Distrito · Região climática Centro litoral
O que plantar
em Aveiro.
Litoral atlântico suave, com solos e drenagem muito variáveis entre a ria, dunas, vales e serras interiores.
Padrão climático
Centro litoral
Do Baixo Vouga ao Oeste.
Influência marítima, humidade moderada e verões menos extremos. A estação longa e relativamente suave permite sucessões de hortícolas e boa adaptação de citrinos em locais abrigados.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- sal e vento junto à costa
- encharcamento nas zonas baixas
- maior frio e altitude a leste
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Recomendação comparada
Plantas para
Aveiro.
Ordenadas pela adequação ao padrão climático regional. Abra cada ficha para calendário, plantação, rega, problemas e fontes.
Abóbora Moganga de Geraz
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.
Abóbora-menina
Boa com estação longa, muito espaço e proteção do vento.
Abrunheiro-bravo
Excelente em orla drenada, com espaço para formar uma barreira densa.
Acanto
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar estatuto legal, rizomas e distância de habitat natural.
Acelga
Excelente para sucessões, evitando apenas solos saturados.
Aderno
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a folha larga, o solo mais fresco e a proveniência.
Aderno-de-folhas-estreitas
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a folha estreita, a exposição seca e a origem.
Agapanto
Excelente no litoral, ao sol e fora de terreno encharcado.
Agrião-de-água
Excelente em meia-sombra e cultivo controlado, nunca em valas ou ribeiros contamináveis.
Agrostis-castelhana
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Agulha-de-pastor
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.
Aipo
Excelente em solo rico e fresco, protegido do vento.
Ajuga
Excelente sob árvores caducas, contendo estolhos junto a plantas delicadas.
Alcachofra
Muito boa em local soalheiro, amplo e sem encharcamento.
Alcaravia
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar o frio de inverno, frescura do solo e secagem da umbela.
Alcaravia-dos-charcos
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Alecrim
Excelente em sol e solo sem encharcamento.
Alface
Muito adaptável; ajustar o calendário ao calor e à geada.
Alho
Boa cultura de inverno, garantindo drenagem em chuva persistente.
Alho-das-vinhas
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar o estatuto regional, bolbilhos e risco de expansão.
Alho-francês
Excelente para colheita longa de outono e inverno.
Alho-rosado
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.
Alisma
Excelente em cesto raso e água limpa, sem fertilização da coluna de água.
Aloé-vera
Muito bom com sol suave e recipiente que seque rapidamente.
Alteia
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a humidade, salinidade, origem e ausência de recolha silvestre.
Ameixeira
Muito boa em solo drenado; chuva perto da colheita pode rachar fruto.
Amieiro-ibérico
Excelente em galerias húmidas, evitando aterros, compactação e alteração do canal.
Amor-perfeito
Excelente em canteiros frescos, com drenagem durante chuva persistente.
Amoreira-preta
Muito boa em solo profundo e espaço amplo.
Angélica-silvestre
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Anis
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.
Ansarina-branca
Vigiar campos, jardins e depósitos de terra, intervindo cedo com solo húmido e sem dispersar sementes.
Arábis-sadina
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar a serra calcária, a população e a diagnose à escala da população.
Armeria-marítima
Muito boa junto à costa, sem recolher semente das populações ameaçadas.
Arroz
Excelente nos vales e sistemas orizícolas licenciados do Mondego.
Arroz-dos-muros
Excelente em jardim de cascalho silicioso, fora de argila e calcário.
Arroz-dos-telhados
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar o táxon, o peso saturado e a drenagem do suporte.
Assembleias-costeiras
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a subespécie costeira, a origem e a areia.
Aveia
Excelente em solo drenado e clima moderado.
Aveia-de-rosário
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Aveleira
Muito boa em solos fundos e frescos, com duas cultivares compatíveis.
Avenca
Excelente num pátio fresco com água constante e substrato calcário.
Azereiro
Excelente em serra e vale sombreado, compatível com núcleos Lousã–Açor.
Azevém-baboso
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Azevém-bastardo
Adequada em campos e margens; humidade atlântica exige densidade baixa e vigilância de fungos.
Azevém-italiano
Excelente para sucessões de corte e silagem, com drenagem e fertilidade medidas.
Azevém-perene
Excelente em mistura de uso intenso, controlando fungos no tempo húmido.
Azevinho
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Batata
Primavera longa permite boa formação dos tubérculos.
Batata-doce
Muito boa em solo arenoso e estação longa.
Bergénia
Excelente sob arbustos ou em sol suave, com solo drenado no inverno.
Beterraba
Excelente quase todo o ano em solo drenado e fresco.
Boca-de-lobo-das-areias
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar os ramos gavinhosos, a areia e a origem ibérica.
Boca-de-lobo-rosa
Muito adequada ao clima do oeste, usando origem hortícola legal e mantendo distância de núcleos naturais.
Bordo-campestre
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar proveniência climática, calor refletido e oídio no regulamento e inventário municipal.
Borragem
Excelente em solo drenado e bordaduras, retirando sementes antes de se tornar excessiva.
Braquipódio-da-Arrábida
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar o calcário, a aridez e a identidade do lote.
Braquipódio-dos-prados
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar a profundidade do solo e a distinção de B. retusum.
Briónia-branca
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Brócolo
Excelente para colheitas de inverno, primavera e início do verão.
Buxo-comum
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar proveniência, calor, traça e autenticidade do traçado.
Calêndula
Excelente em sucessões de outono e primavera, sempre com drenagem.
Calítrique-de-água
Excelente em bacia rasa sem fertilizante, peixe em excesso ou água turva.
Camarinha
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar o sexo, a proveniência atlântica e a areia.
Camélia
Muito boa em meia-sombra e solo não calcário bem drenado.
Camomila-alemã
Excelente em sucessões curtas de outono e primavera, com boa circulação de ar.
Campainhas-pequenas
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar a escala minúscula, a clareira e a origem do lote.
Canavoura
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar a raiz, os frutos alados e a segurança.
Cânhamo industrial
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a autorização, variedade, parcela e calendário oficial.
Caniço-malhado
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Canónigos
Excelente para sucessões, com rede anti-insetos e solo fresco mas nunca saturado.
Capuchinha
Excelente pela estação longa e temperaturas moderadas, com suporte para tipos trepadores.
Capuz-de-frade
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar o tubérculo, a espata e a proveniência.
Cardo-corredor
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar os espinhos, a raiz axial e o grau de perturbação.
Cardo-hortense
Muito boa em solo profundo, espaço amplo e drenagem livre durante o inverno.
Cardo-mariano
Muito boa em solo mineral e arejado, sem rega frequente junto ao colo.
Cardo-penteador
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a diferença de D. fullonum e prevenção de escape.
Cárice-ribeirinha
Excelente em jardim de chuva grande, longe de revestimentos frágeis.
Cariópteris-azul
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a drenagem, cultivar e contenção ornamental.
Carqueja
Muito boa em solo mineral e arejado, sem rega frequente junto ao colo.
Carvalho-alvarinho
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Carvalho-português
Excelente em maciços calcários e transições mediterrânicas.
Cássia-branca
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar o hospedeiro, a origem e a humidade edáfica.
Catalpa-comum
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar vento, água, cápsulas e estrutura no regulamento e inventário municipal.
Cebola
Muito boa; vento e circulação ajudam a manter folhas secas.
Cebola Setúbal Portuguesa
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar fotoperíodo, míldio, cura e calendário local.
Cebolinho
Excelente em sol suave ou meia-sombra, com água regular e barreira radicular.
Cebolinho-arvense
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar a banda verde externa das tépalas e o habitat arvense.
Cebolinho-dos-charcos-eriçado
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Cedro-do-Himalaia
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar calor, profundidade do solo e escala adulta.
Cefalanteira-de-folhas-longas
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a população, a micorriza e o coberto.
Cenoura
Ciclo longo e suave; areia litoral produz raízes muito regulares.
Cenoura Pau Roxo das Seis Marias
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar janela fresca, textura do solo e isolamento de cenoura cultivada e brava.
Centáurea-azul
Excelente em canteiro aberto, prolongando flores com colheita regular de capítulos.
Centáurea-parda
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar o rebordo negro das brácteas e origem.
Cerefólio
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a janela fresca e identidade de uma Apiaceae cultivada.
Cerejeira
Muito boa em interior do distrito e vales drenados.
Cevada
Muito boa pela precocidade, evitando parcelas que encharcam.
Chaenorrino-das-rochas
Muito adequada em pedra, muro e talude estável sem impermeabilização da junta.
Chicória
Excelente para sucessões, com rede anti-insetos e solo fresco mas nunca saturado.
Cica-do-Japão
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar geada, drenagem, proveniência e segurança.
Cimbalária-dos-muros
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar o estatuto de arqueófita, a sombra e a capacidade de dispersão.
Clematite 'Jackmanii'
Excelente em solo fresco, com raízes sombreadas e copa em boa luz.
Clementineira
Muito boa em exposição abrigada, escolhendo porta-enxerto tolerante ao solo.
Clívia
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar geada, sombra seca e segurança.
Clorofito
Excelente e simples, reduzindo rega durante o inverno mais escuro.
Coentros
Excelente para pequenas sucessões, evitando encharcamento e vento marítimo direto.
Coincya-de-Sintra
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar a população de Sintra, o estatuto e a taxonomia à escala da população.
Colza
Muito boa em rotação com cereais e solo sem encharcamento.
Cominho-preto
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a época de chuva, identidade face a outras Nigella e secagem.
Consolda
Excelente em meia-sombra luminosa e solo fresco, com divisão periódica da touceira.
Cornichão
Muito bom em solo de fertilidade média, com corte que permita recuperar reservas.
Corriola-campestre
Vigiar campos, jardins e depósitos de terra, intervindo cedo com solo húmido e sem dispersar sementes.
Corriola-das-sebes
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Costela-de-adão
Muito boa com luz filtrada e redução da rega no inverno.
Cota-dos-tintureiros
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a contenção de uma espécie cultivada não nativa.
Couve Penca de Chaves
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar frio útil, lagartas, hérnia das crucíferas e cruzamento com outras couves.
Couve-flor
Excelente para ampla sequência de tipos sazonais.
Couve-galega
Muito adaptada com sucessões e colheita contínua.
Couve-lombarda
Excelente para sucessões de outono, inverno e primavera, sem deixar o solo saturado.
Couve-rábano
Excelente para sucessões, com rede anti-insetos e solo fresco mas nunca saturado.
Cravo-túnico
Excelente em sol e solo drenado, sem molhar repetidamente a folhagem.
Crino
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar geada, profundidade, humidade e segurança.
Curgete
Produtiva numa longa estação, com solo rico e drenado.
Daboécia-cantábrica
Muito boa em faixa costeira ácida e drenada, sem calcário nem sal direto.
Dáctilo
Excelente em solos drenados e misturas, desde que não se deixe a panícula endurecer.
Dália
Excelente em sol e abrigo, retirando flores danificadas por chuva.
Dichondra
Muito boa em meia-sombra e clima suave, sem trânsito regular.
Diospireiro
Muito bom em exposição soalheira e abrigada, com outono longo.
Doce-amarga
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Douradinha
Muito adequada em pedra, muro e talude estável sem impermeabilização da junta.
Drosera-intermédia
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Eleócaris-dos-charcos
Excelente em cesto baixo, com controlo simples de rizomas finos.
Embude
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Endívia
Excelente para sucessões, com rede anti-insetos e solo fresco mas nunca saturado.
Endro
Excelente para pequenas sucessões, evitando encharcamento e vento marítimo direto.
Epilóbio-de-flor-miúda
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Epilóbio-maior
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Equinácea-púrpura
Excelente em canteiro solarengo, com floração prolongada e baixa manutenção.
Erva-abelha
Muito favorável em pastagem e orla pouco fertilizada, com solo não mobilizado.
Erva-bicha
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a toxicidade, a dormência e a identificação.
Erva-cidreira
Excelente em sol suave ou meia-sombra, com água regular e barreira radicular.
Erva-das-escaldadelas
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Erva-do-peixe-dourado
Excelente em água parada e limpa, com sombra parcial de folhas flutuantes.
Erva-lanar
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Erva-moedeira
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Erva-moleirinha-maior
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar a flor, o fruto e a distinção de outras Fumaria.
Erva-pinheira
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Erva-pinheira-suculenta
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar a identidade face a outros Sedum e o substrato básico.
Erva-vaqueira
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar a espécie silvestre, distinta de Calendula officinalis.
Ervilha
Excelente no outono e primavera, com suporte arejado.
Ervilhaca-comum
Excelente para cobrir solo entre culturas e incorporar na primavera.
Ervilhaca-peluda
Muito boa antes de hortícolas de verão, com terminação planeada e atempada.
Escabiosa
Excelente em solos calcários leves e influência marítima sem saturação.
Escrofulária-das-areias
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a variedade, a areia costeira e a proveniência.
Esfagno-auriculado
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Espada-de-são-jorge
Excelente, deixando secar totalmente entre regas no inverno.
Espargo
Excelente numa parcela permanente, soalheira e sem encharcamento de inverno.
Espargo-bravo
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a identificação, o rizoma e os espinhos.
Espinafre
Ciclo longo de outono a primavera com sucessões regulares.
Estorno
Excelente na duna branca autorizada, protegendo a plantação do pisoteio.
Estragão-francês
Excelente num local soalheiro e arejado, evitando argila saturada.
Evónimo-do-Japão
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar cultivar, maresia, contenção e ventilação.
Facélia
Excelente em sucessões de pequenas faixas para prolongar néctar na primavera.
Falsa-camomila
Muito adequada em margem de campo drenada, com corte tardio e espaço para completar o ciclo.
Fava
Muito adaptada à estação fresca e solos profundos.
Fava do Algarve
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar data de inverno, geada forte, calor na floração e polinização cruzada.
Feijão
Muito adaptável em sucessões de primavera e início de verão.
Feijão Murtosa
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar temperatura do solo, antracnose, vento e fidelidade do lote.
Feijão Tarreste
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar chuva, ciclo, suporte e regras da região de origem.
Fel-da-terra-das-rochas
Muito adequada em pedra, muro e talude estável sem impermeabilização da junta.
Festuca-alta
Muito boa em solos mais pesados onde outras gramíneas perenes perdem persistência.
Feto-de-folha-macia
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Feto-dos-muros
Muito adequada em pedra, muro e talude estável sem impermeabilização da junta.
Feto-fêmea
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Feto-macho
Excelente sob árvores caducas, sem concorrência radicular extrema.
Feto-real
Excelente em sombra ripícola cultivada, usando água de forma sustentável.
Ficus-benjamina
Muito bom junto a janela luminosa com posição permanente.
Figueira
Muito boa em locais solarengos e com drenagem livre.
Fisális
Muito boa em solo drenado e abrigo, com ventilação para conter doenças foliares.
Flor-do-vento-palmada
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar o solo descalcificado e a cor local da flor.
Folhado
Excelente em sebe perene, tolerando sol suave e sombra luminosa.
Framboeseira
Excelente em solo fresco, com fios de suporte e boa higiene.
Freixo-de-folhas-estreitas
Excelente em aluvião e bosque ribeirinho, evitando compactação e encharcamento estagnado.
Frésia
Excelente no ciclo fresco, em solo leve e abrigo do vento marítimo.
Fumária-comum
Adequada em campos e margens; humidade atlântica exige densidade baixa e vigilância de fungos.
Funcho-bravo
Muito boa em solo mineral e arejado, sem rega frequente junto ao colo.
Funcho-de-Florença
Excelente em ciclos de primavera e outono, mantendo humidade uniforme.
Funcho-marítimo
Excelente junto ao mar, tolerando vento quando a raiz drena livremente.
Gaudínia-frágil
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Giesteira-das-vassouras
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a subespécie, combustível e proveniência regional.
Gilbardeira
Excelente em sub-bosque drenado e jardins de baixa manutenção.
Girassol
Excelente em solo profundo, protegido dos ventos marítimos fortes.
Gladíolo
Muito bom com abrigo do vento e plantações escalonadas na primavera.
Gledítsia
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar cultivar inerme, vagens, arquitetura e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Glicínia
Excelente em parede solarenga ou pérgula dimensionada para o peso.
Grama
Muito boa em zonas solarengas, com contenção junto a canteiros.
Grama-salgada
Muito adequada apenas em clareiras salinas de rias e estuários com população local.
Gramata-branca
Muito adequada a rias e estuários de cota média, não à frente erosiva do canal.
Groselheira-vermelha
Excelente com copa aberta e circulação para reduzir oídio.
Heléboro-oriental
Excelente sob arbustos caducos, com inverno húmido mas solo drenado.
Hera-atlântica
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Hipericão
Excelente em solo moderadamente fértil e drenado, com corte depois da floração.
Hortelã-da-Bíblia
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar o calor, a autenticidade do clone e contenção dos rizomas.
Hortelã-verde
Excelente em sol suave ou meia-sombra, com água regular e barreira radicular.
Hortênsia
Muito boa com solo fresco e abrigo.
Hosta-de-Siebold
Excelente sob árvores caducas, mantendo o solo fresco sem saturação.
Iberis-microcarpa
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar a subespécie, a proveniência e o afloramento à escala da população.
Índigo-japonês
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a disponibilidade de água, geada e contenção.
Jacarandá
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar geada, vento e estrutura de ramos.
Jacinto-das-searas
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a identidade, proveniência regional e ocorrência espontânea.
Jasmim-comum
Excelente em pérgula ou parede com raiz fresca e drenagem.
Jasmim-estrela
Muito bom junto a parede solarenga, evitando maresia frontal e encharcamento.
Jonopsídio-sem-caule
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar a população, o musgo e o regime de humidade à escala da população.
Junça-marítima
Excelente em margens de ria, arrozal e salina abandonada com água pouco salina.
Junco-agudo
Excelente em dunas húmidas, lagoas costeiras e sapal alto arenoso.
Junco-capitado
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Junco-de-flor-aguda
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Junco-efuso
Excelente para bacias de infiltração e margens de charco naturalista.
Junco-marítimo
Excelente em sapal alto e depressões salobras permanentemente húmidas.
Kiwi
Excelente em vale drenado e protegido, com estrutura e água.
Koelreutéria
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a naturalização, resistência do ramo e contexto urbano.
Laranjeira
Invernos suaves e influência marítima são favoráveis.
Legousia-híbrida
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar o solo básico e a distinção de Legousia scabra.
Lentilha-de-água
Excelente em charca confinada, com remoção semanal no crescimento rápido.
Lentisco
Excelente junto à costa e em solos arenosos ou calcários bem drenados.
Levístico
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar o verão fresco, profundidade do solo e identidade da Apiaceae.
Limodoro
Muito favorável em pinhal, sobreiral e bosque perenifólio não mobilizado.
Limoeiro
Clima suave favorável em local protegido.
Limónio-dos-sapais
Muito adequado a restauro estuarino autorizado com proveniência rigorosa.
Linho
Excelente em solo leve e primavera moderada.
Liquidâmbar
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar pH, água estival, fruto e espaço radicular no regulamento e inventário municipal.
Lírio-amarelo-dos-pântanos
Excelente para margens, valas e jardins de chuva com espaço controlado.
Lírio-da-paz
Excelente com luz filtrada e rega ajustada à menor luz invernal.
Lírio-de-um-dia
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar clone histórico, água primaveril e contenção dos rizomas.
Lódão-bastardo
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar proveniência, espaço de copa e eventual queda de fruto no regulamento e inventário municipal.
Losna
Muito boa em solo mineral e arejado, sem rega frequente junto ao colo.
Loureiro
Muito adaptado a sebes, pátios e orlas de mata.
Louro-do-Japão
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar sombra, humidade do solo, cultivar e sexo.
Lúcia-lima
Muito boa em abrigo luminoso, podendo perder folhas em inverno mais frio.
Lúpulo
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Macieira
Muito boa, incluindo o Oeste; humidade exige vigilância sanitária.
Madressilva-atlântica
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Magnólia-de-folha-persistente
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar volume de solo, vento e água estival.
Malva-cheirosa
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a geada, identidade do clone e contenção.
Malva-silvestre
Excelente em solo moderadamente fértil e drenado, com corte depois da floração.
Manjericão
Muito boa em abrigo soalheiro, protegendo de vento e excesso de humidade.
Marmeleiro
Excelente em solo fresco e arejado, com copa aberta.
Medronheiro
Excelente em solos siliciosos e orlas de bosque mediterrânico.
Mélia
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar fruto tóxico, dispersão, geada e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Menta-da-água
Excelente em cesto raso, contendo caules que enraízam fora do recipiente.
Mercurial-anual
Vigiar campos, jardins e depósitos de terra, intervindo cedo com solo húmido e sem dispersar sementes.
Mil-folhas
Excelente em solo moderadamente fértil e drenado, com corte depois da floração.
Milho-doce
Muito bom numa estação longa e solo com matéria orgânica.
Mirtilo-americano
Excelente em solo ácido ou vaso ericáceo, com boa circulação.
Mizuna
Excelente para sucessões, com rede anti-insetos e solo fresco mas nunca saturado.
Molínea
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Monarda
Excelente em canteiro profundo e arejado, com divisão periódica das touceiras.
Monarda-brava
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a humidade estival, oídio e contenção.
Morangueiro
Condições equilibradas e época de colheita longa.
Morraça
Excelente em rias e estuários com baixa energia e sedimento fino estável.
Mostarda-de-folha
Excelente para sucessões, com rede anti-insetos e solo fresco mas nunca saturado.
Murta
Muito boa em sebe livre, especialmente na transição mediterrânica.
Nabo
Muito bom em sucessões, com rede contra mosca-da-couve.
Narciso-calcícola
Excelente apenas nas serras calcárias de Sicó, Aire, Candeeiros e áreas confirmadas.
Narciso-das-areias
Excelente em dunas e jardim costeiro arenoso com origem de viveiro.
Narciso-de-cheiro
Excelente para naturalizar em sol ou sombra caducifólia clara.
Narciso-trombeta-pequena
Excelente em prado e clareira, sem cortar folhas ainda verdes.
Nenúfar-branco
Excelente em lago sem corrente, dimensionando o vigor ao espelho de água.
Nespereira-do-Japão
Muito boa no litoral suave e protegido de vento.
Nêveda-dos-gatos
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a contenção, origem e pressão de gatos.
Nogueira
Muito boa em solos aluviais drenados e estação longa.
Norça-preta
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Noselha-comum
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar a flor, as brácteas e o cormo de origem cultivada.
Oca
Excelente com outono longo, solo leve e drenagem durante as chuvas de colheita.
Olaia
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar forma de tronco, geada tardia e queda de vagens no regulamento e inventário municipal.
Orégão-comum
Muito boa num local quente e arejado, longe de solos pesados e permanentemente húmidos.
Orquídea Phalaenopsis
Excelente com luz filtrada e amplitude térmica doméstica moderada.
Orquídea-dos-brejos
Excelente em prados húmidos e margens não canalizadas, com corte tardio.
Orquídea-piramidal
Excelente nas serras e plataformas calcárias com pastagem extensiva.
Pak choi
Excelente para sucessões, com rede anti-insetos e solo fresco mas nunca saturado.
Palmeira-das-Canárias
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar geada, vento, espaço e escaravelho-vermelho.
Pampilho-das-searas
Adequada em campos e margens; humidade atlântica exige densidade baixa e vigilância de fungos.
Panasco-mediterrânico
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar a subespécie e a diferença face a cultivares forrageiros.
Papoila-comum
Muito adequada em margem de campo drenada, com corte tardio e espaço para completar o ciclo.
Papoila-longa-peluda
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a cápsula alongada, pelos e proveniência.
Parietária
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar a ocorrência espontânea e o risco alergénico.
Pastinaca
Excelente em terra solta sem pedra, mantendo humidade uniforme durante o engrossamento.
Pepino
Excelente em treliça, aproveitando a estação marítima longa.
Pereira
Excelente no Oeste e noutras zonas marítimas bem drenadas.
Pereira Rocha
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; melhor desempenho onde o inverno satisfaz o frio e a primavera não favorece fogo-bacteriano.
Periqueiro
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Perpétua-das-areias
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a subespécie, proveniência litoral e autorização de conservação.
Pessegueiro
Boa estação, exigindo prevenção sanitária em anos húmidos.
Petúnia
Muito boa em sol, removendo flores estragadas por chuva prolongada.
Pilriteiro
Excelente para sebe rural e fauna, evitando compactação e encharcamento.
Pimento
Boa estação, sobretudo em parede soalheira e solo aquecido.
Pimpinela-comum
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar o fruto verrugoso e a proveniência.
Pinguícula
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Pinheiro-manso
Excelente em areias litorais e solos pobres bem drenados.
Plátano-híbrido
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar escala, alergénios, água e vigilância fitossanitária.
Poa-trivial
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Poejo
Excelente em sol suave ou meia-sombra, com água regular e barreira radicular.
Polipódio-do-sul
Muito adequada em pedra, muro e talude estável sem impermeabilização da junta.
Porta-enxerto 101-14 MGt
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; favorece parcelas frescas e pouco calcárias, nunca seca estrutural.
Porta-enxerto 3309 Couderc
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; só é candidato onde cloretos, salinidade e nemátodes estejam excluídos.
Porta-enxerto Adesoto 101
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; é alternativa para controlar vigor em solos pesados ou calcários com compatibilidade provada.
Porta-enxerto CAB 6P
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; é alternativa intermédia onde vigor, produtividade e manutenção de pôlas são aceitáveis.
Porta-enxerto Cadaman
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; é opção de pessegueiro onde existe humidade moderada, sem justificar solo saturado.
Porta-enxerto citrange C-35
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; merece ensaio onde se procura menor vigor e qualidade sem calcário extremo.
Porta-enxerto citrange Troyer
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; é padrão histórico apenas onde calcário e sais não dominam.
Porta-enxerto citrumelo Swingle
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; é candidato em solo ácido e água boa, evitando calcário, sal e argila pesada.
Porta-enxerto Colt
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; beneficia regiões de cerejeira com solo consistente e água, evitando terrenos ligeiros e secos.
Porta-enxerto de citrinos Carrizo
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; usar em citrinos onde geada, sal e calcário não excedem a combinação.
Porta-enxerto de macieira B.9
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; é anão robusto ao frio, mas depende de rega e estrutura.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.11
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; é alternativa precoce de vigor baixo, sem dispensar água nem vigilância de pulgão-lanígero.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.41
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; é escolha de alta densidade e forte sanidade, com proteção física da união.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.890
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; serve pomar semi-anão quando sanidade e autonomia importam mais que densidade máxima.
Porta-enxerto de macieira M.26
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; adequado a formas pequenas com suporte e vigilância de fogo-bacteriano.
Porta-enxerto de macieira M.27
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; só funciona bem com solo fértil, água regular e suporte permanente.
Porta-enxerto de macieira M.7
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; é versátil em pomar de densidade média, com controlo de ladrões e ancoragem.
Porta-enxerto de macieira M.9
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; precisa de água, suporte e frio compatível com a cultivar.
Porta-enxerto de pereira BA 29
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; útil em pereiras menores, desde que compatibilidade e água sejam asseguradas.
Porta-enxerto de pereira OH×F 87
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; equilibra menor porte, afinidade de Pyrus e resistência ao fogo bacteriano.
Porta-enxerto de pereira Pyrodwarf
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; é opção clonal semi-vigorosa onde uniformidade e afinidade superam a procura de ananicamento.
Porta-enxerto de pereira Quince A
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; é produtivo em solo fértil e fresco, depois de confirmar afinidade e calcário.
Porta-enxerto de pereira Quince C
No Centro litoral, cruzar humidade, drenagem, vigor e fogo bacteriano; é raiz de espaço pequeno, solo rico, água regular e apoio permanente.
Porta-enxerto Flying Dragon
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; serve espaço pequeno e frio em solo não calcário, com rega regular.
Porta-enxerto Gisela 5
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; só é boa escolha com fertilidade, rega, tutoragem e mão de obra compatíveis.
Porta-enxerto Gisela 6
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; é opção precoce com rega e fertilidade, evitando calor radicular extremo.
Porta-enxerto Gravesac
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; é especializado em solo ácido e cascalhento sem pressão de Meloidogyne.
Porta-enxerto Kober 5BB
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; faz mais sentido onde humidade ou pobreza limitam vigor e menos em calor fértil.
Porta-enxerto Krymsk 5
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; é versátil em temperatura e textura, mas exige material livre de PDV e PNRSV.
Porta-enxerto Krymsk 6
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Porta-enxerto Krymsk 86
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; pode resolver combinações difíceis de textura e pH, mas exige experiência local.
Porta-enxerto Marianna 2624
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; é sobretudo candidato onde o excesso de retenção exclui porta-enxertos de pessegueiro.
Porta-enxerto MaxMa 14
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; é opção intermédia quando Gisela seria fraco e Colt excessivamente vigoroso.
Porta-enxerto Mazzard
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; serve sistemas tradicionais de cerejeira onde solo, espaço e mão de obra suportam árvores grandes.
Porta-enxerto Myrobalan 29C
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; é opção robusta para ameixeira, confirmando sempre compatibilidade da cultivar.
Porta-enxerto Penta
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; ganha interesse em solos pesados ou alcalinos onde híbridos pessegueiro-amendoeira falham.
Porta-enxerto Poncirus trifoliata
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; privilegiar frio e solo não calcário, evitando seca e sal.
Porta-enxerto Rootpac R
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; é candidato de vigor alto para condições difíceis, exigindo ensaio e controlo da copa.
Porta-enxerto SO4
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; é versátil onde não haja seca extrema, compactação ou saturação prolongada.
Potamogéton-flutuante
Muito bom em água parada e limpa, controlando folhas antes de cobrirem o espelho.
Pothos
Excelente em luz filtrada, com boa secagem entre regas.
Prímula-sem-caule
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Rabanete
Excelente em sucessões curtas e sob rede.
Rábano-daikon
Excelente em terra solta sem pedra, mantendo humidade uniforme durante o engrossamento.
Rábano-rústico
Excelente em terreno fresco, mas os fragmentos tornam a rotação difícil.
Rabo-de-cão-cristado
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Rainha-dos-prados
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Rami
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a geada, rega e contenção rizomatosa.
Ranúnculo-aquático
Muito bom em lago raso sem escorrência de fertilizantes ou água turva.
Ranúnculo-da-Pérsia
Excelente no ciclo fresco, em cama elevada e com flores protegidas do vento.
Ranúnculo-dos-campos
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a humidade primaveril, fruto espinhoso e ocorrência.
Ranúnculo-inflamatório
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Reseda-dos-tintureiros
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a identificação, origem local e contenção de sementes.
Rhynchospora-branca
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Rosa-albardeira
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a origem de viveiro, a sombra e a drenagem.
Roseira
Estação longa, com boa ventilação contra mancha-negra e oídio.
Roseira-brava
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Rosmaninho
Excelente em areia ou encosta ácida bem drenada.
Rúcula
Excelente para sucessões de outono, inverno e primavera, sem deixar o solo saturado.
Ruibarbo
Muito bom com drenagem e remoção da haste floral para preservar a coroa.
Ruiva-dos-tintureiros
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a contenção dos rizomas e o tempo até colheita.
Sabugueiro
Excelente em solo fresco, com flores para insetos e frutos para aves.
Salgadeira
Excelente em talude costeiro, salina e margem alta arenosa.
Salgueirinha
Excelente em jardim de chuva, cortando sementes junto de corredores fluviais.
Salgueiro-branco
Excelente em bacias siliciosas, mas distinguir de outros salgueiros e híbridos.
Salgueiro-preto
Excelente em lagoa e linha de água, desde que não se transforme a margem.
Salicórnia
Excelente em rias, lagoas costeiras e sapais de cota baixa corretamente medida.
Salsa
Ciclo longo e folhas tenras com humidade regular.
Salsaparrilha-bastarda
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar os espinhos, o suporte e a contenção.
Salva-comum
Muito boa num local quente e arejado, longe de solos pesados e permanentemente húmidos.
Salva-dos-caminhos
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar a roseta, a perturbação e a identidade.
Samouco-do-Brabante
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Sanguinho-das-sebes
Muito bom em sebe costeira ou calcária, com rega apenas para instalar.
Sanguinho-de-água
Excelente em galeria e sebe naturalista com meia-sombra.
Sanguinho-legítimo
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Sapinho-dos-estuários
Muito adequada a margens arenosas abertas de rias e lagoas costeiras.
Sarcocórnia-perene
Excelente em bancos consolidados de rias e lagoas costeiras com maré funcional.
Sardinheira
Muito boa em varanda solarenga com drenagem e ar em movimento.
Sargaça-maior-das-areias
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a subespécie, a areia e o volume adulto.
Sargacinha-amarela
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a areia litoral, a drenagem e a proveniência.
Sargaço-mouro
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar o solo ácido, a hibridação e a proveniência.
Saxífraga-espatulada
Boa em afloramento ácido húmido e fonte não captada, sobretudo nas áreas mais frescas.
Segurelha-anual
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar o calor de floração, ventilação e autenticidade da semente.
Selo-de-salomão
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Serapião
Muito favorável em mosaico agrícola extensivo e pousio sem herbicida.
Serradela
Excelente nos solos leves e ácidos, evitando baixios e argilas compactas.
Silene-calcícola
Pode incluir núcleos regionais específicos, mas toda intervenção depende de plano e autorização.
Silva-comum
Excelente para fauna, mas pode dominar após perturbação ou excesso de nutrientes.
Soagem
Muito adequada em margem de campo drenada, com corte tardio e espaço para completar o ciclo.
Sobreiro
Muito adaptado em solos siliciosos e bem drenados.
Sófora-do-Japão
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar o contexto urbano, queda de vagens e naturalização.
Tábua-estreita
Excelente em sistema construído de grande escala, não numa mini-charca.
Tamargueira-africana
Muito boa em margem costeira espaçosa, longe de infraestruturas enterradas.
Tanchagem
Excelente em solo moderadamente fértil e drenado, com corte depois da floração.
Tanchagem-dos-charcos
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Tanchagem-peluda
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a espiga sedosa e o grau de nitrificação.
Táveda
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a subespécie, estatuto insular e distância de estradas.
Tília-de-folhas-pequenas
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar o volume de solo, calor urbano e origem de viveiro.
Tília-prateada
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar escala adulta, vento, água e calor refletido no regulamento e inventário municipal.
Tojo-arnal
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Tojo-gatunho
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar a população de origem, o calcário e a autorização à escala da população.
Tojo-manso
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a distinção de Stauracanthus spectabilis, a areia e a origem.
Tomate
Estação longa e temperaturas favoráveis.
Tomatillo
Muito boa em solo drenado e abrigo, com ventilação para conter doenças foliares.
Tomilho-comum
Muito boa num local quente e arejado, longe de solos pesados e permanentemente húmidos.
Torga
Excelente em jardim ácido, evitando água calcária e matéria orgânica rica.
Tremoço-branco
Muito bom em solos ácidos e arenosos, com semente limpa.
Trevinho
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Trevo-branco
Excelente pela estação longa e humidade moderada, sempre em mistura equilibrada.
Trevo-cervino
Frequente em várzeas, pauis e valas, mas drenagem, eutrofização e invasoras exigem diagnóstico da bacia.
Trevo-encarnado
Excelente entre hortícolas ou em pomar, terminando antes de semear o verão.
Trevo-negrescente
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a frescura sazonal, capítulo e subespécie.
Trevo-subterrâneo
Excelente em cobertos permanentes drenados e com corte por faixas.
Trevo-violeta
Excelente em rotação curta e solos drenados, aproveitando primavera prolongada.
Trigo-mole
Muito bom com drenagem e variedade resistente a doenças foliares.
Trigo-sarraceno
Excelente como grão curto ou cobertura, evitando chuva na colheita.
Triticale
Muito bom com variedade resistente e maturação antes da chuva.
Trovisco
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a toxicidade, a drenagem e a origem.
Tulipa
Muito boa em local solarengo e elevado, protegido de encharcamento.
Tupinambo
Excelente em parcela contida, evitando encharcamento e dispersão de tubérculos.
Ulmeiro-campestre
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar grafiose, origem genética e monitorização municipal no regulamento e inventário municipal.
Umbigo-de-vénus
Muito adequada em pedra, muro e talude estável sem impermeabilização da junta.
Urtiga-maior
Excelente em meia-sombra luminosa e solo fresco, com divisão periódica da touceira.
Urze-branca
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar o pH, a humidade e o porte arbóreo.
Urze-carapaça
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Urze-das-vassouras
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar o solo ácido, subespécie e proveniência local.
Urze-dos-brejos
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Urze-portuguesa
Excelente em meia-sombra e solo fresco, evitando compactação.
Valeriana
Excelente em meia-sombra luminosa e solo fresco, com divisão periódica da touceira.
Valverde-do-sapal
Excelente em sapal alto, talude de salina e margem costeira drenada.
Verónica-de-água
Excelente em prateleira rasa, sem sombra total nem enriquecimento da água.
Videira
Muito adaptada com escolha certa de casta e exposição.
Videira Arinto (Pedernã)
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; ampla adaptação; Bucelas é referência, não limite biológico.
Videira Baga
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; a Bairrada é referência; assegurar maturação tardia e sanidade.
Videira Fernão Pires (Maria Gomes)
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; ampla difusão no Centro e Tejo; ajustar ao calor precoce.
Vimeiro
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a água disponível e distância de linhas de água naturais.
Yacon
Excelente pela estação longa e humidade moderada, com suporte contra vento marítimo.
Zambujeiro
Muito bom em solos drenados e exposição protegida do vento marítimo direto.
Zamioculca
Excelente com luz filtrada e secagem completa do recipiente.
Zelkova-japonesa
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar água estival, proveniência e espaço de copa no regulamento e inventário municipal.
Abacateiro
Bom em costa abrigada e solo muito drenado, protegendo plantas jovens.
Abóbora-porqueira de Bornes
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar geada, verão suficiente e regras da região de origem da variedade de conservação.
Abrótano
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.
Açafrão
Bom em solo arenoso elevado; chuva durante a flor obriga a colher e secar rapidamente.
Açafrão-da-primavera
Boa apenas em altitude e solo pedregoso, protegido de encharcamento.
Adónis-anual
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.
Aeónio-arbóreo
Boa em microclima costeiro protegido, com substrato que seque após chuva.
Agastache
Boa com drenagem mineral e espaço, evitando rega frequente sobre a coroa.
Agave-atenuada
Boa em pátio costeiro muito abrigado e drenado; proteger de geada ocasional.
Alfinetes-dos-muros
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Algodoeiro-herbáceo
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.
Amendoeira
Boa em encosta seca e ventilada; chuva aumenta doenças florais.
Araruta
Possível em túnel ou pátio quente, iniciando rizomas cedo e colhendo antes do frio.
Araucária-de-Cook
No Centro litoral, gerir humidade, vento e escala do jardim; confirmar geada, vento dominante e distância a edifícios.
Arruda-de-jardim
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.
Arruda-dos-muros
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar o calcário, os soros e a ocorrência regional.
Artemísia-dos-salgados
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a subespécie, o sapal alto e a cota seca.
Árvore-de-Júpiter
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.
Aveia-brava
Adequada em campos e margens; humidade atlântica exige densidade baixa e vigilância de fungos.
Azinheira
Boa em solos calcários ou secos fora das baixas húmidas.
Baracejo-gigante
Bom em pleno sol e solo mineral, afastado de zonas encharcadas.
Barrilheira-maior
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a humidade salina, a interação com Cynomorium e a origem.
Beringela
Boa em abrigo quente; vento marítimo e noites frescas podem atrasar floração e maturação.
Bico-de-cegonha
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar o fruto maduro e a distinção de outros Erodium.
Biserrula
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a vagem serrada, acidez e nome aceite.
Braquiquito
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar geada, folículos irritantes e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Buganvília
Boa junto a parede quente e abrigada do vento.
Bupleuro-arbustivo
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a origem, a exposição costeira e o espaço adulto.
Calateia-orbifólia
Boa em divisão luminosa e estável, longe de vidro frio.
Calta
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Capim-do-Sudão
Bom em parcela quente e abrigada, desde que exista janela seca para utilização.
Cardazol
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar o substrato ácido e o complexo taxonómico.
Cardo-das-lagoas
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Carrasco
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a subespécie, as bolotas locais e a gestão de combustível.
Carrasco-arbóreo-costeiro
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Cártamo-tintureiro
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a variedade, espinhos e ausência de encharcamento.
Carvalho-negral
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Castanheiro
Possível em serras frescas; calor costeiro e humidade podem limitar.
Caucalis-dos-campos
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a ocorrência atual, fruto espinhoso e estatuto local.
Cebola-albarrã
Boa em encosta costeira quente, abrigada e de solo mineral.
Cebolinho-dos-charcos-ibérico
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Cebolinho-dos-charcos-velado
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Centeio
Bom em solos leves e arejados, escolhendo variedade de palha resistente.
Cervum
Boa apenas em altitude e solo pobre; nas baixas é abafada por gramíneas vigorosas.
Cevada-marítima
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a subespécie, a salinidade e a ausência de semente agrícola.
Chaetopogon-prostrado
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Cila-do-peru
Boa em jardim controlado e núcleos meridionais confirmados, sem naturalização.
Cistanche-amarela
Possível apenas em estuário com registo confirmado e hospedeiros nativos.
Clementineira Clemenules
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; precisa de bom clima citrícola e controlo das fontes de pólen para fruta sem sementes.
Clementineira Marisol
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; a vantagem é colheita muito precoce, exigindo vigilância rápida de cor, casca e mosca.
Coentros-bravos
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar uma das subpopulações conhecidas e o estatuto vulnerável.
Cornicabra
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar o sexo, a proveniência e o espaço de copa.
Cosmos
Boa em solo leve e sol, com suporte coletivo nos locais de vento marítimo.
Cravo-de-Sintra
Pode incluir núcleos regionais específicos, mas toda intervenção depende de plano e autorização.
Cúrcuma
Boa em túnel ventilado ou vaso abrigado, iniciando o rizoma no fim do inverno.
Damasqueiro
Bom em parede sul, com proteção da floração contra chuva e frio.
Echeveria-elegante
Boa em peitoril costeiro abrigado, recolhendo antes de noites frias.
Ensião-de-pasta
Possível apenas em jardim costeiro muito ameno, com vigilância de escape e origem legal.
Ensião-viscoso
Possível apenas em jardim costeiro muito ameno, com vigilância de escape e origem legal.
Erva-carneira
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar a subespécie, a arista e a proveniência.
Erva-do-homem-enforcado
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar a população, o calcário e a micorriza.
Erva-doce-anual
Pode integrar prados atlânticos e várzeas, mas urbanização, drenagem e eutrofização fragmentam as comunidades.
Erva-mata-pulgas
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a subespécie, proveniência e solo pedregoso.
Espargo-branco
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar os espinhos, o rizoma e a proveniência.
Esteva
Boa longe de solos calcários e de jardins regados continuamente.
Estramónio
Vigiar campos, jardins e depósitos de terra, intervindo cedo com solo húmido e sem dispersar sementes.
Estrelícia
Boa junto à costa em microclima sem geada e protegido do vento.
Feijão-de-metro
Boa em abrigo quente; vento marítimo e noites frescas podem atrasar floração e maturação.
Feijão-frade
Bom em exposição soalheira e drenada; humidade favorece doenças de folha e vagem.
Festuca-azul
Boa em vaso ou canteiro elevado, sem sombra nem rega frequente.
Festuca-elegante
Potencial em orla siliciosa de altitude, nunca como gramínea ornamental indiferenciada.
Flor-de-andorinha
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a depressão salobra, a clareira e a proveniência insular ou continental.
Fritilária-lusitana
Boa em clareira drenada e arenosa, evitando humidade de verão.
Gengibre
Bom em túnel luminoso, com substrato quente e colheita antes do frio outonal.
Gerânio-da-Madeira
Possível como ornamental em microclima costeiro suave, com drenagem e proteção contra geada.
Grama-filiforme
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a espiga filiforme, a cota e a população.
Grão-de-bico
Bom em solo leve; humidade aumenta antracnose e ascoquita.
Hissopo
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar a drenagem, identidade e uso apenas culinário reconhecido.
Íris-barbuda
Boa em solo leve e ventilado, sem cobertura orgânica sobre os rizomas.
Isoplexis-da-Madeira
Possível em costa amena e húmida, sem qualquer uso de restauro continental.
Jacinto-dos-charcos
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Junco-de-Dom-Manuel
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Junco-subulado
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar o gradiente salobro, o rizoma e a ocorrência local.
Junquinho-dos-sapais-do-sul
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a população, o fruto e a reconversão de salinas.
Kenaf
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a soma térmica e contenção de sementes.
Koeléria-dos-calcários
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar o afloramento calcário e a subespécie.
Laranjeira Lane Late
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; a longa permanência do fruto exige inverno ameno, boa sanidade e água até à primavera.
Laranjeira Navelina
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; é precoce e comercialmente testada, desde que haja proteção do frio e água uniforme.
Laranjeira Newhall
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; a precocidade ajuda antes do frio, mas fruto e rebentos jovens continuam sensíveis à geada.
Lavanda-verdadeira
Boa em solo mineral elevado, longe de rega frequente e sombra de árvores.
Lentilha
Boa num inverno drenado e colheita antes das chuvas tardias.
Leontodon-tuberoso
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar as raízes tuberosas e a humidade sazonal.
Língua-de-vaca-das-areias
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a subespécie, a raiz profunda e a proveniência.
Loendro
Boa apenas em faixa costeira quente, aberta e bem drenada.
Luzerna
Boa onde drenagem e janela de corte permitem secagem rápida.
Macieira Bravo de Esmolfe
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; privilegiar 350–550 m, frio invernal e menor pressão de calor.
Macieira-brava
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Madressilva-mediterrânica
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar as folhas conadas, a origem e o suporte vivo.
Malva-real
Boa em local ventilado e rega à base, retirando folhas doentes com frequência.
Martagão
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Massaroco-da-Madeira
Possível como ornamental em microclima costeiro suave, com drenagem e proteção contra geada.
Melancia
Boa em abrigo quente; vento marítimo e noites frescas podem atrasar floração e maturação.
Melão
Boa em abrigo quente; vento marítimo e noites frescas podem atrasar floração e maturação.
Melão Branco do Ribatejo
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar calor acumulado, oídio, doçura e isolamento de outros meloeiros.
Melão Manuel António
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar calor longo, escaldão, maturação tardia e isolamento varietal.
Meliloto-amarelo
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a ocorrência local, identidade e proveniência.
Milho-forrageiro
Bom pela estação longa, mas água e vento podem limitar rendimento e estabilidade.
Mirtilo-bravo
Boa em serra e meia-sombra; nas baixas o calor e água dura provocam clorose.
Nazareno
Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar o cacho compacto, a folha e a origem dos bolbos.
Nigela-dos-trigos
Adequada em campos e margens; humidade atlântica exige densidade baixa e vigilância de fungos.
Oliveira
Boa em encosta drenada e exposta.
Oliveira Cobrançosa
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; boa referência no Nordeste e interior, mas validar frio e disponibilidade de água.
Oliveira Galega Vulgar
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; evitar humidade persistente e confirmar adaptação do clone local.
Orovale
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a localização, o estatuto e a toxicidade.
Orquídea-espelho
Boa em clareira costeira seca e solo pobre, sem fertilização ou relva densa.
Orvalhinha
Boa em serra; nas baixas proteger o vaso do sobreaquecimento sem reduzir demasiada luz.
Painço
Bom nas zonas interiores; costa húmida aumenta acama e doença.
Palmeira-anã
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a origem espontânea, o sexo das plantas e a drenagem.
Papiro
Bom em pátio protegido, com inverno abrigado e água permanente.
Papoila-ouriçada
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a cápsula madura e a distinção de outras papoilas.
Pereira-brava-ibérica
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável.
Pimenteira-bastarda
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar geada, alergénios, frutos e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Pimento de Sabugal
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar noites frias, calor de floração, podridão apical e isolamento de outros pimentos.
Poa-bolbosa
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a base bolbosa, o regime de pastoreio e a proveniência.
Porta-enxerto 110 Richter
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; especialmente útil em solos secos, pobres e sem encharcamento.
Porta-enxerto 1103 Paulsen
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; útil sob seca e alguma salinidade, sem substituir análise de nemátodes.
Porta-enxerto 41 B
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; útil em calcário quando seca e saturação não são extremas.
Porta-enxerto 420A MGt
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; exige profundidade, água suficiente e ausência de compactação ou seca severa.
Porta-enxerto Citrus volkameriana
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; é material de clima suave, vigor alto e água limitada, aceitando menor qualidade.
Porta-enxerto de citrinos Citrus macrophylla
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; orientado para zonas cítricas suaves, sobretudo limoeiro.
Porta-enxerto de macieira MM.106
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; usar apenas onde a drenagem é segura.
Porta-enxerto de macieira MM.111
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; útil onde seca e ancoragem pesam mais que precocidade.
Porta-enxerto de pereira OH×F 333
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; opção intermédia onde fogo-bacteriano e compatibilidade pesam.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 13
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; é opção de baixo vigor e sal, mas exige excluir Tylenchulus.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 5
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; é candidato mediterrânico para menor vigor, calcário e sal com validação da copa.
Porta-enxerto Garnem
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; tem interesse em pomares secos e calcários, especialmente com risco confirmado de nemátodes.
Porta-enxerto GF 677
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; é candidato para seca e calcário apenas onde a drenagem seja segura.
Porta-enxerto laranjeira Gou Tou
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; usar apenas em bloco experimental onde tristeza e argila justifiquem o ensaio.
Porta-enxerto laranjeira-azeda
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; o risco de tristeza exige decisão fitossanitária, não apenas agronómica.
Porta-enxerto limoeiro Rugoso
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; é opção especializada para areia e seca em clima suave, aceitando qualidade inferior.
Porta-enxerto Montclar
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; é opção onde se pretende caráter de pessegueiro com melhor resposta à clorose.
Porta-enxerto Nemaguard
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; só ganha prioridade após identificar nemátodes e confirmar que solo e calcário são compatíveis.
Porta-enxerto Paradox
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; requer frio e espaço para a cultivar, além de solo profundo e diagnóstico sanitário.
Porta-enxerto Rupestris du Lot
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; só é opção em solo pobre, pouco calcário e não compacto, aceitando muitos ladrões.
Porta-enxerto tangerineira Cleópatra
No Centro litoral, cruzar frio moderado, humidade, drenagem e vigor; é opção lenta para sais e alcalinidade, nunca para colo permanentemente húmido.
Porta-enxerto Teleki 5C
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; é opção comparativa para calcário moderado e vigor onde o ciclo não deve atrasar.
Porta-enxerto Vlach
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; só é candidato onde frio, espaço, solo profundo e sanidade permitem nogueira vigorosa.
Quebra-ossos
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Quiabo
Boa em abrigo quente; vento marítimo e noites frescas podem atrasar floração e maturação.
Romãzeira
Boa numa parede quente e seca, protegida de vento marítimo.
Sabina-da-praia
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a subespécie, o sexo e o sistema dunar.
Salepeira-grande
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar a população, a micorriza e o calendário de roçagem.
Salva-brava
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar o calcário, a lanosidade e a drenagem.
Segurelha-das-montanhas
No Centro litoral, garantir ventilação sem perder frescura; confirmar frio invernal, drenagem e contenção fora do canteiro.
Serradela-amarela
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a vagem achatada, acidez e proveniência.
Serradela-pinada
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a vagem, flores e substrato silicioso.
Soagem-lusitana
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a altitude, frescura e proveniência ibérica.
Sorgo
Bom em zonas interiores e solo aquecido, menos junto à costa.
Sula
Boa em calcário drenado e clima suave, evitando zonas com chuva e saturação excessivas.
Tangerineira Setubalense
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; o valor é patrimonial e aromático, mas frio, sementes e alternância exigem planeamento.
Taro
Bom em microclima quente e húmido, com material limpo e cama elevada.
Tef forrageiro
Bom em local abrigado com cama firme e janela seca para fenação.
Teúcrio-arbustivo
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a drenagem, a proveniência e o volume adulto.
Tipuana
No Centro litoral, assegurar solo arejado e resistência ao vento; confirmar geada, raízes, escala e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Tojo-sovelão
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a subespécie, o solo ácido e os espinhos.
Tomate Cereja de Inverno
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar geada, míldio, maturação completa e conservação seca.
Tomate da Campina
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar última geada, escaldão, Tuta absoluta e fidelidade do lote.
Tomate do Inverno
No Centro litoral, gerir humidade, vento e sucessão de culturas; confirmar estação longa, casca íntegra, míldio e armazenamento.
Tomilho-rasteiro
Bom em canteiro elevado ou juntas, afastado de rega frequente.
Toranjeira
Boa apenas num microclima muito quente e protegido, com estação longa.
Tramazeira
Boa em altitude; nas baixas o verão húmido e quente aumenta stress e doença.
Trevo-estreito
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar o solo pobre, folíolos estreitos e origem.
Trevo-tomentoso
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar as cabeças frutíferas tomentosas e a ocorrência local.
Trigo-duro
Bom em solo drenado, mas chuva na maturação reduz qualidade vítrea.
Tuberária-malhada
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar o substrato ácido e a mancha basal das pétalas.
Tulipa-brava
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar o calcário, a subespécie e a origem legal do bolbo.
Urze-das-turfeiras
Boa em altitude; nas baixas o calor e a água mineralizada limitam a espécie.
Vide-branca
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Videira Alvarinho
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; referência no Minho; fora dele confirmar calor, vento e conservação de acidez.
Videira Castelão
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; forte referência na Península de Setúbal, Tejo e sul.
Videira Encruzado
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; Dão e Centro interior são a principal referência de adaptação.
Videira Loureiro
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; referência nos Vinhos Verdes; proteger de vento e doenças.
Videira Touriga Nacional
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; adaptável, mas ajustar clone, carga e porta-enxerto à região.
Vidoeiro-pubescente-celtibérico
Boa em serra fresca, mas o verão litoral quente exige solo profundo e água segura.
Zimbro-bravo
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a subespécie, o sexo e a proveniência.
Zimbro-galego
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a paleoduna ácida, o sexo e a população de origem.
Zínia
Boa com circulação e cultivares resistentes, evitando molhar folhas ao fim do dia.
Abrótona-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Alfeneiro-comum
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Algodão-das-turfeiras
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Alho-ursino
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Anémona-dos-bosques
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Arenária-de-Font-Quer
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Aristolóquia-bética
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a identificação, a toxicidade e a ocorrência local.
Arméria-das-praias
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a identidade, a proveniência sul e a mobilidade da areia.
Arméria-de-Morais
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Arméria-lanuda
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Arnica-atlântica
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Áster-de-folhas-estreitas
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a ocorrência regional, subespécie e floração tardia.
Avénula-lusitânica
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Azevinho-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Ballota-peluda
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.
Bananeira Cavendish
Fraca salvo estufa alta ou microclima costeiro sem frio.
Barrete-de-padre
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Bellevalia-de-Hackel
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar o bolbo, a população do Barrocal e a dormência à escala da população.
Beterraba-de-fruto-grande
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a população algarvia, a marga e a diversidade genética.
Bocas-de-lobo-de-Trás-os-Montes
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Bupleuro-de-folha-redonda
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar o registo histórico, ausência atual e política de reintrodução.
Calicotome-vilosa
No litoral centro, garantir drenagem e continuidade sem excesso de rega; confirmar a ocorrência mediterrânica, espinhos e proveniência.
Campainhas-da-Estrela
Fora do núcleo natural e demasiado quente nas baixas; apenas instituição autorizada.
Cardo-azul-dos-charcos
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Cárice-vulcânica
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Carvalho-de-Monchique
Boa em encostas e bosques mediterrânicos do centro litoral quando solo e proveniência coincidem; confirmar a população de Monchique, a genética e o risco de hibridação.
Cedro-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Cedro-do-mato dos Açores
Só coleção botânica autorizada, nunca naturalização.
Choupo-branco
Fora da área autóctone presumida; evitar introdução em galerias naturais.
Choupo-negro
Pode prosperar em aluvião, mas porte, raízes e estatuto desaconselham margens naturais.
Cinomório-do-Algarve
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar os quatro locais, o hospedeiro e o pisoteio.
Clematite-de-inverno
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar o estatuto Quase Ameaçada, a localização e o suporte.
Corriola-do-Espichel
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar a falésia Espichel, a autorização e a segurança à escala da população.
Cravina-transmontana serpentinícola
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Erva-das-pampas — não plantar
Não plantar; humidade e perturbação favorecem focos densos no litoral.
Esfagno-brilhante
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-capilar
Pode ocorrer em depressões costeiras e cabeceiras húmidas; drenagem, eutrofização e urbanização são limites fortes.
Esfagno-dos-pântanos
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-papiloso
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfenopo-divaricado
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a areia solta, a população e a panícula madura.
Esparto
Boa em calcários, areias ou colinas secas quando a ecologia coincide; não converter prado existente. Confirmar a ocorrência natural, o calcário e a proveniência meridional.
Esteva-de-Sagres
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar o Algarve ocidental, a subespécie e a proveniência à escala da população.
Eufórbia-de-Gomes-Pedro
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar o endemismo do Espichel, a autorização e a seiva tóxica.
Feno-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feno-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Festuca-de-Bragança
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Feto-de-foice-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feto-negro-da-Corunha
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Feto-serpentinícola
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Folhado-da-Madeira
Possível apenas em parque costeiro húmido e sem geada, com solo ácido.
Gagea-dos-prados
No litoral centro, ajustar a humidade atlântica e o tipo de solo; confirmar a localização autorizada e o substrato ultrabásico.
Jacinto-dos-bosques
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Lantana-arbórea
Boa em paisagens agrícolas húmidas, mas urbanização e limpeza anual podem interromper a continuidade da sebe.
Laranjeira D. João
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; é património produtivo de ciclo longo para territórios de inverno suave e rega assegurada.
Laranjeira Valencia Late
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; precisa de época longa sem geada para terminar o fruto tardio e iniciar simultaneamente a nova campanha.
Limeira
Apenas em vaso móvel ou estufa; não confiar no inverno costeiro.
Limónio-branco
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar as quatro localizações, a invasora Spartina densiflora e a população de Algoz.
Lisimáquia-dos-Açores
Só coleção botânica legal em clima fresco.
Maracujá-roxo
Exigente mesmo em estufa; verão moderado pode atrasar maturação dos frutos.
Marcetão-das-areias
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar o corredor Setúbal–Sines, a areia ácida e a autorização.
Musgo-espada-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Noveleiro
Fora do núcleo português conhecido; não usar para naturalização ou restauro.
Oliveira Cordovil de Serpa
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; melhor referência no Baixo Alentejo e condições mediterrânicas interiores.
Oliveira Verdeal Alentejana
No Centro litoral, considerar humidade marítima e ventilação; é referência alentejana; testar fora da região em pequena escala.
Papaeira
Apenas em estufa alta, luminosa e ventilada.
Pastel-dos-tintureiros
No litoral centro, assegurar arejamento e drenagem; confirmar a proveniência cultivada e a população espontânea das arribas do Douro.
Pau-branco dos Açores
Só coleção botânica legal em parque costeiro.
Pilulária-menor
Pode existir habitat favorável em depressões litorais; confirmar taxonomia, comunidade e regime de inundação.
Piorno-branco
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar o habitat de substituição, densidade e proveniência.
Piorno-da-Estrela
Fraco nas baixas; possível em cume frio e ventilado com proveniência adequada.
Pistácio
Fraco no litoral húmido; floração e fruto sofrem com chuva.
Porta-enxerto 140 Ruggeri
No Centro litoral, pesar drenagem, humidade e vigor; reservar para seca e calcário onde o vigor alto é necessário.
Porta-enxerto 161-49 Couderc
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; usar com prudência, apenas em perfil leve e após avaliação do risco de declínio.
Porta-enxerto 99 Richter
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; favorece seca e solo neutro sem sal, aceitando arranque lento e vigor alto.
Porta-enxerto Fercal
No Centro litoral, cruzar humidade, fertilidade, vigor e drenagem; é ferramenta para clorose calcária, desde que profundidade e água útil existam.
Porta-enxerto Mahaleb
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; é opção de sequeiro e calcário apenas em solo leve e com cultivar compatível.
Porta-enxerto Pistacia atlantica
No Centro litoral, pesar humidade, vigor e drenagem interna; é opção de frio e salinidade apenas sem histórico de Verticillium.
Porta-enxerto UCB1
No Centro litoral, avaliar humidade, vigor e drenagem interna; só tem sentido onde a cultivar recebe frio suficiente e o verão amadurece a produção.
Queiró-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Salicórnia-anã
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar a única população atual, a crosta e o hidroperíodo.
Sândalo-branco
Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a ocorrência local, o hospedeiro e a origem do material.
Santolina-semidentada
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Sapinho-do-Sotavento
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar as três localizações, a semente e a clareira.
Saveirinho
No litoral centro, distinguir montado de outros bosques e pastagens atlânticas; confirmar a distribuição conhecida e a vagem em forma de barco.
Sésamo
Fraco a moderado; escolher abrigo seco e ciclo muito precoce.
Sideritis-lusitanica
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar a subespécie endémica, a terra rossa e a proveniência à escala da população.
Sorveira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Tamujo
Fraco fora de rios siliciosos sazonais; excesso de humidade muda a comunidade.
Tanchagem-do-Algarve
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar a microdepressão ferruginosa, a população e a hidrologia à escala da população.
Tangerineira híbrida Encore
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; a fruta tardia e a alternância pedem clima suave, rega e gestão de carga.
Tangoreira Ortanique
No Centro litoral, escolher microclima soalheiro e solo drenado; o ciclo tardio e o vigor são para microclima citrícola longo, com espaço e rega.
Teixo
Possível em refúgios húmidos e carvalhais remanescentes; não confundir litoral com solo encharcado.
Teúcrio-algarvio
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar as folhas, o substrato e a origem ibérica à escala da população.
Til-da-Madeira
Só coleção botânica húmida e abrigada; o porte adulto exige parque.
Tomelos-de-níquel
Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Tomilho-cabeçudo-do-Algarve
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar o endemismo algarvio, o substrato e o estatuto à escala da população.
Tomilho-das-praias
Faixa relevante para dunas secundárias, paleodunas e pinhais litorais; confirmar a areia básica, a população e a proteção legal.
Tuberária-maior
Pode corresponder a núcleos calcários do Centro-Oeste; confirmar o conceito taxonómico nacional, a população e a areia à escala da população.
Urze-dos-Açores
Coleção possível em solo ácido, mas use urzes nativas no restauro.
Urze-mineira
Fora da distribuição e sem equivalente mineiro autorizado para introdução ou ensaio de campo.
Urze-rasteira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Uva-da-serra dos Açores
Coleção possível em clima atlântico, sem naturalização.
Uveira-da-serra da Madeira
Possível apenas em coleção costeira húmida e protegida.
Valverde-esplêndido
Possível em rias, lagoas e salinas litorais; cada massa de água e cota exige proveniência própria. Confirmar os dois registos, a identificação e a perturbação moderada.
Vidália
Possível apenas em coleção costeira especializada, nunca naturalização.
Violeta-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Zimbro-rasteiro
Fraca nas baixas; possível apenas em serra fria e ventilada sem encharcamento.
Vigiar
Limites regionais.
- vento salino junto à costa
- míldio primaveril
- compactação de solos
Fazer
Ações com impacto.
- criar sebes corta-vento
- alternar famílias
- incorporar matéria orgânica madura