A normal do IPMA representa uma estação a cerca de 248 m; Monfurado, vales e planícies agrícolas introduzem diferenças que essa estação não resolve.
Município · Região climática Alentejo
O que plantar
em Évora.
Concelho maioritariamente rural, de clima mediterrânico continentalizado, verão longo e seco e forte exposição a calor, seca agrícola e erosão localizada.
Padrão climático
Alentejo
Planícies, montado e interior sul.
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração. Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- onda de calor e disponibilidade de água
- geada radiativa em depressões
- diferenças entre montado, regadio e solos de policultura
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
O inverno é moderado em média, mas mínimas negativas e geada radiativa continuam possíveis; evitar baixios para espécies de floração precoce.
As máximas médias ultrapassam 33 °C em julho e agosto na normal 1991–2020, tornando sombra jovem, cobertura e gestão de rega prioritárias.
A precipitação é concentrada no semestre frio e pode chegar em episódios erosivos; a agricultura de sequeiro permanece muito exposta à irregularidade.
Planície aberta, serra de Monfurado e corredores ribeirinhos diferem em vento, escoamento, humidade e acumulação de calor e frio.
Existem áreas de fertilidade elevada, montado e zonas sensíveis à erosão hídrica; textura, compactação e profundidade devem ser verificadas na parcela.
O plano municipal identifica áreas agrícolas com risco elevado de seca e dependência de origens superficiais e subterrâneas; rega deve ser planeada por disponibilidade real.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-24; ligações verificadas em 2026-07-24.
Recomendação comparada
Plantas para
Évora.
1 guia recebe contexto municipal e surge primeiro dentro da respetiva classe. Os restantes mantêm integralmente a avaliação regional de Alentejo.
“Evidência municipal” significa que existe uma fonte ligada ao concelho ou observação local da cultivar. Não significa ensaio em todo o território. A pontuação continua numa escala qualitativa de 1 a 3 e não tem precisão parcelar.
Comparar com o distrito de Évora →
Oliveira
A área DOP inclui apenas freguesias específicas do concelho de Évora; a pontuação reconhece essa presença documentada sem a extrapolar a todo o município.
Abóbora Moganga de Geraz
No Alentejo, instalar cedo e assegurar rega eficiente e cobertura; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.
Abóbora-menina
Excelente com cobertura do solo e rega profunda eficiente.
Abrótano
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.
Açafrão
Excelente adaptação ao ciclo mediterrânico, desde que a rega estival não alcance os cormos.
Aderno
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a folha larga, o solo mais fresco e a proveniência.
Aderno-de-folhas-estreitas
Região central para montado, azinhal e carvalhal marcescente; seca, pastoreio e fogo exigem gestão. Confirmar a folha estreita, a exposição seca e a origem.
Adónis-anual
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.
Aeónio-arbóreo
Muito boa com sol de manhã e água ocasional durante o crescimento fresco.
Agapanto — cultivo condicionado na Madeira
Muito boa com alguma água no fim do verão para botões futuros.
Agastache
Muito boa com alguma rega de instalação, entrando em repouso durante seca extrema.
Agave-atenuada
Muito boa com sombra ligeira à tarde e rega rara mas profunda no verão.
Agulha-de-pastor
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.
Alcachofra
Excelente com água na formação e proteção do solo no verão.
Alcaravia-dos-charcos
Região principal para muitos complexos 3170; conservar a oscilação lenta entre submersão e emersão, microtopografia, pastoreio extensivo e banco de propágulos.
Alecrim
Perfeitamente mediterrânico depois de estabelecido.
Alfinetes-dos-muros — não plantar na Madeira
Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Algodoeiro-herbáceo
No Alentejo, privilegiar datas que evitem o pico de calor; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.
Alho
Excelente no ciclo fresco, com rega suspensa antes da colheita.
Alho-rosado
No Alentejo, privilegiar sequeiro extensivo e refúgios não mobilizados; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.
Aloé-vera
Excelente em interior ou abrigo seco, com atenção ao calor do vidro.
Amendoeira
Região de excelência com rega eficiente e proteção de escaldão.
Amoreira-preta
Muito boa com rega de instalação e solo coberto.
Anis
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.
Ansarina-branca
Calor favorece ciclos rápidos em solo perturbado; evitar solo nu e entrada de sementes por máquinas.
Arméria-das-praias
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a identidade, a proveniência sul e a mobilidade da areia.
Arroz
Muito bom em regadio nivelado e legalmente enquadrado, com calor.
Arruda-de-jardim
No Alentejo, separar espécies secas das que exigem rega regular; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.
Artemísia-dos-salgados
Possível em estuários, salinas e lagoas costeiras; o interior seco só conta quando existe solo naturalmente salgado. Confirmar a subespécie, o sapal alto e a cota seca.
Árvore-de-Júpiter
No Alentejo, privilegiar sombra com baixo consumo hídrico após instalação; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.
Assembleias-costeiras
Muito relevante no litoral alentejano, mas cada sistema dunar exige proveniência própria; confirmar a subespécie costeira, a origem e a areia.
Aveia-brava
Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.
Azevém-bastardo
Muito compatível com searas de sequeiro; controlar a produção de semente conforme o estatuto.
Azinheira
Espécie central do montado seco e altamente adaptada à estiagem.
Ballota-peluda
No Alentejo, escolher espécies que atravessem a lacuna estival sem rega excessiva; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.
Baracejo-gigante
Excelente e coerente com paisagem local, usando proveniência responsável.
Vigiar
Limites regionais.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Fazer
Ações com impacto.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono