Distrito · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Santarém.
Lezíria fértil e interior mais seco, com calor de verão, geadas localizadas e forte vocação hortofrutícola.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- solos aluviais profundos
- cheia e drenagem na lezíria
- calor e água no interior
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Recomendação comparada
Plantas para
Santarém.
Ordenadas pela adequação ao padrão climático regional. Abra cada ficha para calendário, plantação, rega, problemas e fontes.
Abacateiro
Muito bom em encosta abrigada, sem geada e com rega monitorizada.
Abóbora Moganga de Geraz
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.
Abóbora-menina
Muito adaptada, deixando ramas explorar bordas e caminhos.
Abrótano
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.
Abrunheiro-bravo
Muito bom em espaço amplo, longe de canteiros onde os rebentos incomodem.
Açafrão
Muito bom em canteiro drenado, protegido de encharcamento e de roedores urbanos.
Acanto
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar estatuto legal, rizomas e distância de habitat natural.
Acelga
Excelente no outono, inverno e primavera; sombrear no pico do calor.
Aderno
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a folha larga, o solo mais fresco e a proveniência.
Aderno-de-folhas-estreitas
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a folha estreita, a exposição seca e a origem.
Adónis-anual
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.
Aeónio-arbóreo
Muito boa em pátio soalheiro e sem geada, reduzindo água durante dormência.
Agapanto
Excelente em bordadura, talude ou vaso com sol abundante.
Agastache
Excelente em canteiro solarengo e drenado, apoiando floração com água espaçada.
Agave-atenuada
Muito boa em microclima urbano abrigado, sem água acumulada no inverno.
Agrostis-castelhana
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Agulha-de-pastor
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.
Aipo
Muito bom em primavera e outono, com sombra leve nas tardes quentes.
Alcachofra
Excelente, combinando inverno suave e estação longa.
Alecrim
Excelente e pouco exigente em água.
Alface
Muito adaptável; ajustar o calendário ao calor e à geada.
Alfinetes-dos-muros
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Algodoeiro-herbáceo
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.
Alho
Muito adaptado, escolhendo material são e solo sem histórico.
Alho-francês
Excelente do outono à primavera, com rega no estabelecimento.
Alho-rosado
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.
Alisma
Excelente em charca ampla, com alguma sombra do solo durante calor extremo.
Aloé-vera
Excelente junto a janela solarenga depois de aclimatação gradual.
Ameixeira
Muito boa com cultivar de frio compatível e rega regular.
Amendoeira
Bem adaptada em solos drenados e variedades autoférteis tardias.
Amor-perfeito
Excelente no inverno e primavera, com sombra quando chega o calor.
Amoreira-preta
Excelente com sol e espaço, afastada de carros e caminhos.
Anis
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.
Ansarina-branca
Prioridade alta em culturas, hortas e estaleiros; conter focos antes de florescer ou frutificar.
Arábis-sadina
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar a serra calcária, a população e a diagnose.
Araucária-de-Cook
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar geada, vento dominante e distância a edifícios.
Armeria-marítima
Muito boa em sol e drenagem, distinguindo cultivar hortícola de restauro.
Arroz
Excelente nas lezírias e vales do Tejo e Sorraia com gestão de água.
Arroz-dos-telhados
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar o táxon, o peso saturado e a drenagem do suporte.
Arruda-de-jardim
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.
Artemísia-dos-salgados
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a subespécie, o sapal alto e a cota seca.
Árvore-de-Júpiter
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.
Assembleias-costeiras
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a subespécie costeira, a origem e a areia à escala da população.
Aveia-brava
Muito compatível com mosaico agrícola, desde que não contamine colheitas nem áreas de produção.
Avenca
Muito boa em fonte ou vaso sombreado, vigiando água calcária e secagem.
Azevém-bastardo
Muito compatível com mosaico agrícola, desde que não contamine colheitas nem áreas de produção.
Azevém-italiano
Excelente no ciclo outono–primavera e útil antes de uma cultura de verão.
Azinheira
Muito boa em clima mediterrânico e solos de baixa fertilidade.
Ballota-peluda
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.
Baracejo-gigante
Excelente em jardim seco, sem rega regular nem solo demasiado fértil.
Barrilheira-maior
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a humidade salina, a interação com Cynomorium e a origem.
Batata-doce
Excelente com calor, solo solto e água controlada.
Bergénia
Muito boa em sombra parcial, aceitando secura depois de instalada.
Beringela
Excelente com solo aquecido, abrigo do vento e rega localizada bem gerida.
Beterraba
Excelente de outono a primavera e possível no verão com rega.
Bico-de-cegonha
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar o fruto maduro e a distinção de outros Erodium.
Biserrula
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a vagem serrada, acidez e nome aceite.
Boca-de-lobo-das-areias
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar os ramos gavinhosos, a areia e a origem ibérica à escala da população.
Boca-de-lobo-rosa
Muito adequada em costa e colinas do oeste; evitar qualquer cruzamento perto de populações naturais.
Borragem
Excelente no ciclo fresco, tolerando secura moderada depois de bem enraizada.
Braquipódio-da-Arrábida
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar o calcário, a aridez e a identidade do lote.
Braquipódio-dos-prados
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar a profundidade do solo e a distinção de B. retusum.
Braquiquito
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar geada, folículos irritantes e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Briónia-branca
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Brócolo
Excelente no outono e inverno; primavera rápida antes do calor.
Buganvília
Muito boa em fachadas soalheiras e solos drenados.
Bupleuro-arbustivo
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a origem, a exposição costeira e o espaço adulto.
Calêndula
Excelente no período fresco; perde vigor com o primeiro calor forte.
Calicotome-vilosa
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a ocorrência mediterrânica, espinhos e proveniência.
Camarinha
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar o sexo, a proveniência atlântica e a areia à escala da população.
Camomila-alemã
Excelente de outubro a abril; o calor precoce encurta floração e produção de capítulos.
Campainhas-pequenas
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar a escala minúscula, a clareira e a origem do lote.
Canavoura
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar a raiz, os frutos alados e a segurança.
Cânhamo industrial
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a autorização, variedade, parcela e calendário oficial.
Canónigos
Excelente de outono a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no tempo quente.
Capim-do-Sudão
Excelente com água moderada e análise, evitando aplicação azotada excessiva.
Capuchinha
Excelente no ciclo fresco e em varanda, protegendo do sol poente em ondas de calor.
Capuz-de-frade
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar o tubérculo, a espata e a proveniência.
Cardo-corredor
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar os espinhos, a raiz axial e o grau de perturbação.
Cardo-hortense
Excelente pela estação longa, com água durante o crescimento e espaço permanente.
Cardo-mariano
Excelente com sol, circulação de ar e solo pouco fértil que limita crescimento frouxo.
Cardo-penteador
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a diferença de D. fullonum e prevenção de escape.
Cariópteris-azul
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a drenagem, cultivar e contenção ornamental.
Carqueja
Excelente com sol, circulação de ar e solo pouco fértil que limita crescimento frouxo.
Carrasco
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a subespécie, as bolotas locais e a gestão de combustível.
Carrasco-arbóreo-costeiro
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Cártamo-tintureiro
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a variedade, espinhos e ausência de encharcamento.
Carvalho-português
Bom em encostas, sebes largas e parques com espaço radicular.
Cássia-branca
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar o hospedeiro, a origem e a humidade edáfica.
Catalpa-comum
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar vento, água, cápsulas e estrutura no regulamento e inventário municipal.
Cebola
Muito adaptada com cultivares portuguesas adequadas ao dia.
Cebola Setúbal Portuguesa
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar fotoperíodo, míldio, cura e calendário local.
Cebola-albarrã
Excelente em encosta, mato aberto e jardim seco com grande afastamento.
Cebolinho
Muito boa com sombra parcial nas tardes quentes e recipiente para limitar a expansão.
Cebolinho-arvense
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar a banda verde externa das tépalas e o habitat arvense.
Cefalanteira-de-folhas-longas
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a população, a micorriza e o coberto.
Cenoura
Muito adaptada, com sombra leve nas sementeiras de verão.
Centáurea-azul
Excelente de outono a primavera, precisando de pouca água depois de enraizada.
Centáurea-parda
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar o rebordo negro das brácteas e origem.
Cerefólio
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a janela fresca e identidade de uma Apiaceae cultivada.
Cevada
Excelente em sequeiro de inverno e solos bem estruturados.
Cevada-marítima
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a subespécie, a salinidade e a ausência de semente agrícola.
Chaenorrino-das-rochas
Muito adequada em muros e afloramentos, sem retirar plantas de património construído.
Chicória
Excelente de outono a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no tempo quente.
Cica-do-Japão
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar geada, drenagem, proveniência e segurança.
Cila-do-peru
Excelente em olival, prado e orla húmida da sua área nativa.
Cimbalária-dos-muros
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar o estatuto de arqueófita, a sombra e a capacidade de dispersão.
Cistanche-amarela
Muito adequada nos estuários onde ocorre naturalmente; a ação é conservar, não plantar.
Clematite 'Jackmanii'
Muito boa em exposição nascente, protegendo a raiz do calor refletido.
Clementineira
Excelente com rega regular, drenagem e controlo de clorose em solo calcário.
Clementineira Clemenules
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; precisa de bom clima citrícola e controlo das fontes de pólen para fruta sem sementes.
Clementineira Marisol
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; a vantagem é colheita muito precoce, exigindo vigilância rápida de cor, casca e mosca.
Clívia
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar geada, sombra seca e segurança.
Clorofito
Excelente; filtrar sol da tarde que descolore e queima folhas.
Coentros
Excelente de outono a primavera; calor e dias longos encurtam a fase de folha.
Coincya-de-Sintra
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar a população de Sintra, o estatuto e a taxonomia.
Colza
Muito boa no inverno, evitando seca terminal no enchimento.
Cominho-preto
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a época de chuva, identidade face a outras Nigella e secagem.
Consolda
Muito boa com rega localizada e sombra parcial nas tardes mais quentes.
Cornicabra
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar o sexo, a proveniência e o espaço de copa.
Corriola-campestre
Prioridade alta em culturas, hortas e estaleiros; conter focos antes de florescer ou frutificar.
Corriola-das-sebes
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Corriola-do-Espichel
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar a falésia Espichel, a autorização e a segurança.
Cosmos
Excelente com pouca adubação e rega espaçada, prolongando capítulos até ao outono.
Costela-de-adão
Ótima em casa luminosa; filtrar sol direto de janelas a sul.
Cota-dos-tintureiros
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a contenção de uma espécie cultivada não nativa.
Couve Penca de Chaves
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar frio útil, lagartas, hérnia das crucíferas e cruzamento com outras couves.
Couve-flor
Muito boa de outono a primavera, evitando formação no calor.
Couve-galega
Excelente do fim do verão à primavera seguinte.
Couve-lombarda
Excelente entre o outono e a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no calor.
Couve-rábano
Excelente de outono a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no tempo quente.
Cravo-de-Sintra
Região central da ocorrência conhecida, mas recolha, propagação e reforço exigem autoridade competente.
Cravo-túnico
Excelente e duradouro, desde que se retirem flores gastas regularmente.
Crino
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar geada, profundidade, humidade e segurança.
Curgete
Excelente; colher diariamente e dar sombra em extremos.
Dália
Excelente e prolongada, com tutor colocado antes de o tufo fechar.
Damasqueiro
Muito bom em local abrigado, ensolarado e com rega controlada.
Dichondra
Muito boa em sol matinal ou meia-sombra, com rega por zona separada.
Diospireiro
Excelente pela estação longa e inverno suficientemente fresco.
Douradinha
Muito adequada em muros e afloramentos, sem retirar plantas de património construído.
Echeveria-elegante
Muito boa em varanda abrigada, com aclimatação gradual ao sol.
Eleócaris-dos-charcos
Excelente em jardim de chuva ou mini-charca com nível razoavelmente estável.
Embude
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Endívia
Excelente de outono a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no tempo quente.
Endro
Excelente de outono a primavera; calor e dias longos encurtam a fase de folha.
Epilóbio-maior
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Equinácea-púrpura
Muito boa com rega profunda ocasional e sombra mínima para não enfraquecer caules.
Erva-abelha
Muito favorável em mosaico calcário ou argiloso, sem corte durante floração e semente.
Erva-bicha
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a toxicidade, a dormência e a identificação.
Erva-carneira
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar a subespécie, a arista e a proveniência.
Erva-cidreira
Muito boa com sombra parcial nas tardes quentes e recipiente para limitar a expansão.
Erva-das-escaldadelas
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Erva-do-homem-enforcado
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar a população, o calcário e a micorriza.
Erva-doce-anual
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Erva-mata-pulgas
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a subespécie, proveniência e solo pedregoso.
Erva-moedeira
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Erva-moleirinha-maior
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar a flor, o fruto e a distinção de outras Fumaria.
Erva-pinheira-suculenta
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar a identidade face a outros Sedum e o substrato básico.
Erva-vaqueira
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar a espécie silvestre, distinta de Calendula officinalis.
Ervilha
Muito produtiva no inverno suave e início da primavera.
Ervilhaca-comum
Excelente antes de hortícolas de verão, terminando com antecedência.
Ervilhaca-peluda
Excelente cobertura outono–primavera, aproveitando chuva e libertando a parcela cedo.
Escabiosa
Excelente pela estação longa e seca, com rega espaçada durante a floração.
Escrofulária-das-areias
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a variedade, a areia costeira e a proveniência à escala da população.
Espada-de-são-jorge
Excelente e tolerante ao ar doméstico seco, com luz disponível.
Espargo
Excelente, combinando inverno suficiente, primavera longa e rega localizada.
Espargo-bravo
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a identificação, o rizoma e os espinhos.
Espinafre
Excelente no inverno suave e sob sombra leve na primavera.
Esteva
Muito boa nas serras e solos ácidos; fraca em argilas compactas.
Estorno
Adequado em restauro costeiro aprovado, nunca para recolha ou jardim informal.
Estragão-francês
Excelente, com sombra ligeira no pico do calor e divisão periódica.
Estramónio
Prioridade alta em culturas, hortas e estaleiros; conter focos antes de florescer ou frutificar.
Estrelícia
Muito boa em pátio solarengo, abrigado e com drenagem livre.
Eufórbia-de-Gomes-Pedro
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar o endemismo do Espichel, a autorização e a seiva tóxica.
Evónimo-do-Japão
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar cultivar, maresia, contenção e ventilação.
Facélia
Excelente entre culturas e em margens controladas, terminando antes da semente madura.
Falsa-camomila
Muito adequada em margem biodiversa contida, longe de lotes de semente e circuitos de colheita.
Fava
Excelente no outono, produzindo antes do calor primaveril.
Fava do Algarve
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar data de inverno, geada forte, calor na floração e polinização cruzada.
Feijão
Estação longa permite duas sementeiras com rega consistente.
Feijão Murtosa
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar temperatura do solo, antracnose, vento e fidelidade do lote.
Feijão-de-metro
Excelente com solo aquecido, abrigo do vento e rega localizada bem gerida.
Feijão-frade
Excelente para sementeira de maio e junho, em solo aquecido e com gota-a-gota.
Fel-da-terra-das-rochas
Muito adequada em muros e afloramentos, sem retirar plantas de património construído.
Festuca-azul
Muito boa em cobertura mineral, longe de rega de relvado e solo rico.
Feto-dos-muros
Muito adequada em muros e afloramentos, sem retirar plantas de património construído.
Ficus-benjamina
Excelente com luz abundante filtrada e distância do ar condicionado.
Figueira
Excelente e produtiva com espaço para raízes e copa.
Fisális
Excelente pela estação longa, desde que se evite excesso de vigor e água nas folhas.
Flor-do-vento-palmada
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar o solo descalcificado e a cor local da flor.
Folhado
Excelente e versátil, regando fundo apenas durante estabelecimento e seca.
Freixo-de-folhas-estreitas
Muito adequado a lezírias e margens largas, se houver espaço para raízes e cheias.
Frésia
Excelente de outono a primavera, florescendo antes do calor seco.
Fritilária-lusitana
Excelente em clareiras e serras, confirmando variedade e substrato.
Fumária-comum
Muito compatível com mosaico agrícola, desde que não contamine colheitas nem áreas de produção.
Funcho-bravo
Excelente com sol, circulação de ar e solo pouco fértil que limita crescimento frouxo.
Funcho-de-Florença
Muito bom no outono e primavera, com sombra ligeira e água no pico do calor.
Funcho-marítimo
Excelente em jardim seco costeiro, evitando rega automática frequente.
Gilbardeira
Excelente sob árvores e em pátios sombreados, longe de rega excessiva.
Girassol
Excelente; cobertura e gota a gota sustentam plantas de grande porte.
Gladíolo
Excelente para sucessões, com tutor em locais expostos ao vento.
Gledítsia
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar cultivar inerme, vagens, arquitetura e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Glicínia
Excelente, sem permitir entrada em caleiras, telhados ou estores.
Grama
Excelente para uso intenso e calor, aceitando cor de inverno sazonal.
Gramata-branca
Excelente nos estuários do Tejo e Sado, respeitando planos da área protegida.
Grão-de-bico
Excelente no ciclo fresco e seco, com pouca ou nenhuma rega tardia.
Heléboro-oriental
Muito bom em sombra de tarde, longe de calor refletido e rega excessiva.
Hera-atlântica
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Hipericão
Excelente em jardim naturalista; contenha a semente antes de chegar a terrenos vizinhos.
Hissopo
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a drenagem, identidade e uso apenas culinário reconhecido.
Hortelã-verde
Muito boa com sombra parcial nas tardes quentes e recipiente para limitar a expansão.
Iberis-microcarpa
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar a subespécie, a proveniência e o afloramento.
Índigo-japonês
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a disponibilidade de água, geada e contenção.
Íris-barbuda
Excelente em canteiro solarengo, separado da rega frequente de relvados.
Jacarandá
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar geada, vento e estrutura de ramos.
Jacinto-das-searas
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a identidade, proveniência regional e ocorrência espontânea.
Jasmim-comum
Excelente, desde que suporte e volume de raiz sejam suficientes.
Jasmim-estrela
Excelente em muro ou pérgula, desde que existam arames antes da plantação.
Jonopsídio-sem-caule
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar a população, o musgo e o regime de humidade.
Junça-marítima
Excelente na transição salobra dos estuários e lezírias, com espaço para expansão.
Junco-agudo
Excelente em margens altas e arenosas dos estuários, afastado de percursos.
Junco-capitado
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Junco-efuso
Excelente em depressão húmida; rega constante não deve mascarar fuga.
Junco-marítimo
Excelente nos grandes estuários, acima das formações frequentemente submersas.
Kenaf
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a soma térmica e contenção de sementes.
Kiwi
Muito boa no setor atlântico e fresco; ondas de calor queimam folhas.
Koeléria-dos-calcários
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar o afloramento calcário e a subespécie.
Koelreutéria
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a naturalização, resistência do ramo e contexto urbano.
Laranjeira
Muito adaptada com água de qualidade e solo drenado.
Laranjeira D. João
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; é património produtivo de ciclo longo para territórios de inverno suave e rega assegurada.
Laranjeira Lane Late
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; a longa permanência do fruto exige inverno ameno, boa sanidade e água até à primavera.
Laranjeira Navelina
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; é precoce e comercialmente testada, desde que haja proteção do frio e água uniforme.
Laranjeira Newhall
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; a precocidade ajuda antes do frio, mas fruto e rebentos jovens continuam sensíveis à geada.
Laranjeira Valencia Late
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; precisa de época longa sem geada para terminar o fruto tardio e iniciar simultaneamente a nova campanha.
Legousia-híbrida
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar o solo básico e a distinção de Legousia scabra.
Lentilha
Excelente com sementeira outonal e controlo precoce de infestantes.
Lentisco
Excelente para sebes de baixa rega, taludes e jardins mediterrânicos.
Leontodon-tuberoso
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar as raízes tuberosas e a humidade sazonal.
Limodoro
Excelente em pinhais, carrascais e orlas, incluindo vários substratos.
Limoeiro
Muito adaptado com rega regular.
Limónio-dos-sapais
Excelente em projetos técnicos de estuário, com identificação taxonómica confirmada.
Língua-de-vaca-das-areias
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a subespécie, a raiz profunda e a proveniência à escala da população.
Lírio-amarelo-dos-pântanos
Excelente em bacia de retenção, vigiando expansão por rizoma e semente.
Lírio-da-paz
Excelente, filtrando o sol forte e mantendo humidade consistente.
Lírio-de-um-dia
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar clone histórico, água primaveril e contenção dos rizomas.
Lódão-bastardo
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar proveniência, espaço de copa e eventual queda de fruto no regulamento e inventário municipal.
Loendro
Excelente adaptação a calor urbano, sol e solos calcários.
Losna
Excelente com sol, circulação de ar e solo pouco fértil que limita crescimento frouxo.
Loureiro
Excelente em sol moderado ou meia-sombra com rega inicial.
Lúcia-lima
Excelente em local soalheiro, protegido do vento, com rega regular no verão.
Luzerna
Muito boa em rotação plurianual, evitando lençol freático alto.
Madressilva-mediterrânica
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar as folhas conadas, a origem e o suporte vivo.
Magnólia-de-folha-persistente
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar volume de solo, vento e água estival.
Malva-cheirosa
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a geada, identidade do clone e contenção.
Malva-real
Muito boa em solo profundo, com tutor instalado antes de a haste alongar.
Malva-silvestre
Excelente em jardim naturalista; contenha a semente antes de chegar a terrenos vizinhos.
Manjericão
Excelente da primavera ao outono, com colheita frequente e abrigo de vento.
Marcetão-das-areias
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar o corredor Setúbal–Sines, a areia ácida e a autorização à escala da população.
Marmeleiro
Muito bom em solo profundo, mantendo água regular no verão.
Medronheiro
Excelente para sebe larga, jardim seco e apoio a polinizadores.
Melancia
Excelente com solo aquecido, abrigo do vento e rega localizada bem gerida.
Melão
Excelente com solo aquecido, abrigo do vento e rega localizada bem gerida.
Melão Branco do Ribatejo
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar calor acumulado, oídio, doçura e isolamento de outros meloeiros.
Melão Manuel António
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar calor longo, escaldão, maturação tardia e isolamento varietal.
Mélia
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar fruto tóxico, dispersão, geada e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Menta-da-água
Excelente em jardim de chuva ou charca, com sombra leve nas tardes quentes.
Mercurial-anual
Prioridade alta em culturas, hortas e estaleiros; conter focos antes de florescer ou frutificar.
Mil-folhas
Excelente em jardim naturalista; contenha a semente antes de chegar a terrenos vizinhos.
Milho-doce
Muito adaptado, plantado em bloco e em sucessões curtas.
Milho-forrageiro
Excelente em solos produtivos, com plano rigoroso de água, azoto e efluentes.
Mizuna
Excelente de outono a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no tempo quente.
Morangueiro
Muito adaptado com água uniforme e solo coberto.
Morraça
Excelente em Tejo e Sado quando o projeto mede corrente, cota e proveniência.
Mostarda-de-folha
Excelente de outono a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no tempo quente.
Murta
Excelente para sebe, pátio e jardim seco de matriz mediterrânica.
Nabo
Muito bom de outono a primavera; calor torna raiz fibrosa.
Narciso-calcícola
Excelente nas serras e afloramentos calcários confirmados da Estremadura e Arrábida.
Narciso-das-areias
Excelente nas dunas atlânticas e estuarinas não artificializadas.
Narciso-de-cheiro
Excelente e duradouro, aproveitando a chuva natural do inverno.
Narciso-trombeta-pequena
Muito bom em prado naturalista e clareira, com verão seco após dormência.
Nazareno
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar o cacho compacto, a folha e a origem dos bolbos.
Nenúfar-branco
Excelente em lago solarengo, evitando água aquecida num recipiente minúsculo.
Nespereira-do-Japão
Excelente em encosta ou pátio abrigado, com boa circulação.
Nêveda-dos-gatos
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a contenção, origem e pressão de gatos.
Nigela-dos-trigos
Muito compatível com mosaico agrícola, desde que não contamine colheitas nem áreas de produção.
Norça-preta
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Noselha-comum
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar a flor, as brácteas e o cormo de origem cultivada.
Oca
Excelente pela longa estação, dando sombra de tarde e água uniforme no verão.
Olaia
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar forma de tronco, geada tardia e queda de vagens no regulamento e inventário municipal.
Oliveira
Condições mediterrânicas favoráveis.
Oliveira Galega Vulgar
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; evitar humidade persistente e confirmar adaptação do clone local.
Orégão-comum
Excelente pelo sol e inverno moderado, evitando rega frequente sobre a copa.
Orovale
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a localização, o estatuto e a toxicidade.
Orquídea Phalaenopsis
Excelente, filtrando sol sul e mantendo distância de ar condicionado.
Orquídea-espelho
Excelente em prados e tomilhais de matriz calcária ou argilosa não intensificados.
Orquídea-piramidal
Excelente em calcários da Estremadura, Arrábida e mosaicos equivalentes.
Painço
Muito bom em segunda cultura onde água e calendário permitem.
Pak choi
Excelente de outono a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no tempo quente.
Palmeira-das-Canárias
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar geada, vento, espaço e escaravelho-vermelho.
Pampilho-das-searas
Muito compatível com mosaico agrícola, desde que não contamine colheitas nem áreas de produção.
Panasco-mediterrânico
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar a subespécie e a diferença face a cultivares forrageiros.
Papiro
Muito bom em lago confinado, cortando caules secos depois do inverno.
Papoila-comum
Muito adequada em margem biodiversa contida, longe de lotes de semente e circuitos de colheita.
Papoila-ouriçada
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a cápsula madura e a distinção de outras papoilas.
Parietária
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar a ocorrência espontânea e o risco alergénico.
Pastinaca
Excelente no outono, inverno e primavera; calor encurta a janela de raiz tenra.
Pepino
Excelente; sombra ligeira pode ajudar em calor extremo.
Pereira
Muito favorável, incluindo áreas tradicionais da pera Rocha.
Pereira Rocha
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; melhor desempenho onde o inverno satisfaz o frio e a primavera não favorece fogo-bacteriano.
Pereira-brava-ibérica
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável.
Periqueiro
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Perpétua-das-areias
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a subespécie, proveniência litoral e autorização de conservação.
Pessegueiro
Muito adaptado e precoce em exposições quentes e ventiladas.
Petúnia
Excelente, embora floreiras pequenas possam pedir água quase diária.
Pilriteiro
Muito bom em sebe larga, afastado de passagens por causa dos espinhos.
Pimenteira-bastarda
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar geada, alergénios, frutos e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Pimento
Condições excelentes, com sombra ligeira em ondas de calor.
Pimento de Sabugal
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar noites frias, calor de floração, podridão apical e isolamento de outros pimentos.
Pimpinela-comum
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar o fruto verrugoso e a proveniência.
Pinheiro-manso
Muito adaptado a areias, calor e clima mediterrânico costeiro.
Piorno-branco
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar o habitat de substituição, densidade e proveniência.
Plátano-híbrido
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar escala, alergénios, água e vigilância fitossanitária.
Poa-bolbosa
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a base bolbosa, o regime de pastoreio e a proveniência.
Poejo
Muito boa com sombra parcial nas tardes quentes e recipiente para limitar a expansão.
Polipódio-do-sul
Muito adequada em muros e afloramentos, sem retirar plantas de património construído.
Porta-enxerto 1103 Paulsen
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; útil sob seca e alguma salinidade, sem substituir análise de nemátodes.
Porta-enxerto 140 Ruggeri
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; reservar para seca e calcário onde o vigor alto é necessário.
Porta-enxerto 41 B
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; útil em calcário quando seca e saturação não são extremas.
Porta-enxerto 420A MGt
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; exige profundidade, água suficiente e ausência de compactação ou seca severa.
Porta-enxerto Adesoto 101
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; é alternativa para controlar vigor em solos pesados ou calcários com compatibilidade provada.
Porta-enxerto CAB 6P
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; é alternativa intermédia onde vigor, produtividade e manutenção de pôlas são aceitáveis.
Porta-enxerto Cadaman
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; é opção de pessegueiro onde existe humidade moderada, sem justificar solo saturado.
Porta-enxerto citrange C-35
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; merece ensaio onde se procura menor vigor e qualidade sem calcário extremo.
Porta-enxerto citrange Troyer
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; é padrão histórico apenas onde calcário e sais não dominam.
Porta-enxerto Citrus volkameriana
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; é material de clima suave, vigor alto e água limitada, aceitando menor qualidade.
Porta-enxerto de citrinos Carrizo
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; usar em citrinos onde geada, sal e calcário não excedem a combinação.
Porta-enxerto de citrinos Citrus macrophylla
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; orientado para zonas cítricas suaves, sobretudo limoeiro.
Porta-enxerto de macieira B.9
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; é anão robusto ao frio, mas depende de rega e estrutura.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.11
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; é alternativa precoce de vigor baixo, sem dispensar água nem vigilância de pulgão-lanígero.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.41
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; é escolha de alta densidade e forte sanidade, com proteção física da união.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.890
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; serve pomar semi-anão quando sanidade e autonomia importam mais que densidade máxima.
Porta-enxerto de macieira M.27
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; só funciona bem com solo fértil, água regular e suporte permanente.
Porta-enxerto de macieira M.7
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; é versátil em pomar de densidade média, com controlo de ladrões e ancoragem.
Porta-enxerto de macieira MM.106
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; usar apenas onde a drenagem é segura.
Porta-enxerto de macieira MM.111
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; útil onde seca e ancoragem pesam mais que precocidade.
Porta-enxerto de pereira BA 29
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; útil em pereiras menores, desde que compatibilidade e água sejam asseguradas.
Porta-enxerto de pereira OH×F 333
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; opção intermédia onde fogo-bacteriano e compatibilidade pesam.
Porta-enxerto de pereira OH×F 87
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; equilibra menor porte, afinidade de Pyrus e resistência ao fogo bacteriano.
Porta-enxerto de pereira Pyrodwarf
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; é opção clonal semi-vigorosa onde uniformidade e afinidade superam a procura de ananicamento.
Porta-enxerto de pereira Quince A
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; é produtivo em solo fértil e fresco, depois de confirmar afinidade e calcário.
Porta-enxerto de pereira Quince C
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, rega e vigor; é raiz de espaço pequeno, solo rico, água regular e apoio permanente.
Porta-enxerto Fercal
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; é ferramenta para clorose calcária, desde que profundidade e água útil existam.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 13
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; é opção de baixo vigor e sal, mas exige excluir Tylenchulus.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 5
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; é candidato mediterrânico para menor vigor, calcário e sal com validação da copa.
Porta-enxerto Garnem
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; tem interesse em pomares secos e calcários, especialmente com risco confirmado de nemátodes.
Porta-enxerto GF 677
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; é candidato para seca e calcário apenas onde a drenagem seja segura.
Porta-enxerto Gisela 5
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; só é boa escolha com fertilidade, rega, tutoragem e mão de obra compatíveis.
Porta-enxerto Gisela 6
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; é opção precoce com rega e fertilidade, evitando calor radicular extremo.
Porta-enxerto Krymsk 5
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; é versátil em temperatura e textura, mas exige material livre de PDV e PNRSV.
Porta-enxerto Krymsk 6
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Porta-enxerto Krymsk 86
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; pode resolver combinações difíceis de textura e pH, mas exige experiência local.
Porta-enxerto Mahaleb
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; é opção de sequeiro e calcário apenas em solo leve e com cultivar compatível.
Porta-enxerto MaxMa 14
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; é opção intermédia quando Gisela seria fraco e Colt excessivamente vigoroso.
Porta-enxerto Montclar
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; é opção onde se pretende caráter de pessegueiro com melhor resposta à clorose.
Porta-enxerto Myrobalan 29C
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; é opção robusta para ameixeira, confirmando sempre compatibilidade da cultivar.
Porta-enxerto Nemaguard
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; só ganha prioridade após identificar nemátodes e confirmar que solo e calcário são compatíveis.
Porta-enxerto Paradox
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; requer frio e espaço para a cultivar, além de solo profundo e diagnóstico sanitário.
Porta-enxerto Penta
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; ganha interesse em solos pesados ou alcalinos onde híbridos pessegueiro-amendoeira falham.
Porta-enxerto Pistacia atlantica
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; é opção de frio e salinidade apenas sem histórico de Verticillium.
Porta-enxerto Rootpac R
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; é candidato de vigor alto para condições difíceis, exigindo ensaio e controlo da copa.
Porta-enxerto SO4
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; é versátil onde não haja seca extrema, compactação ou saturação prolongada.
Porta-enxerto tangerineira Cleópatra
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; é opção lenta para sais e alcalinidade, nunca para colo permanentemente húmido.
Porta-enxerto Teleki 5C
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; é opção comparativa para calcário moderado e vigor onde o ciclo não deve atrasar.
Porta-enxerto UCB1
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; só tem sentido onde a cultivar recebe frio suficiente e o verão amadurece a produção.
Porta-enxerto Vlach
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; só é candidato onde frio, espaço, solo profundo e sanidade permitem nogueira vigorosa.
Pothos
Excelente, filtrando o sol forte em janelas orientadas a sul.
Quiabo
Excelente com solo aquecido, abrigo do vento e rega localizada bem gerida.
Rabanete
Excelente de outono a primavera; verão pede sombra e água.
Rábano-daikon
Excelente no outono, inverno e primavera; calor encurta a janela de raiz tenra.
Rami
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a geada, rega e contenção rizomatosa.
Ranúnculo-da-Pérsia
Excelente do outono à primavera, com rega à base e remoção de flores velhas.
Reseda-dos-tintureiros
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a identificação, origem local e contenção de sementes.
Romãzeira
Excelente com longa estação, sol e rega regular no enchimento.
Rosa-albardeira
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a origem de viveiro, a sombra e a drenagem.
Roseira
Excelente; evitar paredes que concentrem calor e ácaros.
Roseira-brava
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Rosmaninho
Muito bom em jardins secos de solo não calcário.
Rúcula
Excelente entre o outono e a primavera; alguma sombra prolonga a qualidade no calor.
Ruiva-dos-tintureiros
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a contenção dos rizomas e o tempo até colheita.
Sabina-da-praia
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a subespécie, o sexo e o sistema dunar à escala da população.
Sabugueiro
Muito bom com meia-sombra e água de instalação, longe de pavimento estreito.
Salepeira-grande
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar a população, a micorriza e o calendário de roçagem.
Salgadeira
Excelente nas orlas altas dos estuários, com espaço e origem continental local.
Salgueirinha
Excelente com rega localizada e solo coberto, sem ligação ao estuário.
Salgueiro-branco
Excelente no Tejo e afluentes adequados; a identificação local pode exigir amentilhos.
Salicórnia
Excelente nos estuários do Tejo e Sado, apenas em projeto autorizado e cota compatível.
Salsa
Muito adaptada, sobretudo com sol de manhã e rega estável.
Salsaparrilha-bastarda
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar os espinhos, o suporte e a contenção.
Salva-brava
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar o calcário, a lanosidade e a drenagem.
Salva-comum
Excelente pelo sol e inverno moderado, evitando rega frequente sobre a copa.
Salva-dos-caminhos
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar a roseta, a perturbação e a identidade.
Sanguinho-das-sebes
Excelente para sebe mediterrânica livre, resistente ao calor e à seca.
Sapinho-dos-estuários
Excelente em clareiras de matos halófitos dos estuários, sem fechar toda a área.
Sarcocórnia-perene
Excelente nos grandes estuários, distinguindo subespécie e zona exata do sapal.
Sardinheira
Excelente em vaso, com sombra ligeira nas tardes mais quentes.
Sargaça-maior-das-areias
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a subespécie, a areia e o volume adulto à escala da população.
Sargacinha-amarela
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a areia litoral, a drenagem e a proveniência à escala da população.
Sargaço-mouro
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar o solo ácido, a hibridação e a proveniência.
Segurelha-anual
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar o calor de floração, ventilação e autenticidade da semente.
Segurelha-das-montanhas
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar frio invernal, drenagem e contenção fora do canteiro.
Serapião
Excelente em prados, montados abertos e clareiras de mato baixo.
Serradela-amarela
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a vagem achatada, acidez e proveniência.
Serradela-pinada
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a vagem, flores e substrato silicioso.
Sésamo
Muito bom em solo leve, sol e colheita antes da chuva outonal.
Silene-calcícola
Região central da ocorrência conhecida, mas recolha, propagação e reforço exigem autoridade competente.
Silva-comum
Muito adaptada em margens e terrenos ruderais; não deixar invadir infraestrutura.
Soagem
Muito adequada em margem biodiversa contida, longe de lotes de semente e circuitos de colheita.
Sobreiro
Região central do sobreiral e montado de sobro.
Sófora-do-Japão
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar o contexto urbano, queda de vagens e naturalização.
Sorgo
Muito bom para grão ou forragem com água estratégica.
Sula
Excelente em solos calcários e estação longa, usando água do inverno e primavera.
Tábua-estreita
Excelente em bacia de retenção ampla, longe de membranas frágeis.
Tamargueira-africana
Muito boa em estuário e jardim costeiro amplo, com rega só para enraizar.
Tamujo
Excelente em afluentes sazonais do Tejo e Guadiana, fora de zonas salobras.
Tanchagem
Excelente em jardim naturalista; contenha a semente antes de chegar a terrenos vizinhos.
Tanchagem-peluda
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a espiga sedosa e o grau de nitrificação.
Tangerineira híbrida Encore
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; a fruta tardia e a alternância pedem clima suave, rega e gestão de carga.
Tangerineira Setubalense
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; o valor é patrimonial e aromático, mas frio, sementes e alternância exigem planeamento.
Tangoreira Ortanique
Em Lisboa e Vale do Tejo, controlar vento, água e mosca-do-Mediterrâneo; o ciclo tardio e o vigor são para microclima citrícola longo, com espaço e rega.
Táveda
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a subespécie, estatuto insular e distância de estradas.
Tef forrageiro
Excelente para produção curta de verão com água e colheita atempada.
Teúcrio-arbustivo
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a drenagem, a proveniência e o volume adulto.
Tília-prateada
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar escala adulta, vento, água e calor refletido no regulamento e inventário municipal.
Tipuana
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar geada, raízes, escala e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Tojo-gatunho
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar a população de origem, o calcário e a autorização.
Tojo-manso
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a distinção de Stauracanthus spectabilis, a areia e a origem à escala da população.
Tojo-sovelão
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a subespécie, o solo ácido e os espinhos.
Tomate
Excelente; dar sombra ligeira em ondas de calor.
Tomate Cereja de Inverno
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar geada, míldio, maturação completa e conservação seca.
Tomate da Campina
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar última geada, escaldão, Tuta absoluta e fidelidade do lote.
Tomate do Inverno
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar estação longa, casca íntegra, míldio e armazenamento.
Tomatillo
Excelente pela estação longa, desde que se evite excesso de vigor e água nas folhas.
Tomilho-comum
Excelente pelo sol e inverno moderado, evitando rega frequente sobre a copa.
Tomilho-rasteiro
Excelente entre lajetas de tráfego leve e fora da rega do relvado.
Toranjeira
Muito boa em parede sul e local sem geada, mantendo água no verão.
Trevo-cervino
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Trevo-encarnado
Excelente antes de milho, tomate ou quiabo, deixando margem de decomposição.
Trevo-estreito
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar o solo pobre, folíolos estreitos e origem.
Trevo-negrescente
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a frescura sazonal, capítulo e subespécie.
Trevo-subterrâneo
Excelente sob vinha e pomar, gerindo competição hídrica na primavera.
Trevo-tomentoso
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar as cabeças frutíferas tomentosas e a ocorrência local.
Trigo-duro
Muito bom no interior e lezíria drenada com gestão de azoto.
Trigo-mole
Muito bom em solos fundos, evitando excesso de azoto e acama.
Triticale
Muito bom para grão ou forragem em ciclo de inverno.
Trovisco
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a toxicidade, a drenagem e a origem.
Tuberária-malhada
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar o substrato ácido e a mancha basal das pétalas.
Tulipa-brava
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar o calcário, a subespécie e a origem legal do bolbo.
Tupinambo
Excelente com espaço, água moderada e barreira para impedir expansão.
Umbigo-de-vénus
Muito adequada em muros e afloramentos, sem retirar plantas de património construído.
Urtiga-maior
Muito boa com rega localizada e sombra parcial nas tardes mais quentes.
Urze-branca
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar o pH, a humidade e o porte arbóreo.
Urze-das-vassouras
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar o solo ácido, subespécie e proveniência local.
Valeriana
Muito boa com rega localizada e sombra parcial nas tardes mais quentes.
Valverde-do-sapal
Excelente nas orlas altas dos estuários, sem a colocar no lodo submerso diário.
Videira
Estação longa e diversidade de solos muito favoráveis.
Videira Arinto (Pedernã)
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; ampla adaptação; Bucelas é referência, não limite biológico.
Videira Castelão
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; forte referência na Península de Setúbal, Tejo e sul.
Videira Fernão Pires (Maria Gomes)
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; ampla difusão no Centro e Tejo; ajustar ao calor precoce.
Videira Touriga Nacional
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; adaptável, mas ajustar clone, carga e porta-enxerto à região.
Yacon
Excelente com água regular, cobertura do solo e espaço para a copa alta.
Zambujeiro
Excelente em sebes mediterrânicas e terrenos pobres, sem rega permanente.
Zamioculca
Excelente e tolerante à secura, sem sol direto através do vidro.
Zelkova-japonesa
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar água estival, proveniência e espaço de copa no regulamento e inventário municipal.
Zimbro-galego
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a paleoduna ácida, o sexo e a população de origem à escala da população.
Zínia
Excelente em sol e calor, com água regular sem saturar a raiz.
Abóbora-porqueira de Bornes
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar geada, verão suficiente e regras da região de origem da variedade de conservação.
Agrião-de-água
Boa na estação fresca; sombra e água renovada são essenciais no verão.
Ajuga
Boa apenas em sombra fresca e solo profundo, não como relvado de sol.
Alcaravia
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar o frio de inverno, frescura do solo e secagem da umbela.
Alcaravia-dos-charcos
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Alho-das-vinhas
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar o estatuto regional, bolbilhos e risco de expansão.
Alteia
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar a humidade, salinidade, origem e ausência de recolha silvestre.
Amieiro-ibérico
Adequado apenas em margem com água permanente; calor e regularização fluvial reduzem a sobrevivência.
Angélica-silvestre
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Araruta
Boa em vaso abrigado, com sombra de tarde, calor radicular e rega regular.
Arméria-das-praias
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a identidade, a proveniência sul e a mobilidade da areia à escala da população.
Arroz-dos-muros
Boa em recipiente ácido e ventilado; calor urbano exige sombra parcial à tarde.
Arruda-dos-muros
Usar apenas em habitat equivalente e fora de património sem autorização; confirmar o calcário, os soros e a ocorrência regional.
Aveia
Boa no inverno, terminando antes da seca; água pode faltar no enchimento.
Aveia-de-rosário
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Aveleira
Boa no setor mais fresco, mas calor e falta de frio podem reduzir amentilhos.
Azevém-baboso
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Azevém-perene
Possível, mas manter verde no verão consome água e aumenta manutenção.
Bananeira Cavendish
Possível em microclima urbano sem geada, mas produção é incerta.
Batata
Preferir ciclo de fim de inverno e início da primavera.
Bordo-campestre
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar proveniência climática, calor refletido e oídio no regulamento e inventário municipal.
Buxo-comum
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar proveniência, calor, traça e autenticidade do traçado.
Calateia-orbifólia
Boa com humidificação real e proteção do sol intenso no vidro.
Calítrique-de-água
Boa em recipiente fresco; calor e nutrientes favorecem algas concorrentes.
Caniço-malhado
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Cardazol
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar o substrato ácido e o complexo taxonómico.
Cardo-das-lagoas
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Cárice-ribeirinha
Boa em bacia de retenção, com sombra leve e controlo do volume adulto.
Carvalho-alvarinho
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Caucalis-dos-campos
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a ocorrência atual, fruto espinhoso e estatuto local.
Cebolinho-dos-charcos-eriçado
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Cebolinho-dos-charcos-ibérico
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Cebolinho-dos-charcos-velado
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Cedro-do-Himalaia
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar calor, profundidade do solo e escala adulta.
Cenoura Pau Roxo das Seis Marias
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar janela fresca, textura do solo e isolamento de cenoura cultivada e brava.
Centeio
Bom como cereal de inverno, embora trigo e cevada sejam frequentemente preferidos.
Cerejeira
Preferir cultivares de baixo frio e exposição sem calor excessivo.
Chaetopogon-prostrado
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Coentros-bravos
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar uma das subpopulações conhecidas e o estatuto vulnerável.
Cornichão
Bom com água moderada e competição controlada, entrando em repouso no calor forte.
Cúrcuma
Boa com sombra de tarde, vaso largo e rega regular sem acumular sais.
Dáctilo
Bom com rega eficiente e pastoreio rotacional, mas sofre no pico do verão.
Doce-amarga
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Drosera-intermédia
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Ensião-de-pasta
Possível em microclima litoral sem geada, nunca como material de restauro continental.
Ensião-viscoso
Possível em microclima litoral sem geada, nunca como material de restauro continental.
Epilóbio-de-flor-miúda
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Erva-do-peixe-dourado
Boa se o recipiente não sobreaquecer e a carga de nutrientes permanecer baixa.
Erva-lanar
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Erva-pinheira
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Esfagno-auriculado
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Espargo-branco
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar os espinhos, o rizoma e a proveniência.
Esparto
Região favorável em serras calcárias, lezírias altas e orlas secas; urbanização e azoto degradam o habitat. Confirmar a ocorrência natural, o calcário e a proveniência meridional.
Feijão Tarreste
Em Lisboa e Vale do Tejo, aproveitar a estação longa sem expor fruto ao escaldão; confirmar chuva, ciclo, suporte e regras da região de origem.
Festuca-alta
Boa com rega moderada; o calor baixa a palatabilidade de folhas já maduras.
Feto-de-folha-macia
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Feto-fêmea
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Feto-macho
Bom em pátio fresco ou jardim sombreado; não suporta calor refletido.
Feto-real
Boa num lago de jardim sombreado; fraca em solo urbano quente e compacto.
Flor-de-andorinha
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a depressão salobra, a clareira e a proveniência insular ou continental.
Framboeseira
Boa com sombra leve à tarde e cultivar remontante tolerante ao calor.
Gaudínia-frágil
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Gengibre
Bom em vaso ou abrigo com sombra de tarde e água regular durante o verão.
Gerânio-da-Madeira
Possível em jardim costeiro abrigado, com material rastreável e controlo de auto-sementeira.
Giesteira-das-vassouras
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a subespécie, combustível e proveniência regional.
Grama-filiforme
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a espiga filiforme, a cota e a população.
Grama-salgada
Possível em sapal apropriado, mas exige confirmação botânica e origem da própria massa de água.
Groselheira-vermelha
Boa em exposição nascente e solo fresco; calor reduz fruto.
Hortelã-da-Bíblia
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar o calor, a autenticidade do clone e contenção dos rizomas.
Hortênsia
Cultivar a leste ou norte e cobrir bem o solo.
Hosta-de-Siebold
Boa apenas em sombra fresca; calor refletido queima as folhas largas.
Jacinto-dos-charcos
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Junco-de-Dom-Manuel
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Junco-de-flor-aguda
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Junco-subulado
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar o gradiente salobro, o rizoma e a ocorrência local.
Junquinho-dos-sapais-do-sul
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a população, o fruto e a reconversão de salinas.
Lavanda-verdadeira
Boa com drenagem e circulação; calor húmido e rega de relvado tornam a base vulnerável.
Lentilha-de-água
Boa com sombra parcial; calor e nutrientes aceleram crescimento e colapso.
Levístico
Em Lisboa e Vale do Tejo, usar sucessão de sementeiras e sombra sazonal; confirmar o verão fresco, profundidade do solo e identidade da Apiaceae.
Limeira
Possível em pátio excecionalmente quente ou vaso recolhido no inverno.
Linho
Bom se semeado cedo; calor terminal reduz enchimento.
Liquidâmbar
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar pH, água estival, fruto e espaço radicular no regulamento e inventário municipal.
Louro-do-Japão
Em Lisboa e Vale do Tejo, reservar volume radicular e respeitar o desenho patrimonial; confirmar sombra, humidade do solo, cultivar e sexo.
Lúpulo
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Macieira
Preferir cultivares de baixa a média necessidade de frio.
Madressilva-atlântica
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Maracujá-roxo
Possível em estufa ou marquise protegida, mantendo inverno acima de 10 °C.
Massaroco-da-Madeira
Possível em jardim costeiro abrigado, com material rastreável e controlo de auto-sementeira.
Meliloto-amarelo
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a ocorrência local, identidade e proveniência.
Mirtilo-americano
Bom em vaso ácido e sombra leve à tarde; água calcária é o principal limite.
Molínea
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Monarda
Boa com rega eficiente e proteção do sol poente, sem molhar a folhagem.
Monarda-brava
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a humidade estival, oídio e contenção.
Nogueira
Possível com solo profundo, água e cultivar de baixo frio.
Oliveira Cobrançosa
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; boa referência no Nordeste e interior, mas validar frio e disponibilidade de água.
Oliveira Cordovil de Serpa
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; melhor referência no Baixo Alentejo e condições mediterrânicas interiores.
Oliveira Verdeal Alentejana
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; é referência alentejana; testar fora da região em pequena escala.
Orquídea-dos-brejos
Possível em paul e prado húmido raro; calor e drenagem aumentam vulnerabilidade.
Palmeira-anã
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a origem espontânea, o sexo das plantas e a drenagem.
Papoila-longa-peluda
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a cápsula alongada, pelos e proveniência.
Pinguícula
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Pistácio
Bom no interior seco, mas zonas marítimas têm calor útil limitado.
Poa-trivial
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Porta-enxerto 101-14 MGt
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; favorece parcelas frescas e pouco calcárias, nunca seca estrutural.
Porta-enxerto 110 Richter
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; especialmente útil em solos secos, pobres e sem encharcamento.
Porta-enxerto 161-49 Couderc
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; usar com prudência, apenas em perfil leve e após avaliação do risco de declínio.
Porta-enxerto 99 Richter
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; favorece seca e solo neutro sem sal, aceitando arranque lento e vigor alto.
Porta-enxerto citrumelo Swingle
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; é candidato em solo ácido e água boa, evitando calcário, sal e argila pesada.
Porta-enxerto Colt
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; beneficia regiões de cerejeira com solo consistente e água, evitando terrenos ligeiros e secos.
Porta-enxerto de macieira M.26
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; adequado a formas pequenas com suporte e vigilância de fogo-bacteriano.
Porta-enxerto de macieira M.9
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; precisa de água, suporte e frio compatível com a cultivar.
Porta-enxerto Flying Dragon
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; serve espaço pequeno e frio em solo não calcário, com rega regular.
Porta-enxerto Kober 5BB
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; faz mais sentido onde humidade ou pobreza limitam vigor e menos em calor fértil.
Porta-enxerto laranjeira Gou Tou
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; usar apenas em bloco experimental onde tristeza e argila justifiquem o ensaio.
Porta-enxerto laranjeira-azeda
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; o risco de tristeza exige decisão fitossanitária, não apenas agronómica.
Porta-enxerto limoeiro Rugoso
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calcário, salinidade, vento e vigor; é opção especializada para areia e seca em clima suave, aceitando qualidade inferior.
Porta-enxerto Marianna 2624
Em Lisboa e Vale do Tejo, avaliar calor, calcário, salinidade e vigor; é sobretudo candidato onde o excesso de retenção exclui porta-enxertos de pessegueiro.
Porta-enxerto Mazzard
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário, vigor e água; serve sistemas tradicionais de cerejeira onde solo, espaço e mão de obra suportam árvores grandes.
Porta-enxerto Poncirus trifoliata
Em Lisboa e Vale do Tejo, pesar calor, calcário e disponibilidade de água; privilegiar frio e solo não calcário, evitando seca e sal.
Porta-enxerto Rupestris du Lot
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; só é opção em solo pobre, pouco calcário e não compacto, aceitando muitos ladrões.
Potamogéton-flutuante
Razoável em lago grande e fresco; recipientes pequenos aquecem e concentram sais.
Prímula-sem-caule
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Rábano-rústico
Bom em meia-sombra de tarde, dentro de recipiente ou barreira de contenção.
Rabo-de-cão-cristado
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Rainha-dos-prados
Localizada em valas, pauis e margens do Tejo; não criar artificialmente um habitat húmido com rega intensiva.
Ranúnculo-aquático
Razoável em microclima fresco; calor e eutrofização encurtam a floração.
Ranúnculo-dos-campos
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a humidade primaveril, fruto espinhoso e ocorrência.
Ranúnculo-inflamatório
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Ruibarbo
Razoável em meia-sombra de tarde; calor prolongado reduz vigor e longevidade.
Salgueiro-preto
Bom em pauis e troços permanentes, menos adequado a calor refletido e água salobra.
Samouco-do-Brabante
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Sândalo-branco
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a ocorrência local, o hospedeiro e a origem do material.
Sanguinho-de-água
Bom em corredor fresco e margem permanente; sofre em encosta quente e seca.
Sanguinho-legítimo
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Saveirinho
Em Lisboa e Vale do Tejo, compatibilizar pastoreio, regeneração e risco de incêndio; confirmar a distribuição conhecida e a vagem em forma de barco.
Selo-de-salomão
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Serradela
Boa em manchas arenosas ácidas; fraca nas lezírias calcárias ou encharcadas.
Tanchagem-dos-charcos
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Taro
Bom com rega abundante, sombra nas horas quentes e vaso que garanta contenção.
Tília-de-folhas-pequenas
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar o volume de solo, calor urbano e origem de viveiro.
Tojo-arnal
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Tomilho-das-praias
Região central para Sado, Tejo, Setúbal e litoral oeste; confirmar a areia básica, a população e a proteção legal à escala da população.
Torga
Boa apenas onde solo e água não forem calcários; vaso ericáceo é mais previsível.
Tremoço-branco
Bom apenas onde o solo não é calcário ativo e drena bem.
Trevinho
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Trevo-branco
Bom com rega eficiente e sombra muito ligeira, evitando manchas puras exuberantes.
Trevo-violeta
Bom com água regular até à primavera; o calor encurta persistência e floração.
Trigo-sarraceno
Bom na primavera ou fim do verão; calor reduz vingamento.
Tulipa
Boa, mas muitos híbridos repetem pouco após invernos demasiado suaves.
Ulmeiro-campestre
Em Lisboa e Vale do Tejo, testar calor, compactação e conflito com pavimento; confirmar grafiose, origem genética e monitorização municipal no regulamento e inventário municipal.
Urze-carapaça
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Urze-dos-brejos
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Urze-portuguesa
Boa apenas em solo ácido e fresco; o calor urbano exige sombra de tarde.
Verónica-de-água
Boa em jardim de água sombreado à tarde; calor e eutrofização reduzem vigor.
Vide-branca
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Videira Alvarinho
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; referência no Minho; fora dele confirmar calor, vento e conservação de acidez.
Videira Baga
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; a Bairrada é referência; assegurar maturação tardia e sanidade.
Videira Encruzado
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; Dão e Centro interior são a principal referência de adaptação.
Videira Loureiro
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; referência nos Vinhos Verdes; proteger de vento e doenças.
Vimeiro
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a água disponível e distância de linhas de água naturais.
Zimbro-bravo
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a subespécie, o sexo e a proveniência.
Abrótona-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Açafrão-da-primavera
Fraco nas baixas quentes; não confundir com crocos ornamentais generalistas.
Alfeneiro-comum
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Algodão-das-turfeiras
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Alho-ursino
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Anémona-dos-bosques
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Arenária-de-Font-Quer
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Aristolóquia-bética
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a identificação, a toxicidade e a ocorrência local.
Arméria-de-Morais
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Arméria-lanuda
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Arnica-atlântica
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Áster-de-folhas-estreitas
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a ocorrência regional, subespécie e floração tardia.
Avénula-lusitânica
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Azereiro
Fraco nas baixas quentes; apenas núcleo natural extremo e microclima documentado de Mação.
Azevinho
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Azevinho-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Barrete-de-padre
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Bellevalia-de-Hackel
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar o bolbo, a população do Barrocal e a dormência.
Beterraba-de-fruto-grande
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a população algarvia, a marga e a diversidade genética.
Bocas-de-lobo-de-Trás-os-Montes
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Bupleuro-de-folha-redonda
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar o registo histórico, ausência atual e política de reintrodução.
Calta
Apenas em várzeas, nascentes e solos frescos confirmados; não justificar rega intensiva onde o prado é naturalmente seco.
Camélia
Cultivar em vaso ericáceo ou jardim fresco, longe do calor refletido.
Campainhas-da-Estrela
Inadequada e sem justificação para coleção privada na planície.
Cardo-azul-dos-charcos
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Cárice-vulcânica
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Carvalho-de-Monchique
Região favorável em azinhais, cercais, sobreirais e serras calcárias, conforme a espécie; confirmar a população de Monchique, a genética e o risco de hibridação.
Carvalho-negral
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Castanheiro
Calor, baixa altitude e solos calcários tornam-no pouco adequado.
Cedro-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Cedro-do-mato dos Açores
Inadequado ao calor urbano.
Cervum
Fraco na planície quente; não criar “turfeira” dependente de consumo excessivo de água.
Choupo-branco
Cultivado e capaz de rebentar; não substituir salgueirais ou freixiais locais.
Choupo-negro
Uso apenas projetado em parque amplo; evitar lezírias naturais e infraestrutura próxima.
Cinomório-do-Algarve
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar os quatro locais, o hospedeiro e o pisoteio.
Clematite-de-inverno
Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar o estatuto Quase Ameaçada, a localização e o suporte.
Cravina-transmontana serpentinícola
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Daboécia-cantábrica
Fraca por calor e solos frequentemente calcários; experimentar só em vaso adequado.
Erva-das-pampas — não plantar
Não plantar; bermas, lotes vagos e corredores viários facilitam dispersão.
Esfagno-brilhante
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-capilar
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Esfagno-dos-pântanos
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-papiloso
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfenopo-divaricado
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a areia solta, a população e a panícula madura.
Esteva-de-Sagres
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar o Algarve ocidental, a subespécie e a proveniência.
Feno-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feno-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Festuca-de-Bragança
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Festuca-elegante
Inadequada às baixas quentes e sem justificação para cultivo privado.
Feto-de-foice-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feto-negro-da-Corunha
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Feto-serpentinícola
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Folhado-da-Madeira
Fraca pelo calor urbano e ar seco.
Gagea-dos-prados
Em Lisboa e Vale do Tejo, confirmar calcário, calor e continuidade histórica; confirmar a localização autorizada e o substrato ultrabásico.
Isoplexis-da-Madeira
Fraco nas baixas quentes; uma coleção exige sombra luminosa e humidade controlada.
Jacinto-dos-bosques
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Lantana-arbórea
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Limónio-branco
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar as quatro localizações, a invasora Spartina densiflora e a população de Algoz.
Lisimáquia-dos-Açores
Inadequada às baixas quentes.
Macieira Bravo de Esmolfe
Em Lisboa e Vale do Tejo, considerar calor, vento e disponibilidade de água; privilegiar 350–550 m, frio invernal e menor pressão de calor.
Macieira-brava
Localizada em encostas sombrias, várzeas e sebes frescas; não justificar rega intensiva num contexto naturalmente seco.
Martagão
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Mirtilo-bravo
Fraco na planície; apenas vaso ácido em microclima fresco, sem tratar como cultura produtiva comum.
Musgo-espada-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Noveleiro
Inadequado por calor e por estar fora da distribuição nacional de conservação.
Orvalhinha
Fraca pelo calor e água dura; exige microclima e armazenamento sustentável de chuva.
Papaeira
Só em estufa ou microclima excecional; o inverno normalmente interrompe.
Pastel-dos-tintureiros
Em Lisboa e Vale do Tejo, gerir calor, vento e disponibilidade de água; confirmar a proveniência cultivada e a população espontânea das arribas do Douro.
Pau-branco dos Açores
Fraco nas baixas quentes e não nativo.
Pilulária-menor
Adequação localizada em depressões e lagoas temporárias; urbanização e drenagem tornam cada núcleo sensível.
Piorno-da-Estrela
Fraco pelo calor e solos urbanos enriquecidos; não forçar com rega e adubo.
Porta-enxerto 3309 Couderc
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; só é candidato onde cloretos, salinidade e nemátodes estejam excluídos.
Porta-enxerto Gravesac
Em Lisboa e Vale do Tejo, cruzar calor, calcário, vigor e salinidade; é especializado em solo ácido e cascalhento sem pressão de Meloidogyne.
Quebra-ossos
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Queiró-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Rhynchospora-branca
Muito localizada em brejos, areias húmidas ou nascentes; nunca criar uma turfeira ornamental com plantas silvestres.
Salicórnia-anã
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar a única população atual, a crosta e o hidroperíodo.
Santolina-semidentada
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Sapinho-do-Sotavento
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar as três localizações, a semente e a clareira.
Saxífraga-espatulada
Fraca nas baixas quentes e calcárias; apenas coleção fresca com substrato ácido.
Sideritis-lusitanica
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar a subespécie endémica, a terra rossa e a proveniência.
Soagem-lusitana
Em Lisboa e Vale do Tejo, privilegiar sucessão de florações e abrigo; confirmar a altitude, frescura e proveniência ibérica.
Sorveira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Tanchagem-do-Algarve
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar a microdepressão ferruginosa, a população e a hidrologia.
Teixo
Localizada em serras, barrancos e matas frescas; não justificar rega permanente num clima mais seco.
Teúcrio-algarvio
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar as folhas, o substrato e a origem ibérica.
Til-da-Madeira
Inadequada às baixas quentes e ao espaço urbano limitado.
Tomelos-de-níquel
Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Tomilho-cabeçudo-do-Algarve
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar o endemismo algarvio, o substrato e o estatuto.
Tramazeira
Fraca na planície; apenas serra fresca e solo ácido ou neutro não compactado.
Tuberária-maior
Região-chave para Arrábida, Sintra e maciços calcários próximos; confirmar o conceito taxonómico nacional, a população e a areia.
Urze-das-turfeiras
Fraca pelo calor; um recipiente pequeno exige água excessiva e sobreaquece.
Urze-dos-Açores
Fraca nas baixas quentes e não autóctone.
Urze-mineira
Fora da distribuição; coleção ex situ só em instalação licenciada com contenção de efluentes.
Urze-rasteira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Uva-da-serra dos Açores
Fraca nas baixas quentes.
Uveira-da-serra da Madeira
Fraca nas baixas quentes.
Valverde-esplêndido
Possível nos estuários e salgados do Tejo e Sado conforme o táxon; medir cota, condutividade e perturbação. Confirmar os dois registos, a identificação e a perturbação moderada.
Vidália
Coleção possível junto ao mar, mas não é flora nativa continental.
Vidoeiro-pubescente-celtibérico
Fraco nas baixas quentes; apenas microclima serrano ácido, fresco e com espaço arbóreo.
Violeta-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Zimbro-rasteiro
Fraco pelo calor urbano e noites quentes; não é substituto de zimbros mediterrânicos.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva