Guia regional · Planícies, montado e interior sul

Alentejo

Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração.

Porque cresce aqui

Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.

Coleção atual

O que plantar
nesta região.

A classificação compara as espécies publicadas. Dentro da mesma região, altitude, exposição e solo podem mudar a decisão.

Fruteira

Oliveira

Região de excelência; água melhora produção, mas não substitui drenagem.

Aromática

Alecrim

Perfeitamente mediterrânico depois de estabelecido.

Fruteira

Videira

Muito boa, mas calor e seca pedem desenho resiliente.

Árvore

Sobreiro

Excelente onde solo e precipitação favorecem sobreiro.

Fruteira

Laranjeira

Produção crescente com rega eficiente e boa localização.

Aromática

Rosmaninho

Excelente em montado e matos de substrato adequado.

Ornamental

Buganvília

Calor favorece, desde que geadas de baixio sejam evitadas.

Fruteira

Pessegueiro

Calor favorável; rega e proteção de escaldão são essenciais.

Fruteira

Figueira

Muito adaptada; rega ocasional melhora fruto sem criar excesso.

Hortícola

Cebola

Excelente no ciclo outono–primavera com rega eficiente.

Hortícola

Alho

Excelente no ciclo fresco, com rega suspensa antes da colheita.

Interior

Costela-de-adão

Interior ou pátio muito protegido; evitar ar seco e sol escaldante.

Hortícola

Pimento

Muito produtivo com gota a gota e proteção contra escaldão.

Hortícola

Abóbora-menina

Excelente com cobertura do solo e rega profunda eficiente.

Hortícola

Ervilha

Semear no outono para colher antes do calor e seca.

Hortícola

Fava

Cultura tradicional de inverno, muitas vezes quase sem rega.

Hortícola

Espinafre

Semear do outono ao fim do inverno, nunca no pico do calor.

Aromática

Salsa

Preferir outono a primavera ou meia-sombra regada no verão.

Árvore

Azinheira

Espécie central do montado seco e altamente adaptada à estiagem.

Árvore

Carvalho-português

Boa escolha em zonas mais frescas ou com solo profundo.

Árvore

Pinheiro-manso

Região de excelência, com espaço e prevenção de incêndio.

Fruteira

Medronheiro

Muito bom em serra, umbrias e solos não excessivamente calcários.

Fruteira

Amendoeira

Região de excelência com rega eficiente e proteção de escaldão.

Ornamental

Roseira

Boa com cultivar tolerante ao calor, gota a gota e solo coberto.

Ornamental

Sardinheira

Muito adaptada ao calor, desde que a raiz não seque totalmente.

Ornamental

Agapanto

Muito boa com alguma água no fim do verão para botões futuros.

Ornamental

Loendro

Muito adaptado ao verão quente, depois de bem estabelecido.

Ornamental

Murta

Excelente, tolerando verão seco e solos modestos quando instalada.

Interior

Pothos

Muito bom dentro de casa; vigiar ar seco e calor junto ao vidro.

Interior

Espada-de-são-jorge

Muito boa no interior; o calor não justifica manter o solo húmido.

Interior

Zamioculca

Muito boa; calor aumenta secagem, mas não pede rega por calendário.

Interior

Lírio-da-paz

Muito bom dentro de casa; calor seco pode queimar margens.

Interior

Ficus-benjamina

Muito bom no interior; controlar ácaros favorecidos pelo ar seco.

Interior

Clorofito

Muito bom no interior, vigiando secura excessiva e pontas castanhas.

Interior

Aloé-vera

Excelente em interior ou abrigo seco, com atenção ao calor do vidro.

Interior

Orquídea Phalaenopsis

Muito boa; calor acelera secagem, exigindo observar raízes e casca.

Ornamental

Cravo-túnico

Excelente com gota a gota e cobertura, evitando a secura extrema do vaso.

Ornamental

Petúnia

Muito boa com sombra ligeira à tarde e volume de substrato generoso.

Ornamental

Girassol

Muito bom com rega eficiente e sombra apenas sobre a superfície do solo.

Ornamental

Narciso-de-cheiro

Excelente, plantado antes das chuvas e deixado seco no verão.

Ornamental

Gladíolo

Muito bom com rega profunda e cobertura que não toque na base.

Ornamental

Dália

Muito boa com sombra leve à tarde, gota a gota e cobertura orgânica.

Aquática

Lírio-amarelo-dos-pântanos

Bom onde a água é permanente; não criar um lago dependente de desperdício.

Aquática

Papiro

Muito bom com água assegurada e abrigo do vento, sem desperdício de rega.

Gramínea

Baracejo-gigante

Excelente e coerente com paisagem local, usando proveniência responsável.

Gramínea

Festuca-azul

Muito boa com alguma proteção do calor extremo refletido e rega rara.

Relvado

Grama

Excelente pela tolerância a calor e seca, sem exigir verde permanente.

Sebe

Folhado

Muito bom em meia-sombra, com solo coberto e rega inicial eficiente.

Sebe

Sanguinho-das-sebes

Excelente em jardim seco e montado, mantendo alguma sombra para fauna.

Trepadeira

Jasmim-estrela

Muito bom com sombra leve à tarde e solo coberto contra o calor extremo.

Cobertura

Tomilho-rasteiro

Excelente com sombra radicular ligeira e rega rara no calor extremo.

Suculenta

Agave-atenuada

Muito boa com sombra ligeira à tarde e rega rara mas profunda no verão.

Suculenta

Aeónio-arbóreo

Muito boa com sol de manhã e água ocasional durante o crescimento fresco.

Suculenta

Echeveria-elegante

Muito boa sob sombra leve à tarde e sem prato com água.

Fruteira

Clementineira

Muito boa com água de qualidade e proteção jovem contra calor e vento.

Fruteira

Toranjeira

Muito boa com água adequada e proteção do escaldão em árvores jovens.

Fruteira

Damasqueiro

Excelente onde há algum frio de inverno, água e abrigo de vento.

Fruteira

Romãzeira

Excelente e bem adaptada, desde que não sofra seca extrema no fruto.

Hortícola

Trigo-mole

Região principal; escolher variedade e ciclo conforme sequeiro ou regadio.

Hortícola

Centeio

Muito bom em solos menos férteis, completando ciclo antes do verão.

Hortícola

Cevada

Região principal; completa ciclo cedo antes do maior calor e seca.

Hortícola

Grão-de-bico

Excelente cultura tradicional de sequeiro, escolhendo data e variedade.

Hortícola

Lentilha

Excelente cultura de sequeiro de inverno em solo bem preparado.

Hortícola

Tremoço-branco

Muito bom nos solos ácidos, completando o ciclo com chuva de inverno.

Fruteira

Diospireiro

Excelente com rega eficiente e proteção de escaldão em árvore jovem.

Fruteira

Amoreira-preta

Muito boa com rega de instalação e solo coberto.

Fruteira

Pistácio

Excelente: frio invernal, verão quente e seco e solos calcários.

Hortícola

Nabo

Excelente de outono a primavera com rega moderada.

Hortícola

Beterraba

Muito boa no período fresco; sombra leve ajuda no fim da primavera.

Hortícola

Batata-doce

Excelente e tolerante à seca depois de enraizada, sem excesso de azoto.

Hortícola

Rabanete

Muito bom no período fresco, com ciclos de quatro a seis semanas.

Hortícola

Arroz

Muito bom em regadio nivelado e legalmente enquadrado, com calor.

Hortícola

Trigo-duro

Região principal e base das listas portuguesas de variedades recomendadas.

Hortícola

Triticale

Excelente em sequeiro, escolhendo ciclo antes do calor terminal.

Hortícola

Alcachofra

Excelente com água na formação e proteção do solo no verão.

Hortícola

Sésamo

Excelente pelo calor e ar seco, com água para emergência.

Hortícola

Sorgo

Excelente pela tolerância ao calor e menor exigência hídrica.

Hortícola

Painço

Excelente em ciclo curto com pouca água, controlando aves.

Hortícola

Beringela

Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.

Hortícola

Melão

Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.

Hortícola

Melancia

Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.

Hortícola

Quiabo

Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.

Hortícola

Feijão-frade

Excelente pela tolerância ao calor e à seca, sem confundir tolerância com ausência total de rega.

Hortícola

Espargo

Muito bom com água no crescimento da rama e proteção contra calor extremo do solo.

Hortícola

Tomatillo

Excelente com gota-a-gota e cobertura; algum ensombramento protege fruto no pico do verão.

Fruteira

Fisális

Excelente com gota-a-gota e cobertura; algum ensombramento protege fruto no pico do verão.

Hortícola

Feijão-de-metro

Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.

Árvore

Zambujeiro

Excelente pela resistência à seca, calor, ramoneio e solos esqueléticos.

Charneca

Esteva

Excelente em montado e matos siliciosos, respeitando faixas de combustível.

Sebe

Lentisco

Excelente sob calor e seca, evitando densidades contínuas junto a construções.

Perene

Gilbardeira

Muito boa em montado denso e sombra seca, desde que se instale no outono.

Cobertura

Ervilhaca-comum

Excelente em mistura com cereal, aproveitando chuva de inverno.

Cobertura

Luzerna

Excelente com rega eficiente ou profundidade útil, mas não em solo salino sem avaliação.

Cobertura

Trevo-subterrâneo

Excelente exemplo de adaptação mediterrânica a inverno húmido e verão seco.

Cobertura

Trevo-encarnado

Muito bom com chuva outonal; terminar cedo onde a primavera seca rapidamente.

Aromática

Manjericão

Excelente no calor, desde que a raiz não seque e haja proteção contra escaldão.

Aromática

Tomilho-comum

Excelente e muito adaptada ao verão seco; alguma água mantém folhas para colheita.

Aromática

Orégão-comum

Excelente e muito adaptada ao verão seco; alguma água mantém folhas para colheita.

Aromática

Salva-comum

Excelente e muito adaptada ao verão seco; alguma água mantém folhas para colheita.

Aromática

Lúcia-lima

Excelente com água localizada e alguma proteção do sol extremo nas plantas jovens.

Hortícola

Cardo-hortense

Excelente e adaptada ao verão seco, desde que receba água na formação das partes comestíveis.

Hortícola

Tupinambo

Muito bom com rega durante crescimento; calor e seca reduzem calibre dos tubérculos.

Cobertura

Ervilhaca-peluda

Muito boa em sequeiro com cereal, desde que termine antes da seca e semente.

Cobertura

Serradela

Excelente em solos arenosos pobres, usando a chuva de inverno e semente dura.

Cobertura

Sula

Excelente no ambiente mediterrânico e em argilas calcárias com drenagem funcional.

Gramínea

Milho-forrageiro

Excelente potencial sob rega eficiente; sem água sustentável o risco agronómico é alto.

Gramínea

Capim-do-Sudão

Excelente para calor e seca moderada, precisamente onde o risco de toxicidade aumenta.

Gramínea

Tef forrageiro

Excelente com rega eficiente, tolerando calor mas não falta total de água.

Aromática

Borragem

Excelente anual mediterrânica de outono–primavera, terminando antes da seca severa.

Ornamental

Centáurea-azul

Excelente anual de sequeiro fresco, terminando naturalmente quando chega a seca.

Cobertura

Facélia

Excelente no ciclo de chuva, com pouca necessidade de água e terminação precoce.

Aromática

Agastache

Muito boa com alguma rega de instalação, entrando em repouso durante seca extrema.

Ornamental

Cosmos

Excelente anual de baixa água depois de instalada, com sombra apenas em calor extremo.

Ornamental

Zínia

Excelente com rega eficiente e cobertura do solo, protegendo apenas em calor extremo.

Ornamental

Escabiosa

Excelente anual mediterrânica, especialmente com sementeira de outono.

Aromática

Açafrão

Excelente adaptação ao ciclo mediterrânico, desde que a rega estival não alcance os cormos.

Hortícola

Oca

Muito boa com rega e cobertura, protegendo a folhagem do calor e prolongando-a no outono.

Hortícola

Yacon

Muito bom com gota-a-gota e cobertura, evitando stress prolongado no calor.

Ornamental

Íris-barbuda

Excelente adaptação ao verão seco, com alguma água na instalação de outono.

Ornamental

Frésia

Excelente no inverno suave, suspendendo água quando a folhagem secar no verão.

Ornamental

Ranúnculo-da-Pérsia

Excelente no ciclo de chuva, desde que o solo drene e a planta termine antes do calor.

Aquática

Salgueirinha

Muito boa em margem sazonal ou jardim de chuva que não dependa de desperdício.

Aquática

Tábua-estreita

Excelente onde a água já existe; não justifica criar consumo hídrico elevado.

Sebe

Salgueiro-branco

Excelente em linhas sazonais compatíveis, sem importar genótipos de outras bacias.

Árvore

Choupo-branco

Excelente apenas no quadrante sudeste e com origem local comprovada; fora daí é cultivo.

Sebe

Tamujo

Excelente em ribeiras siliciosas com estiagem, sobretudo no interior alentejano.

Sebe

Silva-comum

Adaptada, sobretudo em zonas frescas; gerir combustível e expansão no verão.

Perene

Orquídea-espelho

Excelente em clareiras mediterrânicas, com pastoreio ou corte compatível com o ciclo.

Perene

Serapião

Excelente no mosaico mediterrânico extensivo, evitando sobrepastoreio na floração.

Perene

Orquídea-piramidal

Excelente em clareiras calcárias e montado aberto com gestão extensiva.

Perene

Limodoro

Excelente em montado e bosque mediterrânico, desde que o solo permaneça intacto.

Perene

Narciso-trombeta-pequena

Muito bom em montado e depressão sazonal, sem rega estival excessiva.

Perene

Cila-do-peru

Excelente em montado e pousio argiloso, com repouso seco no verão.

Costeira

Narciso-das-areias

Excelente no litoral alentejano, com proteção rigorosa do cordão dunar.

Perene

Fritilária-lusitana

Excelente em montado e mato aberto com verão seco e solo pobre.

Perene

Cebola-albarrã

Excelente em solo pedregoso de sequeiro e sol pleno.

Costeira

Salicórnia

Excelente em estuários, salinas e lagoas costeiras alentejanas com hidroperíodo preservado.

Costeira

Sarcocórnia-perene

Muito adequada a sapais alentejanos e salinas antigas com hidrologia não bloqueada.

Costeira

Gramata-branca

Excelente no litoral alentejano estuarino, desde que a salinidade não seja artificial.

Costeira

Valverde-do-sapal

Excelente em salinas, lagunas e sapal alto alentejano com seca entre inundações.

Costeira

Morraça

Muito adequada a estuários e lagoas costeiras, sem colher rizomas de morraçais naturais.

Costeira

Junco-marítimo

Muito adequado a orlas de salinas e sapais alentejanos com humidade persistente.

Costeira

Junco-agudo

Excelente no litoral alentejano, combinando tolerância a sal e secura sazonal.

Costeira

Junça-marítima

Muito adequada a lagoas e salinas antigas, dependendo de água persistente.

Costeira

Sapinho-dos-estuários

Muito adequada a sapal alto e salinas com areia húmida sazonal.

Costeira

Salgadeira

Muito adequada a litoral e salinas alentejanas, fora de submersão prolongada.

Costeira

Cistanche-amarela

Excelente em comunidades hospedeiras confirmadas do litoral alentejano, sem translocação.

Perene

Hipericão

Muito boa com rega de instalação e solo não encharcado; tolera o verão mediterrânico.

Aromática

Cardo-mariano

Excelente e adaptada à seca, vigiando auto-sementeira em solo mobilizado.

Perene

Tanchagem

Muito boa com rega de instalação e solo não encharcado; tolera o verão mediterrânico.

Perene

Malva-silvestre

Muito boa com rega de instalação e solo não encharcado; tolera o verão mediterrânico.

Perene

Mil-folhas

Muito boa com rega de instalação e solo não encharcado; tolera o verão mediterrânico.

Aromática

Losna

Excelente e adaptada à seca, vigiando auto-sementeira em solo mobilizado.

Sebe

Carqueja

Excelente e adaptada à seca, vigiando auto-sementeira em solo mobilizado.

Aromática

Funcho-bravo

Excelente e adaptada à seca, vigiando auto-sementeira em solo mobilizado.

Feto

Douradinha

Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.

Feto

Polipódio-do-sul

Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.

Suculenta

Umbigo-de-vénus

Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.

Perene

Chaenorrino-das-rochas

Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.

Perene

Fel-da-terra-das-rochas

Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.

Ornamental

Papoila-comum

Excelente em sequeiro anual, mas a conservação deve ser compatível com a cultura e o pastoreio.

Ornamental

Nigela-dos-trigos

Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.

Ornamental

Pampilho-das-searas

Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.

Ornamental

Falsa-camomila

Excelente em sequeiro anual, mas a conservação deve ser compatível com a cultura e o pastoreio.

Trepadeira

Corriola-campestre

Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.

Hortícola

Fumária-comum

Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.

Ornamental

Soagem

Excelente em sequeiro anual, mas a conservação deve ser compatível com a cultura e o pastoreio.

Hortícola

Estramónio

Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.

Hortícola

Mercurial-anual

Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.

Hortícola

Ansarina-branca

Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.

Gramínea

Aveia-brava

Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.

Gramínea

Azevém-bastardo

Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.

Charneca

Urze-mineira

Apenas nos arredores da Mina de São Domingos e em ações formais que preservem hidrologia, química e genótipo local.

Aquática

Alcaravia-dos-charcos

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a oscilação lenta entre submersão e emersão, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Gramínea

Chaetopogon-prostrado

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a margem exterior e a dessecação estival, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Aquática

Cardo-das-lagoas

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a zona central de inundação prolongada, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Perene

Jacinto-dos-charcos

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a clareira húmida e a dormência estival, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Feto

Cebolinho-dos-charcos-eriçado

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a faixa externa arenosa e rasa, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Feto

Cebolinho-dos-charcos-ibérico

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a zona profunda e siliciosa do charco, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Feto

Cebolinho-dos-charcos-velado

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a margem temporariamente inundada, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Aquática

Junco-capitado

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a orla anual de inundação breve, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Feto

Pilulária-menor

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a margem rasa do Sul e o esporocarpo, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Aquática

Junco-de-Dom-Manuel

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a margem arenosa oligotrófica, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Aquática

Tanchagem-dos-charcos

Região principal para muitos complexos 3170; conservar a água oligotrófica rasa e transparente, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Gramínea

Erva-doce-anual

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Perene

Epilóbio-maior

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a margem húmida e a carga de nutrientes controlada perante a longa seca estival.

Trepadeira

Corriola-das-sebes

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a orla ripícola e a contenção dos rizomas perante a longa seca estival.

Perene

Erva-das-escaldadelas

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a fonte e a margem húmida sem artificialização perante a longa seca estival.

Perene

Embude

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a segurança de pessoas e herbívoros e a não mobilização das raízes perante a longa seca estival.

Sebe

Roseira-brava

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a diversidade de roseiras e a estrutura espinhosa da seca e de mobilização profunda.

Trepadeira

Norça-preta

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a orla sombreada e a segurança perante tubérculo e bagas da seca e de mobilização profunda.

Trepadeira

Briónia-branca

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a sebe sombria e a prevenção de ingestão da seca e de mobilização profunda.

Trepadeira

Hera-atlântica

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger o sub-bosque sombrio e a distinção de outras heras da seca e de mobilização profunda.

Árvore

Periqueiro

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a orla aberta e a separação de outras pereiras da seca e de mobilização profunda.

Sebe

Carrasco

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a subespécie, as bolotas locais e a gestão de combustível.

Sebe

Cornicabra

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar o sexo, a proveniência e o espaço de copa.

Perene

Espargo-branco

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar os espinhos, o rizoma e a proveniência.

Trepadeira

Madressilva-mediterrânica

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar as folhas conadas, a origem e o suporte vivo.

Sebe

Teúcrio-arbustivo

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a drenagem, a proveniência e o volume adulto.

Sebe

Bupleuro-arbustivo

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a origem, a exposição costeira e o espaço adulto.

Sebe

Zimbro-galego

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a paleoduna ácida, o sexo e a população de origem.

Sebe

Sabina-da-praia

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie, o sexo e o sistema dunar.

Sebe

Camarinha

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar o sexo, a proveniência atlântica e a areia.

Aromática

Tomilho-das-praias

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a areia básica, a população e a proteção legal.

Aromática

Marcetão-das-areias

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar o corredor Setúbal–Sines, a areia ácida e a autorização.

Costeira

Arméria-das-praias

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a identidade, a proveniência sul e a mobilidade da areia.

Sebe

Tojo-manso

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a distinção de Stauracanthus spectabilis, a areia e a origem.

Sebe

Sargacinha-amarela

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a areia litoral, a drenagem e a proveniência.

Sebe

Sargaça-maior-das-areias

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie, a areia e o volume adulto.

Costeira

Assembleias-costeiras

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie costeira, a origem e a areia.

Costeira

Escrofulária-das-areias

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a variedade, a areia costeira e a proveniência.

Costeira

Língua-de-vaca-das-areias

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie, a raiz profunda e a proveniência.

Costeira

Boca-de-lobo-das-areias

Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar os ramos gavinhosos, a areia e a origem ibérica.

Perene

Rosa-albardeira

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a origem de viveiro, a sombra e a drenagem.

Sebe

Aderno

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a folha larga, o solo mais fresco e a proveniência.

Sebe

Aderno-de-folhas-estreitas

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a folha estreita, a exposição seca e a origem.

Trepadeira

Salsaparrilha-bastarda

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar os espinhos, o suporte e a contenção.

Perene

Espargo-bravo

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a identificação, o rizoma e os espinhos.

Sebe

Trovisco

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a toxicidade, a drenagem e a origem.

Sebe

Cássia-branca

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar o hospedeiro, a origem e a humidade edáfica.

Árvore

Zimbro-bravo

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a subespécie, o sexo e a proveniência.

Charneca

Urze-branca

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar o pH, a humidade e o porte arbóreo.

Sebe

Sargaço-mouro

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar o solo ácido, a hibridação e a proveniência.

Sebe

Tojo-sovelão

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a subespécie, o solo ácido e os espinhos.

Perene

Erva-bicha

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a toxicidade, a dormência e a identificação.

Gramínea

Braquipódio-da-Arrábida

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o calcário, a aridez e a identidade do lote.

Gramínea

Braquipódio-dos-prados

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a profundidade do solo e a distinção de B. retusum.

Gramínea

Esparto

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a ocorrência natural, o calcário e a proveniência meridional.

Gramínea

Erva-carneira

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a subespécie, a arista e a proveniência.

Gramínea

Panasco-mediterrânico

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a subespécie e a diferença face a cultivares forrageiros.

Perene

Cardo-corredor

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar os espinhos, a raiz axial e o grau de perturbação.

Perene

Canavoura

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a raiz, os frutos alados e a segurança.

Perene

Salva-brava

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o calcário, a lanosidade e a drenagem.

Perene

Salva-dos-caminhos

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a roseta, a perturbação e a identidade.

Perene

Pimpinela-comum

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o fruto verrugoso e a proveniência.

Perene

Cardazol

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o substrato ácido e o complexo taxonómico.

Costeira

Barrilheira-maior

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a humidade salina, a interação com Cynomorium e a origem.

Gramínea

Cevada-marítima

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a subespécie, a salinidade e a ausência de semente agrícola.

Costeira

Artemísia-dos-salgados

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a subespécie, o sapal alto e a cota seca.

Perene

Parietária

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a ocorrência espontânea e o risco alergénico.

Suculenta

Erva-pinheira-suculenta

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a identidade face a outros Sedum e o substrato básico.

Perene

Campainhas-pequenas

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a escala minúscula, a clareira e a origem do lote.

Perene

Alfinetes-dos-muros

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.

Perene

Erva-vaqueira

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a espécie silvestre, distinta de Calendula officinalis.

Perene

Capuz-de-frade

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o tubérculo, a espata e a proveniência.

Perene

Noselha-comum

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a flor, as brácteas e o cormo de origem cultivada.

Perene

Flor-do-vento-palmada

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o solo descalcificado e a cor local da flor.

Perene

Nazareno

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o cacho compacto, a folha e a origem dos bolbos.

Perene

Cebolinho-arvense

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a banda verde externa das tépalas e o habitat arvense.

Trepadeira

Erva-moleirinha-maior

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a flor, o fruto e a distinção de outras Fumaria.

Perene

Jacinto-das-searas

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a identidade, proveniência regional e ocorrência espontânea.

Perene

Alho-rosado

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.

Perene

Tulipa-brava

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar o calcário, a subespécie e a origem legal do bolbo.

Perene

Agulha-de-pastor

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.

Perene

Legousia-híbrida

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar o solo básico e a distinção de Legousia scabra.

Perene

Adónis-anual

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.

Perene

Papoila-ouriçada

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a cápsula madura e a distinção de outras papoilas.

Perene

Coentros-bravos

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar uma das subpopulações conhecidas e o estatuto vulnerável.

Gramínea

Poa-bolbosa

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a base bolbosa, o regime de pastoreio e a proveniência.

Cobertura

Trevo-tomentoso

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar as cabeças frutíferas tomentosas e a ocorrência local.

Cobertura

Trevo-estreito

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar o solo pobre, folíolos estreitos e origem.

Cobertura

Serradela-amarela

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a vagem achatada, acidez e proveniência.

Cobertura

Tuberária-malhada

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar o substrato ácido e a mancha basal das pétalas.

Perene

Leontodon-tuberoso

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar as raízes tuberosas e a humidade sazonal.

Cobertura

Tanchagem-peluda

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a espiga sedosa e o grau de nitrificação.

Cobertura

Bico-de-cegonha

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar o fruto maduro e a distinção de outros Erodium.

Cobertura

Biserrula

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a vagem serrada, acidez e nome aceite.

Cobertura

Trevo-negrescente

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a frescura sazonal, capítulo e subespécie.

Cobertura

Saveirinho

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a distribuição conhecida e a vagem em forma de barco.

Cobertura

Serradela-pinada

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a vagem, flores e substrato silicioso.

Árvore

Pereira-brava-ibérica

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável.

Charneca

Piorno-branco

No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar o habitat de substituição, densidade e proveniência.

Hortícola

Cânhamo industrial

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a autorização, variedade, parcela e calendário oficial.

Hortícola

Algodoeiro-herbáceo

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.

Hortícola

Cártamo-tintureiro

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a variedade, espinhos e ausência de encharcamento.

Perene

Ruiva-dos-tintureiros

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a contenção dos rizomas e o tempo até colheita.

Cobertura

Reseda-dos-tintureiros

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a identificação, origem local e contenção de sementes.

Perene

Cota-dos-tintureiros

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a contenção de uma espécie cultivada não nativa.

Hortícola

Kenaf

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a soma térmica e contenção de sementes.

Charneca

Urze-das-vassouras

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar o solo ácido, subespécie e proveniência local.

Perene

Táveda

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a subespécie, estatuto insular e distância de estradas.

Perene

Erva-mata-pulgas

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a subespécie, proveniência e solo pedregoso.

Charneca

Calicotome-vilosa

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência mediterrânica, espinhos e proveniência.

Perene

Ballota-peluda

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.

Cobertura

Centáurea-parda

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar o rebordo negro das brácteas e origem.

Árvore

Sófora-do-Japão

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar o contexto urbano, queda de vagens e naturalização.

Árvore

Koelreutéria

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a naturalização, resistência do ramo e contexto urbano.

Ornamental

Cariópteris-azul

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a drenagem, cultivar e contenção ornamental.

Árvore

Palmeira-das-Canárias

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, vento, espaço e escaravelho-vermelho.

Sebe

Evónimo-do-Japão

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar cultivar, maresia, contenção e ventilação.

Aromática

Segurelha-anual

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar o calor de floração, ventilação e autenticidade da semente.

Aromática

Segurelha-das-montanhas

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar frio invernal, drenagem e contenção fora do canteiro.

Ornamental

Arruda-de-jardim

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.

Aromática

Abrótano

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.

Aromática

Hissopo

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a drenagem, identidade e uso apenas culinário reconhecido.

Aromática

Anis

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.

Aromática

Cominho-preto

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a época de chuva, identidade face a outras Nigella e secagem.

Árvore

Lódão-bastardo

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar proveniência, espaço de copa e eventual queda de fruto no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Olaia

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar forma de tronco, geada tardia e queda de vagens no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Gledítsia

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar cultivar inerme, vagens, arquitetura e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Árvore-de-Júpiter

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Tipuana

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar geada, raízes, escala e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Braquiquito

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar geada, folículos irritantes e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Pimenteira-bastarda

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar geada, alergénios, frutos e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Mélia

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar fruto tóxico, dispersão, geada e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.

Hortícola

Abóbora Moganga de Geraz

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.

Hortícola

Cebola Setúbal Portuguesa

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar fotoperíodo, míldio, cura e calendário local.

Hortícola

Fava do Algarve

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar data de inverno, geada forte, calor na floração e polinização cruzada.

Hortícola

Feijão Murtosa

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar temperatura do solo, antracnose, vento e fidelidade do lote.

Hortícola

Melão Branco do Ribatejo

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar calor acumulado, oídio, doçura e isolamento de outros meloeiros.

Hortícola

Melão Manuel António

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar calor longo, escaldão, maturação tardia e isolamento varietal.

Hortícola

Pimento de Sabugal

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar noites frias, calor de floração, podridão apical e isolamento de outros pimentos.

Hortícola

Tomate Cereja de Inverno

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar geada, míldio, maturação completa e conservação seca.

Hortícola

Tomate da Campina

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar última geada, escaldão, Tuta absoluta e fidelidade do lote.

Hortícola

Tomate do Inverno

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar estação longa, casca íntegra, míldio e armazenamento.

Fruteira

Oliveira Galega Vulgar

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; evitar humidade persistente e confirmar adaptação do clone local.

Fruteira

Oliveira Cobrançosa

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; boa referência no Nordeste e interior, mas validar frio e disponibilidade de água.

Fruteira

Oliveira Verdeal Alentejana

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; é referência alentejana; testar fora da região em pequena escala.

Fruteira

Oliveira Cordovil de Serpa

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; melhor referência no Baixo Alentejo e condições mediterrânicas interiores.

Fruteira

Videira Touriga Nacional

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; adaptável, mas ajustar clone, carga e porta-enxerto à região.

Fruteira

Videira Arinto (Pedernã)

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; ampla adaptação; Bucelas é referência, não limite biológico.

Fruteira

Videira Castelão

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; forte referência na Península de Setúbal, Tejo e sul.

Fruteira

Videira Fernão Pires (Maria Gomes)

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; ampla difusão no Centro e Tejo; ajustar ao calor precoce.

Fruteira

Porta-enxerto 110 Richter

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; especialmente útil em solos secos, pobres e sem encharcamento.

Fruteira

Porta-enxerto 1103 Paulsen

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; útil sob seca e alguma salinidade, sem substituir análise de nemátodes.

Fruteira

Porta-enxerto 140 Ruggeri

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; reservar para seca e calcário onde o vigor alto é necessário.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira MM.111

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; útil onde seca e ancoragem pesam mais que precocidade.

Fruteira

Porta-enxerto de citrinos Citrus macrophylla

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; orientado para zonas cítricas suaves, sobretudo limoeiro.

Fruteira

Porta-enxerto GF 677

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é candidato para seca e calcário apenas onde a drenagem seja segura.

Fruteira

Porta-enxerto Garnem

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; tem interesse em pomares secos e calcários, especialmente com risco confirmado de nemátodes.

Fruteira

Porta-enxerto Krymsk 86

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; pode resolver combinações difíceis de textura e pH, mas exige experiência local.

Fruteira

Porta-enxerto UCB1

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; só tem sentido onde a cultivar recebe frio suficiente e o verão amadurece a produção.

Fruteira

Porta-enxerto Montclar

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é opção onde se pretende caráter de pessegueiro com melhor resposta à clorose.

Fruteira

Porta-enxerto Adesoto 101

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é alternativa para controlar vigor em solos pesados ou calcários com compatibilidade provada.

Fruteira

Porta-enxerto Rootpac R

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é candidato de vigor alto para condições difíceis, exigindo ensaio e controlo da copa.

Fruteira

Porta-enxerto Mahaleb

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é opção de sequeiro e calcário apenas em solo leve e com cultivar compatível.

Fruteira

Porta-enxerto Pistacia atlantica

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é opção de frio e salinidade apenas sem histórico de Verticillium.

Fruteira

Porta-enxerto Fercal

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; é ferramenta para clorose calcária, desde que profundidade e água útil existam.

Fruteira

Porta-enxerto 99 Richter

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; favorece seca e solo neutro sem sal, aceitando arranque lento e vigor alto.

Fruteira

Porta-enxerto Citrus volkameriana

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é material de clima suave, vigor alto e água limitada, aceitando menor qualidade.

Fruteira

Porta-enxerto tangerineira Cleópatra

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é opção lenta para sais e alcalinidade, nunca para colo permanentemente húmido.

Fruteira

Porta-enxerto Forner-Alcaide 5

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é candidato mediterrânico para menor vigor, calcário e sal com validação da copa.

Fruteira

Porta-enxerto Forner-Alcaide 13

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é opção de baixo vigor e sal, mas exige excluir Tylenchulus.

Fruteira

Porta-enxerto limoeiro Rugoso

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é opção especializada para areia e seca em clima suave, aceitando qualidade inferior.

Fruteira

Laranjeira Newhall

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; a precocidade ajuda antes do frio, mas fruto e rebentos jovens continuam sensíveis à geada.

Fruteira

Laranjeira Navelina

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; é precoce e comercialmente testada, desde que haja proteção do frio e água uniforme.

Fruteira

Laranjeira Lane Late

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; a longa permanência do fruto exige inverno ameno, boa sanidade e água até à primavera.

Fruteira

Laranjeira Valencia Late

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; precisa de época longa sem geada para terminar o fruto tardio e iniciar simultaneamente a nova campanha.

Fruteira

Laranjeira D. João

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; é património produtivo de ciclo longo para territórios de inverno suave e rega assegurada.

Fruteira

Clementineira Clemenules

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; precisa de bom clima citrícola e controlo das fontes de pólen para fruta sem sementes.

Fruteira

Clementineira Marisol

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; a vantagem é colheita muito precoce, exigindo vigilância rápida de cor, casca e mosca.

Fruteira

Tangerineira híbrida Encore

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; a fruta tardia e a alternância pedem clima suave, rega e gestão de carga.

Fruteira

Tangoreira Ortanique

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; o ciclo tardio e o vigor são para microclima citrícola longo, com espaço e rega.

Hortícola

Tomate

Produtivo com gota a gota e proteção do solo.

Hortícola

Alface

Excelente fora do pico do verão; usar sombra ligeira.

Fruteira

Limoeiro

Calor favorável, mas exige água e abrigo de geada em baixios.

Hortícola

Batata

Exige calendário fresco, cobertura e rega eficiente.

Hortícola

Couve-galega

Preferir outono e inverno, com rega e proteção do calor.

Fruteira

Morangueiro

Exige plantação de outono, rega e proteção do calor.

Fruteira

Macieira

Funciona em altitude ou locais frios com rega eficiente no verão.

Fruteira

Pereira

Possível em locais frios, com rega e proteção contra escaldão.

Hortícola

Feijão

Preferir primavera e fim de verão, evitando floração no pico do calor.

Hortícola

Cenoura

Preferir outono a primavera e manter a linha sempre húmida.

Hortícola

Pepino

Preferir início do verão e manter solo coberto e fresco.

Hortícola

Curgete

Boa com gota a gota, cobertura e alguma sombra vespertina.

Hortícola

Milho-doce

Produz bem, mas exige água precisamente no período mais seco.

Fruteira

Nogueira

Produz com rega, mas calor e escaldão exigem gestão cuidadosa.

Aromática

Loureiro

Bom em umbria ou junto a água; sofre no calor seco exposto.

Ornamental

Jasmim-comum

Boa com sombra na base e rega profunda durante a floração.

Ornamental

Glicínia

Boa com rega profunda; calor e seca reduzem crescimento e floração.

Ornamental

Estrelícia

Boa com rega e proteção de geadas de inversão e calor refletido.

Interior

Calateia-orbifólia

Ar muito seco exige humidificador, agrupamento e rega cuidadosa.

Ornamental

Calêndula

Boa de outubro à primavera, evitando cultivar sob o calor do verão.

Ornamental

Amor-perfeito

Bom na estação fresca; termina rapidamente com calor seco intenso.

Ornamental

Tulipa

Possível em vaso com bolbos pré-arrefecidos; calor encurta a floração.

Aquática

Nenúfar-branco

Bom se houver reserva de água sustentável e alguma profundidade térmica.

Aquática

Junco-efuso

Possível apenas com água permanente e justificação ecológica do consumo.

Costeira

Armeria-marítima

Boa com alguma rega de estabelecimento e proteção do calor refletido.

Costeira

Funcho-marítimo

Bom em rocha calcária e sol, com rega profunda apenas no estabelecimento.

Costeira

Tamargueira-africana

Boa no litoral alentejano; no interior, usar apenas com função justificada.

Sebe

Pilriteiro

Bom em encosta menos seca, com cobertura e regas profundas iniciais.

Sebe

Abrunheiro-bravo

Bom em solo profundo e menos árido, com cobertura durante a instalação.

Trepadeira

Clematite 'Jackmanii'

Boa apenas com solo profundo, sombra à base e rega eficiente no verão.

Trepadeira

Maracujá-roxo

Possível sob vidro ventilado, com sombra nas horas de calor e água uniforme.

Cobertura

Dichondra

Boa em sombra leve com água; não é alternativa de baixo consumo em pleno sol.

Perene

Heléboro-oriental

Bom em jardim sombreado e profundo, com água de estabelecimento.

Perene

Bergénia

Boa em sombra e solo profundo; sol pleno quente exige água adicional.

Feto

Avenca

Boa apenas com água sustentável e sombra; não criar consumo permanente injustificado.

Charneca

Torga

Boa em altitude ou solo ácido fresco; calor extremo e calcário limitam.

Fruteira

Limeira

Possível com abrigo de frio, sombra ligeira extrema e água regular.

Fruteira

Framboeseira

Boa apenas com proteção, raiz fresca e gestão eficiente de água.

Fruteira

Abacateiro

Bom em local sem geada, com água suficiente e sombra temporária jovem.

Fruteira

Bananeira Cavendish

Possível com abrigo, água abundante e proteção de calor, pouco sustentável em muitos locais.

Fruteira

Papaeira

Possível sob proteção com sombra ventilada no calor e muita drenagem.

Fruteira

Ameixeira

Boa com cultivar de baixo frio, proteção do escaldão e água eficiente.

Fruteira

Marmeleiro

Bom com rega eficiente e proteção dos frutos contra escaldão.

Hortícola

Aveia

Boa em ano húmido ou com rega, mas calor precoce reduz grão.

Fruteira

Nespereira-do-Japão

Boa onde o inverno é suave; calor e seca exigem rega no fruto.

Hortícola

Acelga

Boa fora do verão; calor e seca endurecem folhas e induzem espigamento.

Hortícola

Alho-francês

Bom em ciclo de inverno; calor de verão trava crescimento.

Hortícola

Brócolo

Bom de outono a primavera; cabeças abrem depressa com calor.

Hortícola

Colza

Boa com chuva outonal; primavera seca reduz calibre e óleo.

Hortícola

Linho

Bom em ano húmido e sementeira muito precoce; seca encurta o ciclo.

Hortícola

Couve-lombarda

Boa na estação fresca, mas o calor e a secura aceleram espigamento e endurecimento.

Hortícola

Rúcula

Boa na estação fresca, mas o calor e a secura aceleram espigamento e endurecimento.

Hortícola

Funcho-de-Florença

Bom em ciclo de outono; verão quente e seco dificulta engrossamento tenro.

Aromática

Coentros

Boa na estação fresca, mas o verão acelera floração e exige sombra e água.

Aromática

Hortelã-verde

Boa apenas com rega regular e proteção do sol extremo durante o verão.

Aromática

Cebolinho

Boa apenas com rega regular e proteção do sol extremo durante o verão.

Aromática

Endro

Boa na estação fresca, mas o verão acelera floração e exige sombra e água.

Aromática

Erva-cidreira

Boa apenas com rega regular e proteção do sol extremo durante o verão.

Aromática

Poejo

Boa apenas com rega regular e proteção do sol extremo durante o verão.

Aromática

Estragão-francês

Bom com água regular e proteção da coroa contra calor e secura extremos.

Hortícola

Chicória

Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.

Hortícola

Endívia

Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.

Hortícola

Canónigos

Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.

Hortícola

Pastinaca

Boa em ciclo fresco, com cobertura e rega para impedir raízes fibrosas ou fendidas.

Hortícola

Rábano-daikon

Boa em ciclo fresco, com cobertura e rega para impedir raízes fibrosas ou fendidas.

Hortícola

Couve-rábano

Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.

Hortícola

Pak choi

Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.

Hortícola

Mizuna

Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.

Hortícola

Mostarda-de-folha

Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.

Gramínea

Dáctilo

Aceitável em sequeiro fresco ou regadio; o calor prolongado reduz crescimento e qualidade.

Gramínea

Festuca-alta

Boa onde existe solo profundo ou regadio, mantendo cobertura durante períodos secos.

Gramínea

Azevém-italiano

Bom aproveitando chuva de inverno; termina cedo quando chega calor e seca.

Cobertura

Cornichão

Bom em solos profundos ou de sequeiro fresco; produção baixa durante verão longo.

Ornamental

Capuchinha

Boa do outono à primavera; no verão sofre mesmo com rega se o solo aquece demasiado.

Aromática

Lavanda-verdadeira

Boa em altitude ou noite fresca; calor extremo pode reduzir qualidade aromática.

Perene

Equinácea-púrpura

Boa com solo coberto e água de apoio; calor extremo encurta a duração das flores.

Ornamental

Malva-real

Boa com água de apoio e sombra mínima à raiz, mas a flor sofre em calor extremo.

Aromática

Gengibre

Bom com rega eficiente e proteção do calor seco, preferindo túnel com ventilação.

Aromática

Cúrcuma

Boa com abrigo do ar seco e rega localizada, evitando sobreaquecimento do recipiente.

Perene

Rábano-rústico

Bom em horta irrigada e fresca; o calor extremo reduz qualidade da raiz.

Hortícola

Taro

Bom com água segura e cobertura, protegendo do vento quente e salinidade.

Hortícola

Araruta

Boa com água sustentável e abrigo do vento seco, sem sol intenso sobre as folhas.

Aquática

Erva-do-peixe-dourado

Boa apenas com reserva de água sustentável e sombra parcial no pico do verão.

Aquática

Lentilha-de-água

Boa apenas com água permanente sustentável e controlo de evaporação.

Aquática

Calítrique-de-água

Boa em charca sazonal de proveniência local, sem manter artificialmente um habitat inadequado.

Aquática

Menta-da-água

Boa apenas com água permanente sustentável, retirando crescimento excessivo.

Aquática

Alisma

Boa onde existe água permanente sustentável e espaço para a panícula.

Aquática

Cárice-ribeirinha

Boa apenas com água permanente e finalidade clara, devido à procura hídrica.

Aquática

Eleócaris-dos-charcos

Boa com água sustentável e sombra ligeira do solo durante calor extremo.

Aquática

Verónica-de-água

Boa apenas em nascente ou sistema permanente sustentável e fresco.

Suculenta

Arroz-dos-muros

Boa em serra siliciosa, mas sol extremo e seca de vaso podem queimar o tapete.

Árvore

Amieiro-ibérico

Possível em troços perenes e nascentes; não plantar em ribeira que seca profundamente.

Árvore

Freixo-de-folhas-estreitas

Bom em linhas de água e solos profundos; a estiagem extrema limita a instalação.

Sebe

Salgueiro-preto

Possível junto de água permanente; em ribeira sazonal use salgueiro ou arbusto local adequado.

Sebe

Sanguinho-de-água

Possível no sudoeste húmido, mas confirmar subespécie baetica e proveniência.

Sebe

Sabugueiro

Bom apenas em local fresco ou regado; não é arbusto de sequeiro extremo.

Perene

Erva-abelha

Possível em depressão e montado aberto; a estiagem longa exige micro-habitat adequado.

Costeira

Grama-salgada

Possível em estuário e lagoa costeira, sem extrapolar registos escassos.

Aromática

Camomila-alemã

Boa no inverno e início da primavera, mas termina depressa quando chega calor seco.

Perene

Urtiga-maior

Limitada pela seca e calor; cultive em recipiente grande ou junto a uma zona irrigada.

Perene

Valeriana

Limitada pela seca e calor; cultive em recipiente grande ou junto a uma zona irrigada.

Perene

Consolda

Limitada pela seca e calor; cultive em recipiente grande ou junto a uma zona irrigada.

Feto

Feto-dos-muros

Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.

Perene

Silene-calcícola

Só onde a ocorrência natural esteja documentada e dentro de projeto formal de conservação.

Perene

Boca-de-lobo-rosa

Possível no litoral, mais fraca no interior quente e seco; manter contida.

Aquática

Cardo-azul-dos-charcos

Região principal para muitos complexos 3170; conservar o hidroperíodo local, especialmente na Nave do Barão, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.

Charneca

Urze-carapaça

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Perene

Drosera-intermédia

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Perene

Pinguícula

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Cobertura

Esfagno-auriculado

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Gramínea

Molínea

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Gramínea

Erva-lanar

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Gramínea

Rabo-de-cão-cristado

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Gramínea

Aveia-de-rosário

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Gramínea

Agrostis-castelhana

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Gramínea

Gaudínia-frágil

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Aquática

Azevém-baboso

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Cobertura

Trevinho

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Perene

Rainha-dos-prados

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger o solo profundo e permanentemente fresco perante a longa seca estival.

Perene

Trevo-cervino

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a faixa húmida sem eutrofização perante a longa seca estival.

Perene

Epilóbio-de-flor-miúda

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a nascente ou margem encharcada sem revolvimento perante a longa seca estival.

Gramínea

Caniço-malhado

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a margem estável e o controlo da expansão clonal perante a longa seca estival.

Feto

Erva-pinheira

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger o solo argiloso húmido e a contenção do rizoma perante a longa seca estival.

Trepadeira

Doce-amarga

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a orla sombria e a inacessibilidade das bagas perante a longa seca estival.

Perene

Erva-moedeira

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a margem encharcada e a expansão clonal controlada perante a longa seca estival.

Trepadeira

Madressilva-atlântica

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a sombra parcial e a distinção entre subespécies da seca e de mobilização profunda.

Sebe

Sanguinho-legítimo

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a orla fresca e a origem da subespécie da seca e de mobilização profunda.

Sebe

Tojo-arnal

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger o solo ácido, a subespécie e a gestão do combustível da seca e de mobilização profunda.

Árvore

Carvalho-negral

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a marcescência, rebentação de raiz e mosaico de montanha da seca, fogo recorrente e mobilização.

Perene

Selo-de-salomão

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger o rizoma, a sombra fresca e a prevenção de ingestão da seca, fogo recorrente e mobilização.

Sebe

Palmeira-anã

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a origem espontânea, o sexo das plantas e a drenagem.

Árvore

Carrasco-arbóreo-costeiro

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.

Sebe

Sândalo-branco

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a ocorrência local, o hospedeiro e a origem do material.

Trepadeira

Clematite-de-inverno

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar o estatuto Quase Ameaçada, a localização e o suporte.

Sebe

Orovale

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a localização, o estatuto e a toxicidade.

Trepadeira

Aristolóquia-bética

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a identificação, a toxicidade e a ocorrência local.

Perene

Bellevalia-de-Hackel

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar o bolbo, a população do Barrocal e a dormência.

Cobertura

Jonopsídio-sem-caule

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a população, o musgo e o regime de humidade.

Aromática

Teúcrio-algarvio

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar as folhas, o substrato e a origem ibérica.

Perene

Cefalanteira-de-folhas-longas

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a população, a micorriza e o coberto.

Gramínea

Koeléria-dos-calcários

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o afloramento calcário e a subespécie.

Perene

Salepeira-grande

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a população, a micorriza e o calendário de roçagem.

Perene

Erva-do-homem-enforcado

Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a população, o calcário e a micorriza.

Gramínea

Esfenopo-divaricado

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a areia solta, a população e a panícula madura.

Costeira

Junco-subulado

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar o gradiente salobro, o rizoma e a ocorrência local.

Gramínea

Grama-filiforme

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a espiga filiforme, a cota e a população.

Costeira

Flor-de-andorinha

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a depressão salobra, a clareira e a proveniência insular ou continental.

Costeira

Junquinho-dos-sapais-do-sul

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a população, o fruto e a reconversão de salinas.

Perene

Cimbalária-dos-muros

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o estatuto de arqueófita, a sombra e a capacidade de dispersão.

Suculenta

Arroz-dos-telhados

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o táxon, o peso saturado e a drenagem do suporte.

Feto

Arruda-dos-muros

Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o calcário, os soros e a ocorrência regional.

Perene

Alho-das-vinhas

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar o estatuto regional, bolbilhos e risco de expansão.

Perene

Papoila-longa-peluda

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a cápsula alongada, pelos e proveniência.

Perene

Caucalis-dos-campos

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a ocorrência atual, fruto espinhoso e estatuto local.

Perene

Ranúnculo-dos-campos

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a humidade primaveril, fruto espinhoso e ocorrência.

Hortícola

Índigo-japonês

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a disponibilidade de água, geada e contenção.

Perene

Cardo-penteador

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a diferença de D. fullonum e prevenção de escape.

Perene

Rami

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a geada, rega e contenção rizomatosa.

Charneca

Giesteira-das-vassouras

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a subespécie, combustível e proveniência regional.

Cobertura

Meliloto-amarelo

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência local, identidade e proveniência.

Perene

Áster-de-folhas-estreitas

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência regional, subespécie e floração tardia.

Aromática

Nêveda-dos-gatos

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a contenção, origem e pressão de gatos.

Árvore

Magnólia-de-folha-persistente

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar volume de solo, vento e água estival.

Ornamental

Cica-do-Japão

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, drenagem, proveniência e segurança.

Árvore

Araucária-de-Cook

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, vento dominante e distância a edifícios.

Árvore

Plátano-híbrido

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar escala, alergénios, água e vigilância fitossanitária.

Árvore

Jacarandá

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, vento e estrutura de ramos.

Perene

Clívia

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, sombra seca e segurança.

Perene

Acanto

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar estatuto legal, rizomas e distância de habitat natural.

Perene

Crino

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, profundidade, humidade e segurança.

Perene

Lírio-de-um-dia

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar clone histórico, água primaveril e contenção dos rizomas.

Aromática

Cerefólio

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a janela fresca e identidade de uma Apiaceae cultivada.

Aromática

Hortelã-da-Bíblia

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar o calor, a autenticidade do clone e contenção dos rizomas.

Perene

Alteia

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a humidade, salinidade, origem e ausência de recolha silvestre.

Aromática

Malva-cheirosa

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a geada, identidade do clone e contenção.

Costeira

Perpétua-das-areias

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a subespécie, proveniência litoral e autorização de conservação.

Árvore

Tília-prateada

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar escala adulta, vento, água e calor refletido no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Ulmeiro-campestre

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar grafiose, origem genética e monitorização municipal no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Zelkova-japonesa

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar água estival, proveniência e espaço de copa no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Catalpa-comum

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar vento, água, cápsulas e estrutura no regulamento e inventário municipal.

Hortícola

Abóbora-porqueira de Bornes

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar geada, verão suficiente e regras da região de origem da variedade de conservação.

Hortícola

Cenoura Pau Roxo das Seis Marias

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar janela fresca, textura do solo e isolamento de cenoura cultivada e brava.

Hortícola

Couve Penca de Chaves

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar frio útil, lagartas, hérnia das crucíferas e cruzamento com outras couves.

Fruteira

Pereira Rocha

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; melhor desempenho onde o inverno satisfaz o frio e a primavera não favorece fogo-bacteriano.

Fruteira

Videira Alvarinho

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; referência no Minho; fora dele confirmar calor, vento e conservação de acidez.

Fruteira

Videira Baga

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; a Bairrada é referência; assegurar maturação tardia e sanidade.

Fruteira

Videira Encruzado

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; Dão e Centro interior são a principal referência de adaptação.

Fruteira

Porta-enxerto 41 B

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; útil em calcário quando seca e saturação não são extremas.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira MM.106

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; usar apenas onde a drenagem é segura.

Fruteira

Porta-enxerto de pereira BA 29

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; útil em pereiras menores, desde que compatibilidade e água sejam asseguradas.

Fruteira

Porta-enxerto de pereira OH×F 333

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; opção intermédia onde fogo-bacteriano e compatibilidade pesam.

Fruteira

Porta-enxerto de citrinos Carrizo

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; usar em citrinos onde geada, sal e calcário não excedem a combinação.

Fruteira

Porta-enxerto laranjeira-azeda

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; o risco de tristeza exige decisão fitossanitária, não apenas agronómica.

Fruteira

Porta-enxerto Cadaman

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é opção de pessegueiro onde existe humidade moderada, sem justificar solo saturado.

Fruteira

Porta-enxerto Nemaguard

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; só ganha prioridade após identificar nemátodes e confirmar que solo e calcário são compatíveis.

Fruteira

Porta-enxerto Myrobalan 29C

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é opção robusta para ameixeira, confirmando sempre compatibilidade da cultivar.

Fruteira

Porta-enxerto MaxMa 14

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é opção intermédia quando Gisela seria fraco e Colt excessivamente vigoroso.

Fruteira

Porta-enxerto Paradox

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; requer frio e espaço para a cultivar, além de solo profundo e diagnóstico sanitário.

Fruteira

Porta-enxerto Penta

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; ganha interesse em solos pesados ou alcalinos onde híbridos pessegueiro-amendoeira falham.

Fruteira

Porta-enxerto Krymsk 5

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é versátil em temperatura e textura, mas exige material livre de PDV e PNRSV.

Fruteira

Porta-enxerto Krymsk 6

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.

Fruteira

Porta-enxerto CAB 6P

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é alternativa intermédia onde vigor, produtividade e manutenção de pôlas são aceitáveis.

Fruteira

Porta-enxerto Vlach

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; só é candidato onde frio, espaço, solo profundo e sanidade permitem nogueira vigorosa.

Fruteira

Porta-enxerto SO4

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; é versátil onde não haja seca extrema, compactação ou saturação prolongada.

Fruteira

Porta-enxerto Teleki 5C

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; é opção comparativa para calcário moderado e vigor onde o ciclo não deve atrasar.

Fruteira

Porta-enxerto 161-49 Couderc

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; usar com prudência, apenas em perfil leve e após avaliação do risco de declínio.

Fruteira

Porta-enxerto Rupestris du Lot

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; só é opção em solo pobre, pouco calcário e não compacto, aceitando muitos ladrões.

Fruteira

Porta-enxerto citrange C-35

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; merece ensaio onde se procura menor vigor e qualidade sem calcário extremo.

Fruteira

Porta-enxerto citrange Troyer

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é padrão histórico apenas onde calcário e sais não dominam.

Fruteira

Porta-enxerto laranjeira Gou Tou

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; usar apenas em bloco experimental onde tristeza e argila justifiquem o ensaio.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira M.7

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é versátil em pomar de densidade média, com controlo de ladrões e ancoragem.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira B.9

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é anão robusto ao frio, mas depende de rega e estrutura.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira Geneva G.11

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é alternativa precoce de vigor baixo, sem dispensar água nem vigilância de pulgão-lanígero.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira Geneva G.41

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é escolha de alta densidade e forte sanidade, com proteção física da união.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira Geneva G.890

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; serve pomar semi-anão quando sanidade e autonomia importam mais que densidade máxima.

Fruteira

Porta-enxerto de pereira Quince A

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é produtivo em solo fértil e fresco, depois de confirmar afinidade e calcário.

Fruteira

Porta-enxerto de pereira OH×F 87

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; equilibra menor porte, afinidade de Pyrus e resistência ao fogo bacteriano.

Fruteira

Porta-enxerto de pereira Pyrodwarf

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é opção clonal semi-vigorosa onde uniformidade e afinidade superam a procura de ananicamento.

Fruteira

Tangerineira Setubalense

No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; o valor é patrimonial e aromático, mas frio, sementes e alternância exigem planeamento.

Ornamental

Hortênsia

Elevada exigência de água e proteção; não é escolha resiliente.

Fruteira

Castanheiro

Apenas microclimas serranos frescos e ácidos, com água disponível.

Fruteira

Cerejeira

Apenas serras e microclimas frios com água e baixa humidade na colheita.

Ornamental

Camélia

Calor, secura e calcário tornam a manutenção muito exigente.

Gramínea

Erva-das-pampas — não plantar

Não plantar; tolera seca e pode invadir linhas de água e áreas perturbadas.

Relvado

Azevém-perene

Fraco como relvado permanente sustentável sob calor e seca prolongados.

Costeira

Estorno

Apenas no troço litoral com duna ativa; não usar no interior alentejano.

Costeira

Limónio-dos-sapais

Apenas nos sapais litorais; não usar em jardim interior salinizado.

Cobertura

Ajuga

Fraca sem água e sombra consistentes; preferir coberturas mediterrânicas secas.

Perene

Hosta-de-Siebold

Fraca pela secura e calor, salvo jardim muito fresco com água sustentável.

Feto

Feto-macho

Fraco salvo barranco fresco com água sustentável e sombra densa.

Feto

Feto-real

Fraca sem água permanente e sustentável; não criar uma zona húmida artificial dispendiosa.

Charneca

Urze-portuguesa

Fraca salvo serra húmida e ácida; não é arbusto para planície seca.

Charneca

Daboécia-cantábrica

Fraca por calor e seca, mesmo com solo ácido; escolher urzes mediterrânicas.

Fruteira

Mirtilo-americano

Fraco pelo calor e alcalinidade; só em sistema dedicado com água adequada.

Fruteira

Groselheira-vermelha

Fraca na planície quente; apenas em altitude fresca ou sombra adequada.

Fruteira

Aveleira

Fraca salvo em altitude fresca e com água segura durante o enchimento.

Fruteira

Kiwi

Fraca pelo calor, vento e necessidade de água, salvo microclima fresco.

Hortícola

Aipo

Fraco no verão pelo consumo de água; possível em ciclo fresco.

Hortícola

Couve-flor

Fraca no verão; possível em inverno com água e cultivar adequada.

Hortícola

Trigo-sarraceno

Fraco no verão; possível muito cedo com água e floração antes do calor.

Aquática

Agrião-de-água

Fraca no calor e consumo de água; limitar a ciclo fresco em recipiente protegido.

Cobertura

Trevo-branco

Fraco em sequeiro; apenas útil em solos frescos ou regadio pecuário bem dimensionado.

Cobertura

Trevo-violeta

Fraco sem regadio; pode produzir no ciclo fresco mas desaparece cedo no verão.

Aromática

Monarda

Fraca sem regadio; possível em jardim fresco, sombreado à tarde e com solo coberto.

Perene

Ruibarbo

Fraco nas planícies quentes, possível apenas em altitude fresca com água abundante.

Aquática

Potamogéton-flutuante

Fraco pelo calor, evaporação e necessidade de água permanente pouco mineralizada.

Aquática

Ranúnculo-aquático

Fraco nas planícies quentes, salvo charca sazonal adequada e proveniência local.

Árvore

Vidoeiro-pubescente-celtibérico

Fraco pelo calor e défice hídrico; não compensar local estruturalmente inadequado com rega intensiva.

Árvore

Tramazeira

Fraca pelo calor seco e estação estival longa, mesmo com rega suplementar.

Charneca

Zimbro-rasteiro

Fraco pelo verão longo e quente, mesmo em solo mineral e com rega.

Charneca

Piorno-da-Estrela

Fraco nas planícies quentes; serra alta ainda exige ensaio e origem documentada.

Charneca

Mirtilo-bravo

Fraco pelo calor, alcalinidade e água limitada; preferir pequenos frutos adaptados.

Gramínea

Cervum

Fraco pelo défice hídrico e solos agrícolas enriquecidos em fósforo.

Gramínea

Festuca-elegante

Inadequada ao calor e à secura; não criar coleção fora de instituição competente.

Charneca

Urze-das-turfeiras

Fraca por seca e calor, sem justificação para consumir água criando habitat artificial.

Perene

Orvalhinha

Fraca por calor e evaporação, tornando o cultivo dependente de água desmineralizada.

Perene

Açafrão-da-primavera

Fraco pelo inverno insuficiente e calor precoce; apenas ensaio em serra alta.

Perene

Campainhas-da-Estrela

Inadequada; não criar população artificial fora da distribuição natural.

Árvore

Choupo-negro

Exige água e espaço; há árvores autóctones mais coerentes para restauro ribeirinho.

Sebe

Noveleiro

Inadequado e fora da área; não criar população ornamental que confunda registos.

Árvore

Azereiro

Inadequado à generalidade do clima; não translocar para jardins só por ser português.

Perene

Orquídea-dos-brejos

Fraca e muito localizada; conservar apenas ocorrências confirmadas, sem criar novas.

Perene

Narciso-calcícola

Fora da distribuição endémica conhecida; usar geófitos locais não protegidos.

Perene

Gerânio-da-Madeira

Calor, seca e geada de inversão tornam o cultivo fraco e dependente de abrigo.

Ornamental

Massaroco-da-Madeira

Calor, seca e geada de inversão tornam o cultivo fraco e dependente de abrigo.

Sebe

Isoplexis-da-Madeira

Inadequado ao verão quente e seco.

Árvore

Til-da-Madeira

Inadequada ao défice hídrico e calor.

Árvore

Folhado-da-Madeira

Inadequada à seca prolongada.

Fruteira

Uveira-da-serra da Madeira

Inadequada ao calor e défice hídrico.

Costeira

Vidália

Inadequada ao calor seco prolongado.

Charneca

Urze-dos-Açores

Inadequada ao calor e alcalinidade frequente.

Árvore

Cedro-do-mato dos Açores

Inadequado à seca longa e ao calor estival alentejano.

Árvore

Pau-branco dos Açores

Inadequado ao défice hídrico.

Fruteira

Uva-da-serra dos Açores

Inadequada ao verão seco.

Cobertura

Lisimáquia-dos-Açores

Inadequada ao calor e défice de água.

Perene

Saxífraga-espatulada

Fraca pelo calor e secura, salvo microclima serrano húmido comprovado.

Perene

Cravo-de-Sintra

Só onde a ocorrência natural esteja documentada e dentro de projeto formal de conservação.

Suculenta

Ensião-de-pasta

Fraca por calor extremo e geada de inversão; exige abrigo e drenagem controlada.

Suculenta

Ensião-viscoso

Fraca por calor extremo e geada de inversão; exige abrigo e drenagem controlada.

Perene

Bocas-de-lobo-de-Trás-os-Montes

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Perene

Arenária-de-Font-Quer

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Perene

Cravina-transmontana serpentinícola

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Gramínea

Avénula-lusitânica

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Perene

Arméria-lanuda

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Gramínea

Festuca-de-Bragança

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Perene

Arméria-de-Morais

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Feto

Feto-negro-da-Corunha

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Perene

Tomelos-de-níquel

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Feto

Feto-serpentinícola

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Perene

Santolina-semidentada

Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.

Charneca

Urze-dos-brejos

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Charneca

Samouco-do-Brabante

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Perene

Quebra-ossos

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Gramínea

Algodão-das-turfeiras

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Perene

Arnica-atlântica

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Gramínea

Rhynchospora-branca

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Cobertura

Esfagno-capilar

Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.

Gramínea

Poa-trivial

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Aquática

Junco-de-flor-aguda

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Aquática

Ranúnculo-inflamatório

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Aquática

Calta

Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.

Perene

Angélica-silvestre

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a sombra fresca e a identificação rigorosa perante a longa seca estival.

Trepadeira

Lúpulo

Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a orla fresca e a separação entre população silvestre e cultivar agrícola perante a longa seca estival.

Sebe

Barrete-de-padre

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a população transmontana Vulnerável e o carvalhal associado da seca e de mobilização profunda.

Sebe

Lantana-arbórea

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a única população do rio Mente e a sua área potencial da seca e de mobilização profunda.

Sebe

Alfeneiro-comum

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a naturalidade exclusiva de Trás-os-Montes da seca e de mobilização profunda.

Trepadeira

Vide-branca

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a distribuição localizada e o suporte robusto da seca e de mobilização profunda.

Árvore

Azevinho

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger o núcleo espontâneo protegido e a origem cultivada legal da seca e de mobilização profunda.

Árvore

Macieira-brava

Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a população silvestre e a distância de pomares da seca e de mobilização profunda.

Cobertura

Esfagno-dos-pântanos

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Cobertura

Esfagno-brilhante

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Cobertura

Esfagno-papiloso

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Gramínea

Cárice-vulcânica

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Gramínea

Feno-dos-Açores

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Charneca

Queiró-dos-Açores

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Árvore

Azevinho-dos-Açores

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Charneca

Urze-rasteira-da-Madeira

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Gramínea

Feno-da-Madeira

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Perene

Abrótona-da-Madeira

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Perene

Violeta-da-Madeira

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Feto

Feto-de-foice-da-Madeira

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Cobertura

Musgo-espada-da-Madeira

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Árvore

Cedro-da-Madeira

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Árvore

Sorveira-da-Madeira

Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.

Árvore

Carvalho-alvarinho

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a humidade edáfica, as bolotas locais e a arquitetura de bosque da seca, fogo recorrente e mobilização.

Árvore

Teixo

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger as subpopulações Em Perigo, o sexo e a toxicidade da seca, fogo recorrente e mobilização.

Perene

Anémona-dos-bosques

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger as quatro localizações de Castro Laboreiro e a gestão de lameiro da seca, fogo recorrente e mobilização.

Perene

Jacinto-dos-bosques

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger o cacho unilateral, a população local e a separação de outros jacintos da seca, fogo recorrente e mobilização.

Perene

Martagão

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger os núcleos Vulneráveis, a polinização e o bolbo não perturbado da seca, fogo recorrente e mobilização.

Perene

Prímula-sem-caule

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a flor amarelo-pálida silvestre e a separação de cultivares da seca, fogo recorrente e mobilização.

Feto

Feto-de-folha-macia

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a coroa de frondes, ráquis escamosa e barranco fresco da seca, fogo recorrente e mobilização.

Feto

Feto-fêmea

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger as frondes delicadas, soros curvos e solo ácido da seca, fogo recorrente e mobilização.

Perene

Alho-ursino

Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a única população da serra da Nogueira e os cerca de cem indivíduos da seca, fogo recorrente e mobilização.

Suculenta

Eufórbia-de-Gomes-Pedro

Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar o endemismo do Espichel, a autorização e a seiva tóxica.

Sebe

Tojo-gatunho

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a população de origem, o calcário e a autorização.

Aromática

Tomilho-cabeçudo-do-Algarve

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar o endemismo algarvio, o substrato e o estatuto.

Perene

Tanchagem-do-Algarve

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a microdepressão ferruginosa, a população e a hidrologia.

Perene

Tuberária-maior

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar o conceito taxonómico nacional, a população e a areia.

Costeira

Corriola-do-Espichel

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a falésia Espichel, a autorização e a segurança.

Perene

Arábis-sadina

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a serra calcária, a população e a diagnose.

Perene

Iberis-microcarpa

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a subespécie, a proveniência e o afloramento.

Perene

Coincya-de-Sintra

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a população de Sintra, o estatuto e a taxonomia.

Costeira

Esteva-de-Sagres

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar o Algarve ocidental, a subespécie e a proveniência.

Aromática

Sideritis-lusitanica

Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a subespécie endémica, a terra rossa e a proveniência.

Árvore

Carvalho-de-Monchique

Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a população de Monchique, a genética e o risco de hibridação.

Costeira

Salicórnia-anã

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a única população atual, a crosta e o hidroperíodo.

Costeira

Beterraba-de-fruto-grande

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a população algarvia, a marga e a diversidade genética.

Costeira

Sapinho-do-Sotavento

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar as três localizações, a semente e a clareira.

Costeira

Limónio-branco

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar as quatro localizações, a invasora Spartina densiflora e a população de Algoz.

Costeira

Valverde-esplêndido

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar os dois registos, a identificação e a perturbação moderada.

Costeira

Cinomório-do-Algarve

Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar os quatro locais, o hospedeiro e o pisoteio.

Perene

Gagea-dos-prados

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a localização autorizada e o substrato ultrabásico.

Perene

Bupleuro-de-folha-redonda

No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar o registo histórico, ausência atual e política de reintrodução.

Perene

Pastel-dos-tintureiros

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a proveniência cultivada e a população espontânea das arribas do Douro.

Árvore

Vimeiro

No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a água disponível e distância de linhas de água naturais.

Perene

Soagem-lusitana

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a altitude, frescura e proveniência ibérica.

Árvore

Tília-de-folhas-pequenas

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar o volume de solo, calor urbano e origem de viveiro.

Perene

Monarda-brava

No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a humidade estival, oídio e contenção.

Sebe

Buxo-comum

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar proveniência, calor, traça e autenticidade do traçado.

Árvore

Cedro-do-Himalaia

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar calor, profundidade do solo e escala adulta.

Ornamental

Louro-do-Japão

No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar sombra, humidade do solo, cultivar e sexo.

Aromática

Levístico

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar o verão fresco, profundidade do solo e identidade da Apiaceae.

Aromática

Alcaravia

No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar o frio de inverno, frescura do solo e secagem da umbela.

Árvore

Bordo-campestre

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar proveniência climática, calor refletido e oídio no regulamento e inventário municipal.

Árvore

Liquidâmbar

No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar pH, água estival, fruto e espaço radicular no regulamento e inventário municipal.

Hortícola

Feijão Tarreste

No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar chuva, ciclo, suporte e regras da região de origem.

Fruteira

Macieira Bravo de Esmolfe

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; privilegiar 350–550 m, frio invernal e menor pressão de calor.

Fruteira

Videira Loureiro

No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; referência nos Vinhos Verdes; proteger de vento e doenças.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira M.9

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; precisa de água, suporte e frio compatível com a cultivar.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira M.26

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; adequado a formas pequenas com suporte e vigilância de fogo-bacteriano.

Fruteira

Porta-enxerto Poncirus trifoliata

No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; privilegiar frio e solo não calcário, evitando seca e sal.

Fruteira

Porta-enxerto Marianna 2624

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é sobretudo candidato onde o excesso de retenção exclui porta-enxertos de pessegueiro.

Fruteira

Porta-enxerto Colt

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; beneficia regiões de cerejeira com solo consistente e água, evitando terrenos ligeiros e secos.

Fruteira

Porta-enxerto Gisela 5

No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; só é boa escolha com fertilidade, rega, tutoragem e mão de obra compatíveis.

Fruteira

Porta-enxerto Mazzard

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; serve sistemas tradicionais de cerejeira onde solo, espaço e mão de obra suportam árvores grandes.

Fruteira

Porta-enxerto Gisela 6

No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é opção precoce com rega e fertilidade, evitando calor radicular extremo.

Fruteira

Porta-enxerto Kober 5BB

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; faz mais sentido onde humidade ou pobreza limitam vigor e menos em calor fértil.

Fruteira

Porta-enxerto 420A MGt

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; exige profundidade, água suficiente e ausência de compactação ou seca severa.

Fruteira

Porta-enxerto 101-14 MGt

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; favorece parcelas frescas e pouco calcárias, nunca seca estrutural.

Fruteira

Porta-enxerto 3309 Couderc

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; só é candidato onde cloretos, salinidade e nemátodes estejam excluídos.

Fruteira

Porta-enxerto Gravesac

No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; é especializado em solo ácido e cascalhento sem pressão de Meloidogyne.

Fruteira

Porta-enxerto citrumelo Swingle

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é candidato em solo ácido e água boa, evitando calcário, sal e argila pesada.

Fruteira

Porta-enxerto Flying Dragon

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; serve espaço pequeno e frio em solo não calcário, com rega regular.

Fruteira

Porta-enxerto de macieira M.27

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; só funciona bem com solo fértil, água regular e suporte permanente.

Fruteira

Porta-enxerto de pereira Quince C

No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é raiz de espaço pequeno, solo rico, água regular e apoio permanente.

Pontos críticos

O que vigiar.

  • seca prolongada
  • solo nu e quente
  • água salina ou escassa

Ações com impacto

Como adaptar.

  1. regar gota a gota
  2. usar 5–8 cm de cobertura
  3. plantar árvores no outono
O seu terreno é um microclima.

Observe onde fica a geada, onde seca primeiro, quantas horas de sol há no inverno e como a água atravessa o solo. Essa observação vale mais que o código postal.

Ver como avaliamos cada local →