Guia regional · Nove ilhas atlânticas
Açores
Oceânico húmido, pouca amplitude térmica, vento e chuva distribuída.
Hortênsias, folhas e muitas perenes prosperam com humidade; calor insuficiente e vento limitam algumas culturas de verão.
Coleção atual
O que plantar
nesta região.
A classificação compara as espécies publicadas. Dentro da mesma região, altitude, exposição e solo podem mudar a decisão.
Alface
Muito adaptável; ajustar o calendário ao calor e à geada.
Hortênsia
Condições emblemáticas; vigiar vento e drenagem.
Batata
Clima favorável, mas humidade aumenta pressão de doenças.
Couve-galega
Temperatura favorável; vigiar lesmas e lagartas.
Costela-de-adão
Humidade favorece, garantindo ventilação e substrato que não sature.
Cenoura
Temperatura suave favorece, mas a drenagem deve ser impecável.
Ervilha
Temperatura suave é favorável, mas vento exige suporte firme.
Fava
Cresce bem, mas vento e humidade pedem tutor e espaçamento.
Espinafre
Temperatura excelente, com ventilação contra míldio.
Salsa
Temperatura suave favorece, mantendo ar contra doenças foliares.
Loureiro
Muito adaptado ao clima húmido, mas pode naturalizar-se facilmente.
Camélia
Excelente adaptação ao clima oceânico húmido e aos solos ácidos.
Agapanto
Muito vigoroso no clima húmido; conter touceiras e evitar dispersão.
Pothos
Humidade ajuda, desde que haja ventilação e substrato não saturado.
Espada-de-são-jorge
Clima húmido exige mistura mineral, vaso pequeno e ventilação.
Zamioculca
Humidade ambiental é aceitável se o rizoma ficar arejado e seco.
Lírio-da-paz
Humidade ajuda, mas ventilação reduz manchas e mosquitos do substrato.
Ficus-benjamina
Humidade ajuda, mas pouca luz e solo molhado causam queda.
Clorofito
Muito adaptável; boa ventilação evita substrato sempre húmido.
Orquídea Phalaenopsis
Humidade favorece raízes, desde que coroa e casca sequem com ar.
Calateia-orbifólia
Humidade oceânica favorece, mas substrato precisa de ventilação.
Calêndula
Muito boa quase todo o ano, com ventilação contra doenças foliares.
Amor-perfeito
Muito bom em local ventilado, vigiando míldio e podridão da coroa.
Narciso-de-cheiro
Muito bom em talude drenado e ventilado, sem solo saturado contínuo.
Nenúfar-branco
Muito bom, embora nuvens e chuva possam reduzir número de flores.
Lírio-amarelo-dos-pântanos
Excelente no clima húmido, retirando cápsulas para limitar disseminação.
Junco-efuso
Excelente no clima húmido, desbastando plântulas onde forem indesejadas.
Azevém-perene
Excelente com drenagem e corte regular, vigiando doenças por humidade.
Pilriteiro
Muito bom, mas confirmar proveniência local e risco fitossanitário.
Ajuga
Excelente no clima húmido, controlando expansão e doenças foliares.
Hosta-de-Siebold
Excelente com drenagem e controlo de lesmas em clima húmido.
Bergénia
Excelente, mas desbastar folhas velhas para reduzir abrigos de pragas.
Feto-macho
Excelente em abrigo de vento, desde que a drenagem evite saturação contínua.
Avenca
Excelente com drenagem e circulação, evitando saturação anaeróbia do vaso.
Feto-real
Excelente em solo ácido e húmido, com proteção do vento que rasga frondes.
Torga
Excelente climaticamente; usar material de viveiro adequado à ilha, não transferências.
Mirtilo-americano
Muito bom em substrato drenado e abrigo do vento, controlando excesso de chuva.
Aveia
Excelente em crescimento, embora humidade complique colheita e armazenamento.
Tremoço-branco
Excelente em solo ácido, embora humidade aumente antracnose.
Kiwi
Muito boa em abrigo do vento, mas chuva e humidade aumentam PSA.
Nespereira-do-Japão
Muito boa pelo inverno suave, vigiando vento e doenças.
Nabo
Excelente, embora lesmas e humidade exijam vigilância.
Beterraba
Excelente, mas lesmas e cercosporiose podem aumentar.
Rabanete
Excelente, vigiando lesmas e mosca-da-couve.
Acelga
Excelente todo o ano em solo drenado, vigiando lesmas e cercosporiose.
Aipo
Excelente pelo clima húmido, desde que haja rotação e arejamento.
Alho-francês
Muito bom, mas ferrugem e traça exigem inspeção frequente.
Brócolo
Excelente quase todo o ano, com forte pressão de lagartas.
Couve-flor
Excelente em clima ameno, com rotação rigorosa e controlo de lagartas.
Trigo-sarraceno
Excelente em janelas secas, terminando antes de produzir semente.
Couve-lombarda
Excelente pelo clima ameno, com rede, rotação e vigilância de fungos e lesmas.
Rúcula
Excelente pelo clima ameno, com rede, rotação e vigilância de fungos e lesmas.
Funcho-de-Florença
Excelente em solo drenado; vento e lesmas pedem proteção das plantas jovens.
Coentros
Excelente quase todo o ano em solo drenado, vigiando lesmas e doenças de humidade.
Hortelã-verde
Excelente pelo clima húmido, mas ferrugem e expansão exigem vigilância frequente.
Cebolinho
Excelente pelo clima húmido, mas ferrugem e expansão exigem vigilância frequente.
Endro
Excelente quase todo o ano em solo drenado, vigiando lesmas e doenças de humidade.
Erva-cidreira
Excelente pelo clima húmido, mas ferrugem e expansão exigem vigilância frequente.
Poejo
Excelente pelo clima húmido, mas ferrugem e expansão exigem vigilância frequente.
Chicória
Excelente quase todo o ano, com rotação rigorosa e vigilância de lesmas e fungos.
Endívia
Excelente quase todo o ano, com rotação rigorosa e vigilância de lesmas e fungos.
Canónigos
Excelente quase todo o ano, com rotação rigorosa e vigilância de lesmas e fungos.
Agrião-de-água
Excelente climaticamente, mas chuva, animais e escorrência exigem sistema fechado e higiénico.
Pastinaca
Muito boa em cama drenada; humidade e lesmas exigem inspeção frequente.
Rábano-daikon
Muito boa em cama drenada; humidade e lesmas exigem inspeção frequente.
Couve-rábano
Excelente quase todo o ano, com rotação rigorosa e vigilância de lesmas e fungos.
Pak choi
Excelente quase todo o ano, com rotação rigorosa e vigilância de lesmas e fungos.
Mizuna
Excelente quase todo o ano, com rotação rigorosa e vigilância de lesmas e fungos.
Mostarda-de-folha
Excelente quase todo o ano, com rotação rigorosa e vigilância de lesmas e fungos.
Dáctilo
Excelente no clima húmido açoriano, com drenagem, potássio equilibrado e cortes regulares.
Festuca-alta
Muito boa, mas humidade, compactação e seleção varietal exigem controlo continuado.
Trevo-branco
Excelente e tradicional em pastagens húmidas, com drenagem e fertilidade equilibrada.
Trevo-violeta
Excelente no clima açoriano, vigiando compactação, doenças da coroa e conservação.
Azevém-italiano
Excelente e amplamente adaptado, exigindo controlo de compactação e conservação.
Capuchinha
Excelente quase todo o ano em local abrigado, mas controlar lesmas e disseminação por semente.
Ruibarbo
Excelente com drenagem elevada, embora lesmas e podridão exijam vigilância contínua.
Rábano-rústico
Excelente climaticamente, mas deve ficar rigorosamente contido e fora de habitats.
Taro
Excelente em calor húmido, mas nunca plantar em ribeiras ou permitir escape vegetativo.
Oca
Excelente climaticamente, mas exige contenção, drenagem e propágulo sanitariamente limpo.
Yacon
Excelente climaticamente, mas conter propágulos e assegurar drenagem contra podridão.
Erva-do-peixe-dourado
Excelente com proveniência local e contenção; nunca transferir entre lagoas naturais.
Lentilha-de-água
Excelente, mas só com proveniência local e barreira contra transporte por aves e equipamento.
Ranúnculo-aquático
Excelente com material local e sem transferir plantas entre lagoas insulares.
Calítrique-de-água
Excelente com origem insular verificada, sem mover propágulos entre ilhas.
Menta-da-água
Excelente com proveniência local, impedindo dispersão para linhas de água.
Eleócaris-dos-charcos
Excelente com proveniência local e separação de populações entre ilhas.
Verónica-de-água
Excelente com proveniência local, sem translocação entre ilhas ou ribeiras.
Vidália
Excelente em jardim costeiro açoriano com rocha drenada; restauro e recolha exigem autoridade ambiental.
Urze-dos-Açores
Excelente em jardim nativo, orla e restauro autorizado, escolhendo proveniência da mesma ilha e altitude.
Cedro-do-mato dos Açores
Excelente em restauro de floresta de Juniperus quando origem, táxon infraespecífico e altitude são aprovados.
Pau-branco dos Açores
Excelente entre cerca de 50 e 600 m em jardim nativo e restauro autorizado, exceto onde a proveniência não corresponde.
Uva-da-serra dos Açores
Excelente em jardim ácido de altitude e restauro autorizado, usando material da ilha e habitat corretos.
Lisimáquia-dos-Açores
Excelente em prado ou clareira húmida açoriana, com controlo de competição e proveniência da mesma ilha.
Camomila-alemã
Muito boa em local soalheiro e ventilado, com sementeiras protegidas da chuva persistente.
Urtiga-maior
Excelente pelo clima húmido, mas deve ficar longe de linhas de água e áreas naturais.
Valeriana
Excelente pelo clima húmido, mas deve ficar longe de linhas de água e áreas naturais.
Consolda
Excelente pelo clima húmido, mas deve ficar longe de linhas de água e áreas naturais.
Urze-carapaça
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Samouco-do-Brabante
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Drosera-intermédia
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Pinguícula
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Erva-das-escaldadelas
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Esfagno-dos-pântanos
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar nível freático, microtopografia e identidade briológica antes de qualquer plantação.
Esfagno-brilhante
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar superfície húmida aberta e diversidade de esfagnos antes de qualquer plantação.
Esfagno-papiloso
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar tapetes ativos, acidez e estabilidade hídrica antes de qualquer plantação.
Cárice-vulcânica
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar taludes húmidos, ravinas e floresta de nuvens antes de qualquer plantação.
Feno-dos-Açores
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar prado montano pobre, nevoeiro e proveniência por ilha antes de qualquer plantação.
Queiró-dos-Açores
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar charneca húmida, acidez e diversidade genética antes de qualquer plantação.
Azevinho-dos-Açores
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar floresta de nuvens, sexos e epífitos antes de qualquer plantação.
Magnólia-de-folha-persistente
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar volume de solo, vento e água estival.
Araucária-de-Cook
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar geada, vento dominante e distância a edifícios.
Louro-do-Japão
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar sombra, humidade do solo, cultivar e sexo.
Evónimo-do-Japão
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar cultivar, maresia, contenção e ventilação.
Clívia
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar geada, sombra seca e segurança.
Crino
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar geada, profundidade, humidade e segurança.
Cerefólio
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a janela fresca e identidade de uma Apiaceae cultivada.
Levístico
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar o verão fresco, profundidade do solo e identidade da Apiaceae.
Alcaravia
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar o frio de inverno, frescura do solo e secagem da umbela.
Malva-cheirosa
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a geada, identidade do clone e contenção.
Liquidâmbar
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar pH, água estival, fruto e espaço radicular no regulamento e inventário municipal.
Couve Penca de Chaves
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar frio útil, lagartas, hérnia das crucíferas e cruzamento com outras couves.
Fava do Algarve
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar data de inverno, geada forte, calor na floração e polinização cruzada.
Porta-enxerto Poncirus trifoliata
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; privilegiar frio e solo não calcário, evitando seca e sal.
Porta-enxerto Marianna 2624
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; é sobretudo candidato onde o excesso de retenção exclui porta-enxertos de pessegueiro.
Porta-enxerto Penta
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; ganha interesse em solos pesados ou alcalinos onde híbridos pessegueiro-amendoeira falham.
Porta-enxerto Kober 5BB
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; faz mais sentido onde humidade ou pobreza limitam vigor e menos em calor fértil.
Porta-enxerto 101-14 MGt
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; favorece parcelas frescas e pouco calcárias, nunca seca estrutural.
Porta-enxerto 3309 Couderc
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; só é candidato onde cloretos, salinidade e nemátodes estejam excluídos.
Porta-enxerto Gravesac
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; é especializado em solo ácido e cascalhento sem pressão de Meloidogyne.
Porta-enxerto citrumelo Swingle
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; é candidato em solo ácido e água boa, evitando calcário, sal e argila pesada.
Porta-enxerto Flying Dragon
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; serve espaço pequeno e frio em solo não calcário, com rega regular.
Tomate
Escolher local abrigado e muito solarengo.
Limoeiro
Possível em abrigo quente e drenado.
Alecrim
Precisa do local mais solarengo, ventilado e drenado.
Morangueiro
Boa vegetação, mas chuva e vento prejudicam o fruto.
Videira
Possível em locais abrigados; vento e humidade desafiam.
Laranjeira
Possível em abrigo quente; maturação depende da exposição.
Macieira
Possível com cultivares de baixo frio e copa muito ventilada.
Pereira
Cultivares de baixo frio e abrigo do vento melhoram a fiabilidade.
Figueira
Cresce bem, mas humidade pode reduzir qualidade e aumentar podridão.
Feijão
Abrigar do vento e favorecer circulação contra fungos.
Cebola
Possível em abrigo ventilado; humidade aumenta doenças foliares.
Alho
Humidade dificulta cura e aumenta ferrugem; exigir ventilação.
Pimento
Escolher túnel ou abrigo solarengo para obter calor suficiente.
Pepino
Possível em local quente e protegido, vigiando doenças foliares.
Curgete
Boa em abrigo solarengo, controlando vento e humidade foliar.
Abóbora-menina
Calor e sol podem faltar; escolher abrigo e variedade precoce.
Milho-doce
Vento e pouco calor podem falhar polinização; usar variedade precoce.
Medronheiro
Possível, mas a flora insular local deve ser priorizada.
Castanheiro
Clima suave ajuda, mas humidade e doenças radiculares preocupam.
Roseira
Humidade persistente exige cultivares muito resistentes e arejamento.
Sardinheira
Chuva e vento exigem abrigo, drenagem e limpeza de flores velhas.
Jasmim-comum
Possível em abrigo ventilado; chuva reduz perfume e aumenta fungos.
Glicínia
Cresce vigorosamente, mas humidade e vento pedem forte manutenção.
Estrelícia
Boa em abrigo solarengo; vento rasga folhas e chuva satura vasos.
Loendro
Cresce, mas humidade e valor ecológico local aconselham alternativas.
Murta
Possível em jardim, mas devem prevalecer espécies insulares locais.
Aloé-vera
Humidade e nuvens limitam; usar máxima luz e mistura muito mineral.
Cravo-túnico
Bom no período mais solarengo, com ventilação para limitar fungos.
Petúnia
Boa no período mais seco, protegida de chuva e doenças foliares.
Girassol
Bom na época mais solarenga, com circulação contra ferrugem e míldio.
Tulipa
Possível em vaso drenado, mas humidade e pouco frio reduzem desempenho.
Gladíolo
Bom na estação menos chuvosa, com circulação para controlar ferrugem.
Dália
Boa na estação mais seca; humidade constante favorece lesmas e fungos.
Papiro
Possível em abrigo solarengo, embora vento e baixa luz reduzam vigor.
Baracejo-gigante
Limitado pela humidade; experimentar apenas em exposição solar e drenada.
Grama
Limitada por nuvens e humidade; cresce melhor no período mais solarengo.
Estorno
Usar apenas se técnicos locais confirmarem táxon, habitat e proveniência insular.
Armeria-marítima
Apenas com material e aconselhamento locais; não transferir entre ilhas.
Limónio-dos-sapais
Confirmar o táxon e a proveniência de cada ilha antes de qualquer intervenção.
Funcho-marítimo
Bom em ponto solarengo muito drenado, protegido da precipitação persistente.
Tamargueira-africana
Usar apenas com confirmação botânica e proveniência insular apropriada.
Abrunheiro-bravo
Usar apenas após confirmar adequação e proveniência no arquipélago.
Folhado
Bom com ventilação; humidade persistente aumenta doenças de folha.
Sanguinho-das-sebes
Usar apenas se flora e proveniência locais forem confirmadas tecnicamente.
Jasmim-estrela
Bom em abrigo ventilado; excesso de chuva exige drenagem e poda de arejamento.
Clematite 'Jackmanii'
Boa em abrigo ventilado, vigiando murchidão e excesso de humidade.
Maracujá-roxo
Possível em estufa muito luminosa, controlando humidade e doenças foliares.
Dichondra
Boa em área ventilada e drenada; humidade constante favorece fungos.
Heléboro-oriental
Bom com drenagem e ventilação; humidade persistente aumenta manchas.
Aeónio-arbóreo
Possível sob cobertura ventilada; não introduzir nem descartar plantas no arquipélago.
Clementineira
Boa em abrigo do vento, mas a humidade aumenta cochonilhas e fumagina.
Framboeseira
Boa sob túnel muito ventilado, vigiando fungos por humidade persistente.
Groselheira-vermelha
Boa com abrigo de vento e vigilância de fungos na humidade.
Abacateiro
Bom em abrigo de vento e solo drenado; humidade favorece Phytophthora.
Ameixeira
Possível, mas humidade, vento e pouco frio reduzem a regularidade.
Aveleira
Possível com abrigo de vento e seleção de cultivares de menor frio.
Marmeleiro
Possível, mas humidade e vento elevam doenças e derrube de fruto.
Trigo-mole
Possível, mas humidade contínua dificulta sanidade e secagem do grão.
Centeio
Possível, mas vento, humidade e secagem do grão limitam a produção.
Cevada
Possível, mas humidade, vento e maturação irregular dificultam o grão.
Diospireiro
Bom em abrigo do vento, mas humidade pode manchar e atrasar fruto.
Amoreira-preta
Boa em abrigo; vento e chuva derrubam fruto maduro.
Batata-doce
Boa pelo inverno suave, mas humidade e pouco calor podem reduzir cura.
Triticale
Possível para forragem, mas humidade limita a qualidade do grão.
Alcachofra
Boa apenas em drenagem excelente e abrigo de vento húmido.
Colza
Boa apenas em solo arejado, devido à humidade e pressão de doença.
Linho
Bom com drenagem e escolha contra acama e doenças foliares.
Espargo
Bom apenas em drenagem perfeita; humidade, vento e pouca dormência reduzem persistência.
Tomatillo
Boa em abrigo soalheiro e ventilado; vento, humidade e fungos podem limitar a colheita.
Fisális
Boa em abrigo soalheiro e ventilado; vento, humidade e fungos podem limitar a colheita.
Ervilhaca-comum
Boa apenas em solo drenado e mistura arejada; humidade favorece doença.
Trevo-subterrâneo
Possível como cobertura agrícola, mas humidade pode impedir persistência uniforme.
Trevo-encarnado
Bom em parcela drenada; chuva pode prolongar crescimento e dificultar terminação.
Manjericão
Boa apenas em microclima quente e ventilado; humidade favorece manchas e podridão.
Tomilho-comum
Boa apenas em abrigo muito drenado; vento húmido e chuva favorecem declínio da base.
Orégão-comum
Boa apenas em abrigo muito drenado; vento húmido e chuva favorecem declínio da base.
Salva-comum
Boa apenas em abrigo muito drenado; vento húmido e chuva favorecem declínio da base.
Lúcia-lima
Boa em abrigo drenado; vento e humidade persistente podem enfraquecer a planta.
Estragão-francês
Bom apenas em cama muito drenada e ventilada; humidade favorece podridão.
Cardo-hortense
Boa apenas com drenagem excelente e abrigo de vento húmido.
Tupinambo
Bom apenas em drenagem e abrigo; vento e humidade aumentam acama e podridão.
Ervilhaca-peluda
Aceitável, mas humidade e potencial de escape exigem pequena escala e controlo.
Cornichão
Bom, mas pode ser abafado por gramíneas vigorosas no clima húmido açoriano.
Milho-forrageiro
Bom com ciclo curto e abrigo do vento; humidade exige especial atenção à conservação.
Borragem
Boa apenas com drenagem e controlo rigoroso de semente, devido ao clima húmido.
Monarda
Boa com drenagem e cultivar resistente a oídio, evitando massa foliar demasiado densa.
Centáurea-azul
Boa apenas em solo drenado e com controlo da sementeira espontânea.
Facélia
Boa apenas em área agrícola controlada e com prevenção de escape por semente.
Equinácea-púrpura
Boa com drenagem e circulação, evitando o inverno saturado e a dispersão não controlada.
Cosmos
Boa em local abrigado e drenado, controlando vento, fungos e sementeira espontânea.
Escabiosa
Boa apenas em local elevado, ventilado e com controlo de sementes.
Malva-real
Boa apenas em abrigo ventilado, com vigilância constante de ferrugem e lesmas.
Gengibre
Bom pelo clima ameno, mas vento e saturação do solo exigem abrigo e cama elevada.
Cúrcuma
Boa em cama elevada, protegendo de vento e de excesso de chuva no substrato.
Araruta
Boa em abrigo luminoso, mas o excesso de chuva e vento exige vaso drenado.
Frésia
Boa em vaso drenado e coberto da chuva forte, vigiando podridão de cormos.
Ranúnculo-da-Pérsia
Boa somente em vaso drenado e protegido de chuva contínua e vento salino.
Alisma
Usar apenas proveniência insular confirmada e impedir fuga por sementes.
Cárice-ribeirinha
Usar só material local validado e conter para não alterar margens insulares.
Salgueirinha
Usar só proveniência local, controlando sementes em ecossistemas insulares.
Tábua-estreita
Usar apenas proveniência insular e projeto técnico; pequenas lagoas ficam rapidamente dominadas.
Junco-marítimo
Possível onde o táxon é autóctone confirmado; usar apenas população da própria ilha.
Junco-agudo
Usar apenas quando autóctone e confirmado na ilha; não transportar material.
Junça-marítima
Confirmar população e origem da ilha; não transportar tubérculos entre arquipélagos.
Grama-salgada
Usar somente se autóctone e documentada na ilha, com semente insular.
Hipericão
Boa em coleção contida; não introduzir material continental em habitats naturais açorianos.
Cardo-mariano
Apenas em coleção contida e drenada; não introduzir plantas continentais na paisagem.
Tanchagem
Boa em coleção contida; não introduzir material continental em habitats naturais açorianos.
Malva-silvestre
Boa em coleção contida; não introduzir material continental em habitats naturais açorianos.
Mil-folhas
Boa em coleção contida; não introduzir material continental em habitats naturais açorianos.
Losna
Apenas em coleção contida e drenada; não introduzir plantas continentais na paisagem.
Carqueja
Apenas em coleção contida e drenada; não introduzir plantas continentais na paisagem.
Funcho-bravo
Apenas em coleção contida e drenada; não introduzir plantas continentais na paisagem.
Umbigo-de-vénus
Confirmar identidade e estatuto insular; não transportar plantas ou esporos do continente.
Ansarina-branca
Não importar solo ou sementes contaminados; seguir orientações regionais de biossegurança vegetal.
Cebolinho-dos-charcos-eriçado
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Junco-capitado
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Tanchagem-dos-charcos
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Urze-dos-brejos
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Quebra-ossos
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Esfagno-auriculado
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Esfagno-capilar
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Molínea
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Erva-lanar
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Rabo-de-cão-cristado
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Poa-trivial
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Agrostis-castelhana
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Ranúnculo-inflamatório
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Calta
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Azevém-baboso
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Trevinho
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Epilóbio-de-flor-miúda
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Corriola-das-sebes
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Erva-pinheira
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Doce-amarga
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Madressilva-atlântica
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Norça-preta
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Hera-atlântica
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Feto-de-folha-macia
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Feto-fêmea
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Flor-de-andorinha
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Cimbalária-dos-muros
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Parietária
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Campainhas-pequenas
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Alfinetes-dos-muros
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Erva-vaqueira
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Capuz-de-frade
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Erva-moleirinha-maior
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Jacinto-das-searas
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a identidade, proveniência regional e ocorrência espontânea.
Reseda-dos-tintureiros
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a identificação, origem local e contenção de sementes.
Giesteira-das-vassouras
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a subespécie, combustível e proveniência regional.
Urze-das-vassouras
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar o solo ácido, subespécie e proveniência local.
Buxo-comum
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar proveniência, calor, traça e autenticidade do traçado.
Cica-do-Japão
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar geada, drenagem, proveniência e segurança.
Palmeira-das-Canárias
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar geada, vento, espaço e escaravelho-vermelho.
Cedro-do-Himalaia
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar calor, profundidade do solo e escala adulta.
Plátano-híbrido
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar escala, alergénios, água e vigilância fitossanitária.
Jacarandá
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar geada, vento e estrutura de ramos.
Lírio-de-um-dia
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar clone histórico, água primaveril e contenção dos rizomas.
Segurelha-anual
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar o calor de floração, ventilação e autenticidade da semente.
Hortelã-da-Bíblia
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar o calor, a autenticidade do clone e contenção dos rizomas.
Alteia
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a humidade, salinidade, origem e ausência de recolha silvestre.
Cominho-preto
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a época de chuva, identidade face a outras Nigella e secagem.
Perpétua-das-areias
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a subespécie, proveniência litoral e autorização de conservação.
Lódão-bastardo
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar proveniência, espaço de copa e eventual queda de fruto no regulamento e inventário municipal.
Bordo-campestre
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar proveniência climática, calor refletido e oídio no regulamento e inventário municipal.
Tília-prateada
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar escala adulta, vento, água e calor refletido no regulamento e inventário municipal.
Zelkova-japonesa
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar água estival, proveniência e espaço de copa no regulamento e inventário municipal.
Olaia
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar forma de tronco, geada tardia e queda de vagens no regulamento e inventário municipal.
Gledítsia
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar cultivar inerme, vagens, arquitetura e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Árvore-de-Júpiter
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.
Catalpa-comum
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar vento, água, cápsulas e estrutura no regulamento e inventário municipal.
Tipuana
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar geada, raízes, escala e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Braquiquito
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar geada, folículos irritantes e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Pimenteira-bastarda
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar geada, alergénios, frutos e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Mélia
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar fruto tóxico, dispersão, geada e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Abóbora Moganga de Geraz
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.
Cebola Setúbal Portuguesa
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar fotoperíodo, míldio, cura e calendário local.
Cenoura Pau Roxo das Seis Marias
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar janela fresca, textura do solo e isolamento de cenoura cultivada e brava.
Feijão Murtosa
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar temperatura do solo, antracnose, vento e fidelidade do lote.
Feijão Tarreste
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar chuva, ciclo, suporte e regras da região de origem.
Pimento de Sabugal
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar noites frias, calor de floração, podridão apical e isolamento de outros pimentos.
Tomate Cereja de Inverno
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar geada, míldio, maturação completa e conservação seca.
Tomate da Campina
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar última geada, escaldão, Tuta absoluta e fidelidade do lote.
Tomate do Inverno
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar estação longa, casca íntegra, míldio e armazenamento.
Videira Arinto (Pedernã)
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; ampla adaptação; Bucelas é referência, não limite biológico.
Videira Loureiro
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; referência nos Vinhos Verdes; proteger de vento e doenças.
Porta-enxerto de macieira M.9
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; precisa de água, suporte e frio compatível com a cultivar.
Porta-enxerto de macieira M.26
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; adequado a formas pequenas com suporte e vigilância de fogo-bacteriano.
Porta-enxerto de pereira BA 29
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; útil em pereiras menores, desde que compatibilidade e água sejam asseguradas.
Porta-enxerto de citrinos Carrizo
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; usar em citrinos onde geada, sal e calcário não excedem a combinação.
Porta-enxerto Myrobalan 29C
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; é opção robusta para ameixeira, confirmando sempre compatibilidade da cultivar.
Porta-enxerto Krymsk 86
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; pode resolver combinações difíceis de textura e pH, mas exige experiência local.
Porta-enxerto Colt
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; beneficia regiões de cerejeira com solo consistente e água, evitando terrenos ligeiros e secos.
Porta-enxerto Gisela 5
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; só é boa escolha com fertilidade, rega, tutoragem e mão de obra compatíveis.
Porta-enxerto MaxMa 14
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; é opção intermédia quando Gisela seria fraco e Colt excessivamente vigoroso.
Porta-enxerto Adesoto 101
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; é alternativa para controlar vigor em solos pesados ou calcários com compatibilidade provada.
Porta-enxerto Rootpac R
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; é candidato de vigor alto para condições difíceis, exigindo ensaio e controlo da copa.
Porta-enxerto Mazzard
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; serve sistemas tradicionais de cerejeira onde solo, espaço e mão de obra suportam árvores grandes.
Porta-enxerto Gisela 6
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; é opção precoce com rega e fertilidade, evitando calor radicular extremo.
Porta-enxerto Krymsk 5
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; é versátil em temperatura e textura, mas exige material livre de PDV e PNRSV.
Porta-enxerto Krymsk 6
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Porta-enxerto CAB 6P
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; é alternativa intermédia onde vigor, produtividade e manutenção de pôlas são aceitáveis.
Porta-enxerto SO4
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; é versátil onde não haja seca extrema, compactação ou saturação prolongada.
Porta-enxerto Teleki 5C
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; é opção comparativa para calcário moderado e vigor onde o ciclo não deve atrasar.
Porta-enxerto Rupestris du Lot
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; só é opção em solo pobre, pouco calcário e não compacto, aceitando muitos ladrões.
Porta-enxerto citrange C-35
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; merece ensaio onde se procura menor vigor e qualidade sem calcário extremo.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 5
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; é candidato mediterrânico para menor vigor, calcário e sal com validação da copa.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 13
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; é opção de baixo vigor e sal, mas exige excluir Tylenchulus.
Porta-enxerto citrange Troyer
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; é padrão histórico apenas onde calcário e sais não dominam.
Porta-enxerto de macieira M.27
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; só funciona bem com solo fértil, água regular e suporte permanente.
Porta-enxerto de macieira M.7
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; é versátil em pomar de densidade média, com controlo de ladrões e ancoragem.
Porta-enxerto de macieira B.9
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; é anão robusto ao frio, mas depende de rega e estrutura.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.11
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; é alternativa precoce de vigor baixo, sem dispensar água nem vigilância de pulgão-lanígero.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.41
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; é escolha de alta densidade e forte sanidade, com proteção física da união.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.890
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; serve pomar semi-anão quando sanidade e autonomia importam mais que densidade máxima.
Porta-enxerto de pereira Quince A
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; é produtivo em solo fértil e fresco, depois de confirmar afinidade e calcário.
Porta-enxerto de pereira Quince C
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; é raiz de espaço pequeno, solo rico, água regular e apoio permanente.
Porta-enxerto de pereira OH×F 87
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; equilibra menor porte, afinidade de Pyrus e resistência ao fogo bacteriano.
Porta-enxerto de pereira Pyrodwarf
Nos Açores, cruzar chuva, vento, drenagem e sanidade; é opção clonal semi-vigorosa onde uniformidade e afinidade superam a procura de ananicamento.
Laranjeira Newhall
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; a precocidade ajuda antes do frio, mas fruto e rebentos jovens continuam sensíveis à geada.
Laranjeira Navelina
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; é precoce e comercialmente testada, desde que haja proteção do frio e água uniforme.
Laranjeira Lane Late
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; a longa permanência do fruto exige inverno ameno, boa sanidade e água até à primavera.
Laranjeira Valencia Late
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; precisa de época longa sem geada para terminar o fruto tardio e iniciar simultaneamente a nova campanha.
Laranjeira D. João
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; é património produtivo de ciclo longo para territórios de inverno suave e rega assegurada.
Tangerineira Setubalense
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; o valor é patrimonial e aromático, mas frio, sementes e alternância exigem planeamento.
Clementineira Clemenules
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; precisa de bom clima citrícola e controlo das fontes de pólen para fruta sem sementes.
Clementineira Marisol
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; a vantagem é colheita muito precoce, exigindo vigilância rápida de cor, casca e mosca.
Tangerineira híbrida Encore
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; a fruta tardia e a alternância pedem clima suave, rega e gestão de carga.
Tangoreira Ortanique
Nos Açores, proteger do vento e excesso de chuva; o ciclo tardio e o vigor são para microclima citrícola longo, com espaço e rega.
Oliveira
Humidade e pouco calor tornam a produção incerta.
Sobreiro
Humidade oceânica e contexto ecológico tornam-no inadequado.
Rosmaninho
Humidade elevada e contexto insular são pouco favoráveis.
Buganvília
Calor e sol insuficientes em muitos locais expostos.
Pessegueiro
Humidade e baixo frio tornam a cultura exterior pouco fiável.
Azinheira
Clima oceânico húmido e contexto insular tornam-na inadequada.
Carvalho-português
Fora da distribuição continental e pouco indicado para as ilhas.
Pinheiro-manso
Não é opção prioritária no clima oceânico húmido insular.
Amendoeira
Humidade e falta de frio/calor seco tornam produção incerta.
Nogueira
Humidade aumenta bacteriose e o repouso invernal pode faltar.
Cerejeira
Pouco frio e humidade tornam fruto e sanidade pouco fiáveis.
Festuca-azul
Fraca pela humidade persistente; usar recipiente muito drenante e ventilado.
Erva-das-pampas — não plantar
Não plantar nem transportar; ilhas são particularmente vulneráveis a invasoras.
Tomilho-rasteiro
Fraco pela humidade persistente; experimentar apenas em local seco e ventilado.
Agave-atenuada
Fraca ao ar livre pela chuva e humidade; usar vaso sob cobertura ventilada.
Echeveria-elegante
Fraca ao ar livre pela humidade; manter sob cobertura muito ventilada.
Urze-portuguesa
Não transferir a espécie continental para habitats insulares; cultivar só com avaliação local.
Daboécia-cantábrica
Não introduzir material continental em habitats insulares; usar apenas após avaliação botânica.
Toranjeira
Fraca por vento, humidade e calor útil insuficiente.
Limeira
Fraca pela humidade, vento e calor útil limitado; usar estufa ventilada.
Bananeira Cavendish
Fraca por vento e calor útil limitado; risco fitossanitário exige material autorizado.
Papaeira
Fraca por vento, humidade e calor insuficiente; estufa requer controlo rigoroso.
Damasqueiro
Fraco por humidade e insuficiente repouso; produção será irregular.
Romãzeira
Fraca pela humidade, vento e calor útil insuficiente.
Grão-de-bico
Fraco pela humidade contínua e pressão de doença.
Lentilha
Fraca pela humidade e dificuldade de secar plantas baixas.
Pistácio
Fraco por humidade, pouco calor seco e eventual falta de frio.
Arroz
Fraco pela humidade de maturação, vento e temperatura útil limitada.
Trigo-duro
Fraco pela humidade e dificuldade de obter grão seco e vítreo.
Sésamo
Fraco por humidade e maturação chuvosa.
Sorgo
Fraco para grão; humidade prejudica secagem e sanidade.
Painço
Fraco pela humidade na maturação e forte pressão de aves.
Beringela
Fraca ao ar livre por falta de calor e excesso de humidade; só vale em microclima protegido.
Melão
Fraca ao ar livre por falta de calor e excesso de humidade; só vale em microclima protegido.
Melancia
Fraca ao ar livre por falta de calor e excesso de humidade; só vale em microclima protegido.
Quiabo
Fraca ao ar livre por falta de calor e excesso de humidade; só vale em microclima protegido.
Feijão-frade
Fraco para grão seco por humidade, vento e menor acumulação de calor.
Feijão-de-metro
Fraca ao ar livre por falta de calor e excesso de humidade; só vale em microclima protegido.
Zambujeiro
Fraco: não é autóctone do arquipélago e a humidade contínua é desfavorável.
Esteva
Não indicada: espécie e habitat continentais, com risco ecológico insular.
Lentisco
Não indicado para restauro; não pertence à flora autóctone açoriana.
Gilbardeira
Não usar em restauro açoriano; a flora e os habitats insulares são distintos.
Luzerna
Fraca pela humidade, acidez e dificuldade de secagem do material.
Serradela
Fraca: humidade persistente e risco de naturalização pedem alternativas locais.
Sula
Fraca devido à acidez, humidade e risco ecológico de introdução no arquipélago.
Capim-do-Sudão
Fraco por temperatura e humidade, além de risco de introdução fora do sistema controlado.
Tef forrageiro
Fraco por calor insuficiente e dificuldade em secar feno no ambiente húmido.
Lavanda-verdadeira
Fraca devido à humidade contínua; preferir espécies e cultivares comprovadas localmente.
Agastache
Fraca em inverno húmido; usar vaso protegido ou escolher recursos florais locais.
Zínia
Fraca por humidade, vento e pressão de oídio, salvo abrigo muito aberto e drenado.
Açafrão
Fraco devido à chuva e humidade persistentes durante crescimento, flor e dormência.
Íris-barbuda
Fraca pela humidade persistente, salvo vaso protegido com drenagem extrema.
Potamogéton-flutuante
Não recomendado sem proveniência insular confirmada e validação da ocorrência local.
Vidoeiro-pubescente-celtibérico
Não introduzir material continental sem avaliação fitossanitária, ecológica e autorização aplicável.
Tramazeira
Não transportar proveniências continentais; confirmar estatuto e alternativa insular local.
Zimbro-rasteiro
Não introduzir este táxon continental em habitats insulares sensíveis.
Piorno-da-Estrela
Não introduzir um taxon continental em comunidades insulares.
Mirtilo-bravo
Não introduzir material continental; confirmar táxon, estatuto e alternativas locais.
Cervum
Não mover sementes continentais para pastagens insulares; confirmar material local.
Festuca-elegante
Não introduzir espécie continental protegida em qualquer habitat insular.
Urze-das-turfeiras
Não introduzir material continental em turfeiras ou urzais insulares.
Orvalhinha
Não transportar linhagens continentais; confirmar espécie e estatuto insular.
Arroz-dos-muros
Não introduzir automaticamente material continental; confirmar táxon local e origem.
Açafrão-da-primavera
Não introduzir geófito continental em prados ou áreas naturais insulares.
Campainhas-da-Estrela
Proibido introduzir endemismo ibérico continental em comunidades insulares.
Amieiro-ibérico
Não transportar material continental; confirmar táxon, estatuto e proveniência insular.
Freixo-de-folhas-estreitas
Não introduzir proveniência continental; selecionar árvores nativas ou cultivadas adequadas à ilha.
Salgueiro-preto
Confirmar estatuto, táxon e proveniência insular; nunca importar estacas continentais.
Salgueiro-branco
Não introduzir um salgueiro continental em ecossistemas açorianos.
Choupo-branco
Não introduzir em margens açorianas; risco ecológico e estatuto inadequado.
Choupo-negro
Não introduzir este choupo exótico nos Açores.
Sanguinho-de-água
Não introduzir material continental; usar flora insular apropriada.
Noveleiro
Não introduzir espécie continental vulnerável nos Açores.
Sabugueiro
Confirmar estatuto e proveniência; não transportar material continental para habitat.
Tamujo
Não introduzir arbusto continental em cursos de água açorianos.
Silva-comum
Não introduzir a variedade continental; confirmar Rubus local e estatuto insular.
Azereiro
Não introduzir este táxon continental em laurissilva açoriana.
Erva-abelha
Não introduzir material continental; confirmar flora e regras específicas dos Açores.
Orquídea-espelho
Não introduzir Ophrys continental nos Açores.
Serapião
Não transportar tubérculos continentais; confirmar táxones e estatuto insular.
Orquídea-piramidal
Não introduzir esta orquídea continental nos Açores.
Orquídea-dos-brejos
Não introduzir material continental em zonas húmidas açorianas.
Limodoro
Não introduzir uma rede biológica continental nos Açores.
Narciso-trombeta-pequena
Não importar material continental; confirmar táxon e regras nos Açores.
Narciso-calcícola
Não introduzir este endemismo continental nos Açores.
Cila-do-peru
Não introduzir proveniência continental em habitat açoriano.
Narciso-das-areias
Não introduzir material continental em sistemas costeiros açorianos.
Fritilária-lusitana
Não introduzir material continental nos Açores.
Cebola-albarrã
Não introduzir material continental em habitat açoriano.
Gerânio-da-Madeira
Não transferir material madeirense para habitats açorianos; cultivo só em coleção autorizada e contida.
Massaroco-da-Madeira
Não introduzir um endemismo madeirense no arquipélago; há Echium e flora açoriana próprios.
Isoplexis-da-Madeira
Não transferir entre arquipélagos; proteger a flora açoriana de material e patógenos externos.
Til-da-Madeira
Não introduzir uma Lauraceae madeirense na laurissilva açoriana.
Folhado-da-Madeira
Não mover material madeirense para o arquipélago açoriano.
Uveira-da-serra da Madeira
Não confundir nem cruzar cadeias de material com Vaccinium cylindraceum açoriano.
Salicórnia
Confirmar táxon e estatuto local; não importar semente continental para os Açores.
Sarcocórnia-perene
Não transferir genótipos continentais; confirmar a flora própria de cada ilha.
Gramata-branca
Não introduzir material continental; confirmar táxon e naturalidade insular.
Valverde-do-sapal
Confirmar estatuto e origem insular; não introduzir populações continentais.
Morraça
Não importar rizomas continentais; confirmar identidade e estatuto em cada ilha.
Sapinho-dos-estuários
Não importar semente continental; confirmar a espécie nas ilhas.
Salgadeira
Não introduzir no arquipélago; estatuto e risco diferem do continente.
Cistanche-amarela
Não introduzir material continental; confirmar flora e interações de cada ilha.
Douradinha
Confirmar identidade e estatuto insular; não transportar plantas ou esporos do continente.
Feto-dos-muros
Confirmar identidade e estatuto insular; não transportar plantas ou esporos do continente.
Polipódio-do-sul
Confirmar identidade e estatuto insular; não transportar plantas ou esporos do continente.
Saxífraga-espatulada
Não introduzir material continental; usar apenas táxon e proveniência oficialmente confirmados.
Chaenorrino-das-rochas
Confirmar identidade e estatuto insular; não transportar plantas ou esporos do continente.
Fel-da-terra-das-rochas
Confirmar identidade e estatuto insular; não transportar plantas ou esporos do continente.
Silene-calcícola
Nunca introduzir endemismo continental nos Açores; manter biossegurança da flora insular.
Cravo-de-Sintra
Nunca introduzir endemismo continental nos Açores; manter biossegurança da flora insular.
Ensião-de-pasta
Não transportar endemismos madeirenses para os Açores, mesmo entre jardins botânicos sem protocolo.
Ensião-viscoso
Não transportar endemismos madeirenses para os Açores, mesmo entre jardins botânicos sem protocolo.
Boca-de-lobo-rosa
Não introduzir endemismo continental nos Açores nem misturar com flora insular.
Papoila-comum
Não introduzir proveniência continental; confirmar ocorrência, estatuto e fornecedor no arquipélago.
Nigela-dos-trigos
Não transportar material continental; confirmar estatuto e usar apenas flora e proveniência açorianas.
Pampilho-das-searas
Não transportar material continental; confirmar estatuto e usar apenas flora e proveniência açorianas.
Falsa-camomila
Não introduzir proveniência continental; confirmar ocorrência, estatuto e fornecedor no arquipélago.
Corriola-campestre
Não importar solo ou sementes contaminados; seguir orientações regionais de biossegurança vegetal.
Fumária-comum
Não transportar material continental; confirmar estatuto e usar apenas flora e proveniência açorianas.
Soagem
Não introduzir proveniência continental; confirmar ocorrência, estatuto e fornecedor no arquipélago.
Estramónio
Não importar solo ou sementes contaminados; seguir orientações regionais de biossegurança vegetal.
Mercurial-anual
Não importar solo ou sementes contaminados; seguir orientações regionais de biossegurança vegetal.
Aveia-brava
Não transportar material continental; confirmar estatuto e usar apenas flora e proveniência açorianas.
Azevém-bastardo
Não transportar material continental; confirmar estatuto e usar apenas flora e proveniência açorianas.
Bocas-de-lobo-de-Trás-os-Montes
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Arenária-de-Font-Quer
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Cravina-transmontana serpentinícola
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Avénula-lusitânica
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Arméria-lanuda
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Festuca-de-Bragança
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Arméria-de-Morais
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Feto-negro-da-Corunha
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Tomelos-de-níquel
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Feto-serpentinícola
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Santolina-semidentada
Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Urze-mineira
Nunca transportar planta ou tecnossolo contaminado para os Açores; risco ecológico e de metais.
Alcaravia-dos-charcos
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Chaetopogon-prostrado
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Cardo-das-lagoas
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Jacinto-dos-charcos
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Cebolinho-dos-charcos-ibérico
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Cebolinho-dos-charcos-velado
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Pilulária-menor
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Cardo-azul-dos-charcos
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Junco-de-Dom-Manuel
Usar apenas populações açorianas comprovadamente autóctones; nunca introduzir material continental por semelhança visual.
Algodão-das-turfeiras
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Arnica-atlântica
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Rhynchospora-branca
Usar exclusivamente material autóctone açoriano e referências insulares; nunca introduzir genótipos continentais.
Aveia-de-rosário
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Gaudínia-frágil
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Junco-de-flor-aguda
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Erva-doce-anual
Avaliar naturalidade e flora própria dos Açores; nunca usar semente continental em pastagens insulares.
Rainha-dos-prados
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Trevo-cervino
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Epilóbio-maior
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Caniço-malhado
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Angélica-silvestre
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Embude
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Erva-moedeira
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Lúpulo
Confirmar estatuto e flora própria dos Açores; nunca translocar material continental para habitats insulares.
Roseira-brava
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Barrete-de-padre
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Sanguinho-legítimo
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Lantana-arbórea
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Alfeneiro-comum
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Briónia-branca
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Vide-branca
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Tojo-arnal
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Azevinho
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Periqueiro
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Macieira-brava
Confirmar naturalidade e origem dentro dos Açores; nunca usar uma mistura continental numa sebe insular.
Urze-rasteira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feno-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Abrótona-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Violeta-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feto-de-foice-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Musgo-espada-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Cedro-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Sorveira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Carvalho-alvarinho
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Carvalho-negral
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Teixo
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Anémona-dos-bosques
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Jacinto-dos-bosques
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Selo-de-salomão
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Martagão
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Prímula-sem-caule
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Alho-ursino
Confirmar estatuto, ilha e origem açoriana; material continental não substitui flora insular.
Palmeira-anã
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Carrasco
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Carrasco-arbóreo-costeiro
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Cornicabra
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Sândalo-branco
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Espargo-branco
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Clematite-de-inverno
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Madressilva-mediterrânica
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Teúcrio-arbustivo
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Bupleuro-arbustivo
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Orovale
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Eufórbia-de-Gomes-Pedro
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Aristolóquia-bética
Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Tojo-gatunho
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Tomilho-cabeçudo-do-Algarve
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Tanchagem-do-Algarve
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Tuberária-maior
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Corriola-do-Espichel
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Arábis-sadina
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Iberis-microcarpa
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Bellevalia-de-Hackel
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Jonopsídio-sem-caule
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Teúcrio-algarvio
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Coincya-de-Sintra
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Esteva-de-Sagres
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Sideritis-lusitanica
Não introduzir flora continental nos Açores; usar apenas referências e material insulares.
Zimbro-galego
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Sabina-da-praia
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Camarinha
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Tomilho-das-praias
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Marcetão-das-areias
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Arméria-das-praias
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Tojo-manso
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Sargacinha-amarela
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Sargaça-maior-das-areias
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Assembleias-costeiras
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Escrofulária-das-areias
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Língua-de-vaca-das-areias
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Boca-de-lobo-das-areias
Não introduzir material continental nos Açores; a flora dunar insular requer táxones e referências próprias.
Carvalho-de-Monchique
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Rosa-albardeira
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Aderno
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Aderno-de-folhas-estreitas
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Salsaparrilha-bastarda
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Espargo-bravo
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Trovisco
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Cássia-branca
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Zimbro-bravo
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Urze-branca
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Sargaço-mouro
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Tojo-sovelão
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Erva-bicha
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Cefalanteira-de-folhas-longas
Não introduzir material continental nos Açores; consultar flora e estatuto insular próprios.
Braquipódio-da-Arrábida
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Braquipódio-dos-prados
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Esparto
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Erva-carneira
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Koeléria-dos-calcários
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Panasco-mediterrânico
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Cardo-corredor
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Canavoura
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Salva-brava
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Salva-dos-caminhos
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Pimpinela-comum
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Cardazol
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Salepeira-grande
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Erva-do-homem-enforcado
Não introduzir material continental nos Açores; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Salicórnia-anã
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Esfenopo-divaricado
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Beterraba-de-fruto-grande
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Junco-subulado
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Grama-filiforme
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Barrilheira-maior
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Cevada-marítima
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Artemísia-dos-salgados
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Sapinho-do-Sotavento
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Limónio-branco
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Junquinho-dos-sapais-do-sul
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Valverde-esplêndido
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Cinomório-do-Algarve
Não importar material continental para os Açores; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Erva-pinheira-suculenta
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Arroz-dos-telhados
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Arruda-dos-muros
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Noselha-comum
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Flor-do-vento-palmada
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Nazareno
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Cebolinho-arvense
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Alho-das-vinhas
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o estatuto regional, bolbilhos e risco de expansão.
Alho-rosado
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.
Tulipa-brava
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o calcário, a subespécie e a origem legal do bolbo.
Gagea-dos-prados
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a localização autorizada e o substrato ultrabásico.
Agulha-de-pastor
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.
Legousia-híbrida
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o solo básico e a distinção de Legousia scabra.
Adónis-anual
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.
Papoila-ouriçada
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a cápsula madura e a distinção de outras papoilas.
Papoila-longa-peluda
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a cápsula alongada, pelos e proveniência.
Caucalis-dos-campos
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a ocorrência atual, fruto espinhoso e estatuto local.
Bupleuro-de-folha-redonda
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o registo histórico, ausência atual e política de reintrodução.
Coentros-bravos
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar uma das subpopulações conhecidas e o estatuto vulnerável.
Ranúnculo-dos-campos
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a humidade primaveril, fruto espinhoso e ocorrência.
Poa-bolbosa
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a base bolbosa, o regime de pastoreio e a proveniência.
Trevo-tomentoso
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar as cabeças frutíferas tomentosas e a ocorrência local.
Trevo-estreito
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o solo pobre, folíolos estreitos e origem.
Serradela-amarela
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a vagem achatada, acidez e proveniência.
Tuberária-malhada
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o substrato ácido e a mancha basal das pétalas.
Leontodon-tuberoso
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar as raízes tuberosas e a humidade sazonal.
Tanchagem-peluda
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a espiga sedosa e o grau de nitrificação.
Bico-de-cegonha
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o fruto maduro e a distinção de outros Erodium.
Biserrula
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a vagem serrada, acidez e nome aceite.
Trevo-negrescente
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a frescura sazonal, capítulo e subespécie.
Saveirinho
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a distribuição conhecida e a vagem em forma de barco.
Serradela-pinada
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a vagem, flores e substrato silicioso.
Pereira-brava-ibérica
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável.
Piorno-branco
Nos Açores, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o habitat de substituição, densidade e proveniência.
Cânhamo industrial
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a autorização, variedade, parcela e calendário oficial.
Algodoeiro-herbáceo
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.
Cártamo-tintureiro
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a variedade, espinhos e ausência de encharcamento.
Pastel-dos-tintureiros
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a proveniência cultivada e a população espontânea das arribas do Douro.
Ruiva-dos-tintureiros
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a contenção dos rizomas e o tempo até colheita.
Cota-dos-tintureiros
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a contenção de uma espécie cultivada não nativa.
Índigo-japonês
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a disponibilidade de água, geada e contenção.
Cardo-penteador
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a diferença de D. fullonum e prevenção de escape.
Vimeiro
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a água disponível e distância de linhas de água naturais.
Kenaf
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a soma térmica e contenção de sementes.
Rami
Nos Açores, cultivar apenas em contenção e verificar estatuto e escape; confirmar a geada, rega e contenção rizomatosa.
Meliloto-amarelo
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a ocorrência local, identidade e proveniência.
Táveda
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a subespécie, estatuto insular e distância de estradas.
Erva-mata-pulgas
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a subespécie, proveniência e solo pedregoso.
Calicotome-vilosa
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a ocorrência mediterrânica, espinhos e proveniência.
Ballota-peluda
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.
Centáurea-parda
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar o rebordo negro das brácteas e origem.
Soagem-lusitana
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a altitude, frescura e proveniência ibérica.
Áster-de-folhas-estreitas
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a ocorrência regional, subespécie e floração tardia.
Tília-de-folhas-pequenas
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar o volume de solo, calor urbano e origem de viveiro.
Sófora-do-Japão
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar o contexto urbano, queda de vagens e naturalização.
Koelreutéria
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a naturalização, resistência do ramo e contexto urbano.
Cariópteris-azul
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a drenagem, cultivar e contenção ornamental.
Monarda-brava
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a humidade estival, oídio e contenção.
Nêveda-dos-gatos
Nos Açores, verificar estatuto insular e impedir introduções continentais; confirmar a contenção, origem e pressão de gatos.
Acanto
Nos Açores, ponderar vento, chuva e contenção de exóticas; confirmar estatuto legal, rizomas e distância de habitat natural.
Segurelha-das-montanhas
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar frio invernal, drenagem e contenção fora do canteiro.
Arruda-de-jardim
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.
Abrótano
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.
Hissopo
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a drenagem, identidade e uso apenas culinário reconhecido.
Anis
Nos Açores, gerir chuva, vento e estatuto de qualquer exótica; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.
Ulmeiro-campestre
Nos Açores, avaliar vento, chuva, estatuto da exótica e estabilidade; confirmar grafiose, origem genética e monitorização municipal no regulamento e inventário municipal.
Abóbora-porqueira de Bornes
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar geada, verão suficiente e regras da região de origem da variedade de conservação.
Melão Branco do Ribatejo
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar calor acumulado, oídio, doçura e isolamento de outros meloeiros.
Melão Manuel António
Nos Açores, testar em pequena escala por causa de chuva, vento e menor calor; confirmar calor longo, escaldão, maturação tardia e isolamento varietal.
Pereira Rocha
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; melhor desempenho onde o inverno satisfaz o frio e a primavera não favorece fogo-bacteriano.
Macieira Bravo de Esmolfe
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; privilegiar 350–550 m, frio invernal e menor pressão de calor.
Oliveira Galega Vulgar
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; evitar humidade persistente e confirmar adaptação do clone local.
Oliveira Cobrançosa
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; boa referência no Nordeste e interior, mas validar frio e disponibilidade de água.
Oliveira Verdeal Alentejana
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; é referência alentejana; testar fora da região em pequena escala.
Oliveira Cordovil de Serpa
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; melhor referência no Baixo Alentejo e condições mediterrânicas interiores.
Videira Touriga Nacional
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; adaptável, mas ajustar clone, carga e porta-enxerto à região.
Videira Alvarinho
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; referência no Minho; fora dele confirmar calor, vento e conservação de acidez.
Videira Baga
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; a Bairrada é referência; assegurar maturação tardia e sanidade.
Videira Castelão
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; forte referência na Península de Setúbal, Tejo e sul.
Videira Fernão Pires (Maria Gomes)
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; ampla difusão no Centro e Tejo; ajustar ao calor precoce.
Videira Encruzado
Nos Açores, considerar vento, chuva e baixa acumulação de calor; Dão e Centro interior são a principal referência de adaptação.
Porta-enxerto 110 Richter
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; especialmente útil em solos secos, pobres e sem encharcamento.
Porta-enxerto 1103 Paulsen
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; útil sob seca e alguma salinidade, sem substituir análise de nemátodes.
Porta-enxerto 140 Ruggeri
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; reservar para seca e calcário onde o vigor alto é necessário.
Porta-enxerto 41 B
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; útil em calcário quando seca e saturação não são extremas.
Porta-enxerto de macieira MM.106
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; usar apenas onde a drenagem é segura.
Porta-enxerto de macieira MM.111
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; útil onde seca e ancoragem pesam mais que precocidade.
Porta-enxerto de pereira OH×F 333
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; opção intermédia onde fogo-bacteriano e compatibilidade pesam.
Porta-enxerto de citrinos Citrus macrophylla
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; orientado para zonas cítricas suaves, sobretudo limoeiro.
Porta-enxerto laranjeira-azeda
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; o risco de tristeza exige decisão fitossanitária, não apenas agronómica.
Porta-enxerto GF 677
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; é candidato para seca e calcário apenas onde a drenagem seja segura.
Porta-enxerto Garnem
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; tem interesse em pomares secos e calcários, especialmente com risco confirmado de nemátodes.
Porta-enxerto Cadaman
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; é opção de pessegueiro onde existe humidade moderada, sem justificar solo saturado.
Porta-enxerto Nemaguard
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; só ganha prioridade após identificar nemátodes e confirmar que solo e calcário são compatíveis.
Porta-enxerto Paradox
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; requer frio e espaço para a cultivar, além de solo profundo e diagnóstico sanitário.
Porta-enxerto UCB1
Nos Açores, avaliar chuva, vento e risco de asfixia radicular; só tem sentido onde a cultivar recebe frio suficiente e o verão amadurece a produção.
Porta-enxerto Montclar
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; é opção onde se pretende caráter de pessegueiro com melhor resposta à clorose.
Porta-enxerto Mahaleb
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; é opção de sequeiro e calcário apenas em solo leve e com cultivar compatível.
Porta-enxerto Vlach
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; só é candidato onde frio, espaço, solo profundo e sanidade permitem nogueira vigorosa.
Porta-enxerto Pistacia atlantica
Nos Açores, pesar chuva, vento e asfixia radicular; é opção de frio e salinidade apenas sem histórico de Verticillium.
Porta-enxerto 420A MGt
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; exige profundidade, água suficiente e ausência de compactação ou seca severa.
Porta-enxerto 161-49 Couderc
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; usar com prudência, apenas em perfil leve e após avaliação do risco de declínio.
Porta-enxerto Fercal
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; é ferramenta para clorose calcária, desde que profundidade e água útil existam.
Porta-enxerto 99 Richter
Nos Açores, cruzar chuva, acidez, vento e asfixia radicular; favorece seca e solo neutro sem sal, aceitando arranque lento e vigor alto.
Porta-enxerto Citrus volkameriana
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; é material de clima suave, vigor alto e água limitada, aceitando menor qualidade.
Porta-enxerto tangerineira Cleópatra
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; é opção lenta para sais e alcalinidade, nunca para colo permanentemente húmido.
Porta-enxerto laranjeira Gou Tou
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; usar apenas em bloco experimental onde tristeza e argila justifiquem o ensaio.
Porta-enxerto limoeiro Rugoso
Nos Açores, cruzar chuva, vento, acidez e risco de saturação; é opção especializada para areia e seca em clima suave, aceitando qualidade inferior.
Pontos críticos
O que vigiar.
- vento forte
- humidade foliar
- solos ácidos e encharcamento
Ações com impacto
Como adaptar.
- abrigar do vento
- garantir drenagem
- espaçar para arejar
Observe onde fica a geada, onde seca primeiro, quantas horas de sol há no inverno e como a água atravessa o solo. Essa observação vale mais que o código postal.
Ver como avaliamos cada local →