Região Autónoma · Região climática Madeira
O que plantar
em Madeira.
Gradientes subtropicais muito rápidos entre costa, vertente, altitude e exposição norte ou sul.
Padrão climático
Madeira
Costa, encostas e altitude.
Subtropical marítimo com fortes gradientes de altitude e exposição. A costa sul permite subtropicais; cotas altas e norte são mais frescos e húmidos, criando muitos microclimas em poucos quilómetros.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- cota altitudinal
- vertente norte ou sul
- declive, levada e disponibilidade de rega
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Recomendação comparada
Plantas para
Madeira.
Ordenadas pela adequação ao padrão climático regional. Abra cada ficha para calendário, plantação, rega, problemas e fontes.
Abacateiro
Excelente nas cotas baixas e médias quentes, já com tradição produtiva.
Abóbora-menina
Excelente nas cotas quentes e com calendário ajustado à chuva.
Abrótona-da-Madeira
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar clareira de urzal, solo vulcânico e polinizadores antes de qualquer plantação.
Acelga
Excelente em cotas médias; nas baixas quentes preferir o inverno.
Aeónio-arbóreo
Climaticamente excelente, mas manter estritamente em cultivo e impedir dispersão.
Agapanto
Excelente adaptação, mas controlar expansão junto a áreas naturais.
Agave-atenuada
Excelente nas cotas quentes, contendo rebentos e sem a libertar em habitats.
Agrião-de-água
Excelente em cotas frescas e recipiente limpo; nas baixas quentes dar sombra.
Aipo
Muito bom em cotas médias frescas; nas baixas preferir a estação fresca.
Alcachofra
Excelente nas cotas baixas e médias, renovando plantas vigorosas.
Alecrim
Bom nas exposições secas e soalheiras.
Alface
Muito adaptável; ajustar o calendário ao calor e à geada.
Alho
Bom nas cotas adequadas, evitando época mais húmida na colheita.
Alho-francês
Muito bom em cotas médias; nas baixas cultivar na estação fresca.
Aloé-vera
Excelente em cotas quentes e secas, sem permitir naturalização.
Amoreira-preta
Excelente nas cotas baixas e médias, com controlo de vigor.
Araruta
Excelente nas cotas baixas e médias, sobretudo em vertente quente com água regular.
Araucária-de-Cook
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar geada, vento dominante e distância a edifícios.
Árvore-de-Júpiter
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.
Avenca
Excelente em levada ou pátio húmido cultivado, sem retirar plantas silvestres.
Bananeira Cavendish
Excelente nas cotas quentes da vertente sul, seguindo práticas e material regionais.
Batata
A altitude permite escalonar épocas ao longo do ano.
Batata-doce
Excelente nas cotas quentes e amplamente cultivada.
Bergénia
Excelente em várias cotas, com mais sombra nas zonas baixas quentes.
Beringela
Excelente nas cotas baixas e médias quentes, com ventilação e prevenção de pragas.
Braquiquito
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar geada, folículos irritantes e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Brócolo
Muito bom em cotas médias; nas baixas preferir inverno e primavera.
Buganvília
Excelente nas cotas quentes e exposições solarengas.
Calateia-orbifólia
Muito boa em interior sombreado e quente, ajustando à altitude.
Calítrique-de-água
Excelente em água limpa de cota fresca, mantendo-a fora de levadas naturais.
Camélia
Muito boa nas cotas frescas e húmidas, ajustando à exposição.
Canónigos
Muito boa nas cotas médias; nas baixas concentre o ciclo nos meses mais frescos.
Capim-do-Sudão
Excelente nas cotas quentes e secas com rega, evitando encostas de erosão e escape.
Capuchinha
Excelente nas cotas baixas e médias, adaptando exposição ao lado seco ou húmido da ilha.
Cardo-hortense
Excelente nas cotas baixas e médias, controlando vigor e doenças na estação chuvosa.
Cardo-mariano
Muito boa em exposição solarenga e drenada, evitando vertentes naturais sensíveis.
Carqueja
Muito boa em exposição solarenga e drenada, evitando vertentes naturais sensíveis.
Cebola
Calendário longo, ajustado à altitude e época chuvosa.
Cebolinho
Excelente nas cotas médias e húmidas, evitando que escape para linhas de água.
Cedro-da-Madeira
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar urzais de altitude, diversidade sexual e proveniência madeirense antes de qualquer plantação.
Cenoura
Muito boa em cotas frescas e canteiros profundos e drenados.
Chicória
Muito boa nas cotas médias; nas baixas concentre o ciclo nos meses mais frescos.
Cica-do-Japão
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar geada, drenagem, proveniência e segurança.
Clementineira
Excelente nas cotas baixas; comprar apenas plantas conformes às regras regionais.
Clementineira Clemenules
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; precisa de bom clima citrícola e controlo das fontes de pólen para fruta sem sementes.
Clementineira Marisol
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; a vantagem é colheita muito precoce, exigindo vigilância rápida de cor, casca e mosca.
Clívia
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar geada, sombra seca e segurança.
Clorofito
Excelente em interior e exterior abrigado, controlando propagação.
Coentros
Muito boa nas cotas médias; nas baixas quentes prefira a estação fresca.
Consolda
Muito boa em cotas húmidas; calor costeiro e solo compacto favorecem declínio.
Cosmos
Excelente nas cotas quentes e solarengas, tutorando apenas onde o vento exige.
Costela-de-adão
Pode crescer fora em cotas quentes e abrigadas; é vigorosa e invasiva.
Couve-flor
Muito boa em cotas médias; nas baixas usar ciclos de inverno.
Couve-galega
Muito versátil, ajustando a época à altitude local.
Couve-lombarda
Muito boa nas cotas médias; nas baixas quentes concentre o ciclo no inverno.
Couve-rábano
Muito boa nas cotas médias; nas baixas concentre o ciclo nos meses mais frescos.
Cravo-túnico
Excelente nas cotas quentes; em altitude aguardar noites mais amenas.
Crino
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar geada, profundidade, humidade e segurança.
Cúrcuma
Excelente nas cotas quentes; ajustar drenagem à vertente húmida e água à costa seca.
Curgete
Excelente em cotas quentes, ajustando o ciclo às chuvas.
Dália
Excelente nas cotas quentes; em altitude, iniciar depois do frio.
Dichondra
Excelente nas cotas amenas, mantendo bordos e infestantes sob controlo.
Diospireiro
Excelente nas cotas médias e baixas com algum repouso invernal.
Drosera-intermédia
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Echeveria-elegante
Excelente em cota quente e luminosa, controlando chuva e cochonilha.
Eleócaris-dos-charcos
Excelente em cota húmida, sem libertar rizomas em levadas ou lagoas.
Endívia
Muito boa nas cotas médias; nas baixas concentre o ciclo nos meses mais frescos.
Endro
Muito boa nas cotas médias; nas baixas quentes prefira a estação fresca.
Ensião-de-pasta
Excelente apenas com material madeirense legal; restauro e recolha pertencem a programas do IFCN.
Ensião-viscoso
Excelente apenas com material madeirense legal; restauro e recolha pertencem a programas do IFCN.
Erva-cidreira
Excelente nas cotas médias e húmidas, evitando que escape para linhas de água.
Erva-do-peixe-dourado
Excelente em água permanente de cota adequada, sem libertar fragmentos em levadas.
Ervilha
Boa nas cotas frescas e no inverno das zonas mais quentes.
Escabiosa
Excelente nas cotas secas e solarengas, abrigando hastes do vento forte.
Espada-de-são-jorge
Muito boa em interior ou alpendre quente, sempre fora de chuva.
Espargo
Muito bom nas cotas médias com estação mais fresca e cama muito drenada.
Espinafre
Bom nas cotas frescas e nos meses mais suaves da costa.
Estragão-francês
Muito bom nas cotas médias mais frescas, protegido de chuva excessiva.
Estrelícia
Região de excelência, ajustando água e exposição à altitude.
Evónimo-do-Japão
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar cultivar, maresia, contenção e ventilação.
Fava
Boa nas cotas e épocas frescas, evitando chuva na maturação.
Feijão
Calendário amplo, ajustando sementeira à altitude e chuva.
Feijão-de-metro
Excelente nas cotas baixas e médias quentes, com ventilação e prevenção de pragas.
Feijão-frade
Excelente nas cotas quentes; controlar vigor e fungos durante períodos húmidos.
Feno-da-Madeira
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar prado de altitude, vento e baixa fertilidade antes de qualquer plantação.
Feto-de-foice-da-Madeira
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar urzais de altitude, humidade atmosférica e identidade pteridológica antes de qualquer plantação.
Feto-macho
Excelente em cota fresca e sombreada; controlar lesmas em ambiente húmido.
Feto-real
Excelente em cota fresca e junto a água, sem interferir com levadas naturais.
Ficus-benjamina
Muito vigoroso em cotas quentes; raízes impedem plantação junto a obra.
Figueira
Excelente nas cotas quentes e exposições secas e abrigadas.
Fisális
Excelente nas cotas baixas e médias, onde pode comportar-se como perene de curta duração.
Folhado
Excelente em local adequado, escolhendo proveniência insular quando aplicável.
Folhado-da-Madeira
Excelente na laurissilva do til, em solo profundo e atmosfera húmida; use proveniência oficial em restauro.
Frésia
Excelente nas cotas baixas e médias, ajustando o calendário à vertente e altitude.
Funcho-bravo
Muito boa em exposição solarenga e drenada, evitando vertentes naturais sensíveis.
Funcho-de-Florença
Excelente em cotas médias; nas baixas quentes concentre o cultivo no inverno.
Funcho-marítimo
Excelente em litoral rochoso cultivado, sempre com material de viveiro.
Gengibre
Excelente nas cotas baixas e médias, adaptando sombra e rega à vertente da ilha.
Gerânio-da-Madeira
Excelente em jardim fresco, abrigado e sem geada; para conservação use apenas lote oficial e plano aprovado.
Girassol
Excelente nas zonas quentes; em altitude, aguardar noites sem frio.
Gladíolo
Excelente em cotas quentes; em altitude, esperar pelo fim do frio.
Glicínia
Muito boa nas cotas frescas; controlar expansão continuamente.
Grama
Excelente nas cotas quentes; em altitude, dormência e frio são maiores.
Hortelã-verde
Excelente nas cotas médias e húmidas, evitando que escape para linhas de água.
Hortênsia
Excelente nas cotas frescas e húmidas.
Isoplexis-da-Madeira
Excelente em jardim de laurissilva, quebrada húmida e luz difusa; restauro só com IFCN.
Jacarandá
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar geada, vento e estrutura de ramos.
Jasmim-comum
Excelente em cotas suaves; controlar vigor no clima longo.
Jasmim-estrela
Excelente nas cotas quentes, controlando o vigor e mantendo circulação.
Junco-efuso
Excelente em cota húmida; controlar semente em pequenos jardins.
Laranjeira
Muito favorável nas cotas quentes e com água disponível.
Laranjeira D. João
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; é património produtivo de ciclo longo para territórios de inverno suave e rega assegurada.
Laranjeira Lane Late
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; a longa permanência do fruto exige inverno ameno, boa sanidade e água até à primavera.
Laranjeira Navelina
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; é precoce e comercialmente testada, desde que haja proteção do frio e água uniforme.
Laranjeira Newhall
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; a precocidade ajuda antes do frio, mas fruto e rebentos jovens continuam sensíveis à geada.
Laranjeira Valencia Late
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; precisa de época longa sem geada para terminar o fruto tardio e iniciar simultaneamente a nova campanha.
Limeira
Excelente nas cotas mais quentes e abrigadas, seguindo regras fitossanitárias.
Limoeiro
Muito favorável nas cotas adequadas.
Lírio-amarelo-dos-pântanos
Excelente em zona encharcada, mantendo material cultivado fora da natureza.
Lírio-da-paz
Muito adaptado a interior e alpendre quente sem sol nem vento.
Loendro
Muito bem adaptado em cotas quentes, controlando dispersão.
Losna
Muito boa em exposição solarenga e drenada, evitando vertentes naturais sensíveis.
Loureiro
Excelente, respeitando a flora de Laurissilva e evitando invasão.
Lúcia-lima
Excelente e frequentemente perene nas cotas baixas e médias sem geada.
Magnólia-de-folha-persistente
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar volume de solo, vento e água estival.
Malva-cheirosa
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a geada, identidade do clone e contenção.
Manjericão
Excelente nas cotas baixas e médias, onde o ciclo pode prolongar-se bastante.
Maracujá-roxo
Melhor adaptação nas cotas quentes e abrigadas, protegendo de vento e frio.
Massaroco-da-Madeira
Excelente em jardim solarengo de altitude moderada e solo drenado; restauro requer proveniência e autorização.
Medronheiro
Muito adaptável em cotas médias, com atenção a espécies nativas.
Melancia
Excelente nas cotas baixas e médias quentes, com ventilação e prevenção de pragas.
Melão
Excelente nas cotas baixas e médias quentes, com ventilação e prevenção de pragas.
Mélia
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar fruto tóxico, dispersão, geada e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Menta-da-água
Excelente em cotas húmidas, contendo rizomas e não plantando em levadas.
Milho-doce
Muito bom nas cotas quentes com nutrição e água regulares.
Milho-forrageiro
Excelente nas cotas quentes e irrigadas, controlando erosão em encostas e vento.
Mizuna
Muito boa nas cotas médias; nas baixas concentre o ciclo nos meses mais frescos.
Morangueiro
Excelente nas cotas frescas com exposição solar adequada.
Mostarda-de-folha
Muito boa nas cotas médias; nas baixas concentre o ciclo nos meses mais frescos.
Murta
Muito boa em cotas secas; não substituir flora nativa sensível.
Musgo-espada-da-Madeira
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar rocha escorrente, qualidade da água e colónia ameaçada antes de qualquer plantação.
Narciso-de-cheiro
Muito bom, sobretudo em altitude; nas cotas quentes floresce mais cedo.
Nespereira-do-Japão
Excelente e amplamente adaptada nas cotas baixas e médias.
Oca
Excelente em cotas amenas, escolhendo vertente que evite calor extremo e saturação.
Orégão-comum
Excelente em cotas soalheiras, com drenagem reforçada durante a estação chuvosa.
Orquídea Phalaenopsis
Excelente adaptação em interior e estufa ventilada de cota suave.
Painço
Muito bom nas baixas quentes; evitar locais ventosos e húmidos.
Pak choi
Muito boa nas cotas médias; nas baixas concentre o ciclo nos meses mais frescos.
Palmeira-das-Canárias
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar geada, vento, espaço e escaravelho-vermelho.
Papaeira
Excelente nas cotas mais quentes e abrigadas, evitando vento e excesso de água.
Papiro
Excelente nas cotas quentes, mantendo-o rigorosamente dentro do jardim.
Pastinaca
Muito boa em cotas médias; nas baixas quentes prefira o inverno.
Pepino
Muito adaptável nas cotas quentes com treliça arejada.
Petúnia
Excelente em cotas quentes, filtrando o sol mais agressivo da tarde.
Pimenteira-bastarda
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar geada, alergénios, frutos e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Pimento
Calendário amplo nas cotas quentes e seco na folhagem.
Pimento de Sabugal
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar noites frias, calor de floração, podridão apical e isolamento de outros pimentos.
Pinguícula
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Poejo
Excelente nas cotas médias e húmidas, evitando que escape para linhas de água.
Porta-enxerto citrange C-35
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; merece ensaio onde se procura menor vigor e qualidade sem calcário extremo.
Porta-enxerto citrange Troyer
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; é padrão histórico apenas onde calcário e sais não dominam.
Porta-enxerto Citrus volkameriana
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; é material de clima suave, vigor alto e água limitada, aceitando menor qualidade.
Porta-enxerto de citrinos Carrizo
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; usar em citrinos onde geada, sal e calcário não excedem a combinação.
Porta-enxerto de citrinos Citrus macrophylla
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; orientado para zonas cítricas suaves, sobretudo limoeiro.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 13
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; é opção de baixo vigor e sal, mas exige excluir Tylenchulus.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 5
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; é candidato mediterrânico para menor vigor, calcário e sal com validação da copa.
Porta-enxerto laranjeira Gou Tou
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; usar apenas em bloco experimental onde tristeza e argila justifiquem o ensaio.
Porta-enxerto limoeiro Rugoso
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; é opção especializada para areia e seca em clima suave, aceitando qualidade inferior.
Porta-enxerto tangerineira Cleópatra
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; é opção lenta para sais e alcalinidade, nunca para colo permanentemente húmido.
Pothos
Muito vigoroso em cotas quentes; não libertar para espaços naturais.
Quiabo
Excelente nas cotas baixas e médias quentes, com ventilação e prevenção de pragas.
Rábano-daikon
Muito boa em cotas médias; nas baixas quentes prefira o inverno.
Rami
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a geada, rega e contenção rizomatosa.
Ranúnculo-aquático
Excelente em cotas frescas; evitar levadas e habitats naturais sem autorização.
Ranúnculo-da-Pérsia
Excelente nas cotas baixas e médias, adaptando a data à temperatura local.
Romãzeira
Excelente nas cotas baixas quentes e abrigadas, com drenagem.
Roseira
Muito boa em várias cotas, ajustando poda e época à altitude.
Rúcula
Muito boa nas cotas médias; nas baixas quentes concentre o ciclo no inverno.
Salsa
Muito boa em diferentes cotas, ajustando sol e frequência de rega.
Salva-comum
Excelente em cotas soalheiras, com drenagem reforçada durante a estação chuvosa.
Sanguinho-das-sebes
Muito bom onde for autóctone local; evitar material continental genérico.
Sardinheira
Excelente nas cotas quentes; água excessiva é o maior risco.
Sésamo
Muito bom nas baixas quentes e secas, evitando locais ventosos.
Sorgo
Muito bom nas cotas quentes, controlando vento e aves.
Sorveira-da-Madeira
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar urzal arbóreo, diversidade genética e frutificação antes de qualquer plantação.
Tamargueira-africana
Muito boa em zona litoral adequada, sem transferir material entre ilhas.
Tangerineira híbrida Encore
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; a fruta tardia e a alternância pedem clima suave, rega e gestão de carga.
Tangerineira Setubalense
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; o valor é patrimonial e aromático, mas frio, sementes e alternância exigem planeamento.
Tangoreira Ortanique
Na Madeira, ajustar altitude, água e pressão de pragas ao clima muito suave; o ciclo tardio e o vigor são para microclima citrícola longo, com espaço e rega.
Taro
Excelente nas cotas baixas e médias, contendo cormilhos e ajustando drenagem à vertente.
Tef forrageiro
Excelente nas cotas quentes, niveladas e irrigadas, evitando erosão em declive.
Til-da-Madeira
Excelente apenas em contexto de laurissilva e parque húmido com espaço; conservação requer lote oficial.
Tipuana
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar geada, raízes, escala e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Tomate
Calendário amplo, ajustado à altitude.
Tomate Cereja de Inverno
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar geada, míldio, maturação completa e conservação seca.
Tomate da Campina
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar última geada, escaldão, Tuta absoluta e fidelidade do lote.
Tomate do Inverno
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar estação longa, casca íntegra, míldio e armazenamento.
Tomatillo
Excelente nas cotas baixas e médias, onde pode comportar-se como perene de curta duração.
Tomilho-comum
Excelente em cotas soalheiras, com drenagem reforçada durante a estação chuvosa.
Toranjeira
Excelente nas cotas quentes e abrigadas, com controlo de vigor e vento.
Tupinambo
Muito bom em cotas médias; nas baixas controlar vigor e água de inverno.
Urtiga-maior
Muito boa em cotas húmidas; calor costeiro e solo compacto favorecem declínio.
Urze-rasteira-da-Madeira
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar cume ventoso, rocha vulcânica e nevoeiro antes de qualquer plantação.
Uveira-da-serra da Madeira
Excelente em solo ácido de laurissilva e urzal húmido, com origem legal e microclima fresco.
Valeriana
Muito boa em cotas húmidas; calor costeiro e solo compacto favorecem declínio.
Verónica-de-água
Excelente em cota fresca, mantendo-a fora de levadas e cursos naturais.
Videira
Grande adaptação em socalcos, com castas e cotas próprias.
Violeta-da-Madeira
Apenas com proveniência da própria ilha e microssítio compatível; conservar microssítio frio, banco de sementes e população ameaçada antes de qualquer plantação.
Yacon
Excelente em cotas amenas, tutorando no vento e escolhendo solo profundo em socalco.
Zambujeiro
Bom apenas em projetos autorizados e zonas secas; preferir sempre flora insular.
Zamioculca
Excelente em interior; exterior permanente só em abrigo muito quente.
Zínia
Excelente nas cotas quentes e secas, vigiando oídio nas vertentes mais húmidas.
Abóbora Moganga de Geraz
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.
Abrunheiro-bravo
Usar com cautela e proveniência local; evitar introdução perto de habitat natural.
Açafrão
Bom apenas em cotas secas e soalheiras, longe das vertentes húmidas e de rega frequente.
Agastache
Boa nas cotas médias e secas; na costa húmida a coroa perde longevidade.
Agrostis-castelhana
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Ajuga
Boa em altitude ou sombra fresca; calor húmido favorece podridões.
Alfinetes-dos-muros
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Algodoeiro-herbáceo
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.
Alisma
Usar material local validado e manter a planta confinada fora de levadas.
Alteia
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a humidade, salinidade, origem e ausência de recolha silvestre.
Ameixeira
Possível nas cotas frescas; nas baixas pode faltar repouso invernal.
Amendoeira
Possível em cotas secas, com cultivar de necessidade adequada.
Amor-perfeito
Bom nas zonas altas ou no inverno das cotas baixas e mais quentes.
Angélica-silvestre
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Anis
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.
Ansarina-branca
Não importar solo ou sementes contaminados; confirmar espécies semelhantes com especialistas locais.
Armeria-marítima
Apenas com material cultivado adequado e longe de habitats naturais sensíveis.
Aveia
Boa em altitude fresca; cotas baixas são demasiado quentes e húmidas.
Aveia-de-rosário
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Aveleira
Possível nas cotas frescas e húmidas, evitando excesso de vento.
Azevém-baboso
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Azevém-italiano
Bom nas cotas frescas e húmidas; em baixas quentes o ciclo fica muito curto.
Azevém-perene
Bom em altitude; nas cotas quentes exige água e sofre com calor.
Baracejo-gigante
Limitado a cotas secas e abertas, sem o introduzir em habitat natural.
Beterraba
Boa em meses frescos e altitude; nas baixas calor encurta a qualidade.
Borragem
Boa em local aberto e drenado; vigiar autorressementeira em ambientes insulares.
Calêndula
Boa nas cotas frescas; nas baixas, reservar para os meses menos quentes.
Calta
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Camomila-alemã
Boa nas cotas médias e no inverno ameno; drenagem é decisiva durante chuvas fortes.
Campainhas-pequenas
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Capuz-de-frade
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Cárice-ribeirinha
Boa em cota húmida com proveniência local, evitando levadas e linhas naturais.
Cariópteris-azul
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a drenagem, cultivar e contenção ornamental.
Cártamo-tintureiro
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a variedade, espinhos e ausência de encharcamento.
Castanheiro
Possível em altitude fresca, fora das cotas subtropicais quentes.
Catalpa-comum
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar vento, água, cápsulas e estrutura no regulamento e inventário municipal.
Cebola Setúbal Portuguesa
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar fotoperíodo, míldio, cura e calendário local.
Cebolinho-dos-charcos-eriçado
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Cenoura Pau Roxo das Seis Marias
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar janela fresca, textura do solo e isolamento de cenoura cultivada e brava.
Centáurea-azul
Boa nas cotas frescas e secas, evitando introdução junto de habitats sensíveis.
Cerefólio
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a janela fresca e identidade de uma Apiaceae cultivada.
Cerejeira
Possível apenas em cotas altas e cultivares de baixa necessidade.
Cimbalária-dos-muros
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Clematite 'Jackmanii'
Boa em cota fresca; nas baixas quentes a raiz exige forte proteção.
Cominho-preto
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a época de chuva, identidade face a outras Nigella e secagem.
Cornichão
Bom nas cotas intermédias e frescas, mantendo drenagem e controlo de competidores.
Corriola-das-sebes
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Cota-dos-tintureiros
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a contenção de uma espécie cultivada não nativa.
Couve Penca de Chaves
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar frio útil, lagartas, hérnia das crucíferas e cruzamento com outras couves.
Dáctilo
Bom nas cotas frescas e húmidas; nas baixas quentes entra cedo em repouso.
Damasqueiro
Possível em cotas médias secas e abrigadas, não nas baixas húmidas.
Epilóbio-de-flor-miúda
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Epilóbio-maior
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Equinácea-púrpura
Boa nas cotas frescas e solarengas, com abrigo do vento em inflorescências altas.
Erva-das-escaldadelas
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Erva-lanar
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Erva-moleirinha-maior
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Erva-pinheira
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Erva-vaqueira
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Ervilhaca-comum
Boa nas cotas frescas; nas baixas pode crescer demasiado depressa.
Ervilhaca-peluda
Boa nas cotas frescas; crescimento rápido nas baixas exige terminação precoce.
Esfagno-auriculado
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Esfagno-capilar
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Estorno
Usar apenas em restauro insular validado; evitar introduções entre arquipélagos.
Facélia
Boa em cotas frescas, sempre afastada de habitats naturais e terminada a tempo.
Fava do Algarve
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar data de inverno, geada forte, calor na floração e polinização cruzada.
Feijão Murtosa
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar temperatura do solo, antracnose, vento e fidelidade do lote.
Festuca-alta
Boa nas cotas frescas; evitar baixas subtropicais onde o crescimento fica grosseiro.
Festuca-azul
Boa em altitude seca; nas cotas húmidas e quentes perde a cor e apodrece.
Feto-de-folha-macia
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Feto-fêmea
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Flor-de-andorinha
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Framboeseira
Boa em altitude fresca; calor húmido nas cotas baixas reduz qualidade.
Giesteira-das-vassouras
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a subespécie, combustível e proveniência regional.
Gilbardeira
Uso ornamental cauteloso; preferir nativas locais em espaços naturais.
Gledítsia
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar cultivar inerme, vagens, arquitetura e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Grama-salgada
Usar somente população madeirense confirmada em programa oficial.
Groselheira-vermelha
Boa em altitude fresca; inadequada às cotas baixas tropicais.
Heléboro-oriental
Bom em altitude fresca; nas cotas quentes usar sombra e solo profundo.
Hera-atlântica
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Hipericão
Boa em jardim drenado de altitude; não usar em restauro sem proveniência regional adequada.
Hosta-de-Siebold
Boa em altitude e sombra fresca; nas cotas quentes sofre com calor.
Índigo-japonês
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a disponibilidade de água, geada e contenção.
Íris-barbuda
Boa nas encostas secas e cotas médias; fraca na vertente norte húmida.
Jacinto-das-searas
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a identidade, proveniência regional e ocorrência espontânea.
Junça-marítima
Usar somente material madeirense confirmado em projetos locais.
Junco-agudo
Usar apenas com origem insular e enquadramento de conservação local.
Junco-capitado
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Junco-marítimo
Possível em zona húmida costeira confirmada, sem importar rizomas continentais.
Kenaf
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a soma térmica e contenção de sementes.
Kiwi
Boa em cotas médias frescas; nas baixas pode faltar frio e sobrar calor.
Koelreutéria
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a naturalização, resistência do ramo e contexto urbano.
Lavanda-verdadeira
Boa em cotas frescas, secas e soalheiras; fraca nas zonas húmidas do norte.
Lentilha-de-água
Boa em cota fresca; calor baixo e descargas por levadas tornam a contenção crítica.
Lentisco
Uso apenas ornamental controlado; em restauro preferir espécies insulares.
Limónio-dos-sapais
Confirmar flora local; nunca importar material continental para restauro insular.
Liquidâmbar
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar pH, água estival, fruto e espaço radicular no regulamento e inventário municipal.
Lírio-de-um-dia
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar clone histórico, água primaveril e contenção dos rizomas.
Lódão-bastardo
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar proveniência, espaço de copa e eventual queda de fruto no regulamento e inventário municipal.
Louro-do-Japão
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar sombra, humidade do solo, cultivar e sexo.
Luzerna
Boa em cotas secas com solo profundo; fraca em parcelas húmidas e ácidas.
Macieira
Boa nas cotas frescas; na costa quente pode faltar frio invernal.
Madressilva-atlântica
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Malva-real
Boa nas cotas frescas, protegendo hastes altas do vento e chuva lateral.
Malva-silvestre
Boa em jardim drenado de altitude; não usar em restauro sem proveniência regional adequada.
Marmeleiro
Possível nas cotas frescas; selecionar cultivar adaptada ao pouco frio.
Melão Branco do Ribatejo
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar calor acumulado, oídio, doçura e isolamento de outros meloeiros.
Melão Manuel António
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar calor longo, escaldão, maturação tardia e isolamento varietal.
Mil-folhas
Boa em jardim drenado de altitude; não usar em restauro sem proveniência regional adequada.
Mirtilo-americano
Bom em cotas frescas; nas baixas quentes exige cultivar e sombra adequadas.
Molínea
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Monarda
Boa nas cotas frescas; calor de baixa altitude e vento seco exigem abrigo e água.
Monarda-brava
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a humidade estival, oídio e contenção.
Nabo
Bom em altitude e meses frescos; nas baixas espiga rapidamente.
Nenúfar-branco
Bom em cota fresca; nas baixas, vigiar calor e espécies aquáticas invasoras.
Nêveda-dos-gatos
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a contenção, origem e pressão de gatos.
Nogueira
Apenas em cotas frescas com solo profundo e boa disponibilidade de água.
Norça-preta
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Olaia
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar forma de tronco, geada tardia e queda de vagens no regulamento e inventário municipal.
Oliveira
Possível nas cotas e exposições mais secas.
Parietária
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Pereira
Preferir cotas frescas onde haja repouso invernal suficiente.
Perpétua-das-areias
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a subespécie, proveniência litoral e autorização de conservação.
Pessegueiro
Viável em cotas frescas com cultivar de baixa necessidade de frio.
Pilriteiro
Bom em cota fresca; nas baixas quentes preferir espécies macaronésicas locais.
Pinheiro-manso
Possível em cotas secas, mas fora do principal contexto produtivo.
Poa-trivial
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Porta-enxerto 101-14 MGt
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; favorece parcelas frescas e pouco calcárias, nunca seca estrutural.
Porta-enxerto 1103 Paulsen
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; útil sob seca e alguma salinidade, sem substituir análise de nemátodes.
Porta-enxerto 3309 Couderc
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; só é candidato onde cloretos, salinidade e nemátodes estejam excluídos.
Porta-enxerto 420A MGt
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; exige profundidade, água suficiente e ausência de compactação ou seca severa.
Porta-enxerto Adesoto 101
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; é alternativa para controlar vigor em solos pesados ou calcários com compatibilidade provada.
Porta-enxerto CAB 6P
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; é alternativa intermédia onde vigor, produtividade e manutenção de pôlas são aceitáveis.
Porta-enxerto Cadaman
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; é opção de pessegueiro onde existe humidade moderada, sem justificar solo saturado.
Porta-enxerto citrumelo Swingle
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; é candidato em solo ácido e água boa, evitando calcário, sal e argila pesada.
Porta-enxerto Colt
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; beneficia regiões de cerejeira com solo consistente e água, evitando terrenos ligeiros e secos.
Porta-enxerto de macieira B.9
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; é anão robusto ao frio, mas depende de rega e estrutura.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.11
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; é alternativa precoce de vigor baixo, sem dispensar água nem vigilância de pulgão-lanígero.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.41
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; é escolha de alta densidade e forte sanidade, com proteção física da união.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.890
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; serve pomar semi-anão quando sanidade e autonomia importam mais que densidade máxima.
Porta-enxerto de macieira M.27
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; só funciona bem com solo fértil, água regular e suporte permanente.
Porta-enxerto de macieira M.7
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; é versátil em pomar de densidade média, com controlo de ladrões e ancoragem.
Porta-enxerto de pereira OH×F 87
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; equilibra menor porte, afinidade de Pyrus e resistência ao fogo bacteriano.
Porta-enxerto de pereira Pyrodwarf
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; é opção clonal semi-vigorosa onde uniformidade e afinidade superam a procura de ananicamento.
Porta-enxerto de pereira Quince A
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; é produtivo em solo fértil e fresco, depois de confirmar afinidade e calcário.
Porta-enxerto de pereira Quince C
Na Madeira, cruzar altitude, frio disponível, humidade e vigor; é raiz de espaço pequeno, solo rico, água regular e apoio permanente.
Porta-enxerto Flying Dragon
Na Madeira, cruzar altitude, calor, humidade, vigor e sanidade; serve espaço pequeno e frio em solo não calcário, com rega regular.
Porta-enxerto Garnem
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; tem interesse em pomares secos e calcários, especialmente com risco confirmado de nemátodes.
Porta-enxerto GF 677
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; é candidato para seca e calcário apenas onde a drenagem seja segura.
Porta-enxerto Gisela 5
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; só é boa escolha com fertilidade, rega, tutoragem e mão de obra compatíveis.
Porta-enxerto Gisela 6
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; é opção precoce com rega e fertilidade, evitando calor radicular extremo.
Porta-enxerto Gravesac
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; é especializado em solo ácido e cascalhento sem pressão de Meloidogyne.
Porta-enxerto Kober 5BB
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; faz mais sentido onde humidade ou pobreza limitam vigor e menos em calor fértil.
Porta-enxerto Krymsk 5
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; é versátil em temperatura e textura, mas exige material livre de PDV e PNRSV.
Porta-enxerto Krymsk 6
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Porta-enxerto Krymsk 86
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; pode resolver combinações difíceis de textura e pH, mas exige experiência local.
Porta-enxerto laranjeira-azeda
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; o risco de tristeza exige decisão fitossanitária, não apenas agronómica.
Porta-enxerto Marianna 2624
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; é sobretudo candidato onde o excesso de retenção exclui porta-enxertos de pessegueiro.
Porta-enxerto MaxMa 14
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; é opção intermédia quando Gisela seria fraco e Colt excessivamente vigoroso.
Porta-enxerto Mazzard
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; serve sistemas tradicionais de cerejeira onde solo, espaço e mão de obra suportam árvores grandes.
Porta-enxerto Montclar
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; é opção onde se pretende caráter de pessegueiro com melhor resposta à clorose.
Porta-enxerto Myrobalan 29C
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; é opção robusta para ameixeira, confirmando sempre compatibilidade da cultivar.
Porta-enxerto Nemaguard
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; só ganha prioridade após identificar nemátodes e confirmar que solo e calcário são compatíveis.
Porta-enxerto Paradox
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; requer frio e espaço para a cultivar, além de solo profundo e diagnóstico sanitário.
Porta-enxerto Penta
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; ganha interesse em solos pesados ou alcalinos onde híbridos pessegueiro-amendoeira falham.
Porta-enxerto Pistacia atlantica
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; é opção de frio e salinidade apenas sem histórico de Verticillium.
Porta-enxerto Poncirus trifoliata
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; privilegiar frio e solo não calcário, evitando seca e sal.
Porta-enxerto Rootpac R
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; é candidato de vigor alto para condições difíceis, exigindo ensaio e controlo da copa.
Porta-enxerto Rupestris du Lot
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; só é opção em solo pobre, pouco calcário e não compacto, aceitando muitos ladrões.
Porta-enxerto SO4
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; é versátil onde não haja seca extrema, compactação ou saturação prolongada.
Porta-enxerto Teleki 5C
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; é opção comparativa para calcário moderado e vigor onde o ciclo não deve atrasar.
Porta-enxerto UCB1
Na Madeira, avaliar altitude, pouco frio, humidade e sanidade do material; só tem sentido onde a cultivar recebe frio suficiente e o verão amadurece a produção.
Porta-enxerto Vlach
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; só é candidato onde frio, espaço, solo profundo e sanidade permitem nogueira vigorosa.
Quebra-ossos
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Rabanete
Bom em altitude e meses frescos; nas baixas espiga rapidamente.
Rábano-rústico
Bom em cotas frescas, com contenção e remoção completa das raízes de colheita.
Rabo-de-cão-cristado
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Rainha-dos-prados
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Ranúnculo-inflamatório
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Reseda-dos-tintureiros
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a identificação, origem local e contenção de sementes.
Ruibarbo
Bom nas cotas altas e frescas, fraco na costa sul quente e seca.
Ruiva-dos-tintureiros
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a contenção dos rizomas e o tempo até colheita.
Salgueirinha
Usar material local validado e evitar dispersão por levadas e vento.
Samouco-do-Brabante
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Segurelha-anual
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar o calor de floração, ventilação e autenticidade da semente.
Sófora-do-Japão
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar o contexto urbano, queda de vagens e naturalização.
Sula
Boa apenas em cotas secas e solos adequados, com uso controlado e sem escape.
Tábua-estreita
Usar material local e confinamento estrutural, nunca introduzir em levadas.
Tanchagem
Boa em jardim drenado de altitude; não usar em restauro sem proveniência regional adequada.
Teixo
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Tomilho-rasteiro
Bom em cota ensolarada e drenada, evitando calor húmido das baixas.
Torga
Boa em cotas frescas e solo ácido; não introduzir proveniências continentais em habitats.
Tremoço-branco
Bom em cotas frescas e solo ácido, com controlo de doença.
Trevinho
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Trevo-branco
Bom em cotas frescas e húmidas; nas baixas quentes exige água e controlo da mistura.
Trevo-cervino
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Trevo-encarnado
Bom nas cotas frescas agrícolas; evitar dispersão para espaços naturais.
Trevo-subterrâneo
Possível em parcelas agrícolas secas; não introduzir em habitats naturais.
Trevo-violeta
Bom nas cotas frescas; nas baixas quentes é uma cultura curta de estação fresca.
Trigo-sarraceno
Bom em altitude; nas baixas o calor encurta a floração.
Umbigo-de-vénus
Confirmar táxon e proveniência madeirense; cultivo continental não serve para restauro insular.
Urze-carapaça
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Urze-das-vassouras
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar o solo ácido, subespécie e proveniência local.
Videira Alvarinho
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; referência no Minho; fora dele confirmar calor, vento e conservação de acidez.
Videira Arinto (Pedernã)
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; ampla adaptação; Bucelas é referência, não limite biológico.
Videira Castelão
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; forte referência na Península de Setúbal, Tejo e sul.
Videira Fernão Pires (Maria Gomes)
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; ampla difusão no Centro e Tejo; ajustar ao calor precoce.
Videira Loureiro
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; referência nos Vinhos Verdes; proteger de vento e doenças.
Videira Touriga Nacional
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; adaptável, mas ajustar clone, carga e porta-enxerto à região.
Abóbora-porqueira de Bornes
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar geada, verão suficiente e regras da região de origem da variedade de conservação.
Abrótano
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.
Açafrão-da-primavera
Não introduzir material continental em prados de altitude madeirenses.
Acanto
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar estatuto legal, rizomas e distância de habitat natural.
Aderno
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Aderno-de-folhas-estreitas
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Adónis-anual
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.
Agulha-de-pastor
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.
Alcaravia
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar o frio de inverno, frescura do solo e secagem da umbela.
Alcaravia-dos-charcos
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Alfeneiro-comum
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Algodão-das-turfeiras
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Alho-das-vinhas
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o estatuto regional, bolbilhos e risco de expansão.
Alho-rosado
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.
Alho-ursino
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Amieiro-ibérico
Não introduzir material continental em linhas de água ou laurissilva madeirense.
Anémona-dos-bosques
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Arábis-sadina
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Arenária-de-Font-Quer
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Aristolóquia-bética
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Arméria-das-praias
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Arméria-de-Morais
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Arméria-lanuda
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Arnica-atlântica
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Arroz
Fraco: cultura inundada não é adequada às encostas e recursos locais.
Arroz-dos-muros
Não introduzir material continental em afloramentos insulares.
Arroz-dos-telhados
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Arruda-de-jardim
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.
Arruda-dos-muros
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Artemísia-dos-salgados
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Assembleias-costeiras
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Áster-de-folhas-estreitas
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a ocorrência regional, subespécie e floração tardia.
Aveia-brava
Não transportar material continental; confirmar o táxon e a proveniência própria do arquipélago.
Avénula-lusitânica
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Azereiro
Não introduzir em laurissilva madeirense, apesar da semelhança fisionómica.
Azevém-bastardo
Não transportar material continental; confirmar o táxon e a proveniência própria do arquipélago.
Azevinho
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Azevinho-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Azinheira
Fora da distribuição e função ecológica continental principal.
Ballota-peluda
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.
Barrete-de-padre
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Barrilheira-maior
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Bellevalia-de-Hackel
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Beterraba-de-fruto-grande
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Bico-de-cegonha
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o fruto maduro e a distinção de outros Erodium.
Biserrula
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a vagem serrada, acidez e nome aceite.
Boca-de-lobo-das-areias
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Boca-de-lobo-rosa
Não introduzir endemismo continental na Madeira nem usar como substituto de espécies locais.
Bocas-de-lobo-de-Trás-os-Montes
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Bordo-campestre
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar proveniência climática, calor refletido e oídio no regulamento e inventário municipal.
Braquipódio-da-Arrábida
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Braquipódio-dos-prados
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Briónia-branca
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Bupleuro-arbustivo
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Bupleuro-de-folha-redonda
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o registo histórico, ausência atual e política de reintrodução.
Buxo-comum
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar proveniência, calor, traça e autenticidade do traçado.
Calicotome-vilosa
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a ocorrência mediterrânica, espinhos e proveniência.
Camarinha
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Campainhas-da-Estrela
Proibido introduzir endemismo ibérico continental em prados de altitude madeirenses.
Canavoura
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Cânhamo industrial
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a autorização, variedade, parcela e calendário oficial.
Caniço-malhado
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Cardazol
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Cardo-azul-dos-charcos
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Cardo-corredor
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Cardo-das-lagoas
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Cardo-penteador
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a diferença de D. fullonum e prevenção de escape.
Cárice-vulcânica
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Carrasco
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Carrasco-arbóreo-costeiro
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Carvalho-alvarinho
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Carvalho-de-Monchique
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Carvalho-negral
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Carvalho-português
Não é prioridade ecológica face às espécies nativas madeirenses.
Cássia-branca
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Caucalis-dos-campos
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a ocorrência atual, fruto espinhoso e estatuto local.
Cebola-albarrã
Cultivo apenas contido e verificado; não introduzir em habitat madeirense.
Cebolinho-arvense
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Cebolinho-dos-charcos-ibérico
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Cebolinho-dos-charcos-velado
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Cedro-do-Himalaia
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar calor, profundidade do solo e escala adulta.
Cedro-do-mato dos Açores
Não introduzir na Madeira; o arquipélago possui o seu próprio cedro endémico.
Cefalanteira-de-folhas-longas
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Centáurea-parda
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar o rebordo negro das brácteas e origem.
Centeio
Fraco nas cotas quentes; apenas ensaio em altitude fresca.
Cervum
Não introduzir germoplasma continental em comunidades de altitude madeirenses.
Cevada
Fraca nas cotas baixas; apenas altitude e variedade apropriada.
Cevada-marítima
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Chaenorrino-das-rochas
Confirmar táxon e proveniência madeirense; cultivo continental não serve para restauro insular.
Chaetopogon-prostrado
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Choupo-branco
Não introduzir em linhas de água madeirenses nem junto de habitats naturais.
Choupo-negro
Não introduzir este choupo exótico na Madeira.
Cila-do-peru
Não introduzir em habitat madeirense; cultivo deve permanecer contido.
Cinomório-do-Algarve
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Cistanche-amarela
Não introduzir a parasita em comunidades madeirenses sem programa oficial.
Clematite-de-inverno
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Coentros-bravos
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar uma das subpopulações conhecidas e o estatuto vulnerável.
Coincya-de-Sintra
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Colza
Fraca nas baixas quentes; falta de frio e humidade limitam o ciclo.
Cornicabra
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Corriola-campestre
Não importar solo ou sementes contaminados; confirmar espécies semelhantes com especialistas locais.
Corriola-do-Espichel
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Cravina-transmontana serpentinícola
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Cravo-de-Sintra
Nunca introduzir endemismo continental na Madeira; conservar separação biogeográfica.
Daboécia-cantábrica
Não introduzir material continental em habitats insulares; preferir espécies locais.
Doce-amarga
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Douradinha
Confirmar táxon e proveniência madeirense; cultivo continental não serve para restauro insular.
Embude
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Erva-abelha
Não introduzir esta orquídea continental em habitats naturais da Madeira.
Erva-bicha
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Erva-carneira
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Erva-das-pampas — não plantar
Não plantar nem transportar; comunicar focos perto de habitats sensíveis.
Erva-do-homem-enforcado
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Erva-doce-anual
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Erva-mata-pulgas
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a subespécie, proveniência e solo pedregoso.
Erva-moedeira
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Erva-pinheira-suculenta
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Escrofulária-das-areias
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Esfagno-brilhante
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-dos-pântanos
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-papiloso
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfenopo-divaricado
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Espargo-branco
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Espargo-bravo
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Esparto
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Esteva
Não indicada em restauro insular; use espécies nativas da ilha e da cota.
Esteva-de-Sagres
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Estramónio
Não importar solo ou sementes contaminados; confirmar espécies semelhantes com especialistas locais.
Eufórbia-de-Gomes-Pedro
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Falsa-camomila
Não introduzir proveniência continental; usar apenas material regional oficialmente adequado.
Feijão Tarreste
Na Madeira, ajustar calendário à altitude e impedir mistura de lotes; confirmar chuva, ciclo, suporte e regras da região de origem.
Fel-da-terra-das-rochas
Confirmar táxon e proveniência madeirense; cultivo continental não serve para restauro insular.
Feno-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Festuca-de-Bragança
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Festuca-elegante
Não introduzir espécie continental protegida nas comunidades de altitude madeirenses.
Feto-dos-muros
Confirmar táxon e proveniência madeirense; cultivo continental não serve para restauro insular.
Feto-negro-da-Corunha
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Feto-serpentinícola
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Flor-do-vento-palmada
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Freixo-de-folhas-estreitas
Não introduzir em habitats insulares; usar espécies e material madeirense apropriados.
Fritilária-lusitana
Não introduzir em habitats naturais da Madeira.
Fumária-comum
Não transportar material continental; confirmar o táxon e a proveniência própria do arquipélago.
Gagea-dos-prados
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a localização autorizada e o substrato ultrabásico.
Gaudínia-frágil
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Grama-filiforme
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Gramata-branca
Não usar como substituto de flora halófita própria da Madeira sem decisão oficial.
Grão-de-bico
Fraco nas cotas baixas húmidas; ensaio possível em altitude seca.
Hissopo
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar a drenagem, identidade e uso apenas culinário reconhecido.
Hortelã-da-Bíblia
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar o calor, a autenticidade do clone e contenção dos rizomas.
Iberis-microcarpa
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Jacinto-dos-bosques
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Jacinto-dos-charcos
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Jonopsídio-sem-caule
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Junco-de-Dom-Manuel
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Junco-de-flor-aguda
Usar apenas referências e proveniência madeirenses; altitude e exposição criam comunidades distintas do continente.
Junco-subulado
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Junquinho-dos-sapais-do-sul
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Koeléria-dos-calcários
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Lantana-arbórea
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Legousia-híbrida
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o solo básico e a distinção de Legousia scabra.
Lentilha
Fraca nas cotas baixas; apenas ensaio em local seco de altitude.
Leontodon-tuberoso
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar as raízes tuberosas e a humidade sazonal.
Levístico
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar o verão fresco, profundidade do solo e identidade da Apiaceae.
Limodoro
Não introduzir em laurissilva ou outros bosques madeirenses.
Limónio-branco
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Língua-de-vaca-das-areias
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Linho
Fraco nas baixas quentes; apenas ensaio em altitude fresca.
Lisimáquia-dos-Açores
Não introduzir em levadas ou laurissilva madeirense.
Lúpulo
Confirmar táxon, ilha e proveniência na flora madeirense; não extrapolar automaticamente a ecologia continental.
Macieira Bravo de Esmolfe
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; privilegiar 350–550 m, frio invernal e menor pressão de calor.
Macieira-brava
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Madressilva-mediterrânica
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Marcetão-das-areias
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Martagão
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Meliloto-amarelo
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a ocorrência local, identidade e proveniência.
Mercurial-anual
Não importar solo ou sementes contaminados; confirmar espécies semelhantes com especialistas locais.
Mirtilo-bravo
Não introduzir em laurissilva ou urzal insular sem programa de conservação autorizado.
Morraça
Não introduzir material continental em zonas húmidas madeirenses.
Narciso-calcícola
Não introduzir este endemismo continental na Madeira.
Narciso-das-areias
Não introduzir em dunas ou habitats costeiros madeirenses.
Narciso-trombeta-pequena
Não introduzir material continental em comunidades madeirenses.
Nazareno
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Nigela-dos-trigos
Não transportar material continental; confirmar o táxon e a proveniência própria do arquipélago.
Noselha-comum
Não importar material continental; confirmar estatuto e origem madeirense antes de cultivar.
Noveleiro
Não introduzir espécie continental vulnerável na Madeira.
Oliveira Cobrançosa
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; boa referência no Nordeste e interior, mas validar frio e disponibilidade de água.
Oliveira Cordovil de Serpa
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; melhor referência no Baixo Alentejo e condições mediterrânicas interiores.
Oliveira Galega Vulgar
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; evitar humidade persistente e confirmar adaptação do clone local.
Oliveira Verdeal Alentejana
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; é referência alentejana; testar fora da região em pequena escala.
Orovale
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Orquídea-dos-brejos
Não introduzir em levadas ou prados húmidos da Madeira.
Orquídea-espelho
Não introduzir em comunidades naturais madeirenses.
Orquídea-piramidal
Não introduzir em prados ou áreas naturais madeirenses.
Orvalhinha
Não introduzir material continental em turfeiras ou levadas naturais.
Palmeira-anã
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Pampilho-das-searas
Não transportar material continental; confirmar o táxon e a proveniência própria do arquipélago.
Panasco-mediterrânico
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Papoila-comum
Não introduzir proveniência continental; usar apenas material regional oficialmente adequado.
Papoila-longa-peluda
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a cápsula alongada, pelos e proveniência.
Papoila-ouriçada
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a cápsula madura e a distinção de outras papoilas.
Pastel-dos-tintureiros
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a proveniência cultivada e a população espontânea das arribas do Douro.
Pau-branco dos Açores
Não confundir com Picconia excelsa da Madeira.
Pereira Rocha
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; melhor desempenho onde o inverno satisfaz o frio e a primavera não favorece fogo-bacteriano.
Pereira-brava-ibérica
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável.
Periqueiro
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Pilulária-menor
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Pimpinela-comum
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Piorno-branco
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o habitat de substituição, densidade e proveniência.
Piorno-da-Estrela
Não introduzir material continental em ecossistemas de altitude madeirenses.
Pistácio
Fraco nas cotas baixas; apenas ensaio em altitude seca e fria.
Plátano-híbrido
Na Madeira, confirmar estatuto legal, altitude e risco de naturalização; confirmar escala, alergénios, água e vigilância fitossanitária.
Poa-bolbosa
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a base bolbosa, o regime de pastoreio e a proveniência.
Polipódio-do-sul
Confirmar táxon e proveniência madeirense; cultivo continental não serve para restauro insular.
Porta-enxerto 110 Richter
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; especialmente útil em solos secos, pobres e sem encharcamento.
Porta-enxerto 140 Ruggeri
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; reservar para seca e calcário onde o vigor alto é necessário.
Porta-enxerto 161-49 Couderc
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; usar com prudência, apenas em perfil leve e após avaliação do risco de declínio.
Porta-enxerto 41 B
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; útil em calcário quando seca e saturação não são extremas.
Porta-enxerto 99 Richter
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; favorece seca e solo neutro sem sal, aceitando arranque lento e vigor alto.
Porta-enxerto de macieira M.26
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; adequado a formas pequenas com suporte e vigilância de fogo-bacteriano.
Porta-enxerto de macieira M.9
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; precisa de água, suporte e frio compatível com a cultivar.
Porta-enxerto de macieira MM.106
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; usar apenas onde a drenagem é segura.
Porta-enxerto de macieira MM.111
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; útil onde seca e ancoragem pesam mais que precocidade.
Porta-enxerto de pereira BA 29
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; útil em pereiras menores, desde que compatibilidade e água sejam asseguradas.
Porta-enxerto de pereira OH×F 333
Na Madeira, pesar altitude, calor, humidade e sanidade do material; opção intermédia onde fogo-bacteriano e compatibilidade pesam.
Porta-enxerto Fercal
Na Madeira, cruzar altitude, humidade, vigor e sanidade do material; é ferramenta para clorose calcária, desde que profundidade e água útil existam.
Porta-enxerto Mahaleb
Na Madeira, pesar altitude, pouco frio, humidade e sanidade; é opção de sequeiro e calcário apenas em solo leve e com cultivar compatível.
Potamogéton-flutuante
Não recomendado fora de coleção confinada e autorizada, sem translocação continental.
Prímula-sem-caule
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Queiró-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Ranúnculo-dos-campos
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a humidade primaveril, fruto espinhoso e ocorrência.
Rhynchospora-branca
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Rosa-albardeira
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Roseira-brava
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Rosmaninho
Não é escolha prioritária fora da área continental natural.
Sabina-da-praia
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Sabugueiro
Cultivo apenas controlado e longe de habitat sensível, preferindo flora local.
Salepeira-grande
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Salgadeira
Considerada exótica na Madeira; não plantar junto de habitats naturais.
Salgueiro-branco
Não introduzir material continental em linhas de água madeirenses.
Salgueiro-preto
Não introduzir material continental em galerias ou levadas da Madeira.
Salicórnia
Confirmar ocorrência e origem insular; não introduzir lotes do continente na Madeira.
Salicórnia-anã
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Salsaparrilha-bastarda
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Salva-brava
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Salva-dos-caminhos
Não introduzir material continental na Madeira; usar flora, estatuto e proveniência insulares.
Sândalo-branco
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Sanguinho-de-água
Não introduzir junto de laurissilva ou levadas sem programa autorizado.
Sanguinho-legítimo
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Santolina-semidentada
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Sapinho-do-Sotavento
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Sapinho-dos-estuários
Não introduzir lote continental em clareiras costeiras madeirenses.
Sarcocórnia-perene
Não importar para a Madeira sem programa oficial e confirmação de estatuto.
Sargaça-maior-das-areias
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Sargacinha-amarela
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Sargaço-mouro
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Saveirinho
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a distribuição conhecida e a vagem em forma de barco.
Saxífraga-espatulada
Há habitat ácido húmido, mas qualquer uso deve respeitar a flora e proveniência madeirenses.
Segurelha-das-montanhas
Na Madeira, ajustar altitude, contenção e legalidade do material; confirmar frio invernal, drenagem e contenção fora do canteiro.
Selo-de-salomão
Confirmar estatuto, altitude e origem madeirense; não transferir automaticamente população continental.
Serapião
Não introduzir em áreas naturais da Madeira.
Serradela
Fraca e apenas experimental controlada; preferir leguminosas adequadas ao sistema insular.
Serradela-amarela
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a vagem achatada, acidez e proveniência.
Serradela-pinada
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a vagem, flores e substrato silicioso.
Sideritis-lusitanica
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Silene-calcícola
Nunca introduzir endemismo continental na Madeira; conservar separação biogeográfica.
Silva-comum
Não introduzir material continental em habitat madeirense.
Soagem
Não introduzir proveniência continental; usar apenas material regional oficialmente adequado.
Soagem-lusitana
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a altitude, frescura e proveniência ibérica.
Sobreiro
Fora da paisagem e aptidão natural principal da espécie.
Tamujo
Não introduzir material continental em linhas de água madeirenses.
Tanchagem-do-Algarve
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Tanchagem-dos-charcos
Usar apenas populações madeirenses comprovadamente autóctones; não criar equivalentes artificiais com flora continental.
Tanchagem-peluda
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a espiga sedosa e o grau de nitrificação.
Táveda
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar a subespécie, estatuto insular e distância de estradas.
Teúcrio-algarvio
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Teúcrio-arbustivo
Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.
Tília-de-folhas-pequenas
Na Madeira, ajustar altitude e impedir naturalização de exóticas; confirmar o volume de solo, calor urbano e origem de viveiro.
Tília-prateada
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar escala adulta, vento, água e calor refletido no regulamento e inventário municipal.
Tojo-arnal
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Tojo-gatunho
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Tojo-manso
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Tojo-sovelão
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Tomelos-de-níquel
Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.
Tomilho-cabeçudo-do-Algarve
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Tomilho-das-praias
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Tramazeira
Não introduzir proveniência continental sem avaliação ecológica e fitossanitária.
Trevo-estreito
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o solo pobre, folíolos estreitos e origem.
Trevo-negrescente
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar a frescura sazonal, capítulo e subespécie.
Trevo-tomentoso
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar as cabeças frutíferas tomentosas e a ocorrência local.
Trigo-duro
Fraco nas cotas baixas; clima não favorece a qualidade tecnológica.
Trigo-mole
Fraco nas cotas baixas por falta de frio e humidade de colheita.
Triticale
Fraco nas cotas baixas; apenas ensaio em altitude fresca.
Trovisco
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Tuberária-maior
Não introduzir flora continental na Madeira; usar apenas referências e material insulares.
Tuberária-malhada
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o substrato ácido e a mancha basal das pétalas.
Tulipa
Difícil nas cotas quentes; experimentar apenas em altitude e vaso fresco.
Tulipa-brava
Na Madeira, não introduzir material continental e verificar o estatuto insular; confirmar o calcário, a subespécie e a origem legal do bolbo.
Ulmeiro-campestre
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar grafiose, origem genética e monitorização municipal no regulamento e inventário municipal.
Urze-branca
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Urze-das-turfeiras
Não introduzir material continental em comunidades húmidas de altitude.
Urze-dos-Açores
Não transferir para a Madeira; existem urzes madeirenses próprias.
Urze-dos-brejos
Usar exclusivamente material autóctone madeirense e referências insulares; não extrapolar comunidades continentais.
Urze-mineira
Nunca transportar planta ou tecnossolo contaminado para a Madeira; não há equivalência biogeográfica.
Urze-portuguesa
Não transferir a espécie continental para habitats insulares; preferir flora madeirense própria.
Uva-da-serra dos Açores
Não misturar com Vaccinium padifolium da Madeira.
Valverde-do-sapal
Ocorre em contexto insular específico; qualquer reforço requer proveniência madeirense.
Valverde-esplêndido
Não importar material continental para a Madeira; confirmar estatuto, população e genética insulares.
Vidália
Não transferir para a Madeira nem para falésias naturais.
Vide-branca
Confirmar flora, ilha e altitude da Madeira; uma espécie continental não é automaticamente apropriada.
Videira Baga
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; a Bairrada é referência; assegurar maturação tardia e sanidade.
Videira Encruzado
Na Madeira, considerar altitude, exposição e pressão de doenças; Dão e Centro interior são a principal referência de adaptação.
Vidoeiro-pubescente-celtibérico
Não introduzir material continental; usar apenas espécies e proveniências adequadas ao arquipélago.
Vimeiro
Na Madeira, ajustar à altitude e impedir naturalização; confirmar a água disponível e distância de linhas de água naturais.
Zelkova-japonesa
Na Madeira, ajustar altitude, risco de naturalização e espaço de copa; confirmar água estival, proveniência e espaço de copa no regulamento e inventário municipal.
Zimbro-bravo
Não introduzir material continental na Madeira; consultar flora e estatuto insular próprios.
Zimbro-galego
Não introduzir material continental na Madeira; confirmar estatuto insular e risco de naturalização.
Zimbro-rasteiro
Não introduzir este táxon continental; usar flora insular adequada à altitude.
Vigiar
Limites regionais.
- declive e erosão
- diferença norte–sul
- rega na costa seca
Fazer
Ações com impacto.
- seguir as curvas de nível
- confirmar cota e exposição
- compostar sem bloquear drenagem