com frio e vento de altitude.
Baracejo-gigante
Excelente em encostas secas, com espaço para panículas de grande altura.
Festuca-azul
Excelente em jardim seco e frio, dividindo quando o centro envelhecer.
Azevém-perene
Muito bom fora da seca estival, com solo profundo e rega criteriosa.
Pilriteiro
Excelente em orla solarenga, com água no primeiro verão de instalação.
Abrunheiro-bravo
Excelente, regando no primeiro verão e evitando cortes durante geada.
Clematite 'Jackmanii'
Muito boa com cobertura radicular e água nos períodos secos de verão.
Tomilho-rasteiro
Excelente em muro, talude e jardim mineral com baixa fertilidade.
Heléboro-oriental
Muito bom em solo húmico, cobrindo a raiz contra secura estival.
Bergénia
Muito boa com cobertura radicular e alguma sombra durante o verão.
Feto-macho
Muito bom em encosta fresca e sombreada, com rega no estabelecimento.
Torga
Excelente em encosta siliciosa, com rega de estabelecimento no verão.
Urze-portuguesa
Excelente em serra ácida, com rega profunda durante o estabelecimento.
Mirtilo-americano
Muito bom em altitude e solo silicioso, cobrindo raiz superficial.
Framboeseira
Muito boa com cobertura radicular e água nos períodos secos.
Groselheira-vermelha
Muito boa em altitude fresca, com rega no enchimento.
Ameixeira
Excelente em encosta protegida, com água durante o verão seco.
Damasqueiro
Muito bom em exposição quente e drenada, evitando geada na flor.
Aveleira
Muito boa com rega de apoio e proteção contra geada muito tardia.
Marmeleiro
Muito bom com rega de apoio durante a formação dos frutos.
Trigo-mole
Excelente com sementeira oportuna antes do frio intenso.
Centeio
Excelente em altitude, frio e sequeiro de inverno.
Cevada
Excelente com ciclo ajustado à altitude e geada.
Aveia
Muito boa; ajustar ciclo para evitar geada forte e calor terminal.
Grão-de-bico
Muito bom em encosta drenada, ajustando data ao frio.
Lentilha
Muito boa em sequeiro fresco, evitando solos argilosos saturados.
Diospireiro
Muito bom fora de bolsas de geada e com água no verão.
Amoreira-preta
Excelente, tolerando calor e frio depois de estabelecida.
Pistácio
Muito bom em encosta quente e drenada, fora de geada tardia.
Nabo
Excelente fora do pico de geada e seca.
Beterraba
Muito boa fora de geada forte e calor seco.
Rabanete
Muito bom fora de geada forte e seca estival.
Triticale
Excelente em altitude e sequeiro fresco.
Acelga
Muito boa com sementeira ajustada à geada e rega no verão.
Alho-francês
Muito bom, escolhendo ciclo conforme a primeira geada.
Brócolo
Muito bom fora do calor extremo e com água regular.
Linho
Muito bom, beneficiando de noites frescas e primavera curta.
Trigo-sarraceno
Muito bom pela noite fresca e ciclo rápido.
Couve-lombarda
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita paragens no verão seco.
Rúcula
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita paragens no verão seco.
Beringela
Muito boa no verão longo, desde que haja água regular durante floração e enchimento.
Melão
Muito boa no verão longo, desde que haja água regular durante floração e enchimento.
Melancia
Muito boa no verão longo, desde que haja água regular durante floração e enchimento.
Quiabo
Muito boa no verão longo, desde que haja água regular durante floração e enchimento.
Feijão-frade
Excelente no verão quente, com rega estratégica na floração e enchimento.
Espargo
Excelente com rega durante o verão seco e cobertura que não sufoque a coroa.
Feijão-de-metro
Muito boa no verão longo, desde que haja água regular durante floração e enchimento.
Zambujeiro
Excelente para restauro de encostas secas e calcárias com proveniência local.
Esteva
Excelente em solos siliciosos pobres e projetos de mosaico de matos.
Ervilhaca-comum
Muito boa, ajustando cultivar e data à altitude e ao frio.
Luzerna
Excelente em vales e planaltos com solo profundo e água estratégica.
Trevo-subterrâneo
Muito bom; escolher ciclo precoce ou tardio conforme altitude e chuva.
Trevo-encarnado
Muito bom com data ajustada à altitude e à geada.
Coentros
Muito boa fora dos extremos, com rega regular durante períodos quentes e secos.
Manjericão
Muito boa no verão quente com rega constante e cobertura sobre o solo.
Tomilho-comum
Excelente em solo pedregoso ou elevado, com rega apenas durante a instalação e seca longa.
Orégão-comum
Excelente em solo pedregoso ou elevado, com rega apenas durante a instalação e seca longa.
Salva-comum
Excelente em solo pedregoso ou elevado, com rega apenas durante a instalação e seca longa.
Endro
Muito boa fora dos extremos, com rega regular durante períodos quentes e secos.
Estragão-francês
Muito bom com rega no verão e drenagem reforçada no inverno.
Chicória
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita espigamento durante o verão seco.
Endívia
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita espigamento durante o verão seco.
Canónigos
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita espigamento durante o verão seco.
Pastinaca
Muito boa com escolha de época e rega profunda durante o verão continental.
Rábano-daikon
Muito boa com escolha de época e rega profunda durante o verão continental.
Couve-rábano
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita espigamento durante o verão seco.
Pak choi
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita espigamento durante o verão seco.
Mizuna
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita espigamento durante o verão seco.
Mostarda-de-folha
Muito boa fora dos extremos; rega regular evita espigamento durante o verão seco.
Cardo-hortense
Muito boa com rega no estabelecimento e proteção contra geada tardia.
Tupinambo
Excelente com rega no verão e proteção contra vento em plantas muito altas.
Dáctilo
Muito bom em altitude; ajustar a data de sementeira à primeira geada relevante.
Festuca-alta
Excelente para amplitudes térmicas, com cultivar adequada à altitude e geada.
Trevo-violeta
Muito bom em altitude moderada; escolher ciclo e data para escapar à geada.
Azevém-italiano
Muito bom, ajustando ciclo varietal e sementeira à altitude e geadas.
Ervilhaca-peluda
Excelente em ciclo frio, ajustando biomassa e data de terminação à altitude.
Serradela
Muito boa em areias e granitos de sequeiro, sem calagem para valores excessivos.
Cornichão
Excelente em locais frescos e drenados onde a diversidade melhora a estabilidade.
Milho-forrageiro
Excelente com híbrido adequado à altitude, solo profundo e rega dimensionada.
Capim-do-Sudão
Excelente no verão, mas frio de altitude encurta a estação e aproxima o risco de geada.
Tef forrageiro
Excelente no verão, embora altitude limite o número de cortes possíveis.
Borragem
Muito boa entre geadas, com raiz profunda e floração prolongada na primavera.
Centáurea-azul
Muito boa entre geadas e calor, com cultivares de ciclo adequado à altitude.
Lavanda-verdadeira
Excelente no frio seco e solos básicos, protegendo apenas plantas recém-instaladas.
Facélia
Muito boa, escolhendo data que permita florir antes do calor e da seca.
Agastache
Excelente nas Beiras interiores, com longa floração e boa resistência ao calor moderado.
Equinácea-púrpura
Excelente em altitude moderada, tolerando frio e alguma seca depois de instalada.
Cosmos
Excelente entre geadas, florescendo até ao frio se não houver excesso de fertilidade.
Zínia
Excelente entre geadas, escolhendo ciclo compatível com a altitude.
Escabiosa
Excelente em sol e terreno mineral, florindo entre a geada e o calor extremo.
Malva-real
Excelente com raiz profunda e suporte contra vento de altitude.
Açafrão
Excelente em terreno leve e frio seco, sem rega durante a dormência de verão.
Ruibarbo
Excelente em altitude e inverno frio, protegendo o solo do calor de verão.
Rábano-rústico
Muito bom com rega profunda e colheita após o frio iniciar a dormência.
Íris-barbuda
Excelente em encosta soalheira, tolerando frio e seca depois de instalada.
Erva-do-peixe-dourado
Muito boa em charca profunda, compensando evaporação sem mudanças bruscas de água.
Potamogéton-flutuante
Excelente em altitude moderada, desde que a profundidade permaneça estável.
Lentilha-de-água
Muito boa se a água não secar nem sobreaquecer durante o verão.
Ranúnculo-aquático
Excelente em altitude e água fresca, desde que a charca não seque cedo.
Calítrique-de-água
Muito boa em altitude e água oligotrófica, protegendo de secagem precoce.
Menta-da-água
Muito boa onde o nível não desaparece durante a seca de verão.
Alisma
Muito boa desde que a margem não seque completamente no verão.
Cárice-ribeirinha
Muito boa onde a água persiste no verão e a touceira tem espaço.
Salgueirinha
Muito boa se a margem conservar humidade durante o verão continental.
Tábua-estreita
Muito boa com nível permanente e espaço para manutenção mecânica segura.
Eleócaris-dos-charcos
Muito boa desde que a prateleira não seque por completo no verão.
Verónica-de-água
Muito boa em altitude e água fresca, protegendo de secagem de verão.
Vidoeiro-pubescente-celtibérico
Excelente nas Beiras de altitude, desde que a implantação respeite proveniência e hidrologia.
Tramazeira
Excelente em escarpa e bosque montano, com espaço para copa e raízes.
Zimbro-rasteiro
Excelente na alta montanha, mas nunca deve ser retirado ou clonado de população natural.
Piorno-da-Estrela
Excelente no contexto serrano certo, sem plantar dentro ou junto de populações naturais.
Mirtilo-bravo
Excelente nas cotas frescas de substrato silicioso, evitando secagem do horizonte superficial.
Cervum
Excelente em cervunal ou jardim experimental que reproduza solo ácido húmido.
Festuca-elegante
Região ecológica principal, mas proximidade de populações torna a rastreabilidade ainda mais crítica.
Urze-das-turfeiras
Excelente no microclima serrano apropriado, sem alterar brejo ou turfeira natural.
Orvalhinha
Excelente em altitude e coleção confinada, nunca abastecida por turfeira natural.
Arroz-dos-muros
Excelente em serra e talude granítico, sem recolher tapetes naturais.
Açafrão-da-primavera
Excelente nas serras interiores, mantendo proveniência e identidade documentadas.
Campainhas-da-Estrela
Única região climática que inclui a população portuguesa, mas toda intervenção exige plano e autorização.
Amieiro-ibérico
Excelente onde o nível freático permanece acessível durante o verão continental.
Freixo-de-folhas-estreitas
Excelente em fundo de vale com solo profundo e nível freático sazonal.
Salgueiro-preto
Excelente onde a humidade edáfica persiste; proteger estacas de seca precoce.
Salgueiro-branco
Excelente em ribeiro continental com estiagem parcial e raízes ainda ligadas à água.
Sanguinho-de-água
Excelente em serra e fundo de vale, mantendo cobertura do solo.
Sabugueiro
Excelente em fundo de vale; cobrir o solo nos verões secos.
Tamujo
Excelente nas bacias interiores compatíveis, usando origem regional documentada.
Silva-comum
Muito adaptada; controlar canas junto de caminho, muro e jovem arvoredo.
Azereiro
Excelente em vales serranos húmidos da faixa Estrela–Lousã e locais confirmados.
Orquídea-piramidal
Excelente em clareiras básicas e encostas drenadas, sem fertilização.
Orquídea-dos-brejos
Excelente em lameiros e vales da Beira Alta, sem abandono ou conversão.
Narciso-trombeta-pequena
Excelente em mosaico serrano, escolhendo ecótipo e humidade compatíveis.
Fritilária-lusitana
Excelente em mato e bosque aberto mediterrânico de solo pedregoso.
Camomila-alemã
Muito boa antes do calor estival; rega ligeira ajuda a uniformizar a germinação.
Hipericão
Muito boa em prado seco ou horta biodiversa, sem fertilização azotada excessiva.
Cardo-mariano
Excelente em terreno pedregoso; alguma água no primeiro verão acelera instalação.
Tanchagem
Muito boa em prado seco ou horta biodiversa, sem fertilização azotada excessiva.
Malva-silvestre
Muito boa em prado seco ou horta biodiversa, sem fertilização azotada excessiva.
Mil-folhas
Muito boa em prado seco ou horta biodiversa, sem fertilização azotada excessiva.
Losna
Excelente em terreno pedregoso; alguma água no primeiro verão acelera instalação.
Carqueja
Excelente em terreno pedregoso; alguma água no primeiro verão acelera instalação.
Funcho-bravo
Excelente em terreno pedregoso; alguma água no primeiro verão acelera instalação.
Douradinha
Boa em rocha local, ajustando exposição à altitude e à secura estival.
Feto-dos-muros
Boa em rocha local, ajustando exposição à altitude e à secura estival.
Polipódio-do-sul
Boa em rocha local, ajustando exposição à altitude e à secura estival.
Umbigo-de-vénus
Boa em rocha local, ajustando exposição à altitude e à secura estival.
Saxífraga-espatulada
Excelente em granito montano com água oxigenada e sombra luminosa no verão.
Chaenorrino-das-rochas
Boa em rocha local, ajustando exposição à altitude e à secura estival.
Fel-da-terra-das-rochas
Boa em rocha local, ajustando exposição à altitude e à secura estival.
Papoila-comum
Boa em mosaico agrícola tradicional, escolhendo altitude e data de emergência compatíveis.
Nigela-dos-trigos
Boa em cereal e pousio, ajustando a sementeira ao frio e à curta janela primaveril.
Falsa-camomila
Boa em mosaico agrícola tradicional, escolhendo altitude e data de emergência compatíveis.
Corriola-campestre
Vigiar culturas e bermas; mapear focos e adaptar mobilização ao relevo e risco de erosão.
Fumária-comum
Boa em cereal e pousio, ajustando a sementeira ao frio e à curta janela primaveril.
Soagem
Boa em mosaico agrícola tradicional, escolhendo altitude e data de emergência compatíveis.
Estramónio
Vigiar culturas e bermas; mapear focos e adaptar mobilização ao relevo e risco de erosão.
Mercurial-anual
Vigiar culturas e bermas; mapear focos e adaptar mobilização ao relevo e risco de erosão.
Ansarina-branca
Vigiar culturas e bermas; mapear focos e adaptar mobilização ao relevo e risco de erosão.
Aveia-brava
Boa em cereal e pousio, ajustando a sementeira ao frio e à curta janela primaveril.
Azevém-bastardo
Boa em cereal e pousio, ajustando a sementeira ao frio e à curta janela primaveril.
Quebra-ossos
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Algodão-das-turfeiras
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Arnica-atlântica
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Esfagno-capilar
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Molínea
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Erva-lanar
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Rabo-de-cão-cristado
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Poa-trivial
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Aveia-de-rosário
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Agrostis-castelhana
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Gaudínia-frágil
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Junco-de-flor-aguda
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Ranúnculo-inflamatório
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Calta
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Azevém-baboso
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Erva-doce-anual
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Trevinho
Adequada em serras e vales frescos; distinguir regadio tradicional, regadio imperfeito e secadal antes de intervir.
Rainha-dos-prados
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Trevo-cervino
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Epilóbio-maior
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Epilóbio-de-flor-miúda
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Corriola-das-sebes
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Caniço-malhado
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Angélica-silvestre
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Erva-das-escaldadelas
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Embude
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Doce-amarga
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Erva-moedeira
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Lúpulo
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Roseira-brava
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Madressilva-atlântica
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Sanguinho-legítimo
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Norça-preta
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Briónia-branca
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Hera-atlântica
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Vide-branca
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Tojo-arnal
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Azevinho
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Periqueiro
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Macieira-brava
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Carvalho-negral
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Teixo
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Selo-de-salomão
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Martagão
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Prímula-sem-caule
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Feto-de-folha-macia
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Feto-fêmea
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Rosa-albardeira
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a origem de viveiro, a sombra e a drenagem.
Zimbro-bravo
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a subespécie, o sexo e a proveniência.
Erva-bicha
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a toxicidade, a dormência e a identificação.
Cefalanteira-de-folhas-longas
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a população, a micorriza e o coberto.
Braquipódio-dos-prados
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar a profundidade do solo e a distinção de B. retusum.
Erva-carneira
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar a subespécie, a arista e a proveniência.
Panasco-mediterrânico
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar a subespécie e a diferença face a cultivares forrageiros.
Cardo-corredor
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar os espinhos, a raiz axial e o grau de perturbação.
Canavoura
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar a raiz, os frutos alados e a segurança.
Salva-dos-caminhos
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar a roseta, a perturbação e a identidade.
Pimpinela-comum
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar o fruto verrugoso e a proveniência.
Cardazol
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar o substrato ácido e o complexo taxonómico.
Arroz-dos-telhados
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar o táxon, o peso saturado e a drenagem do suporte.
Arruda-dos-muros
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar o calcário, os soros e a ocorrência regional.
Erva-vaqueira
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar a espécie silvestre, distinta de Calendula officinalis.
Noselha-comum
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar a flor, as brácteas e o cormo de origem cultivada.
Nazareno
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar o cacho compacto, a folha e a origem dos bolbos.
Jacinto-das-searas
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a identidade, proveniência regional e ocorrência espontânea.
Alho-das-vinhas
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar o estatuto regional, bolbilhos e risco de expansão.
Tulipa-brava
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar o calcário, a subespécie e a origem legal do bolbo.
Agulha-de-pastor
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.
Papoila-ouriçada
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a cápsula madura e a distinção de outras papoilas.
Papoila-longa-peluda
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a cápsula alongada, pelos e proveniência.
Ranúnculo-dos-campos
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a humidade primaveril, fruto espinhoso e ocorrência.
Poa-bolbosa
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a base bolbosa, o regime de pastoreio e a proveniência.
Trevo-tomentoso
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar as cabeças frutíferas tomentosas e a ocorrência local.
Trevo-estreito
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar o solo pobre, folíolos estreitos e origem.
Serradela-amarela
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a vagem achatada, acidez e proveniência.
Tuberária-malhada
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar o substrato ácido e a mancha basal das pétalas.
Leontodon-tuberoso
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar as raízes tuberosas e a humidade sazonal.
Tanchagem-peluda
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a espiga sedosa e o grau de nitrificação.
Bico-de-cegonha
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar o fruto maduro e a distinção de outros Erodium.
Biserrula
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a vagem serrada, acidez e nome aceite.
Trevo-negrescente
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a frescura sazonal, capítulo e subespécie.
Saveirinho
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a distribuição conhecida e a vagem em forma de barco.
Serradela-pinada
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a vagem, flores e substrato silicioso.
Pereira-brava-ibérica
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável.
Piorno-branco
No interior centro, conservar mosaicos siliciosos e não mobilizados; confirmar o habitat de substituição, densidade e proveniência.
Cânhamo industrial
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a autorização, variedade, parcela e calendário oficial.
Cártamo-tintureiro
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a variedade, espinhos e ausência de encharcamento.
Ruiva-dos-tintureiros
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a contenção dos rizomas e o tempo até colheita.
Reseda-dos-tintureiros
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a identificação, origem local e contenção de sementes.
Cota-dos-tintureiros
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a contenção de uma espécie cultivada não nativa.
Cardo-penteador
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a diferença de D. fullonum e prevenção de escape.
Vimeiro
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a água disponível e distância de linhas de água naturais.
Giesteira-das-vassouras
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a subespécie, combustível e proveniência regional.
Urze-das-vassouras
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar o solo ácido, subespécie e proveniência local.
Táveda
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a subespécie, estatuto insular e distância de estradas.
Erva-mata-pulgas
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a subespécie, proveniência e solo pedregoso.
Centáurea-parda
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar o rebordo negro das brácteas e origem.
Soagem-lusitana
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a altitude, frescura e proveniência ibérica.
Áster-de-folhas-estreitas
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a ocorrência regional, subespécie e floração tardia.
Tília-de-folhas-pequenas
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar o volume de solo, calor urbano e origem de viveiro.
Sófora-do-Japão
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar o contexto urbano, queda de vagens e naturalização.
Koelreutéria
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a naturalização, resistência do ramo e contexto urbano.
Cariópteris-azul
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a drenagem, cultivar e contenção ornamental.
Nêveda-dos-gatos
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a contenção, origem e pressão de gatos.
Buxo-comum
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar proveniência, calor, traça e autenticidade do traçado.
Cedro-do-Himalaia
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar calor, profundidade do solo e escala adulta.
Plátano-híbrido
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar escala, alergénios, água e vigilância fitossanitária.
Lírio-de-um-dia
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar clone histórico, água primaveril e contenção dos rizomas.
Segurelha-anual
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar o calor de floração, ventilação e autenticidade da semente.
Segurelha-das-montanhas
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar frio invernal, drenagem e contenção fora do canteiro.
Cerefólio
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a janela fresca e identidade de uma Apiaceae cultivada.
Arruda-de-jardim
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.
Hortelã-da-Bíblia
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar o calor, a autenticidade do clone e contenção dos rizomas.
Abrótano
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.
Hissopo
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a drenagem, identidade e uso apenas culinário reconhecido.
Anis
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.
Alcaravia
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar o frio de inverno, frescura do solo e secagem da umbela.
Cominho-preto
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a época de chuva, identidade face a outras Nigella e secagem.
Lódão-bastardo
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar proveniência, espaço de copa e eventual queda de fruto no regulamento e inventário municipal.
Bordo-campestre
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar proveniência climática, calor refletido e oídio no regulamento e inventário municipal.
Tília-prateada
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar escala adulta, vento, água e calor refletido no regulamento e inventário municipal.
Ulmeiro-campestre
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar grafiose, origem genética e monitorização municipal no regulamento e inventário municipal.
Zelkova-japonesa
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar água estival, proveniência e espaço de copa no regulamento e inventário municipal.
Olaia
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar forma de tronco, geada tardia e queda de vagens no regulamento e inventário municipal.
Gledítsia
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar cultivar inerme, vagens, arquitetura e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Abóbora-porqueira de Bornes
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar geada, verão suficiente e regras da região de origem da variedade de conservação.
Cenoura Pau Roxo das Seis Marias
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar janela fresca, textura do solo e isolamento de cenoura cultivada e brava.
Couve Penca de Chaves
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar frio útil, lagartas, hérnia das crucíferas e cruzamento com outras couves.
Melão Branco do Ribatejo
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar calor acumulado, oídio, doçura e isolamento de outros meloeiros.
Pimento de Sabugal
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar noites frias, calor de floração, podridão apical e isolamento de outros pimentos.
Tomate Cereja de Inverno
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar geada, míldio, maturação completa e conservação seca.
Tomate da Campina
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar última geada, escaldão, Tuta absoluta e fidelidade do lote.
Tomate do Inverno
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar estação longa, casca íntegra, míldio e armazenamento.
Macieira Bravo de Esmolfe
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; privilegiar 350–550 m, frio invernal e menor pressão de calor.
Oliveira Galega Vulgar
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; evitar humidade persistente e confirmar adaptação do clone local.
Oliveira Cobrançosa
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; boa referência no Nordeste e interior, mas validar frio e disponibilidade de água.
Videira Touriga Nacional
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; adaptável, mas ajustar clone, carga e porta-enxerto à região.
Videira Encruzado
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; Dão e Centro interior são a principal referência de adaptação.
Porta-enxerto 110 Richter
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; especialmente útil em solos secos, pobres e sem encharcamento.
Porta-enxerto 1103 Paulsen
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; útil sob seca e alguma salinidade, sem substituir análise de nemátodes.
Porta-enxerto 140 Ruggeri
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; reservar para seca e calcário onde o vigor alto é necessário.
Porta-enxerto 41 B
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; útil em calcário quando seca e saturação não são extremas.
Porta-enxerto de macieira MM.106
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; usar apenas onde a drenagem é segura.
Porta-enxerto de macieira MM.111
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; útil onde seca e ancoragem pesam mais que precocidade.
Porta-enxerto de pereira OH×F 333
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; opção intermédia onde fogo-bacteriano e compatibilidade pesam.
Porta-enxerto GF 677
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; é candidato para seca e calcário apenas onde a drenagem seja segura.
Porta-enxerto Garnem
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; tem interesse em pomares secos e calcários, especialmente com risco confirmado de nemátodes.
Porta-enxerto Nemaguard
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; só ganha prioridade após identificar nemátodes e confirmar que solo e calcário são compatíveis.
Porta-enxerto Myrobalan 29C
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; é opção robusta para ameixeira, confirmando sempre compatibilidade da cultivar.
Porta-enxerto Krymsk 86
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; pode resolver combinações difíceis de textura e pH, mas exige experiência local.
Porta-enxerto Colt
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; beneficia regiões de cerejeira com solo consistente e água, evitando terrenos ligeiros e secos.
Porta-enxerto MaxMa 14
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; é opção intermédia quando Gisela seria fraco e Colt excessivamente vigoroso.
Porta-enxerto Paradox
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; requer frio e espaço para a cultivar, além de solo profundo e diagnóstico sanitário.
Porta-enxerto UCB1
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; só tem sentido onde a cultivar recebe frio suficiente e o verão amadurece a produção.
Porta-enxerto Montclar
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; é opção onde se pretende caráter de pessegueiro com melhor resposta à clorose.
Porta-enxerto Penta
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; ganha interesse em solos pesados ou alcalinos onde híbridos pessegueiro-amendoeira falham.
Porta-enxerto Adesoto 101
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; é alternativa para controlar vigor em solos pesados ou calcários com compatibilidade provada.
Porta-enxerto Rootpac R
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; é candidato de vigor alto para condições difíceis, exigindo ensaio e controlo da copa.
Porta-enxerto Mazzard
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; serve sistemas tradicionais de cerejeira onde solo, espaço e mão de obra suportam árvores grandes.
Porta-enxerto Mahaleb
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; é opção de sequeiro e calcário apenas em solo leve e com cultivar compatível.
Porta-enxerto Krymsk 5
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; é versátil em temperatura e textura, mas exige material livre de PDV e PNRSV.
Porta-enxerto Krymsk 6
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Porta-enxerto CAB 6P
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; é alternativa intermédia onde vigor, produtividade e manutenção de pôlas são aceitáveis.
Porta-enxerto Vlach
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; só é candidato onde frio, espaço, solo profundo e sanidade permitem nogueira vigorosa.
Porta-enxerto Pistacia atlantica
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; é opção de frio e salinidade apenas sem histórico de Verticillium.
Porta-enxerto Fercal
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; é ferramenta para clorose calcária, desde que profundidade e água útil existam.
Porta-enxerto 99 Richter
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; favorece seca e solo neutro sem sal, aceitando arranque lento e vigor alto.
Porta-enxerto de macieira M.7
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; é versátil em pomar de densidade média, com controlo de ladrões e ancoragem.
Porta-enxerto de macieira B.9
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; é anão robusto ao frio, mas depende de rega e estrutura.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.11
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; é alternativa precoce de vigor baixo, sem dispensar água nem vigilância de pulgão-lanígero.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.41
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; é escolha de alta densidade e forte sanidade, com proteção física da união.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.890
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; serve pomar semi-anão quando sanidade e autonomia importam mais que densidade máxima.
Porta-enxerto de pereira OH×F 87
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; equilibra menor porte, afinidade de Pyrus e resistência ao fogo bacteriano.
Porta-enxerto de pereira Pyrodwarf
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; é opção clonal semi-vigorosa onde uniformidade e afinidade superam a procura de ananicamento.
Hortênsia
Exige rega e proteção do calor.
Laranjeira
Escolher baixíssimo risco de geada e exposição quente.
Pinheiro-manso
Bom em cotas moderadas sem geada extrema nem encharcamento.
Loureiro
Possível em vale abrigado, com água no verão e proteção de geada.
Camélia
Possível em encosta fresca; exige abrigo e rega no verão.
Jasmim-comum
Boa em exposição protegida, com água no verão e abrigo do frio.
Murta
Boa em encosta quente e abrigada, com rega na instalação.
Pothos
Bom no interior; afastar de janelas frias durante a noite.
Espada-de-são-jorge
Boa em casa luminosa, protegida de geadas e condensação fria.
Zamioculca
Boa dentro de casa, afastada de pedra fria e correntes de inverno.
Lírio-da-paz
Bom no interior, longe de janela fria e de radiador direto.
Ficus-benjamina
Bom dentro de casa; proteger de vidro frio e ar de aquecimento.
Aloé-vera
Bom no interior luminoso; frio e pouca luz atrasam secagem.
Orquídea Phalaenopsis
Boa dentro de casa, protegida de frio e ar seco de aquecimento.
Calateia-orbifólia
Exigente com aquecimento seco e grande amplitude de temperatura.
Grama
Boa no verão quente, mas castanha durante frio e geada prolongados.
Armeria-marítima
Boa em canteiro mineral, tolerando frio se a coroa permanecer seca.
Funcho-marítimo
Bom em canteiro rochoso solarengo, com proteção do frio húmido.
Folhado
Bom em parede protegida, com cobertura contra frio e seca estival.
Sanguinho-das-sebes
Bom em exposição quente e protegida, escolhendo solo pedregoso drenante.
Jasmim-estrela
Bom em exposição quente e protegida, com rega profunda no primeiro verão.
Ajuga
Boa em recanto húmido e sombreado, com cobertura contra o verão seco.
Hosta-de-Siebold
Boa em pátio sombreado, com cobertura e regas profundas no verão.
Avenca
Boa apenas em nicho sombreado e permanentemente húmido, protegido de geada.
Feto-real
Boa apenas em linha de água de jardim ou solo fresco durante todo o verão.
Daboécia-cantábrica
Boa apenas em altitude fresca e solo ácido, protegida do verão continental.
Romãzeira
Boa em encosta soalheira fora das geadas de primavera.
Tremoço-branco
Bom em granito e xisto, menos em calcário e geada severa.
Kiwi
Boa em altitude moderada, desde que haja água e estação longa.
Batata-doce
Boa em encosta quente, plantando apenas quando o solo aqueceu.
Trigo-duro
Bom em zonas quentes e secas, evitando geada tardia.
Aipo
Bom com plantação tardia e rega constante durante o verão.
Couve-flor
Boa em primavera e outono; amplitude térmica provoca botões prematuros.
Alcachofra
Boa em encosta protegida, com cobertura de inverno.
Colza
Boa se a roseta se formar antes das geadas fortes.
Sésamo
Bom em encosta quente, com estação sem geada suficiente.
Sorgo
Bom com ciclo curto e sementeira após risco de frio.
Painço
Bom por escapar à seca com ciclo precoce.
Funcho-de-Florença
Bom fora dos extremos; calor e amplitude térmica favorecem floração precoce.
Tomatillo
Boa no verão quente, com rega regular e colheita antes das primeiras geadas.
Fisális
Boa no verão quente, com rega regular e colheita antes das primeiras geadas.
Lentisco
Bom em encosta soalheira protegida das geadas mais intensas.
Gilbardeira
Boa em sombra protegida, com rega de instalação durante o primeiro verão.
Hortelã-verde
Boa junto a rega ou meia-sombra, porque o verão seco reduz folhas tenras.
Cebolinho
Boa junto a rega ou meia-sombra, porque o verão seco reduz folhas tenras.
Erva-cidreira
Boa junto a rega ou meia-sombra, porque o verão seco reduz folhas tenras.
Lúcia-lima
Boa em microclima quente, com cobertura da raiz e proteção no inverno.
Poejo
Boa junto a rega ou meia-sombra, porque o verão seco reduz folhas tenras.
Agrião-de-água
Boa fora dos extremos, renovando água e protegendo do calor intenso.
Trevo-branco
Bom em vale fresco ou regadio; perde persistência no verão seco de altitude.
Sula
Boa em encosta calcária protegida, escolhendo material tolerante ao frio local.
Capuchinha
Boa entre geadas; semear por fases para evitar o pico de calor e seca.
Monarda
Boa onde existe água e sombra ligeira de tarde; seca de altitude reduz floração.
Oca
Boa em microclima sem geada precoce; altitude alta pode cortar a fase de engorda.
Yacon
Bom em vale abrigado; geada precoce limita a formação final das raízes de reserva.
Frésia
Boa com plantação primaveril e proteção das geadas tardias mais fortes.
Ranúnculo-da-Pérsia
Boa entre geada e calor, iniciando garras em abrigo para antecipar floração.
Erva-abelha
Possível em prado fresco; seca e abandono com mato fechado reduzem a população.
Orquídea-espelho
Boa em encosta mediterrânica abrigada, desde que a gestão mantenha o prado aberto.
Serapião
Boa em clareira e prado fresco, com seca estival e solo não revolvido.
Limodoro
Boa em bosque mediterrânico e talude estável, sem destruição do solo.
Cila-do-peru
Boa em encosta abrigada e solo argiloso drenado, apenas como cultivo rastreado.
Cebola-albarrã
Boa em microclima mediterrânico pedregoso, protegida de geada severa.
Junça-marítima
Boa em pauis e margens interiores húmidas, sem a apresentar como espécie de sapal baixo.
Urtiga-maior
Boa apenas onde há água regular; evite depressões frias permanentemente saturadas.
Valeriana
Boa apenas onde há água regular; evite depressões frias permanentemente saturadas.
Consolda
Boa apenas onde há água regular; evite depressões frias permanentemente saturadas.
Boca-de-lobo-rosa
Possível em jardim mineral protegido, mas fora da principal afinidade litoral.
Pampilho-das-searas
Boa em cereal e pousio, ajustando a sementeira ao frio e à curta janela primaveril.
Junco-capitado
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Urze-carapaça
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Drosera-intermédia
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Pinguícula
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Esfagno-auriculado
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Erva-pinheira
Boa em serras e linhas de água permanentes; a exposição e a duração da humidade pesam mais do que o distrito.
Carvalho-alvarinho
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Cornicabra
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar o sexo, a proveniência e o espaço de copa.
Arábis-sadina
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar a serra calcária, a população e a diagnose antes de qualquer intervenção.
Iberis-microcarpa
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar a subespécie, a proveniência e o afloramento antes de qualquer intervenção.
Jonopsídio-sem-caule
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar a população, o musgo e o regime de humidade antes de qualquer intervenção.
Aderno
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a folha larga, o solo mais fresco e a proveniência.
Aderno-de-folhas-estreitas
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a folha estreita, a exposição seca e a origem.
Salsaparrilha-bastarda
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar os espinhos, o suporte e a contenção.
Espargo-bravo
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a identificação, o rizoma e os espinhos.
Trovisco
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a toxicidade, a drenagem e a origem.
Cássia-branca
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar o hospedeiro, a origem e a humidade edáfica.
Urze-branca
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar o pH, a humidade e o porte arbóreo.
Sargaço-mouro
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar o solo ácido, a hibridação e a proveniência.
Tojo-sovelão
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a subespécie, o solo ácido e os espinhos.
Braquipódio-da-Arrábida
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar o calcário, a aridez e a identidade do lote.
Koeléria-dos-calcários
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar o afloramento calcário e a subespécie.
Salva-brava
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar o calcário, a lanosidade e a drenagem.
Salepeira-grande
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar a população, a micorriza e o calendário de roçagem.
Erva-do-homem-enforcado
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar a população, o calcário e a micorriza.
Cimbalária-dos-muros
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar o estatuto de arqueófita, a sombra e a capacidade de dispersão.
Parietária
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar a ocorrência espontânea e o risco alergénico.
Erva-pinheira-suculenta
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar a identidade face a outros Sedum e o substrato básico.
Campainhas-pequenas
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar a escala minúscula, a clareira e a origem do lote.
Alfinetes-dos-muros
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Capuz-de-frade
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar o tubérculo, a espata e a proveniência.
Flor-do-vento-palmada
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar o solo descalcificado e a cor local da flor.
Cebolinho-arvense
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar a banda verde externa das tépalas e o habitat arvense.
Erva-moleirinha-maior
Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar a flor, o fruto e a distinção de outras Fumaria.
Alho-rosado
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.
Legousia-híbrida
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar o solo básico e a distinção de Legousia scabra.
Adónis-anual
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.
Coentros-bravos
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar uma das subpopulações conhecidas e o estatuto vulnerável.
Algodoeiro-herbáceo
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.
Pastel-dos-tintureiros
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a proveniência cultivada e a população espontânea das arribas do Douro.
Índigo-japonês
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a disponibilidade de água, geada e contenção.
Kenaf
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a soma térmica e contenção de sementes.
Rami
No interior centro, proteger a instalação e planear a água de verão; confirmar a geada, rega e contenção rizomatosa.
Meliloto-amarelo
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a ocorrência local, identidade e proveniência.
Calicotome-vilosa
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a ocorrência mediterrânica, espinhos e proveniência.
Ballota-peluda
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.
Monarda-brava
No interior centro, conservar água no solo e evitar o pico de calor; confirmar a humidade estival, oídio e contenção.
Magnólia-de-folha-persistente
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar volume de solo, vento e água estival.
Louro-do-Japão
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar sombra, humidade do solo, cultivar e sexo.
Evónimo-do-Japão
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar cultivar, maresia, contenção e ventilação.
Clívia
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar geada, sombra seca e segurança.
Acanto
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar estatuto legal, rizomas e distância de habitat natural.
Crino
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar geada, profundidade, humidade e segurança.
Levístico
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar o verão fresco, profundidade do solo e identidade da Apiaceae.
Alteia
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a humidade, salinidade, origem e ausência de recolha silvestre.
Liquidâmbar
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar pH, água estival, fruto e espaço radicular no regulamento e inventário municipal.
Árvore-de-Júpiter
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.
Catalpa-comum
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar vento, água, cápsulas e estrutura no regulamento e inventário municipal.
Mélia
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar fruto tóxico, dispersão, geada e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Abóbora Moganga de Geraz
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.
Cebola Setúbal Portuguesa
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar fotoperíodo, míldio, cura e calendário local.
Fava do Algarve
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar data de inverno, geada forte, calor na floração e polinização cruzada.
Feijão Murtosa
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar temperatura do solo, antracnose, vento e fidelidade do lote.
Feijão Tarreste
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar chuva, ciclo, suporte e regras da região de origem.
Melão Manuel António
No Centro interior, combinar proteção de geada com conservação de água; confirmar calor longo, escaldão, maturação tardia e isolamento varietal.
Pereira Rocha
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; melhor desempenho onde o inverno satisfaz o frio e a primavera não favorece fogo-bacteriano.
Oliveira Verdeal Alentejana
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; é referência alentejana; testar fora da região em pequena escala.
Oliveira Cordovil de Serpa
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; melhor referência no Baixo Alentejo e condições mediterrânicas interiores.
Videira Arinto (Pedernã)
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; ampla adaptação; Bucelas é referência, não limite biológico.
Videira Baga
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; a Bairrada é referência; assegurar maturação tardia e sanidade.
Videira Castelão
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; forte referência na Península de Setúbal, Tejo e sul.
Videira Fernão Pires (Maria Gomes)
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; ampla difusão no Centro e Tejo; ajustar ao calor precoce.
Porta-enxerto de macieira M.9
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; precisa de água, suporte e frio compatível com a cultivar.
Porta-enxerto de macieira M.26
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; adequado a formas pequenas com suporte e vigilância de fogo-bacteriano.
Porta-enxerto de pereira BA 29
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; útil em pereiras menores, desde que compatibilidade e água sejam asseguradas.
Porta-enxerto Poncirus trifoliata
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; privilegiar frio e solo não calcário, evitando seca e sal.
Porta-enxerto Cadaman
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; é opção de pessegueiro onde existe humidade moderada, sem justificar solo saturado.
Porta-enxerto Marianna 2624
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; é sobretudo candidato onde o excesso de retenção exclui porta-enxertos de pessegueiro.
Porta-enxerto Gisela 5
No Centro interior, avaliar geada, seca, calcário e rega disponível; só é boa escolha com fertilidade, rega, tutoragem e mão de obra compatíveis.
Porta-enxerto Gisela 6
No Centro interior, pesar geada, seca, calcário e rega; é opção precoce com rega e fertilidade, evitando calor radicular extremo.
Porta-enxerto SO4
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; é versátil onde não haja seca extrema, compactação ou saturação prolongada.
Porta-enxerto Teleki 5C
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; é opção comparativa para calcário moderado e vigor onde o ciclo não deve atrasar.
Porta-enxerto 420A MGt
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; exige profundidade, água suficiente e ausência de compactação ou seca severa.
Porta-enxerto 3309 Couderc
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; só é candidato onde cloretos, salinidade e nemátodes estejam excluídos.
Porta-enxerto 161-49 Couderc
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; usar com prudência, apenas em perfil leve e após avaliação do risco de declínio.
Porta-enxerto Rupestris du Lot
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; só é opção em solo pobre, pouco calcário e não compacto, aceitando muitos ladrões.
Porta-enxerto Flying Dragon
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; serve espaço pequeno e frio em solo não calcário, com rega regular.
Porta-enxerto de macieira M.27
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; só funciona bem com solo fértil, água regular e suporte permanente.
Porta-enxerto de pereira Quince A
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; é produtivo em solo fértil e fresco, depois de confirmar afinidade e calcário.
Porta-enxerto de pereira Quince C
No Centro interior, cruzar frio, calor estival, água e profundidade; é raiz de espaço pequeno, solo rico, água regular e apoio permanente.
Limoeiro
Proteger de geada e vento frio.
Buganvília
Verão serve, mas inverno frio exige microclima protegido.
Sardinheira
Boa como anual; geada forte impede permanência no exterior.
Estrelícia
Apenas recipiente móvel; frio e geada danificam folhas e rizoma.
Agapanto
Boa apenas com cultivar rústica e proteção invernal do rizoma.
Loendro
Apenas microclima protegido; geada de vale é fator limitante.
Papiro
Difícil por geada; cultivar em recipiente móvel e nunca no meio natural.
Erva-das-pampas — não plantar
Não plantar; remover antes de frutificar e vigiar áreas de solo mobilizado.
Estorno
Sem função ecológica equivalente longe do litoral e da areia móvel.
Limónio-dos-sapais
Inadequado longe do litoral; sal artificial não reproduz um sapal funcional.
Tamargueira-africana
Pouco indicada no interior frio; há árvores autóctones mais coerentes.
Maracujá-roxo
Apenas estufa aquecida, com sombra ventilada durante calor continental extremo.
Dichondra
Fraca por frio e verão seco, salvo pequeno pátio protegido e irrigado.
Agave-atenuada
Só em vaso móvel: a amplitude térmica torna o exterior permanente arriscado.
Aeónio-arbóreo
Só em vaso móvel, abrigado no inverno e sombreado no pico do verão.
Echeveria-elegante
Apenas em recipiente móvel, com proteção de geada e sol poente.
Clementineira
Fraca salvo microclima quente e proteção de geadas tardias.
Toranjeira
Fraca por geada e amplitude; usar estufa ampla se houver objetivo experimental.
Limeira
Exclusivamente em estrutura protegida, com ventilação no verão.
Abacateiro
Fraco por geada; apenas estufa alta ou microclima comprovado.
Bananeira Cavendish
Inadequada ao ar livre; frio interrompe o ciclo antes do cacho.
Papaeira
Inadequada ao ar livre; amplitudes térmicas causam perdas.
Nespereira-do-Japão
Fraca fora de microclimas sem geada, apesar de a árvore sobreviver.
Arroz
Fraco fora de planícies irrigáveis quentes.
Gengibre
Fraco sem estufa; noites frias e geada interrompem cedo o enchimento dos rizomas.
Cúrcuma
Fraca sem proteção, porque noites frias encurtam o desenvolvimento do rizoma.
Taro
Fraco sem estufa; noites frias e geada terminam o ciclo demasiado cedo.
Araruta
Fraca sem estufa aquecida; noites frias interrompem o crescimento da touceira.
Choupo-branco
Pode crescer, mas a aptidão climática não prova estatuto nem proveniência autóctone.
Choupo-negro
A adaptação climática não altera o estatuto exótico nem resolve o grande espaço exigido.
Noveleiro
Mesmo com clima possível, translocação ameaça a integridade da população rara.
Narciso-calcícola
Fora da distribuição principal; não translocar por semelhança geológica.
Narciso-das-areias
Inadequado ao interior; areia de jardim não substitui clima marítimo.
Gerânio-da-Madeira
A amplitude térmica e o verão seco exigem proteção; não é escolha para naturalização.
Massaroco-da-Madeira
A amplitude térmica e o verão seco exigem proteção; não é escolha para naturalização.
Isoplexis-da-Madeira
Fraco pela amplitude térmica e ar seco; cultivo só em instalação protegida.
Til-da-Madeira
Inadequada à amplitude térmica e seca estival.
Folhado-da-Madeira
Inadequada à amplitude térmica continental.
Uveira-da-serra da Madeira
Inadequada à amplitude térmica e verão seco.
Vidália
Inadequada à amplitude térmica.
Urze-dos-Açores
Inadequada a projetos de paisagem continental.
Cedro-do-mato dos Açores
Inadequado à continentalidade.
Pau-branco dos Açores
Inadequado à continentalidade.
Uva-da-serra dos Açores
Inadequada à seca continental.
Lisimáquia-dos-Açores
Fraca pela amplitude térmica.
Salicórnia
Não criar salinização artificial para cultivar uma planta estritamente costeira.
Sarcocórnia-perene
Inadequada em água doce interior ou tanque salinizado artificialmente.
Gramata-branca
O clima interior não substitui maré, sedimento e salinidade costeiros.
Valverde-do-sapal
Inadequada em zonas interiores, mesmo que o verão seja seco.
Morraça
Não deve ser cultivada em lago interior nem usada como gramínea ornamental.
Junco-marítimo
Inadequado para charco interior de água doce quando o objetivo é comunidade nativa.
Junco-agudo
Inadequado em paisagem interior, exceto coleção botânica controlada.
Grama-salgada
Sem habitat costeiro e proveniência confirmada, não deve ser plantada.
Sapinho-dos-estuários
Inadequada a jardim interior e sensível à perda do regime salino.
Salgadeira
Inadequada a restauro interior; o nome tolerante à seca não basta.
Cistanche-amarela
Inadequada fora de comunidade halófita costeira estabelecida.
Silene-calcícola
Fora do núcleo conhecido; não criar populações artificiais em serras semelhantes.
Cravo-de-Sintra
Fora do núcleo conhecido; não criar populações artificiais em serras semelhantes.
Ensião-de-pasta
Fraca no interior frio e seco; cultivo apenas em coleção protegida.
Ensião-viscoso
Fraca no interior frio e seco; cultivo apenas em coleção protegida.
Bocas-de-lobo-de-Trás-os-Montes
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Arenária-de-Font-Quer
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Cravina-transmontana serpentinícola
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Avénula-lusitânica
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Arméria-lanuda
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Festuca-de-Bragança
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Arméria-de-Morais
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Feto-negro-da-Corunha
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Tomelos-de-níquel
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Feto-serpentinícola
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Santolina-semidentada
Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Urze-mineira
Fora da área natural; minas abandonadas do centro requerem flora e diagnóstico próprios.
Alcaravia-dos-charcos
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Chaetopogon-prostrado
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Cardo-das-lagoas
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Jacinto-dos-charcos
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Cebolinho-dos-charcos-eriçado
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Cebolinho-dos-charcos-ibérico
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Cebolinho-dos-charcos-velado
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Pilulária-menor
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Cardo-azul-dos-charcos
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Junco-de-Dom-Manuel
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Tanchagem-dos-charcos
Apenas em charcos temporários documentados; frio, altitude ou solo húmido não substituem o hidroperíodo natural.
Urze-dos-brejos
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Samouco-do-Brabante
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Rhynchospora-branca
Apenas em serras e vales com ocorrência documentada; confirmar microtopografia, geologia e população de referência.
Barrete-de-padre
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Lantana-arbórea
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Alfeneiro-comum
Adequada em serras e vales frescos; selecionar exposição e solo antes de extrapolar do litoral.
Esfagno-dos-pântanos
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-brilhante
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-papiloso
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Cárice-vulcânica
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feno-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Queiró-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Azevinho-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Urze-rasteira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feno-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Abrótona-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Violeta-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feto-de-foice-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Musgo-espada-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Cedro-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Sorveira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Anémona-dos-bosques
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Jacinto-dos-bosques
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Alho-ursino
Adequada em serras e vales frios; exposição e reserva de água do solo são decisivas no verão.
Palmeira-anã
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a origem espontânea, o sexo das plantas e a drenagem.
Carrasco
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a subespécie, as bolotas locais e a gestão de combustível.
Carrasco-arbóreo-costeiro
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Sândalo-branco
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a ocorrência local, o hospedeiro e a origem do material.
Espargo-branco
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar os espinhos, o rizoma e a proveniência.
Clematite-de-inverno
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar o estatuto Quase Ameaçada, a localização e o suporte.
Madressilva-mediterrânica
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar as folhas conadas, a origem e o suporte vivo.
Teúcrio-arbustivo
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a drenagem, a proveniência e o volume adulto.
Bupleuro-arbustivo
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a origem, a exposição costeira e o espaço adulto.
Orovale
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a localização, o estatuto e a toxicidade.
Eufórbia-de-Gomes-Pedro
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar o endemismo do Espichel, a autorização e a seiva tóxica.
Aristolóquia-bética
Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a identificação, a toxicidade e a ocorrência local.
Tojo-gatunho
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar a população de origem, o calcário e a autorização antes de qualquer intervenção.
Tomilho-cabeçudo-do-Algarve
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar o endemismo algarvio, o substrato e o estatuto antes de qualquer intervenção.
Tanchagem-do-Algarve
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar a microdepressão ferruginosa, a população e a hidrologia antes de qualquer intervenção.
Tuberária-maior
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar o conceito taxonómico nacional, a população e a areia antes de qualquer intervenção.
Corriola-do-Espichel
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar a falésia Espichel, a autorização e a segurança antes de qualquer intervenção.
Bellevalia-de-Hackel
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar o bolbo, a população do Barrocal e a dormência antes de qualquer intervenção.
Teúcrio-algarvio
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar as folhas, o substrato e a origem ibérica antes de qualquer intervenção.
Coincya-de-Sintra
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar a população de Sintra, o estatuto e a taxonomia antes de qualquer intervenção.
Esteva-de-Sagres
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar o Algarve ocidental, a subespécie e a proveniência antes de qualquer intervenção.
Sideritis-lusitanica
Distribuição muito localizada ou ausente no interior; confirmar a subespécie endémica, a terra rossa e a proveniência antes de qualquer intervenção.
Zimbro-galego
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a paleoduna ácida, o sexo e a população de origem.
Sabina-da-praia
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a subespécie, o sexo e o sistema dunar.
Camarinha
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar o sexo, a proveniência atlântica e a areia.
Tomilho-das-praias
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a areia básica, a população e a proteção legal.
Marcetão-das-areias
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar o corredor Setúbal–Sines, a areia ácida e a autorização.
Arméria-das-praias
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a identidade, a proveniência sul e a mobilidade da areia.
Tojo-manso
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a distinção de Stauracanthus spectabilis, a areia e a origem.
Sargacinha-amarela
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a areia litoral, a drenagem e a proveniência.
Sargaça-maior-das-areias
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a subespécie, a areia e o volume adulto.
Assembleias-costeiras
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a subespécie costeira, a origem e a areia.
Escrofulária-das-areias
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a variedade, a areia costeira e a proveniência.
Língua-de-vaca-das-areias
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar a subespécie, a raiz profunda e a proveniência.
Boca-de-lobo-das-areias
Normalmente ausente do interior; depósitos arenosos interiores não equivalem à duna costeira. Confirmar os ramos gavinhosos, a areia e a origem ibérica.
Carvalho-de-Monchique
Possível em vales e encostas abrigadas; geada, altitude e litologia são decisivas. Confirmar a população de Monchique, a genética e o risco de hibridação.
Esparto
Possível em vertentes abrigadas e solos rasos; altitude, geada e litologia limitam. Confirmar a ocorrência natural, o calcário e a proveniência meridional.
Salicórnia-anã
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a única população atual, a crosta e o hidroperíodo.
Esfenopo-divaricado
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a areia solta, a população e a panícula madura.
Beterraba-de-fruto-grande
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a população algarvia, a marga e a diversidade genética.
Junco-subulado
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar o gradiente salobro, o rizoma e a ocorrência local.
Grama-filiforme
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a espiga filiforme, a cota e a população.
Flor-de-andorinha
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a depressão salobra, a clareira e a proveniência insular ou continental.
Barrilheira-maior
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a humidade salina, a interação com Cynomorium e a origem.
Cevada-marítima
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a subespécie, a salinidade e a ausência de semente agrícola.
Artemísia-dos-salgados
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a subespécie, o sapal alto e a cota seca.
Sapinho-do-Sotavento
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar as três localizações, a semente e a clareira.
Limónio-branco
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar as quatro localizações, a invasora Spartina densiflora e a população de Algoz.
Junquinho-dos-sapais-do-sul
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar a população, o fruto e a reconversão de salinas.
Valverde-esplêndido
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar os dois registos, a identificação e a perturbação moderada.
Cinomório-do-Algarve
Muito restrita a depressão salobra comprovada; não criar salinização artificial. Confirmar os quatro locais, o hospedeiro e o pisoteio.
Gagea-dos-prados
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a localização autorizada e o substrato ultrabásico.
Caucalis-dos-campos
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar a ocorrência atual, fruto espinhoso e estatuto local.
Bupleuro-de-folha-redonda
No interior centro, conservar faixas frescas sem rega estival artificial; confirmar o registo histórico, ausência atual e política de reintrodução.
Cica-do-Japão
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar geada, drenagem, proveniência e segurança.
Palmeira-das-Canárias
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar geada, vento, espaço e escaravelho-vermelho.
Araucária-de-Cook
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar geada, vento dominante e distância a edifícios.
Jacarandá
No Centro interior, garantir solo profundo e proteção do calor refletido; confirmar geada, vento e estrutura de ramos.
Malva-cheirosa
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a geada, identidade do clone e contenção.
Perpétua-das-areias
No Centro interior, conservar água no solo e colher antes do calor; confirmar a subespécie, proveniência litoral e autorização de conservação.
Tipuana
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar geada, raízes, escala e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Braquiquito
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar geada, folículos irritantes e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Pimenteira-bastarda
No Centro interior, reservar água e volume radicular contra o calor; confirmar geada, alergénios, frutos e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Videira Alvarinho
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; referência no Minho; fora dele confirmar calor, vento e conservação de acidez.
Videira Loureiro
No Centro interior, considerar geada tardia e défice hídrico; referência nos Vinhos Verdes; proteger de vento e doenças.
Porta-enxerto de citrinos Carrizo
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; usar em citrinos onde geada, sal e calcário não excedem a combinação.
Porta-enxerto de citrinos Citrus macrophylla
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; orientado para zonas cítricas suaves, sobretudo limoeiro.
Porta-enxerto laranjeira-azeda
No Centro interior, pesar geada, seca e profundidade do solo; o risco de tristeza exige decisão fitossanitária, não apenas agronómica.
Porta-enxerto Kober 5BB
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; faz mais sentido onde humidade ou pobreza limitam vigor e menos em calor fértil.
Porta-enxerto 101-14 MGt
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; favorece parcelas frescas e pouco calcárias, nunca seca estrutural.
Porta-enxerto Gravesac
No Centro interior, cruzar seca, geada, calcário e água disponível; é especializado em solo ácido e cascalhento sem pressão de Meloidogyne.
Porta-enxerto citrumelo Swingle
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; é candidato em solo ácido e água boa, evitando calcário, sal e argila pesada.
Porta-enxerto citrange C-35
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; merece ensaio onde se procura menor vigor e qualidade sem calcário extremo.
Porta-enxerto Citrus volkameriana
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; é material de clima suave, vigor alto e água limitada, aceitando menor qualidade.
Porta-enxerto tangerineira Cleópatra
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; é opção lenta para sais e alcalinidade, nunca para colo permanentemente húmido.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 5
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; é candidato mediterrânico para menor vigor, calcário e sal com validação da copa.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 13
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; é opção de baixo vigor e sal, mas exige excluir Tylenchulus.
Porta-enxerto citrange Troyer
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; é padrão histórico apenas onde calcário e sais não dominam.
Porta-enxerto laranjeira Gou Tou
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; usar apenas em bloco experimental onde tristeza e argila justifiquem o ensaio.
Porta-enxerto limoeiro Rugoso
No Centro interior, cruzar geada, calor estival, água e calcário; é opção especializada para areia e seca em clima suave, aceitando qualidade inferior.
Laranjeira Newhall
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; a precocidade ajuda antes do frio, mas fruto e rebentos jovens continuam sensíveis à geada.
Laranjeira Navelina
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; é precoce e comercialmente testada, desde que haja proteção do frio e água uniforme.
Laranjeira Lane Late
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; a longa permanência do fruto exige inverno ameno, boa sanidade e água até à primavera.
Laranjeira Valencia Late
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; precisa de época longa sem geada para terminar o fruto tardio e iniciar simultaneamente a nova campanha.
Laranjeira D. João
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; é património produtivo de ciclo longo para territórios de inverno suave e rega assegurada.
Tangerineira Setubalense
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; o valor é patrimonial e aromático, mas frio, sementes e alternância exigem planeamento.
Clementineira Clemenules
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; precisa de bom clima citrícola e controlo das fontes de pólen para fruta sem sementes.
Clementineira Marisol
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; a vantagem é colheita muito precoce, exigindo vigilância rápida de cor, casca e mosca.
Tangerineira híbrida Encore
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; a fruta tardia e a alternância pedem clima suave, rega e gestão de carga.
Tangoreira Ortanique
No Centro interior, proteger de geada e calor seco extremo; o ciclo tardio e o vigor são para microclima citrícola longo, com espaço e rega.
Pontos críticos
O que vigiar.
- última geada
- escaldão
- erosão em declive
Ações com impacto
Como adaptar.
- confirmar altitude e exposição
- reter água no solo
- proteger do sol poente
Observe onde fica a geada, onde seca primeiro, quantas horas de sol há no inverno e como a água atravessa o solo. Essa observação vale mais que o código postal.
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