Guia regional · Planícies, montado e interior sul
Alentejo
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração.
Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Coleção atual
O que plantar
nesta região.
A classificação compara as espécies publicadas. Dentro da mesma região, altitude, exposição e solo podem mudar a decisão.
Oliveira
Região de excelência; água melhora produção, mas não substitui drenagem.
Alecrim
Perfeitamente mediterrânico depois de estabelecido.
Videira
Muito boa, mas calor e seca pedem desenho resiliente.
Sobreiro
Excelente onde solo e precipitação favorecem sobreiro.
Laranjeira
Produção crescente com rega eficiente e boa localização.
Rosmaninho
Excelente em montado e matos de substrato adequado.
Buganvília
Calor favorece, desde que geadas de baixio sejam evitadas.
Pessegueiro
Calor favorável; rega e proteção de escaldão são essenciais.
Figueira
Muito adaptada; rega ocasional melhora fruto sem criar excesso.
Cebola
Excelente no ciclo outono–primavera com rega eficiente.
Alho
Excelente no ciclo fresco, com rega suspensa antes da colheita.
Costela-de-adão
Interior ou pátio muito protegido; evitar ar seco e sol escaldante.
Pimento
Muito produtivo com gota a gota e proteção contra escaldão.
Abóbora-menina
Excelente com cobertura do solo e rega profunda eficiente.
Ervilha
Semear no outono para colher antes do calor e seca.
Fava
Cultura tradicional de inverno, muitas vezes quase sem rega.
Espinafre
Semear do outono ao fim do inverno, nunca no pico do calor.
Salsa
Preferir outono a primavera ou meia-sombra regada no verão.
Azinheira
Espécie central do montado seco e altamente adaptada à estiagem.
Carvalho-português
Boa escolha em zonas mais frescas ou com solo profundo.
Pinheiro-manso
Região de excelência, com espaço e prevenção de incêndio.
Medronheiro
Muito bom em serra, umbrias e solos não excessivamente calcários.
Amendoeira
Região de excelência com rega eficiente e proteção de escaldão.
Roseira
Boa com cultivar tolerante ao calor, gota a gota e solo coberto.
Sardinheira
Muito adaptada ao calor, desde que a raiz não seque totalmente.
Agapanto
Muito boa com alguma água no fim do verão para botões futuros.
Loendro
Muito adaptado ao verão quente, depois de bem estabelecido.
Murta
Excelente, tolerando verão seco e solos modestos quando instalada.
Pothos
Muito bom dentro de casa; vigiar ar seco e calor junto ao vidro.
Espada-de-são-jorge
Muito boa no interior; o calor não justifica manter o solo húmido.
Zamioculca
Muito boa; calor aumenta secagem, mas não pede rega por calendário.
Lírio-da-paz
Muito bom dentro de casa; calor seco pode queimar margens.
Ficus-benjamina
Muito bom no interior; controlar ácaros favorecidos pelo ar seco.
Clorofito
Muito bom no interior, vigiando secura excessiva e pontas castanhas.
Aloé-vera
Excelente em interior ou abrigo seco, com atenção ao calor do vidro.
Orquídea Phalaenopsis
Muito boa; calor acelera secagem, exigindo observar raízes e casca.
Cravo-túnico
Excelente com gota a gota e cobertura, evitando a secura extrema do vaso.
Petúnia
Muito boa com sombra ligeira à tarde e volume de substrato generoso.
Girassol
Muito bom com rega eficiente e sombra apenas sobre a superfície do solo.
Narciso-de-cheiro
Excelente, plantado antes das chuvas e deixado seco no verão.
Gladíolo
Muito bom com rega profunda e cobertura que não toque na base.
Dália
Muito boa com sombra leve à tarde, gota a gota e cobertura orgânica.
Lírio-amarelo-dos-pântanos
Bom onde a água é permanente; não criar um lago dependente de desperdício.
Papiro
Muito bom com água assegurada e abrigo do vento, sem desperdício de rega.
Baracejo-gigante
Excelente e coerente com paisagem local, usando proveniência responsável.
Festuca-azul
Muito boa com alguma proteção do calor extremo refletido e rega rara.
Grama
Excelente pela tolerância a calor e seca, sem exigir verde permanente.
Folhado
Muito bom em meia-sombra, com solo coberto e rega inicial eficiente.
Sanguinho-das-sebes
Excelente em jardim seco e montado, mantendo alguma sombra para fauna.
Jasmim-estrela
Muito bom com sombra leve à tarde e solo coberto contra o calor extremo.
Tomilho-rasteiro
Excelente com sombra radicular ligeira e rega rara no calor extremo.
Agave-atenuada
Muito boa com sombra ligeira à tarde e rega rara mas profunda no verão.
Aeónio-arbóreo
Muito boa com sol de manhã e água ocasional durante o crescimento fresco.
Echeveria-elegante
Muito boa sob sombra leve à tarde e sem prato com água.
Clementineira
Muito boa com água de qualidade e proteção jovem contra calor e vento.
Toranjeira
Muito boa com água adequada e proteção do escaldão em árvores jovens.
Damasqueiro
Excelente onde há algum frio de inverno, água e abrigo de vento.
Romãzeira
Excelente e bem adaptada, desde que não sofra seca extrema no fruto.
Trigo-mole
Região principal; escolher variedade e ciclo conforme sequeiro ou regadio.
Centeio
Muito bom em solos menos férteis, completando ciclo antes do verão.
Cevada
Região principal; completa ciclo cedo antes do maior calor e seca.
Grão-de-bico
Excelente cultura tradicional de sequeiro, escolhendo data e variedade.
Lentilha
Excelente cultura de sequeiro de inverno em solo bem preparado.
Tremoço-branco
Muito bom nos solos ácidos, completando o ciclo com chuva de inverno.
Diospireiro
Excelente com rega eficiente e proteção de escaldão em árvore jovem.
Amoreira-preta
Muito boa com rega de instalação e solo coberto.
Pistácio
Excelente: frio invernal, verão quente e seco e solos calcários.
Nabo
Excelente de outono a primavera com rega moderada.
Beterraba
Muito boa no período fresco; sombra leve ajuda no fim da primavera.
Batata-doce
Excelente e tolerante à seca depois de enraizada, sem excesso de azoto.
Rabanete
Muito bom no período fresco, com ciclos de quatro a seis semanas.
Arroz
Muito bom em regadio nivelado e legalmente enquadrado, com calor.
Trigo-duro
Região principal e base das listas portuguesas de variedades recomendadas.
Triticale
Excelente em sequeiro, escolhendo ciclo antes do calor terminal.
Alcachofra
Excelente com água na formação e proteção do solo no verão.
Sésamo
Excelente pelo calor e ar seco, com água para emergência.
Sorgo
Excelente pela tolerância ao calor e menor exigência hídrica.
Painço
Excelente em ciclo curto com pouca água, controlando aves.
Beringela
Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.
Melão
Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.
Melancia
Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.
Quiabo
Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.
Feijão-frade
Excelente pela tolerância ao calor e à seca, sem confundir tolerância com ausência total de rega.
Espargo
Muito bom com água no crescimento da rama e proteção contra calor extremo do solo.
Tomatillo
Excelente com gota-a-gota e cobertura; algum ensombramento protege fruto no pico do verão.
Fisális
Excelente com gota-a-gota e cobertura; algum ensombramento protege fruto no pico do verão.
Feijão-de-metro
Excelente no calor; cobertura, gota-a-gota e proteção contra escaldão estabilizam a cultura.
Zambujeiro
Excelente pela resistência à seca, calor, ramoneio e solos esqueléticos.
Esteva
Excelente em montado e matos siliciosos, respeitando faixas de combustível.
Lentisco
Excelente sob calor e seca, evitando densidades contínuas junto a construções.
Gilbardeira
Muito boa em montado denso e sombra seca, desde que se instale no outono.
Ervilhaca-comum
Excelente em mistura com cereal, aproveitando chuva de inverno.
Luzerna
Excelente com rega eficiente ou profundidade útil, mas não em solo salino sem avaliação.
Trevo-subterrâneo
Excelente exemplo de adaptação mediterrânica a inverno húmido e verão seco.
Trevo-encarnado
Muito bom com chuva outonal; terminar cedo onde a primavera seca rapidamente.
Manjericão
Excelente no calor, desde que a raiz não seque e haja proteção contra escaldão.
Tomilho-comum
Excelente e muito adaptada ao verão seco; alguma água mantém folhas para colheita.
Orégão-comum
Excelente e muito adaptada ao verão seco; alguma água mantém folhas para colheita.
Salva-comum
Excelente e muito adaptada ao verão seco; alguma água mantém folhas para colheita.
Lúcia-lima
Excelente com água localizada e alguma proteção do sol extremo nas plantas jovens.
Cardo-hortense
Excelente e adaptada ao verão seco, desde que receba água na formação das partes comestíveis.
Tupinambo
Muito bom com rega durante crescimento; calor e seca reduzem calibre dos tubérculos.
Ervilhaca-peluda
Muito boa em sequeiro com cereal, desde que termine antes da seca e semente.
Serradela
Excelente em solos arenosos pobres, usando a chuva de inverno e semente dura.
Sula
Excelente no ambiente mediterrânico e em argilas calcárias com drenagem funcional.
Milho-forrageiro
Excelente potencial sob rega eficiente; sem água sustentável o risco agronómico é alto.
Capim-do-Sudão
Excelente para calor e seca moderada, precisamente onde o risco de toxicidade aumenta.
Tef forrageiro
Excelente com rega eficiente, tolerando calor mas não falta total de água.
Borragem
Excelente anual mediterrânica de outono–primavera, terminando antes da seca severa.
Centáurea-azul
Excelente anual de sequeiro fresco, terminando naturalmente quando chega a seca.
Facélia
Excelente no ciclo de chuva, com pouca necessidade de água e terminação precoce.
Agastache
Muito boa com alguma rega de instalação, entrando em repouso durante seca extrema.
Cosmos
Excelente anual de baixa água depois de instalada, com sombra apenas em calor extremo.
Zínia
Excelente com rega eficiente e cobertura do solo, protegendo apenas em calor extremo.
Escabiosa
Excelente anual mediterrânica, especialmente com sementeira de outono.
Açafrão
Excelente adaptação ao ciclo mediterrânico, desde que a rega estival não alcance os cormos.
Oca
Muito boa com rega e cobertura, protegendo a folhagem do calor e prolongando-a no outono.
Yacon
Muito bom com gota-a-gota e cobertura, evitando stress prolongado no calor.
Íris-barbuda
Excelente adaptação ao verão seco, com alguma água na instalação de outono.
Frésia
Excelente no inverno suave, suspendendo água quando a folhagem secar no verão.
Ranúnculo-da-Pérsia
Excelente no ciclo de chuva, desde que o solo drene e a planta termine antes do calor.
Salgueirinha
Muito boa em margem sazonal ou jardim de chuva que não dependa de desperdício.
Tábua-estreita
Excelente onde a água já existe; não justifica criar consumo hídrico elevado.
Salgueiro-branco
Excelente em linhas sazonais compatíveis, sem importar genótipos de outras bacias.
Choupo-branco
Excelente apenas no quadrante sudeste e com origem local comprovada; fora daí é cultivo.
Tamujo
Excelente em ribeiras siliciosas com estiagem, sobretudo no interior alentejano.
Silva-comum
Adaptada, sobretudo em zonas frescas; gerir combustível e expansão no verão.
Orquídea-espelho
Excelente em clareiras mediterrânicas, com pastoreio ou corte compatível com o ciclo.
Serapião
Excelente no mosaico mediterrânico extensivo, evitando sobrepastoreio na floração.
Orquídea-piramidal
Excelente em clareiras calcárias e montado aberto com gestão extensiva.
Limodoro
Excelente em montado e bosque mediterrânico, desde que o solo permaneça intacto.
Narciso-trombeta-pequena
Muito bom em montado e depressão sazonal, sem rega estival excessiva.
Cila-do-peru
Excelente em montado e pousio argiloso, com repouso seco no verão.
Narciso-das-areias
Excelente no litoral alentejano, com proteção rigorosa do cordão dunar.
Fritilária-lusitana
Excelente em montado e mato aberto com verão seco e solo pobre.
Cebola-albarrã
Excelente em solo pedregoso de sequeiro e sol pleno.
Salicórnia
Excelente em estuários, salinas e lagoas costeiras alentejanas com hidroperíodo preservado.
Sarcocórnia-perene
Muito adequada a sapais alentejanos e salinas antigas com hidrologia não bloqueada.
Gramata-branca
Excelente no litoral alentejano estuarino, desde que a salinidade não seja artificial.
Valverde-do-sapal
Excelente em salinas, lagunas e sapal alto alentejano com seca entre inundações.
Morraça
Muito adequada a estuários e lagoas costeiras, sem colher rizomas de morraçais naturais.
Junco-marítimo
Muito adequado a orlas de salinas e sapais alentejanos com humidade persistente.
Junco-agudo
Excelente no litoral alentejano, combinando tolerância a sal e secura sazonal.
Junça-marítima
Muito adequada a lagoas e salinas antigas, dependendo de água persistente.
Sapinho-dos-estuários
Muito adequada a sapal alto e salinas com areia húmida sazonal.
Salgadeira
Muito adequada a litoral e salinas alentejanas, fora de submersão prolongada.
Cistanche-amarela
Excelente em comunidades hospedeiras confirmadas do litoral alentejano, sem translocação.
Hipericão
Muito boa com rega de instalação e solo não encharcado; tolera o verão mediterrânico.
Cardo-mariano
Excelente e adaptada à seca, vigiando auto-sementeira em solo mobilizado.
Tanchagem
Muito boa com rega de instalação e solo não encharcado; tolera o verão mediterrânico.
Malva-silvestre
Muito boa com rega de instalação e solo não encharcado; tolera o verão mediterrânico.
Mil-folhas
Muito boa com rega de instalação e solo não encharcado; tolera o verão mediterrânico.
Losna
Excelente e adaptada à seca, vigiando auto-sementeira em solo mobilizado.
Carqueja
Excelente e adaptada à seca, vigiando auto-sementeira em solo mobilizado.
Funcho-bravo
Excelente e adaptada à seca, vigiando auto-sementeira em solo mobilizado.
Douradinha
Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.
Polipódio-do-sul
Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.
Umbigo-de-vénus
Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.
Chaenorrino-das-rochas
Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.
Fel-da-terra-das-rochas
Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.
Papoila-comum
Excelente em sequeiro anual, mas a conservação deve ser compatível com a cultura e o pastoreio.
Nigela-dos-trigos
Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.
Pampilho-das-searas
Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.
Falsa-camomila
Excelente em sequeiro anual, mas a conservação deve ser compatível com a cultura e o pastoreio.
Corriola-campestre
Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.
Fumária-comum
Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.
Soagem
Excelente em sequeiro anual, mas a conservação deve ser compatível com a cultura e o pastoreio.
Estramónio
Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.
Mercurial-anual
Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.
Ansarina-branca
Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.
Aveia-brava
Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.
Azevém-bastardo
Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.
Urze-mineira
Apenas nos arredores da Mina de São Domingos e em ações formais que preservem hidrologia, química e genótipo local.
Alcaravia-dos-charcos
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a oscilação lenta entre submersão e emersão, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Chaetopogon-prostrado
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a margem exterior e a dessecação estival, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Cardo-das-lagoas
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a zona central de inundação prolongada, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Jacinto-dos-charcos
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a clareira húmida e a dormência estival, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Cebolinho-dos-charcos-eriçado
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a faixa externa arenosa e rasa, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Cebolinho-dos-charcos-ibérico
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a zona profunda e siliciosa do charco, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Cebolinho-dos-charcos-velado
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a margem temporariamente inundada, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Junco-capitado
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a orla anual de inundação breve, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Pilulária-menor
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a margem rasa do Sul e o esporocarpo, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Junco-de-Dom-Manuel
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a margem arenosa oligotrófica, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Tanchagem-dos-charcos
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a água oligotrófica rasa e transparente, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Erva-doce-anual
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Epilóbio-maior
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a margem húmida e a carga de nutrientes controlada perante a longa seca estival.
Corriola-das-sebes
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a orla ripícola e a contenção dos rizomas perante a longa seca estival.
Erva-das-escaldadelas
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a fonte e a margem húmida sem artificialização perante a longa seca estival.
Embude
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a segurança de pessoas e herbívoros e a não mobilização das raízes perante a longa seca estival.
Roseira-brava
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a diversidade de roseiras e a estrutura espinhosa da seca e de mobilização profunda.
Norça-preta
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a orla sombreada e a segurança perante tubérculo e bagas da seca e de mobilização profunda.
Briónia-branca
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a sebe sombria e a prevenção de ingestão da seca e de mobilização profunda.
Hera-atlântica
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger o sub-bosque sombrio e a distinção de outras heras da seca e de mobilização profunda.
Periqueiro
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a orla aberta e a separação de outras pereiras da seca e de mobilização profunda.
Carrasco
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a subespécie, as bolotas locais e a gestão de combustível.
Cornicabra
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar o sexo, a proveniência e o espaço de copa.
Espargo-branco
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar os espinhos, o rizoma e a proveniência.
Madressilva-mediterrânica
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar as folhas conadas, a origem e o suporte vivo.
Teúcrio-arbustivo
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a drenagem, a proveniência e o volume adulto.
Bupleuro-arbustivo
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a origem, a exposição costeira e o espaço adulto.
Zimbro-galego
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a paleoduna ácida, o sexo e a população de origem.
Sabina-da-praia
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie, o sexo e o sistema dunar.
Camarinha
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar o sexo, a proveniência atlântica e a areia.
Tomilho-das-praias
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a areia básica, a população e a proteção legal.
Marcetão-das-areias
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar o corredor Setúbal–Sines, a areia ácida e a autorização.
Arméria-das-praias
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a identidade, a proveniência sul e a mobilidade da areia.
Tojo-manso
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a distinção de Stauracanthus spectabilis, a areia e a origem.
Sargacinha-amarela
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a areia litoral, a drenagem e a proveniência.
Sargaça-maior-das-areias
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie, a areia e o volume adulto.
Assembleias-costeiras
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie costeira, a origem e a areia.
Escrofulária-das-areias
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a variedade, a areia costeira e a proveniência.
Língua-de-vaca-das-areias
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie, a raiz profunda e a proveniência.
Boca-de-lobo-das-areias
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar os ramos gavinhosos, a areia e a origem ibérica.
Rosa-albardeira
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a origem de viveiro, a sombra e a drenagem.
Aderno
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a folha larga, o solo mais fresco e a proveniência.
Aderno-de-folhas-estreitas
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a folha estreita, a exposição seca e a origem.
Salsaparrilha-bastarda
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar os espinhos, o suporte e a contenção.
Espargo-bravo
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a identificação, o rizoma e os espinhos.
Trovisco
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a toxicidade, a drenagem e a origem.
Cássia-branca
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar o hospedeiro, a origem e a humidade edáfica.
Zimbro-bravo
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a subespécie, o sexo e a proveniência.
Urze-branca
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar o pH, a humidade e o porte arbóreo.
Sargaço-mouro
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar o solo ácido, a hibridação e a proveniência.
Tojo-sovelão
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a subespécie, o solo ácido e os espinhos.
Erva-bicha
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a toxicidade, a dormência e a identificação.
Braquipódio-da-Arrábida
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o calcário, a aridez e a identidade do lote.
Braquipódio-dos-prados
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a profundidade do solo e a distinção de B. retusum.
Esparto
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a ocorrência natural, o calcário e a proveniência meridional.
Erva-carneira
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a subespécie, a arista e a proveniência.
Panasco-mediterrânico
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a subespécie e a diferença face a cultivares forrageiros.
Cardo-corredor
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar os espinhos, a raiz axial e o grau de perturbação.
Canavoura
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a raiz, os frutos alados e a segurança.
Salva-brava
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o calcário, a lanosidade e a drenagem.
Salva-dos-caminhos
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a roseta, a perturbação e a identidade.
Pimpinela-comum
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o fruto verrugoso e a proveniência.
Cardazol
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o substrato ácido e o complexo taxonómico.
Barrilheira-maior
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a humidade salina, a interação com Cynomorium e a origem.
Cevada-marítima
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a subespécie, a salinidade e a ausência de semente agrícola.
Artemísia-dos-salgados
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a subespécie, o sapal alto e a cota seca.
Parietária
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a ocorrência espontânea e o risco alergénico.
Erva-pinheira-suculenta
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a identidade face a outros Sedum e o substrato básico.
Campainhas-pequenas
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a escala minúscula, a clareira e a origem do lote.
Alfinetes-dos-muros
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Erva-vaqueira
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a espécie silvestre, distinta de Calendula officinalis.
Capuz-de-frade
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o tubérculo, a espata e a proveniência.
Noselha-comum
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a flor, as brácteas e o cormo de origem cultivada.
Flor-do-vento-palmada
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o solo descalcificado e a cor local da flor.
Nazareno
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o cacho compacto, a folha e a origem dos bolbos.
Cebolinho-arvense
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a banda verde externa das tépalas e o habitat arvense.
Erva-moleirinha-maior
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar a flor, o fruto e a distinção de outras Fumaria.
Jacinto-das-searas
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a identidade, proveniência regional e ocorrência espontânea.
Alho-rosado
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.
Tulipa-brava
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar o calcário, a subespécie e a origem legal do bolbo.
Agulha-de-pastor
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.
Legousia-híbrida
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar o solo básico e a distinção de Legousia scabra.
Adónis-anual
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.
Papoila-ouriçada
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a cápsula madura e a distinção de outras papoilas.
Coentros-bravos
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar uma das subpopulações conhecidas e o estatuto vulnerável.
Poa-bolbosa
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a base bolbosa, o regime de pastoreio e a proveniência.
Trevo-tomentoso
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar as cabeças frutíferas tomentosas e a ocorrência local.
Trevo-estreito
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar o solo pobre, folíolos estreitos e origem.
Serradela-amarela
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a vagem achatada, acidez e proveniência.
Tuberária-malhada
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar o substrato ácido e a mancha basal das pétalas.
Leontodon-tuberoso
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar as raízes tuberosas e a humidade sazonal.
Tanchagem-peluda
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a espiga sedosa e o grau de nitrificação.
Bico-de-cegonha
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar o fruto maduro e a distinção de outros Erodium.
Biserrula
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a vagem serrada, acidez e nome aceite.
Trevo-negrescente
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a frescura sazonal, capítulo e subespécie.
Saveirinho
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a distribuição conhecida e a vagem em forma de barco.
Serradela-pinada
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a vagem, flores e substrato silicioso.
Pereira-brava-ibérica
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável.
Piorno-branco
No Alentejo, integrar o ciclo anual na gestão extensiva do montado; confirmar o habitat de substituição, densidade e proveniência.
Cânhamo industrial
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a autorização, variedade, parcela e calendário oficial.
Algodoeiro-herbáceo
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.
Cártamo-tintureiro
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a variedade, espinhos e ausência de encharcamento.
Ruiva-dos-tintureiros
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a contenção dos rizomas e o tempo até colheita.
Reseda-dos-tintureiros
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a identificação, origem local e contenção de sementes.
Cota-dos-tintureiros
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a contenção de uma espécie cultivada não nativa.
Kenaf
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a soma térmica e contenção de sementes.
Urze-das-vassouras
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar o solo ácido, subespécie e proveniência local.
Táveda
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a subespécie, estatuto insular e distância de estradas.
Erva-mata-pulgas
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a subespécie, proveniência e solo pedregoso.
Calicotome-vilosa
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência mediterrânica, espinhos e proveniência.
Ballota-peluda
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.
Centáurea-parda
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar o rebordo negro das brácteas e origem.
Sófora-do-Japão
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar o contexto urbano, queda de vagens e naturalização.
Koelreutéria
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a naturalização, resistência do ramo e contexto urbano.
Cariópteris-azul
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a drenagem, cultivar e contenção ornamental.
Palmeira-das-Canárias
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, vento, espaço e escaravelho-vermelho.
Evónimo-do-Japão
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar cultivar, maresia, contenção e ventilação.
Segurelha-anual
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar o calor de floração, ventilação e autenticidade da semente.
Segurelha-das-montanhas
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar frio invernal, drenagem e contenção fora do canteiro.
Arruda-de-jardim
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.
Abrótano
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.
Hissopo
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a drenagem, identidade e uso apenas culinário reconhecido.
Anis
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.
Cominho-preto
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a época de chuva, identidade face a outras Nigella e secagem.
Lódão-bastardo
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar proveniência, espaço de copa e eventual queda de fruto no regulamento e inventário municipal.
Olaia
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar forma de tronco, geada tardia e queda de vagens no regulamento e inventário municipal.
Gledítsia
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar cultivar inerme, vagens, arquitetura e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Árvore-de-Júpiter
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.
Tipuana
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar geada, raízes, escala e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Braquiquito
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar geada, folículos irritantes e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Pimenteira-bastarda
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar geada, alergénios, frutos e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Mélia
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar fruto tóxico, dispersão, geada e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Abóbora Moganga de Geraz
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.
Cebola Setúbal Portuguesa
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar fotoperíodo, míldio, cura e calendário local.
Fava do Algarve
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar data de inverno, geada forte, calor na floração e polinização cruzada.
Feijão Murtosa
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar temperatura do solo, antracnose, vento e fidelidade do lote.
Melão Branco do Ribatejo
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar calor acumulado, oídio, doçura e isolamento de outros meloeiros.
Melão Manuel António
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar calor longo, escaldão, maturação tardia e isolamento varietal.
Pimento de Sabugal
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar noites frias, calor de floração, podridão apical e isolamento de outros pimentos.
Tomate Cereja de Inverno
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar geada, míldio, maturação completa e conservação seca.
Tomate da Campina
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar última geada, escaldão, Tuta absoluta e fidelidade do lote.
Tomate do Inverno
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar estação longa, casca íntegra, míldio e armazenamento.
Oliveira Galega Vulgar
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; evitar humidade persistente e confirmar adaptação do clone local.
Oliveira Cobrançosa
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; boa referência no Nordeste e interior, mas validar frio e disponibilidade de água.
Oliveira Verdeal Alentejana
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; é referência alentejana; testar fora da região em pequena escala.
Oliveira Cordovil de Serpa
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; melhor referência no Baixo Alentejo e condições mediterrânicas interiores.
Videira Touriga Nacional
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; adaptável, mas ajustar clone, carga e porta-enxerto à região.
Videira Arinto (Pedernã)
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; ampla adaptação; Bucelas é referência, não limite biológico.
Videira Castelão
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; forte referência na Península de Setúbal, Tejo e sul.
Videira Fernão Pires (Maria Gomes)
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; ampla difusão no Centro e Tejo; ajustar ao calor precoce.
Porta-enxerto 110 Richter
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; especialmente útil em solos secos, pobres e sem encharcamento.
Porta-enxerto 1103 Paulsen
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; útil sob seca e alguma salinidade, sem substituir análise de nemátodes.
Porta-enxerto 140 Ruggeri
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; reservar para seca e calcário onde o vigor alto é necessário.
Porta-enxerto de macieira MM.111
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; útil onde seca e ancoragem pesam mais que precocidade.
Porta-enxerto de citrinos Citrus macrophylla
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; orientado para zonas cítricas suaves, sobretudo limoeiro.
Porta-enxerto GF 677
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é candidato para seca e calcário apenas onde a drenagem seja segura.
Porta-enxerto Garnem
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; tem interesse em pomares secos e calcários, especialmente com risco confirmado de nemátodes.
Porta-enxerto Krymsk 86
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; pode resolver combinações difíceis de textura e pH, mas exige experiência local.
Porta-enxerto UCB1
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; só tem sentido onde a cultivar recebe frio suficiente e o verão amadurece a produção.
Porta-enxerto Montclar
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é opção onde se pretende caráter de pessegueiro com melhor resposta à clorose.
Porta-enxerto Adesoto 101
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é alternativa para controlar vigor em solos pesados ou calcários com compatibilidade provada.
Porta-enxerto Rootpac R
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é candidato de vigor alto para condições difíceis, exigindo ensaio e controlo da copa.
Porta-enxerto Mahaleb
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é opção de sequeiro e calcário apenas em solo leve e com cultivar compatível.
Porta-enxerto Pistacia atlantica
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é opção de frio e salinidade apenas sem histórico de Verticillium.
Porta-enxerto Fercal
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; é ferramenta para clorose calcária, desde que profundidade e água útil existam.
Porta-enxerto 99 Richter
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; favorece seca e solo neutro sem sal, aceitando arranque lento e vigor alto.
Porta-enxerto Citrus volkameriana
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é material de clima suave, vigor alto e água limitada, aceitando menor qualidade.
Porta-enxerto tangerineira Cleópatra
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é opção lenta para sais e alcalinidade, nunca para colo permanentemente húmido.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 5
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é candidato mediterrânico para menor vigor, calcário e sal com validação da copa.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 13
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é opção de baixo vigor e sal, mas exige excluir Tylenchulus.
Porta-enxerto limoeiro Rugoso
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é opção especializada para areia e seca em clima suave, aceitando qualidade inferior.
Laranjeira Newhall
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; a precocidade ajuda antes do frio, mas fruto e rebentos jovens continuam sensíveis à geada.
Laranjeira Navelina
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; é precoce e comercialmente testada, desde que haja proteção do frio e água uniforme.
Laranjeira Lane Late
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; a longa permanência do fruto exige inverno ameno, boa sanidade e água até à primavera.
Laranjeira Valencia Late
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; precisa de época longa sem geada para terminar o fruto tardio e iniciar simultaneamente a nova campanha.
Laranjeira D. João
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; é património produtivo de ciclo longo para territórios de inverno suave e rega assegurada.
Clementineira Clemenules
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; precisa de bom clima citrícola e controlo das fontes de pólen para fruta sem sementes.
Clementineira Marisol
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; a vantagem é colheita muito precoce, exigindo vigilância rápida de cor, casca e mosca.
Tangerineira híbrida Encore
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; a fruta tardia e a alternância pedem clima suave, rega e gestão de carga.
Tangoreira Ortanique
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; o ciclo tardio e o vigor são para microclima citrícola longo, com espaço e rega.
Tomate
Produtivo com gota a gota e proteção do solo.
Alface
Excelente fora do pico do verão; usar sombra ligeira.
Limoeiro
Calor favorável, mas exige água e abrigo de geada em baixios.
Batata
Exige calendário fresco, cobertura e rega eficiente.
Couve-galega
Preferir outono e inverno, com rega e proteção do calor.
Morangueiro
Exige plantação de outono, rega e proteção do calor.
Macieira
Funciona em altitude ou locais frios com rega eficiente no verão.
Pereira
Possível em locais frios, com rega e proteção contra escaldão.
Feijão
Preferir primavera e fim de verão, evitando floração no pico do calor.
Cenoura
Preferir outono a primavera e manter a linha sempre húmida.
Pepino
Preferir início do verão e manter solo coberto e fresco.
Curgete
Boa com gota a gota, cobertura e alguma sombra vespertina.
Milho-doce
Produz bem, mas exige água precisamente no período mais seco.
Nogueira
Produz com rega, mas calor e escaldão exigem gestão cuidadosa.
Loureiro
Bom em umbria ou junto a água; sofre no calor seco exposto.
Jasmim-comum
Boa com sombra na base e rega profunda durante a floração.
Glicínia
Boa com rega profunda; calor e seca reduzem crescimento e floração.
Estrelícia
Boa com rega e proteção de geadas de inversão e calor refletido.
Calateia-orbifólia
Ar muito seco exige humidificador, agrupamento e rega cuidadosa.
Calêndula
Boa de outubro à primavera, evitando cultivar sob o calor do verão.
Amor-perfeito
Bom na estação fresca; termina rapidamente com calor seco intenso.
Tulipa
Possível em vaso com bolbos pré-arrefecidos; calor encurta a floração.
Nenúfar-branco
Bom se houver reserva de água sustentável e alguma profundidade térmica.
Junco-efuso
Possível apenas com água permanente e justificação ecológica do consumo.
Armeria-marítima
Boa com alguma rega de estabelecimento e proteção do calor refletido.
Funcho-marítimo
Bom em rocha calcária e sol, com rega profunda apenas no estabelecimento.
Tamargueira-africana
Boa no litoral alentejano; no interior, usar apenas com função justificada.
Pilriteiro
Bom em encosta menos seca, com cobertura e regas profundas iniciais.
Abrunheiro-bravo
Bom em solo profundo e menos árido, com cobertura durante a instalação.
Clematite 'Jackmanii'
Boa apenas com solo profundo, sombra à base e rega eficiente no verão.
Maracujá-roxo
Possível sob vidro ventilado, com sombra nas horas de calor e água uniforme.
Dichondra
Boa em sombra leve com água; não é alternativa de baixo consumo em pleno sol.
Heléboro-oriental
Bom em jardim sombreado e profundo, com água de estabelecimento.
Bergénia
Boa em sombra e solo profundo; sol pleno quente exige água adicional.
Avenca
Boa apenas com água sustentável e sombra; não criar consumo permanente injustificado.
Torga
Boa em altitude ou solo ácido fresco; calor extremo e calcário limitam.
Limeira
Possível com abrigo de frio, sombra ligeira extrema e água regular.
Framboeseira
Boa apenas com proteção, raiz fresca e gestão eficiente de água.
Abacateiro
Bom em local sem geada, com água suficiente e sombra temporária jovem.
Bananeira Cavendish
Possível com abrigo, água abundante e proteção de calor, pouco sustentável em muitos locais.
Papaeira
Possível sob proteção com sombra ventilada no calor e muita drenagem.
Ameixeira
Boa com cultivar de baixo frio, proteção do escaldão e água eficiente.
Marmeleiro
Bom com rega eficiente e proteção dos frutos contra escaldão.
Aveia
Boa em ano húmido ou com rega, mas calor precoce reduz grão.
Nespereira-do-Japão
Boa onde o inverno é suave; calor e seca exigem rega no fruto.
Acelga
Boa fora do verão; calor e seca endurecem folhas e induzem espigamento.
Alho-francês
Bom em ciclo de inverno; calor de verão trava crescimento.
Brócolo
Bom de outono a primavera; cabeças abrem depressa com calor.
Colza
Boa com chuva outonal; primavera seca reduz calibre e óleo.
Linho
Bom em ano húmido e sementeira muito precoce; seca encurta o ciclo.
Couve-lombarda
Boa na estação fresca, mas o calor e a secura aceleram espigamento e endurecimento.
Rúcula
Boa na estação fresca, mas o calor e a secura aceleram espigamento e endurecimento.
Funcho-de-Florença
Bom em ciclo de outono; verão quente e seco dificulta engrossamento tenro.
Coentros
Boa na estação fresca, mas o verão acelera floração e exige sombra e água.
Hortelã-verde
Boa apenas com rega regular e proteção do sol extremo durante o verão.
Cebolinho
Boa apenas com rega regular e proteção do sol extremo durante o verão.
Endro
Boa na estação fresca, mas o verão acelera floração e exige sombra e água.
Erva-cidreira
Boa apenas com rega regular e proteção do sol extremo durante o verão.
Poejo
Boa apenas com rega regular e proteção do sol extremo durante o verão.
Estragão-francês
Bom com água regular e proteção da coroa contra calor e secura extremos.
Chicória
Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.
Endívia
Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.
Canónigos
Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.
Pastinaca
Boa em ciclo fresco, com cobertura e rega para impedir raízes fibrosas ou fendidas.
Rábano-daikon
Boa em ciclo fresco, com cobertura e rega para impedir raízes fibrosas ou fendidas.
Couve-rábano
Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.
Pak choi
Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.
Mizuna
Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.
Mostarda-de-folha
Boa na estação fresca, mas calor e seca aceleram floração e endurecimento.
Dáctilo
Aceitável em sequeiro fresco ou regadio; o calor prolongado reduz crescimento e qualidade.
Festuca-alta
Boa onde existe solo profundo ou regadio, mantendo cobertura durante períodos secos.
Azevém-italiano
Bom aproveitando chuva de inverno; termina cedo quando chega calor e seca.
Cornichão
Bom em solos profundos ou de sequeiro fresco; produção baixa durante verão longo.
Capuchinha
Boa do outono à primavera; no verão sofre mesmo com rega se o solo aquece demasiado.
Lavanda-verdadeira
Boa em altitude ou noite fresca; calor extremo pode reduzir qualidade aromática.
Equinácea-púrpura
Boa com solo coberto e água de apoio; calor extremo encurta a duração das flores.
Malva-real
Boa com água de apoio e sombra mínima à raiz, mas a flor sofre em calor extremo.
Gengibre
Bom com rega eficiente e proteção do calor seco, preferindo túnel com ventilação.
Cúrcuma
Boa com abrigo do ar seco e rega localizada, evitando sobreaquecimento do recipiente.
Rábano-rústico
Bom em horta irrigada e fresca; o calor extremo reduz qualidade da raiz.
Taro
Bom com água segura e cobertura, protegendo do vento quente e salinidade.
Araruta
Boa com água sustentável e abrigo do vento seco, sem sol intenso sobre as folhas.
Erva-do-peixe-dourado
Boa apenas com reserva de água sustentável e sombra parcial no pico do verão.
Lentilha-de-água
Boa apenas com água permanente sustentável e controlo de evaporação.
Calítrique-de-água
Boa em charca sazonal de proveniência local, sem manter artificialmente um habitat inadequado.
Menta-da-água
Boa apenas com água permanente sustentável, retirando crescimento excessivo.
Alisma
Boa onde existe água permanente sustentável e espaço para a panícula.
Cárice-ribeirinha
Boa apenas com água permanente e finalidade clara, devido à procura hídrica.
Eleócaris-dos-charcos
Boa com água sustentável e sombra ligeira do solo durante calor extremo.
Verónica-de-água
Boa apenas em nascente ou sistema permanente sustentável e fresco.
Arroz-dos-muros
Boa em serra siliciosa, mas sol extremo e seca de vaso podem queimar o tapete.
Amieiro-ibérico
Possível em troços perenes e nascentes; não plantar em ribeira que seca profundamente.
Freixo-de-folhas-estreitas
Bom em linhas de água e solos profundos; a estiagem extrema limita a instalação.
Salgueiro-preto
Possível junto de água permanente; em ribeira sazonal use salgueiro ou arbusto local adequado.
Sanguinho-de-água
Possível no sudoeste húmido, mas confirmar subespécie baetica e proveniência.
Sabugueiro
Bom apenas em local fresco ou regado; não é arbusto de sequeiro extremo.
Erva-abelha
Possível em depressão e montado aberto; a estiagem longa exige micro-habitat adequado.
Grama-salgada
Possível em estuário e lagoa costeira, sem extrapolar registos escassos.
Camomila-alemã
Boa no inverno e início da primavera, mas termina depressa quando chega calor seco.
Urtiga-maior
Limitada pela seca e calor; cultive em recipiente grande ou junto a uma zona irrigada.
Valeriana
Limitada pela seca e calor; cultive em recipiente grande ou junto a uma zona irrigada.
Consolda
Limitada pela seca e calor; cultive em recipiente grande ou junto a uma zona irrigada.
Feto-dos-muros
Boa em sombra de rocha ou orientação norte; sol pleno pode exceder a tolerância da espécie.
Silene-calcícola
Só onde a ocorrência natural esteja documentada e dentro de projeto formal de conservação.
Boca-de-lobo-rosa
Possível no litoral, mais fraca no interior quente e seco; manter contida.
Cardo-azul-dos-charcos
Região principal para muitos complexos 3170; conservar o hidroperíodo local, especialmente na Nave do Barão, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Urze-carapaça
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Drosera-intermédia
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Pinguícula
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Esfagno-auriculado
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Molínea
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Erva-lanar
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Rabo-de-cão-cristado
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Aveia-de-rosário
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Agrostis-castelhana
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Gaudínia-frágil
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Azevém-baboso
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Trevinho
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Rainha-dos-prados
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger o solo profundo e permanentemente fresco perante a longa seca estival.
Trevo-cervino
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a faixa húmida sem eutrofização perante a longa seca estival.
Epilóbio-de-flor-miúda
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a nascente ou margem encharcada sem revolvimento perante a longa seca estival.
Caniço-malhado
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a margem estável e o controlo da expansão clonal perante a longa seca estival.
Erva-pinheira
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger o solo argiloso húmido e a contenção do rizoma perante a longa seca estival.
Doce-amarga
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a orla sombria e a inacessibilidade das bagas perante a longa seca estival.
Erva-moedeira
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a margem encharcada e a expansão clonal controlada perante a longa seca estival.
Madressilva-atlântica
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a sombra parcial e a distinção entre subespécies da seca e de mobilização profunda.
Sanguinho-legítimo
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a orla fresca e a origem da subespécie da seca e de mobilização profunda.
Tojo-arnal
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger o solo ácido, a subespécie e a gestão do combustível da seca e de mobilização profunda.
Carvalho-negral
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a marcescência, rebentação de raiz e mosaico de montanha da seca, fogo recorrente e mobilização.
Selo-de-salomão
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger o rizoma, a sombra fresca e a prevenção de ingestão da seca, fogo recorrente e mobilização.
Palmeira-anã
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a origem espontânea, o sexo das plantas e a drenagem.
Carrasco-arbóreo-costeiro
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Sândalo-branco
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a ocorrência local, o hospedeiro e a origem do material.
Clematite-de-inverno
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar o estatuto Quase Ameaçada, a localização e o suporte.
Orovale
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a localização, o estatuto e a toxicidade.
Aristolóquia-bética
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a identificação, a toxicidade e a ocorrência local.
Bellevalia-de-Hackel
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar o bolbo, a população do Barrocal e a dormência.
Jonopsídio-sem-caule
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a população, o musgo e o regime de humidade.
Teúcrio-algarvio
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar as folhas, o substrato e a origem ibérica.
Cefalanteira-de-folhas-longas
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a população, a micorriza e o coberto.
Koeléria-dos-calcários
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar o afloramento calcário e a subespécie.
Salepeira-grande
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a população, a micorriza e o calendário de roçagem.
Erva-do-homem-enforcado
Região central para prados mediterrânicos extensivos; ajustar pastoreio, corte e proveniência ao local. Confirmar a população, o calcário e a micorriza.
Esfenopo-divaricado
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a areia solta, a população e a panícula madura.
Junco-subulado
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar o gradiente salobro, o rizoma e a ocorrência local.
Grama-filiforme
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a espiga filiforme, a cota e a população.
Flor-de-andorinha
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a depressão salobra, a clareira e a proveniência insular ou continental.
Junquinho-dos-sapais-do-sul
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a população, o fruto e a reconversão de salinas.
Cimbalária-dos-muros
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o estatuto de arqueófita, a sombra e a capacidade de dispersão.
Arroz-dos-telhados
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o táxon, o peso saturado e a drenagem do suporte.
Arruda-dos-muros
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o calcário, os soros e a ocorrência regional.
Alho-das-vinhas
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar o estatuto regional, bolbilhos e risco de expansão.
Papoila-longa-peluda
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a cápsula alongada, pelos e proveniência.
Caucalis-dos-campos
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a ocorrência atual, fruto espinhoso e estatuto local.
Ranúnculo-dos-campos
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a humidade primaveril, fruto espinhoso e ocorrência.
Índigo-japonês
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a disponibilidade de água, geada e contenção.
Cardo-penteador
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a diferença de D. fullonum e prevenção de escape.
Rami
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a geada, rega e contenção rizomatosa.
Giesteira-das-vassouras
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a subespécie, combustível e proveniência regional.
Meliloto-amarelo
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência local, identidade e proveniência.
Áster-de-folhas-estreitas
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência regional, subespécie e floração tardia.
Nêveda-dos-gatos
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a contenção, origem e pressão de gatos.
Magnólia-de-folha-persistente
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar volume de solo, vento e água estival.
Cica-do-Japão
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, drenagem, proveniência e segurança.
Araucária-de-Cook
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, vento dominante e distância a edifícios.
Plátano-híbrido
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar escala, alergénios, água e vigilância fitossanitária.
Jacarandá
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, vento e estrutura de ramos.
Clívia
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, sombra seca e segurança.
Acanto
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar estatuto legal, rizomas e distância de habitat natural.
Crino
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar geada, profundidade, humidade e segurança.
Lírio-de-um-dia
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar clone histórico, água primaveril e contenção dos rizomas.
Cerefólio
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a janela fresca e identidade de uma Apiaceae cultivada.
Hortelã-da-Bíblia
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar o calor, a autenticidade do clone e contenção dos rizomas.
Alteia
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a humidade, salinidade, origem e ausência de recolha silvestre.
Malva-cheirosa
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a geada, identidade do clone e contenção.
Perpétua-das-areias
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a subespécie, proveniência litoral e autorização de conservação.
Tília-prateada
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar escala adulta, vento, água e calor refletido no regulamento e inventário municipal.
Ulmeiro-campestre
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar grafiose, origem genética e monitorização municipal no regulamento e inventário municipal.
Zelkova-japonesa
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar água estival, proveniência e espaço de copa no regulamento e inventário municipal.
Catalpa-comum
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar vento, água, cápsulas e estrutura no regulamento e inventário municipal.
Abóbora-porqueira de Bornes
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar geada, verão suficiente e regras da região de origem da variedade de conservação.
Cenoura Pau Roxo das Seis Marias
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar janela fresca, textura do solo e isolamento de cenoura cultivada e brava.
Couve Penca de Chaves
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar frio útil, lagartas, hérnia das crucíferas e cruzamento com outras couves.
Pereira Rocha
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; melhor desempenho onde o inverno satisfaz o frio e a primavera não favorece fogo-bacteriano.
Videira Alvarinho
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; referência no Minho; fora dele confirmar calor, vento e conservação de acidez.
Videira Baga
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; a Bairrada é referência; assegurar maturação tardia e sanidade.
Videira Encruzado
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; Dão e Centro interior são a principal referência de adaptação.
Porta-enxerto 41 B
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; útil em calcário quando seca e saturação não são extremas.
Porta-enxerto de macieira MM.106
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; usar apenas onde a drenagem é segura.
Porta-enxerto de pereira BA 29
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; útil em pereiras menores, desde que compatibilidade e água sejam asseguradas.
Porta-enxerto de pereira OH×F 333
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; opção intermédia onde fogo-bacteriano e compatibilidade pesam.
Porta-enxerto de citrinos Carrizo
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; usar em citrinos onde geada, sal e calcário não excedem a combinação.
Porta-enxerto laranjeira-azeda
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; o risco de tristeza exige decisão fitossanitária, não apenas agronómica.
Porta-enxerto Cadaman
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é opção de pessegueiro onde existe humidade moderada, sem justificar solo saturado.
Porta-enxerto Nemaguard
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; só ganha prioridade após identificar nemátodes e confirmar que solo e calcário são compatíveis.
Porta-enxerto Myrobalan 29C
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é opção robusta para ameixeira, confirmando sempre compatibilidade da cultivar.
Porta-enxerto MaxMa 14
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é opção intermédia quando Gisela seria fraco e Colt excessivamente vigoroso.
Porta-enxerto Paradox
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; requer frio e espaço para a cultivar, além de solo profundo e diagnóstico sanitário.
Porta-enxerto Penta
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; ganha interesse em solos pesados ou alcalinos onde híbridos pessegueiro-amendoeira falham.
Porta-enxerto Krymsk 5
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é versátil em temperatura e textura, mas exige material livre de PDV e PNRSV.
Porta-enxerto Krymsk 6
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Porta-enxerto CAB 6P
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é alternativa intermédia onde vigor, produtividade e manutenção de pôlas são aceitáveis.
Porta-enxerto Vlach
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; só é candidato onde frio, espaço, solo profundo e sanidade permitem nogueira vigorosa.
Porta-enxerto SO4
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; é versátil onde não haja seca extrema, compactação ou saturação prolongada.
Porta-enxerto Teleki 5C
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; é opção comparativa para calcário moderado e vigor onde o ciclo não deve atrasar.
Porta-enxerto 161-49 Couderc
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; usar com prudência, apenas em perfil leve e após avaliação do risco de declínio.
Porta-enxerto Rupestris du Lot
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; só é opção em solo pobre, pouco calcário e não compacto, aceitando muitos ladrões.
Porta-enxerto citrange C-35
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; merece ensaio onde se procura menor vigor e qualidade sem calcário extremo.
Porta-enxerto citrange Troyer
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é padrão histórico apenas onde calcário e sais não dominam.
Porta-enxerto laranjeira Gou Tou
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; usar apenas em bloco experimental onde tristeza e argila justifiquem o ensaio.
Porta-enxerto de macieira M.7
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é versátil em pomar de densidade média, com controlo de ladrões e ancoragem.
Porta-enxerto de macieira B.9
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é anão robusto ao frio, mas depende de rega e estrutura.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.11
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é alternativa precoce de vigor baixo, sem dispensar água nem vigilância de pulgão-lanígero.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.41
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é escolha de alta densidade e forte sanidade, com proteção física da união.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.890
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; serve pomar semi-anão quando sanidade e autonomia importam mais que densidade máxima.
Porta-enxerto de pereira Quince A
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é produtivo em solo fértil e fresco, depois de confirmar afinidade e calcário.
Porta-enxerto de pereira OH×F 87
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; equilibra menor porte, afinidade de Pyrus e resistência ao fogo bacteriano.
Porta-enxerto de pereira Pyrodwarf
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é opção clonal semi-vigorosa onde uniformidade e afinidade superam a procura de ananicamento.
Tangerineira Setubalense
No Alentejo, assegurar rega, proteção do escaldão e qualidade da água; o valor é patrimonial e aromático, mas frio, sementes e alternância exigem planeamento.
Hortênsia
Elevada exigência de água e proteção; não é escolha resiliente.
Castanheiro
Apenas microclimas serranos frescos e ácidos, com água disponível.
Cerejeira
Apenas serras e microclimas frios com água e baixa humidade na colheita.
Camélia
Calor, secura e calcário tornam a manutenção muito exigente.
Erva-das-pampas — não plantar
Não plantar; tolera seca e pode invadir linhas de água e áreas perturbadas.
Azevém-perene
Fraco como relvado permanente sustentável sob calor e seca prolongados.
Estorno
Apenas no troço litoral com duna ativa; não usar no interior alentejano.
Limónio-dos-sapais
Apenas nos sapais litorais; não usar em jardim interior salinizado.
Ajuga
Fraca sem água e sombra consistentes; preferir coberturas mediterrânicas secas.
Hosta-de-Siebold
Fraca pela secura e calor, salvo jardim muito fresco com água sustentável.
Feto-macho
Fraco salvo barranco fresco com água sustentável e sombra densa.
Feto-real
Fraca sem água permanente e sustentável; não criar uma zona húmida artificial dispendiosa.
Urze-portuguesa
Fraca salvo serra húmida e ácida; não é arbusto para planície seca.
Daboécia-cantábrica
Fraca por calor e seca, mesmo com solo ácido; escolher urzes mediterrânicas.
Mirtilo-americano
Fraco pelo calor e alcalinidade; só em sistema dedicado com água adequada.
Groselheira-vermelha
Fraca na planície quente; apenas em altitude fresca ou sombra adequada.
Aveleira
Fraca salvo em altitude fresca e com água segura durante o enchimento.
Kiwi
Fraca pelo calor, vento e necessidade de água, salvo microclima fresco.
Aipo
Fraco no verão pelo consumo de água; possível em ciclo fresco.
Couve-flor
Fraca no verão; possível em inverno com água e cultivar adequada.
Trigo-sarraceno
Fraco no verão; possível muito cedo com água e floração antes do calor.
Agrião-de-água
Fraca no calor e consumo de água; limitar a ciclo fresco em recipiente protegido.
Trevo-branco
Fraco em sequeiro; apenas útil em solos frescos ou regadio pecuário bem dimensionado.
Trevo-violeta
Fraco sem regadio; pode produzir no ciclo fresco mas desaparece cedo no verão.
Monarda
Fraca sem regadio; possível em jardim fresco, sombreado à tarde e com solo coberto.
Ruibarbo
Fraco nas planícies quentes, possível apenas em altitude fresca com água abundante.
Potamogéton-flutuante
Fraco pelo calor, evaporação e necessidade de água permanente pouco mineralizada.
Ranúnculo-aquático
Fraco nas planícies quentes, salvo charca sazonal adequada e proveniência local.
Vidoeiro-pubescente-celtibérico
Fraco pelo calor e défice hídrico; não compensar local estruturalmente inadequado com rega intensiva.
Tramazeira
Fraca pelo calor seco e estação estival longa, mesmo com rega suplementar.
Zimbro-rasteiro
Fraco pelo verão longo e quente, mesmo em solo mineral e com rega.
Piorno-da-Estrela
Fraco nas planícies quentes; serra alta ainda exige ensaio e origem documentada.
Mirtilo-bravo
Fraco pelo calor, alcalinidade e água limitada; preferir pequenos frutos adaptados.
Cervum
Fraco pelo défice hídrico e solos agrícolas enriquecidos em fósforo.
Festuca-elegante
Inadequada ao calor e à secura; não criar coleção fora de instituição competente.
Urze-das-turfeiras
Fraca por seca e calor, sem justificação para consumir água criando habitat artificial.
Orvalhinha
Fraca por calor e evaporação, tornando o cultivo dependente de água desmineralizada.
Açafrão-da-primavera
Fraco pelo inverno insuficiente e calor precoce; apenas ensaio em serra alta.
Campainhas-da-Estrela
Inadequada; não criar população artificial fora da distribuição natural.
Choupo-negro
Exige água e espaço; há árvores autóctones mais coerentes para restauro ribeirinho.
Noveleiro
Inadequado e fora da área; não criar população ornamental que confunda registos.
Azereiro
Inadequado à generalidade do clima; não translocar para jardins só por ser português.
Orquídea-dos-brejos
Fraca e muito localizada; conservar apenas ocorrências confirmadas, sem criar novas.
Narciso-calcícola
Fora da distribuição endémica conhecida; usar geófitos locais não protegidos.
Gerânio-da-Madeira
Calor, seca e geada de inversão tornam o cultivo fraco e dependente de abrigo.
Massaroco-da-Madeira
Calor, seca e geada de inversão tornam o cultivo fraco e dependente de abrigo.
Isoplexis-da-Madeira
Inadequado ao verão quente e seco.
Til-da-Madeira
Inadequada ao défice hídrico e calor.
Folhado-da-Madeira
Inadequada à seca prolongada.
Uveira-da-serra da Madeira
Inadequada ao calor e défice hídrico.
Vidália
Inadequada ao calor seco prolongado.
Urze-dos-Açores
Inadequada ao calor e alcalinidade frequente.
Cedro-do-mato dos Açores
Inadequado à seca longa e ao calor estival alentejano.
Pau-branco dos Açores
Inadequado ao défice hídrico.
Uva-da-serra dos Açores
Inadequada ao verão seco.
Lisimáquia-dos-Açores
Inadequada ao calor e défice de água.
Saxífraga-espatulada
Fraca pelo calor e secura, salvo microclima serrano húmido comprovado.
Cravo-de-Sintra
Só onde a ocorrência natural esteja documentada e dentro de projeto formal de conservação.
Ensião-de-pasta
Fraca por calor extremo e geada de inversão; exige abrigo e drenagem controlada.
Ensião-viscoso
Fraca por calor extremo e geada de inversão; exige abrigo e drenagem controlada.
Bocas-de-lobo-de-Trás-os-Montes
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Arenária-de-Font-Quer
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Cravina-transmontana serpentinícola
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Avénula-lusitânica
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Arméria-lanuda
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Festuca-de-Bragança
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Arméria-de-Morais
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Feto-negro-da-Corunha
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Tomelos-de-níquel
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Feto-serpentinícola
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Santolina-semidentada
Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Urze-dos-brejos
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Samouco-do-Brabante
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Quebra-ossos
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Algodão-das-turfeiras
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Arnica-atlântica
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Rhynchospora-branca
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Esfagno-capilar
Só em enclaves naturais confirmados, como serras ou litoral húmido; o clima regional é geralmente desfavorável.
Poa-trivial
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Junco-de-flor-aguda
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Ranúnculo-inflamatório
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Calta
Adequação localizada em serras e linhas de água; a evapotranspiração elevada limita lameiros fora de microclimas húmidos.
Angélica-silvestre
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a sombra fresca e a identificação rigorosa perante a longa seca estival.
Lúpulo
Restrita a linhas de água, nascentes e serras frescas; proteger a orla fresca e a separação entre população silvestre e cultivar agrícola perante a longa seca estival.
Barrete-de-padre
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a população transmontana Vulnerável e o carvalhal associado da seca e de mobilização profunda.
Lantana-arbórea
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a única população do rio Mente e a sua área potencial da seca e de mobilização profunda.
Alfeneiro-comum
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a naturalidade exclusiva de Trás-os-Montes da seca e de mobilização profunda.
Vide-branca
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a distribuição localizada e o suporte robusto da seca e de mobilização profunda.
Azevinho
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger o núcleo espontâneo protegido e a origem cultivada legal da seca e de mobilização profunda.
Macieira-brava
Apenas em serras, linhas de água ou microclimas frescos; proteger a população silvestre e a distância de pomares da seca e de mobilização profunda.
Esfagno-dos-pântanos
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-brilhante
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-papiloso
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Cárice-vulcânica
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feno-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Queiró-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Azevinho-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Urze-rasteira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feno-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Abrótona-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Violeta-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feto-de-foice-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Musgo-espada-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Cedro-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Sorveira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Carvalho-alvarinho
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a humidade edáfica, as bolotas locais e a arquitetura de bosque da seca, fogo recorrente e mobilização.
Teixo
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger as subpopulações Em Perigo, o sexo e a toxicidade da seca, fogo recorrente e mobilização.
Anémona-dos-bosques
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger as quatro localizações de Castro Laboreiro e a gestão de lameiro da seca, fogo recorrente e mobilização.
Jacinto-dos-bosques
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger o cacho unilateral, a população local e a separação de outros jacintos da seca, fogo recorrente e mobilização.
Martagão
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger os núcleos Vulneráveis, a polinização e o bolbo não perturbado da seca, fogo recorrente e mobilização.
Prímula-sem-caule
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a flor amarelo-pálida silvestre e a separação de cultivares da seca, fogo recorrente e mobilização.
Feto-de-folha-macia
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a coroa de frondes, ráquis escamosa e barranco fresco da seca, fogo recorrente e mobilização.
Feto-fêmea
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger as frondes delicadas, soros curvos e solo ácido da seca, fogo recorrente e mobilização.
Alho-ursino
Apenas em serras ou microclimas comprovados; proteger a única população da serra da Nogueira e os cerca de cem indivíduos da seca, fogo recorrente e mobilização.
Eufórbia-de-Gomes-Pedro
Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar o endemismo do Espichel, a autorização e a seiva tóxica.
Tojo-gatunho
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a população de origem, o calcário e a autorização.
Tomilho-cabeçudo-do-Algarve
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar o endemismo algarvio, o substrato e o estatuto.
Tanchagem-do-Algarve
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a microdepressão ferruginosa, a população e a hidrologia.
Tuberária-maior
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar o conceito taxonómico nacional, a população e a areia.
Corriola-do-Espichel
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a falésia Espichel, a autorização e a segurança.
Arábis-sadina
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a serra calcária, a população e a diagnose.
Iberis-microcarpa
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a subespécie, a proveniência e o afloramento.
Coincya-de-Sintra
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a população de Sintra, o estatuto e a taxonomia.
Esteva-de-Sagres
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar o Algarve ocidental, a subespécie e a proveniência.
Sideritis-lusitanica
Alguns táxones chegam ao litoral alentejano, mas não são intercambiáveis entre populações; confirmar a subespécie endémica, a terra rossa e a proveniência.
Carvalho-de-Monchique
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a população de Monchique, a genética e o risco de hibridação.
Salicórnia-anã
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a única população atual, a crosta e o hidroperíodo.
Beterraba-de-fruto-grande
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a população algarvia, a marga e a diversidade genética.
Sapinho-do-Sotavento
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar as três localizações, a semente e a clareira.
Limónio-branco
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar as quatro localizações, a invasora Spartina densiflora e a população de Algoz.
Valverde-esplêndido
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar os dois registos, a identificação e a perturbação moderada.
Cinomório-do-Algarve
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar os quatro locais, o hospedeiro e o pisoteio.
Gagea-dos-prados
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a localização autorizada e o substrato ultrabásico.
Bupleuro-de-folha-redonda
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar o registo histórico, ausência atual e política de reintrodução.
Pastel-dos-tintureiros
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a proveniência cultivada e a população espontânea das arribas do Douro.
Vimeiro
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a água disponível e distância de linhas de água naturais.
Soagem-lusitana
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a altitude, frescura e proveniência ibérica.
Tília-de-folhas-pequenas
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar o volume de solo, calor urbano e origem de viveiro.
Monarda-brava
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a humidade estival, oídio e contenção.
Buxo-comum
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar proveniência, calor, traça e autenticidade do traçado.
Cedro-do-Himalaia
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar calor, profundidade do solo e escala adulta.
Louro-do-Japão
No Alentejo, reduzir evaporação e não manter espécies incompatíveis por rega permanente; confirmar sombra, humidade do solo, cultivar e sexo.
Levístico
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar o verão fresco, profundidade do solo e identidade da Apiaceae.
Alcaravia
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar o frio de inverno, frescura do solo e secagem da umbela.
Bordo-campestre
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar proveniência climática, calor refletido e oídio no regulamento e inventário municipal.
Liquidâmbar
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar pH, água estival, fruto e espaço radicular no regulamento e inventário municipal.
Feijão Tarreste
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar chuva, ciclo, suporte e regras da região de origem.
Macieira Bravo de Esmolfe
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; privilegiar 350–550 m, frio invernal e menor pressão de calor.
Videira Loureiro
No Alentejo, considerar calor extremo, seca e escaldão; referência nos Vinhos Verdes; proteger de vento e doenças.
Porta-enxerto de macieira M.9
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; precisa de água, suporte e frio compatível com a cultivar.
Porta-enxerto de macieira M.26
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; adequado a formas pequenas com suporte e vigilância de fogo-bacteriano.
Porta-enxerto Poncirus trifoliata
No Alentejo, pesar seca, salinidade, calcário e vigor excessivo; privilegiar frio e solo não calcário, evitando seca e sal.
Porta-enxerto Marianna 2624
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; é sobretudo candidato onde o excesso de retenção exclui porta-enxertos de pessegueiro.
Porta-enxerto Colt
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; beneficia regiões de cerejeira com solo consistente e água, evitando terrenos ligeiros e secos.
Porta-enxerto Gisela 5
No Alentejo, avaliar seca, calcário, salinidade e água de rega; só é boa escolha com fertilidade, rega, tutoragem e mão de obra compatíveis.
Porta-enxerto Mazzard
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; serve sistemas tradicionais de cerejeira onde solo, espaço e mão de obra suportam árvores grandes.
Porta-enxerto Gisela 6
No Alentejo, pesar seca, calcário, salinidade e replantação; é opção precoce com rega e fertilidade, evitando calor radicular extremo.
Porta-enxerto Kober 5BB
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; faz mais sentido onde humidade ou pobreza limitam vigor e menos em calor fértil.
Porta-enxerto 420A MGt
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; exige profundidade, água suficiente e ausência de compactação ou seca severa.
Porta-enxerto 101-14 MGt
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; favorece parcelas frescas e pouco calcárias, nunca seca estrutural.
Porta-enxerto 3309 Couderc
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; só é candidato onde cloretos, salinidade e nemátodes estejam excluídos.
Porta-enxerto Gravesac
No Alentejo, cruzar seca, calcário, salinidade e objetivo produtivo; é especializado em solo ácido e cascalhento sem pressão de Meloidogyne.
Porta-enxerto citrumelo Swingle
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; é candidato em solo ácido e água boa, evitando calcário, sal e argila pesada.
Porta-enxerto Flying Dragon
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e qualidade da água; serve espaço pequeno e frio em solo não calcário, com rega regular.
Porta-enxerto de macieira M.27
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; só funciona bem com solo fértil, água regular e suporte permanente.
Porta-enxerto de pereira Quince C
No Alentejo, cruzar calor, seca, calcário e disponibilidade de água; é raiz de espaço pequeno, solo rico, água regular e apoio permanente.
Pontos críticos
O que vigiar.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Ações com impacto
Como adaptar.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono
Observe onde fica a geada, onde seca primeiro, quantas horas de sol há no inverno e como a água atravessa o solo. Essa observação vale mais que o código postal.
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