Distrito · Região climática Norte interior
O que plantar
em Vila Real.
Do planalto frio ao Douro quente, altitude e exposição mudam completamente o calendário e a necessidade de água.
Padrão climático
Norte interior
Trás-os-Montes e Alto Douro.
Continental: invernos frios, geada frequente e verões quentes e secos. O frio de inverno ajuda fruteiras caducifólias; o calor de verão beneficia vinha, oliveira e culturas de fruto com rega.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- contraste Terra Fria-Douro
- geada de primavera
- encostas secas e erosão
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Recomendação comparada
Plantas para
Vila Real.
Ordenadas pela adequação ao padrão climático regional. Abra cada ficha para calendário, plantação, rega, problemas e fontes.
Abóbora-menina
Verão quente favorece, semeando apenas depois da última geada.
Abóbora-porqueira de Bornes
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar geada, verão suficiente e regras da região de origem da variedade de conservação.
Abrótano
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a drenagem, proveniência e ausência de dispersão.
Abrunheiro-bravo
Excelente com frio de inverno, florindo cedo e suportando verão continental.
Açafrão
Excelente pelo inverno frio e verão seco, escolhendo encosta sem bolsas de geada extrema.
Açafrão-da-primavera
Excelente em prado de altitude com inverno frio e verão relativamente seco.
Acelga
Muito boa da primavera ao outono e sob proteção no frio intenso.
Agastache
Excelente em sol e solo drenado, tolerando frio e verão seco depois de instalada.
Agrostis-castelhana
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Agulha-de-pastor
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a subespécie, o fruto maduro e a proveniência.
Alcaravia
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar o frio de inverno, frescura do solo e secagem da umbela.
Alecrim
Muito adaptado, salvo frio extremo em plantas jovens.
Alface
Muito adaptável; ajustar o calendário ao calor e à geada.
Alfeneiro-comum
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Algodão-das-turfeiras
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Alho
Frio invernal e primavera seca favorecem formação do bolbo.
Alho-das-vinhas
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar o estatuto regional, bolbilhos e risco de expansão.
Alho-francês
Excelente; cultivares de inverno suportam frio quando bem enraizadas.
Alho-ursino
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Alisma
Muito boa em água permanente, tolerando frio e rebrotando na primavera.
Ameixeira
Excelente com frio suficiente, evitando baixios de geada na floração.
Amendoeira
Excelente na Terra Quente, evitando baixios de geada tardia.
Amieiro-ibérico
Excelente em rios e ribeiros de montanha; proteger a planta jovem de fauna e estiagem.
Amor-perfeito
Muito bom, plantando cedo no outono ou depois da geada mais severa.
Amoreira-preta
Excelente com frio invernal e água nos primeiros verões.
Angélica-silvestre
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Ansarina-branca
Vigiar culturas e pousios; frio não elimina o banco de sementes nem substitui monitorização.
Arenária-de-Font-Quer
A única região adequada, e apenas nos maciços ultramáficos de Bragança–Vinhais ou Morais indicados para o táxon e sob autorização.
Arméria-de-Morais
Adequada exclusivamente no Maciço de Morais, com proveniência desse maciço e intervenção aprovada pela autoridade de conservação.
Arméria-lanuda
Adequada exclusivamente aos afloramentos do maciço Bragança–Vinhais onde a população e a comunidade de referência estejam documentadas.
Arnica-atlântica
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Arroz-dos-muros
Excelente em afloramento ácido e frio, com drenagem total durante o inverno.
Arroz-dos-telhados
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar o táxon, o peso saturado e a drenagem do suporte.
Arruda-de-jardim
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a segurança de contacto, drenagem e contenção.
Arruda-dos-muros
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar o calcário, os soros e a ocorrência regional.
Áster-de-folhas-estreitas
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a ocorrência regional, subespécie e floração tardia.
Aveia
Muito boa com variedade de inverno ou primavera adequada à altitude.
Aveia-brava
Boa em searas e pousios, mas a geada, altitude e calendário da cultura alteram a emergência.
Aveia-de-rosário
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Aveleira
Excelente com frio e água no verão, protegida de vento dessecante.
Avénula-lusitânica
A única região adequada, e apenas nos maciços ultramáficos de Bragança–Vinhais ou Morais indicados para o táxon e sob autorização.
Azevém-baboso
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Azevém-bastardo
Boa em searas e pousios, mas a geada, altitude e calendário da cultura alteram a emergência.
Azevém-italiano
Muito bom semeado cedo para formar raiz antes das geadas mais fortes.
Azevém-perene
Muito bom com sementeira no fim do verão, antes das geadas fortes.
Azevinho
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Azinheira
Muito adaptada a Terra Quente e planaltos secos protegidos.
Baracejo-gigante
Excelente no habitat seco e continental, tolerando frio depois de instalada.
Barrete-de-padre
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Batata
Muito boa cultura após passar a geada forte.
Bergénia
Excelente; o frio pode intensificar tons bronze sem matar a touceira.
Beterraba
Muito boa da primavera ao outono, com proteção de geada jovem.
Bico-de-cegonha
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar o fruto maduro e a distinção de outros Erodium.
Biserrula
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a vagem serrada, acidez e nome aceite.
Bocas-de-lobo-de-Trás-os-Montes
A única região adequada, e apenas nos maciços ultramáficos de Bragança–Vinhais ou Morais indicados para o táxon e sob autorização.
Bordo-campestre
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar proveniência climática, calor refletido e oídio no regulamento e inventário municipal.
Borragem
Excelente se germinar no outono ou fim do inverno, suportando frio moderado.
Briónia-branca
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Brócolo
Muito bom da primavera ao outono, escolhendo rusticidade correta.
Buxo-comum
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar proveniência, calor, traça e autenticidade do traçado.
Calêndula
Muito boa, semeando no fim do inverno onde a geada é persistente.
Calítrique-de-água
Muito boa em charca fria ou temporária que conserva lama húmida no ciclo seco.
Calta
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Camomila-alemã
Muito boa da primavera ao início do verão, evitando geada forte na emergência.
Caniço-malhado
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Canónigos
Muito boa depois da geada e no fim do verão, escolhendo ciclo que termine antes do frio intenso.
Capim-do-Sudão
Excelente no verão quente, com atenção a seca, noites frias e primeira geada.
Cardo-mariano
Excelente em encosta solarenga e solo pobre, suportando frio depois de estabelecida.
Cardo-penteador
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a diferença de D. fullonum e prevenção de escape.
Cárice-ribeirinha
Muito boa junto de nascente ou charca permanente, suportando inverno frio.
Carqueja
Excelente em encosta solarenga e solo pobre, suportando frio depois de estabelecida.
Cártamo-tintureiro
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a variedade, espinhos e ausência de encharcamento.
Carvalho-negral
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Carvalho-português
Muito bom em vales e encostas de frio moderado e verão seco.
Castanheiro
Região de excelência em altitude e solos graníticos bem drenados.
Cebola
Excelente, ajustando a sementeira às geadas e variedade.
Cedro-do-Himalaia
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar calor, profundidade do solo e escala adulta.
Cenoura
Muito boa da primavera ao outono, evitando solo gelado.
Cenoura Pau Roxo das Seis Marias
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar janela fresca, textura do solo e isolamento de cenoura cultivada e brava.
Centáurea-azul
Excelente semeada cedo no outono ou no fim do inverno após frio intenso.
Centáurea-parda
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar o rebordo negro das brácteas e origem.
Centeio
Excelente pela rusticidade ao frio e aptidão para solos ácidos e pobres.
Cerefólio
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a janela fresca e identidade de uma Apiaceae cultivada.
Cerejeira
Excelente com frio suficiente e proteção de geada na flor.
Cervum
Excelente em montanha húmida; manejo leve pode conter mato sem escalvar o solo.
Cevada
Muito boa com variedade de inverno e sementeira antes do frio intenso.
Chaenorrino-das-rochas
Boa em afloramentos e muros protegidos; a geada e a secura exigem uma fissura profunda.
Chicória
Muito boa depois da geada e no fim do verão, escolhendo ciclo que termine antes do frio intenso.
Clematite 'Jackmanii'
Excelente e resistente ao frio, podando no fim do inverno antes de rebentar.
Clorofito
Muito bom em interior, apenas afastado de geada e vidro frio.
Coentros
Muito boa depois da geada e no fim do verão, com colheita antes do frio intenso.
Cominho-preto
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a época de chuva, identidade face a outras Nigella e secagem.
Corriola-campestre
Vigiar culturas e pousios; frio não elimina o banco de sementes nem substitui monitorização.
Corriola-das-sebes
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Cosmos
Excelente no verão quente, semeando após a última geada e antes da seca forte.
Costela-de-adão
Cultivar sempre no interior, longe de geada e correntes frias.
Cota-dos-tintureiros
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a contenção de uma espécie cultivada não nativa.
Couve Penca de Chaves
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar frio útil, lagartas, hérnia das crucíferas e cruzamento com outras couves.
Couve-galega
Tolera frio depois de estabelecida e beneficia no outono.
Couve-lombarda
Muito boa da primavera ao outono, escolhendo a data para evitar geada forte na instalação.
Couve-rábano
Muito boa depois da geada e no fim do verão, escolhendo ciclo que termine antes do frio intenso.
Cravina-transmontana serpentinícola
A única região adequada, e apenas nos maciços ultramáficos de Bragança–Vinhais ou Morais indicados para o táxon e sob autorização.
Cravo-túnico
Muito bom depois da última geada, florescendo até ao frio de outono.
Curgete
Excelente depois da geada, aproveitando o verão quente.
Dáctilo
Muito bom quando enraíza no outono, suportando frio e uma paragem estival moderada.
Dália
Muito boa após a geada; levantar tubérculos em solo frio e húmido.
Diospireiro
Muito bom com cultivar resistente e proteção jovem de geada intensa.
Doce-amarga
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Douradinha
Boa em afloramentos e muros protegidos; a geada e a secura exigem uma fissura profunda.
Eleócaris-dos-charcos
Excelente em água rasa permanente, suportando o frio e rebrotando na primavera.
Embude
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Endívia
Muito boa depois da geada e no fim do verão, escolhendo ciclo que termine antes do frio intenso.
Endro
Muito boa depois da geada e no fim do verão, com colheita antes do frio intenso.
Epilóbio-de-flor-miúda
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Epilóbio-maior
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Equinácea-púrpura
Excelente, usando estratificação natural e protegendo plantas novas de geada tardia.
Erva-bicha
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a toxicidade, a dormência e a identificação.
Erva-das-escaldadelas
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Erva-do-peixe-dourado
Excelente sob gelo superficial se houver profundidade e água estável no inverno.
Erva-doce-anual
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Erva-lanar
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Erva-mata-pulgas
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a subespécie, proveniência e solo pedregoso.
Erva-moedeira
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Erva-vaqueira
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar a espécie silvestre, distinta de Calendula officinalis.
Ervilha
Muito boa de fim de inverno, protegendo flores de geada forte.
Ervilhaca-comum
Muito boa semeada cedo no outono para enraizar antes de geada forte.
Ervilhaca-peluda
Excelente pela resistência ao frio quando semeada cedo e acompanhada por cereal.
Escabiosa
Excelente com sementeira primaveril ou outonal protegida, tolerando frio moderado.
Esfagno-auriculado
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Esfagno-capilar
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Espargo
Excelente, pois o inverno frio dá dormência; escolha local protegido de geadas tardias.
Espinafre
Muito bom na primavera e outono, protegendo de geada extrema.
Esteva
Excelente em xistos e granitos soalheiros, tolerando frio e seca estival.
Estragão-francês
Excelente com dormência de inverno, cobertura da raiz e plantação depois da geada.
Estramónio
Vigiar culturas e pousios; frio não elimina o banco de sementes nem substitui monitorização.
Facélia
Muito boa semeada cedo no outono ou após a geada principal no fim do inverno.
Falsa-camomila
Boa em seara extensiva ou parcela demonstrativa, respeitando geada, proveniência e controlo de semente.
Fava
Boa de fim de inverno; flor pode sofrer com geada intensa.
Feijão
Excelente depois da última geada, com água no verão.
Feijão-frade
Muito bom depois da geada, aproveitando calor continental e escolhendo ciclo que termine cedo.
Fel-da-terra-das-rochas
Boa em afloramentos e muros protegidos; a geada e a secura exigem uma fissura profunda.
Festuca-alta
Excelente pela raiz profunda e produção outonal, desde que se instale antes do frio.
Festuca-azul
Excelente em cascalho e sol, tolerando frio e alguma seca estival.
Festuca-de-Bragança
Adequada exclusivamente aos afloramentos do maciço Bragança–Vinhais onde a população e a comunidade de referência estejam documentadas.
Festuca-elegante
Muito adequada ecologicamente em montanha; instalação depende de autorização e proveniência.
Feto-de-folha-macia
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Feto-dos-muros
Boa em afloramentos e muros protegidos; a geada e a secura exigem uma fissura profunda.
Feto-fêmea
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Feto-macho
Excelente e resistente ao frio; cobrir o solo contra secura de verão.
Feto-negro-da-Corunha
A única região adequada, e apenas nos maciços ultramáficos de Bragança–Vinhais ou Morais indicados para o táxon e sob autorização.
Feto-serpentinícola
A única região adequada, e apenas nos maciços ultramáficos de Bragança–Vinhais ou Morais indicados para o táxon e sob autorização.
Framboeseira
Excelente; escolher tipo e cultivar conforme frio e duração da estação.
Freixo-de-folhas-estreitas
Excelente em vale e lameiro profundo; tolera frio, mas a planta jovem precisa de água.
Fumária-comum
Boa em searas e pousios, mas a geada, altitude e calendário da cultura alteram a emergência.
Funcho-bravo
Excelente em encosta solarenga e solo pobre, suportando frio depois de estabelecida.
Gagea-dos-prados
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a localização autorizada e o substrato ultrabásico.
Gaudínia-frágil
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Giesteira-das-vassouras
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a subespécie, combustível e proveniência regional.
Girassol
Muito bom após a última geada, com tutor contra vento e trovoada.
Gladíolo
Excelente após a geada; levantar cormos onde o inverno seja rigoroso.
Gledítsia
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar cultivar inerme, vagens, arquitetura e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Glicínia
Muito boa; frio invernal favorece repouso, evitando bolsas de geada.
Grão-de-bico
Muito bom com sementeira primaveril ou outonal conforme geada.
Groselheira-vermelha
Excelente e resistente ao frio; evitar baixios de geada tardia na flor.
Heléboro-oriental
Excelente e resistente ao frio, protegido apenas de vento dessecante.
Hera-atlântica
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Hipericão
Muito boa e resistente ao frio; a secura de verão reduz a rebentação mas não a elimina.
Hissopo
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a drenagem, identidade e uso apenas culinário reconhecido.
Hortelã-da-Bíblia
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar o calor, a autenticidade do clone e contenção dos rizomas.
Íris-barbuda
Excelente em sol e frio seco, dividindo após floração antes das geadas fortes.
Jacinto-das-searas
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a identidade, proveniência regional e ocorrência espontânea.
Junco-de-flor-aguda
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Junco-efuso
Muito bom em nascente, lameiro ou margem que não seque no verão.
Koelreutéria
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a naturalização, resistência do ramo e contexto urbano.
Lantana-arbórea
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Lavanda-verdadeira
Excelente em encosta solarenga e calcária, tolerando frio melhor que humidade de inverno.
Lentilha
Muito boa com data ajustada à geada e primavera seca.
Lentilha-de-água
Muito boa durante a estação amena; parte sobrevive no fundo ou regressa na primavera.
Leontodon-tuberoso
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar as raízes tuberosas e a humidade sazonal.
Levístico
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar o verão fresco, profundidade do solo e identidade da Apiaceae.
Linho
Muito bom com sementeira precoce e colheita antes de tempestades.
Lírio-amarelo-dos-pântanos
Muito resistente ao frio, desde que o rizoma permaneça húmido e protegido.
Lírio-de-um-dia
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar clone histórico, água primaveril e contenção dos rizomas.
Lódão-bastardo
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar proveniência, espaço de copa e eventual queda de fruto no regulamento e inventário municipal.
Losna
Excelente em encosta solarenga e solo pobre, suportando frio depois de estabelecida.
Lúpulo
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Luzerna
Excelente em solo profundo, usando cultivar de dormência compatível com o frio.
Macieira
Excelente aptidão, escolhendo floração compatível com geadas tardias.
Macieira Bravo de Esmolfe
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; privilegiar 350–550 m, frio invernal e menor pressão de calor.
Macieira-brava
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Madressilva-atlântica
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Malva-real
Excelente junto a muro soalheiro, formando roseta antes do inverno e florindo no segundo ano.
Malva-silvestre
Muito boa e resistente ao frio; a secura de verão reduz a rebentação mas não a elimina.
Marmeleiro
Muito bom com frio e água de verão; evitar baixio de geada tardia.
Martagão
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Meliloto-amarelo
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a ocorrência local, identidade e proveniência.
Menta-da-água
Excelente junto a nascente ou charca permanente, tolerando frio invernal.
Mercurial-anual
Vigiar culturas e pousios; frio não elimina o banco de sementes nem substitui monitorização.
Mil-folhas
Muito boa e resistente ao frio; a secura de verão reduz a rebentação mas não a elimina.
Milho-doce
Excelente depois da geada, com rega no calor de verão.
Milho-forrageiro
Excelente no verão quente com rega, ajustando ciclo para colher antes do frio.
Mirtilo-americano
Excelente com cultivar de frio adequado e rega no verão.
Mirtilo-bravo
Excelente em montanha húmida; cobertura de folhas protege rizomas do verão.
Mizuna
Muito boa depois da geada e no fim do verão, escolhendo ciclo que termine antes do frio intenso.
Molínea
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Morangueiro
Muito bom com proteção de flores contra geada tardia.
Mostarda-de-folha
Muito boa depois da geada e no fim do verão, escolhendo ciclo que termine antes do frio intenso.
Nabo
Excelente na primavera e outono; inverno forte abranda crescimento.
Narciso-de-cheiro
Muito bom, embora geada intensa possa atrasar ou marcar flores precoces.
Narciso-trombeta-pequena
Excelente em lameiro e charneca, tolerando frio quando o solo não fica asfixiado.
Nazareno
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar o cacho compacto, a folha e a origem dos bolbos.
Nenúfar-branco
Muito bom em água profunda que proteja o rizoma de gelo superficial.
Nêveda-dos-gatos
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a contenção, origem e pressão de gatos.
Nigela-dos-trigos
Boa em searas e pousios, mas a geada, altitude e calendário da cultura alteram a emergência.
Nogueira
Excelente em vales profundos com água e proteção de geada.
Norça-preta
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Noselha-comum
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar a flor, as brácteas e o cormo de origem cultivada.
Noveleiro
Adequado dentro da área Bragança–Vinhais e com origem local, plano e acompanhamento.
Olaia
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar forma de tronco, geada tardia e queda de vagens no regulamento e inventário municipal.
Oliveira
Cultura tradicional; escolher variedade adaptada ao frio.
Oliveira Cobrançosa
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; boa referência no Nordeste e interior, mas validar frio e disponibilidade de água.
Orégão-comum
Muito boa em exposição solarenga, com drenagem e proteção de geada na planta jovem.
Orquídea-dos-brejos
Excelente em lameiros transmontanos com água e gestão tradicional conservadas.
Orvalhinha
Excelente com inverno frio para dormência e verão sem secagem do vaso.
Pak choi
Muito boa depois da geada e no fim do verão, escolhendo ciclo que termine antes do frio intenso.
Papoila-comum
Boa em seara extensiva ou parcela demonstrativa, respeitando geada, proveniência e controlo de semente.
Papoila-longa-peluda
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a cápsula alongada, pelos e proveniência.
Papoila-ouriçada
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a cápsula madura e a distinção de outras papoilas.
Pastel-dos-tintureiros
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a proveniência cultivada e a população espontânea das arribas do Douro.
Pastinaca
Muito boa com sementeira após o frio e colheita antes de o solo congelar ou saturar.
Pepino
Muito produtivo depois da geada, com rega e noites quentes.
Pereira
Frio favorável, evitando bolsas de geada durante a floração.
Pereira-brava-ibérica
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a origem ibérica, microtopografia e proteção legal aplicável.
Periqueiro
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Pessegueiro
Muito bom com cultivar ajustada ao frio e abrigo de geada.
Petúnia
Excelente depois da última geada; recolher ou substituir antes do frio.
Pilriteiro
Excelente e resistente ao frio, plantando raiz nua durante a dormência.
Pimento
Excelente depois da geada, com calor diurno e rega regular.
Pimento de Sabugal
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar noites frias, calor de floração, podridão apical e isolamento de outros pimentos.
Piorno-branco
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar o habitat de substituição, densidade e proveniência.
Piorno-da-Estrela
Excelente em altitude com substrato ácido, seco no verão sem ficar completamente árido.
Pistácio
Muito bom na Terra Quente com frio, calor e baixa humidade.
Plátano-híbrido
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar escala, alergénios, água e vigilância fitossanitária.
Poa-bolbosa
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a base bolbosa, o regime de pastoreio e a proveniência.
Poa-trivial
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Polipódio-do-sul
Boa em afloramentos e muros protegidos; a geada e a secura exigem uma fissura profunda.
Porta-enxerto 110 Richter
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; especialmente útil em solos secos, pobres e sem encharcamento.
Porta-enxerto 1103 Paulsen
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; útil sob seca e alguma salinidade, sem substituir análise de nemátodes.
Porta-enxerto 140 Ruggeri
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; reservar para seca e calcário onde o vigor alto é necessário.
Porta-enxerto 99 Richter
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; favorece seca e solo neutro sem sal, aceitando arranque lento e vigor alto.
Porta-enxerto Adesoto 101
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; é alternativa para controlar vigor em solos pesados ou calcários com compatibilidade provada.
Porta-enxerto CAB 6P
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; é alternativa intermédia onde vigor, produtividade e manutenção de pôlas são aceitáveis.
Porta-enxerto de macieira B.9
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; é anão robusto ao frio, mas depende de rega e estrutura.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.11
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; é alternativa precoce de vigor baixo, sem dispensar água nem vigilância de pulgão-lanígero.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.41
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; é escolha de alta densidade e forte sanidade, com proteção física da união.
Porta-enxerto de macieira Geneva G.890
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; serve pomar semi-anão quando sanidade e autonomia importam mais que densidade máxima.
Porta-enxerto de macieira M.7
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; é versátil em pomar de densidade média, com controlo de ladrões e ancoragem.
Porta-enxerto de macieira MM.106
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; usar apenas onde a drenagem é segura.
Porta-enxerto de macieira MM.111
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; útil onde seca e ancoragem pesam mais que precocidade.
Porta-enxerto de pereira OH×F 333
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; opção intermédia onde fogo-bacteriano e compatibilidade pesam.
Porta-enxerto de pereira OH×F 87
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; equilibra menor porte, afinidade de Pyrus e resistência ao fogo bacteriano.
Porta-enxerto de pereira Pyrodwarf
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; é opção clonal semi-vigorosa onde uniformidade e afinidade superam a procura de ananicamento.
Porta-enxerto Fercal
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; é ferramenta para clorose calcária, desde que profundidade e água útil existam.
Porta-enxerto Garnem
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; tem interesse em pomares secos e calcários, especialmente com risco confirmado de nemátodes.
Porta-enxerto GF 677
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; é candidato para seca e calcário apenas onde a drenagem seja segura.
Porta-enxerto Krymsk 5
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; é versátil em temperatura e textura, mas exige material livre de PDV e PNRSV.
Porta-enxerto Krymsk 6
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; combina porte reduzido e adaptação térmica, exigindo sanidade viral rigorosa.
Porta-enxerto Mahaleb
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; é opção de sequeiro e calcário apenas em solo leve e com cultivar compatível.
Porta-enxerto MaxMa 14
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; é opção intermédia quando Gisela seria fraco e Colt excessivamente vigoroso.
Porta-enxerto Mazzard
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; serve sistemas tradicionais de cerejeira onde solo, espaço e mão de obra suportam árvores grandes.
Porta-enxerto Montclar
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; é opção onde se pretende caráter de pessegueiro com melhor resposta à clorose.
Porta-enxerto Myrobalan 29C
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; é opção robusta para ameixeira, confirmando sempre compatibilidade da cultivar.
Porta-enxerto Paradox
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; requer frio e espaço para a cultivar, além de solo profundo e diagnóstico sanitário.
Porta-enxerto Pistacia atlantica
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; é opção de frio e salinidade apenas sem histórico de Verticillium.
Porta-enxerto Rootpac R
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; é candidato de vigor alto para condições difíceis, exigindo ensaio e controlo da copa.
Porta-enxerto Vlach
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; só é candidato onde frio, espaço, solo profundo e sanidade permitem nogueira vigorosa.
Potamogéton-flutuante
Excelente em lago fundo que não congele até ao rizoma nem seque no verão.
Prímula-sem-caule
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Quebra-ossos
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Rabanete
Muito bom da primavera ao outono, com abrigo inicial.
Rábano-daikon
Muito boa com sementeira após o frio e colheita antes de o solo congelar ou saturar.
Rábano-rústico
Excelente com frio de inverno e colheita no outono, dando água no verão.
Rabo-de-cão-cristado
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Rainha-dos-prados
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Ranúnculo-aquático
Excelente em água fria entre primavera e início do verão, tolerando dormência invernal.
Ranúnculo-dos-campos
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a humidade primaveril, fruto espinhoso e ocorrência.
Ranúnculo-inflamatório
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Reseda-dos-tintureiros
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a identificação, origem local e contenção de sementes.
Roseira
Muito boa; plantar dormente e proteger rebentos de geada tardia.
Roseira-brava
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Rosmaninho
Muito adaptado a matos secos e solos siliciosos.
Rúcula
Muito boa da primavera ao outono, escolhendo a data para evitar geada forte na instalação.
Ruibarbo
Excelente pelo frio de inverno, regando profundamente durante o verão seco.
Ruiva-dos-tintureiros
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a contenção dos rizomas e o tempo até colheita.
Sabugueiro
Excelente em vale e aldeia, tolerando frio e respondendo bem a renovação.
Salgueirinha
Excelente em solo fresco junto de água, tolerando frio de inverno.
Salgueiro-branco
Excelente em margens interiores e leitos cascalhentos com humidade sazonal.
Salgueiro-preto
Excelente em ribeiro de montanha e depressão húmida, tolerando geada e encharcamento.
Salsa
Muito boa fora da geada forte, com cobertura protetora.
Salva-comum
Muito boa em exposição solarenga, com drenagem e proteção de geada na planta jovem.
Sanguinho-de-água
Excelente em vale fresco e solo humoso, com proteção da seca inicial.
Sanguinho-legítimo
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Santolina-semidentada
A única região adequada, e apenas nos maciços ultramáficos de Bragança–Vinhais ou Morais indicados para o táxon e sob autorização.
Saveirinho
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a distribuição conhecida e a vagem em forma de barco.
Segurelha-das-montanhas
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar frio invernal, drenagem e contenção fora do canteiro.
Selo-de-salomão
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Serradela-amarela
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a vagem achatada, acidez e proveniência.
Serradela-pinada
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a vagem, flores e substrato silicioso.
Silva-comum
Muito adaptada em vale e sebe, com atenção a acesso e risco de incêndio.
Soagem
Boa em seara extensiva ou parcela demonstrativa, respeitando geada, proveniência e controlo de semente.
Soagem-lusitana
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a altitude, frescura e proveniência ibérica.
Sófora-do-Japão
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar o contexto urbano, queda de vagens e naturalização.
Tábua-estreita
Muito boa em açude ou bacia ampla que conserve água sob geada superficial.
Tanchagem
Muito boa e resistente ao frio; a secura de verão reduz a rebentação mas não a elimina.
Tanchagem-peluda
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a espiga sedosa e o grau de nitrificação.
Táveda
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a subespécie, estatuto insular e distância de estradas.
Tília-de-folhas-pequenas
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar o volume de solo, calor urbano e origem de viveiro.
Tília-prateada
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar escala adulta, vento, água e calor refletido no regulamento e inventário municipal.
Tojo-arnal
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Tomate
Muito bom após a última geada; cobrir o solo no verão.
Tomate Cereja de Inverno
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar geada, míldio, maturação completa e conservação seca.
Tomate da Campina
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar última geada, escaldão, Tuta absoluta e fidelidade do lote.
Tomate do Inverno
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar estação longa, casca íntegra, míldio e armazenamento.
Tomelos-de-níquel
A única região adequada, e apenas nos maciços ultramáficos de Bragança–Vinhais ou Morais indicados para o táxon e sob autorização.
Tomilho-comum
Muito boa em exposição solarenga, com drenagem e proteção de geada na planta jovem.
Tomilho-rasteiro
Excelente em cascalho, tolerando frio e seca depois de instalado.
Torga
Excelente em serra e solo silicioso; resistente ao frio se bem drenada.
Tramazeira
Excelente em montanha fria com solo silicioso, exposição aberta e água de instalação.
Trevinho
Região central dos lameiros tradicionais; neve, regos de lima, corte e pastoreio devem ser ajustados ao vale e à aldeia.
Trevo-cervino
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Trevo-encarnado
Muito bom se estabelecer antes do frio mais forte e usar cultivar adaptada.
Trevo-estreito
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar o solo pobre, folíolos estreitos e origem.
Trevo-negrescente
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar a frescura sazonal, capítulo e subespécie.
Trevo-subterrâneo
Muito bom com sementeira precoce e cultivar capaz de completar ciclo antes da seca.
Trevo-tomentoso
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar as cabeças frutíferas tomentosas e a ocorrência local.
Trevo-violeta
Muito bom com cultivar resistente ao frio e sementeira suficientemente precoce.
Trigo-mole
Excelente para tipos de inverno adaptados, tolerando frio após enraizar.
Trigo-sarraceno
Muito bom entre geadas, escolhendo janela de 10–12 semanas.
Triticale
Excelente pela rusticidade ao frio e solos menos férteis.
Tuberária-malhada
No interior norte, ajustar a geada, altitude e secura estival; confirmar o substrato ácido e a mancha basal das pétalas.
Tulipa
Excelente: o frio favorece o ciclo, desde que o solo não retenha água.
Tulipa-brava
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar o calcário, a subespécie e a origem legal do bolbo.
Tupinambo
Excelente pelo frio de inverno e verão quente; levantar conforme necessário antes de solo congelado.
Ulmeiro-campestre
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar grafiose, origem genética e monitorização municipal no regulamento e inventário municipal.
Umbigo-de-vénus
Boa em afloramentos e muros protegidos; a geada e a secura exigem uma fissura profunda.
Urze-das-turfeiras
Excelente em serra húmida e turfeira artificial confinada que não seque no verão.
Urze-das-vassouras
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar o solo ácido, subespécie e proveniência local.
Verónica-de-água
Muito boa junto de água permanente, tolerando frio e rebrotando na primavera.
Vide-branca
Muito favorável em sebes antigas, lameiros e orlas transmontanas; geada e secura variam muito com vale e altitude.
Videira
Calor, frio e amplitude favorecem muitas castas regionais.
Videira Touriga Nacional
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; adaptável, mas ajustar clone, carga e porta-enxerto à região.
Vidoeiro-pubescente-celtibérico
Excelente em montanha e planalto húmido; proteger a planta jovem de seca e fauna.
Vimeiro
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a água disponível e distância de linhas de água naturais.
Zambujeiro
Excelente nas zonas de vale e meia encosta, suportando frio depois de instalado.
Zelkova-japonesa
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar água estival, proveniência e espaço de copa no regulamento e inventário municipal.
Zimbro-bravo
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a subespécie, o sexo e a proveniência.
Zimbro-rasteiro
Excelente em alta montanha siliciosa, usando material de viveiro com origem conhecida.
Zínia
Excelente depois da geada, aproveitando o verão quente e seco do interior.
Abóbora Moganga de Geraz
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar noites quentes, oídio e isolamento de outras C. moschata.
Acanto
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar estatuto legal, rizomas e distância de habitat natural.
Aderno
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a folha larga, o solo mais fresco e a proveniência.
Aderno-de-folhas-estreitas
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a folha estreita, a exposição seca e a origem.
Agrião-de-água
Boa na primavera e outono; gelo e calor de verão limitam recipientes rasos.
Aipo
Bom após geada, mas frio juvenil prolongado causa espigamento.
Ajuga
Boa com proteção da secura estival e frio sobre plantas recém-instaladas.
Alcachofra
Boa com proteção da coroa contra geada forte e vento.
Alfinetes-dos-muros
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Alho-rosado
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a ocorrência local e a distinção de outros Allium.
Aloé-vera
Bom dentro de casa, protegido de geada e peitoris muito frios.
Alteia
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a humidade, salinidade, origem e ausência de recolha silvestre.
Anis
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a duração da primavera, chuva na maturação e identidade da semente.
Armeria-marítima
Boa em rochoso solarengo; proteger a coroa da humidade invernal persistente.
Avenca
Boa em interior luminoso ou fonte protegida; geada pode eliminar as frondes.
Azereiro
Bom apenas em barranco húmido e abrigado; frio seco e fogo são limitações.
Batata-doce
Boa apenas após geada, com cultivar precoce e cobertura de solo.
Beringela
Boa no verão continental após a geada, com arranque protegido e cobertura do solo.
Boca-de-lobo-rosa
Frio e secura continental tornam o cultivo mais curto; não deslocar populações para o interior.
Braquipódio-dos-prados
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar a profundidade do solo e a distinção de B. retusum.
Calateia-orbifólia
Exigente em casa aquecida, sem corrente e com humidade controlada.
Calicotome-vilosa
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a ocorrência mediterrânica, espinhos e proveniência.
Camélia
Boa em local abrigado, com proteção de vento frio e geada.
Campainhas-pequenas
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar a escala minúscula, a clareira e a origem do lote.
Canavoura
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar a raiz, os frutos alados e a segurança.
Cânhamo industrial
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a autorização, variedade, parcela e calendário oficial.
Capuchinha
Muito boa depois da geada, mas o verão quente pede meia-sombra e água regular.
Capuz-de-frade
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar o tubérculo, a espata e a proveniência.
Cardazol
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar o substrato ácido e o complexo taxonómico.
Cardo-corredor
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar os espinhos, a raiz axial e o grau de perturbação.
Cardo-hortense
Boa com proteção da coroa contra geada forte e vento, retomando crescimento na primavera.
Cariópteris-azul
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a drenagem, cultivar e contenção ornamental.
Carvalho-alvarinho
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Cássia-branca
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar o hospedeiro, a origem e a humidade edáfica.
Catalpa-comum
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar vento, água, cápsulas e estrutura no regulamento e inventário municipal.
Cebola Setúbal Portuguesa
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar fotoperíodo, míldio, cura e calendário local.
Cebolinho
Boa com cobertura de inverno e rega no verão, rebentando de novo após o frio.
Cebolinho-arvense
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar a banda verde externa das tépalas e o habitat arvense.
Cefalanteira-de-folhas-longas
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a população, a micorriza e o coberto.
Cimbalária-dos-muros
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar o estatuto de arqueófita, a sombra e a capacidade de dispersão.
Clívia
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar geada, sombra seca e segurança.
Colza
Boa com implantação precoce antes do frio e cultivar resistente.
Consolda
Boa junto a rega ou linha de cultivo húmida; o verão seco exige cobertura do solo.
Cornichão
Bom com instalação precoce e cultivar resistente; a seca reduz produção mas não elimina logo a coroa.
Couve-flor
Boa com cultivares de ciclo certo e proteção de frio na plântula.
Crino
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar geada, profundidade, humidade e segurança.
Daboécia-cantábrica
Boa em serra siliciosa, abrigada de geada seca e com humidade estival.
Damasqueiro
Bom em encosta quente fora de bolsas de geada tardia.
Drosera-intermédia
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Erva-abelha
Possível em lameiro e clareira menos seca, respeitando geada e gestão tardia.
Erva-carneira
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar a subespécie, a arista e a proveniência.
Erva-cidreira
Boa com cobertura de inverno e rega no verão, rebentando de novo após o frio.
Erva-moleirinha-maior
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar a flor, o fruto e a distinção de outras Fumaria.
Erva-pinheira
Adequação forte em rios, lameiros e vales montanos; frio, sombra e caudal criam contrastes locais importantes.
Erva-pinheira-suculenta
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar a identidade face a outros Sedum e o substrato básico.
Espada-de-são-jorge
Boa em interior aquecido, longe de janela e chão muito frios.
Espargo-bravo
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a identificação, o rizoma e os espinhos.
Evónimo-do-Japão
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar cultivar, maresia, contenção e ventilação.
Fava do Algarve
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar data de inverno, geada forte, calor na floração e polinização cruzada.
Feijão Murtosa
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar temperatura do solo, antracnose, vento e fidelidade do lote.
Feijão Tarreste
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar chuva, ciclo, suporte e regras da região de origem.
Feijão-de-metro
Boa no verão continental após a geada, com arranque protegido e cobertura do solo.
Feto-real
Boa em margem protegida que não seque no verão nem congele em vaso.
Ficus-benjamina
Bom em casa aquecida, sem corrente fria ao abrir portas.
Figueira
Adapta-se, mas geada pode danificar ramos e brebas precoces.
Fisális
Boa após a última geada; a estação pode exigir cultivar precoce e viveiro protegido.
Flor-do-vento-palmada
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar o solo descalcificado e a cor local da flor.
Folhado
Bom em abrigo, protegendo planta jovem de geada e vento dessecante.
Frésia
Boa plantada no fim do inverno, pois cormos e rebentos sofrem com geada intensa.
Fritilária-lusitana
Boa em encosta mediterrânica abrigada, pedregosa e com inverno frio.
Funcho-de-Florença
Bom depois da geada e no fim do verão, usando cultivar resistente ao espigamento.
Funcho-marítimo
Bom em vaso mineral protegido da geada mais forte e da chuva parada.
Gilbardeira
Boa em bosque abrigado; geada e vento exposto queimam rebentos jovens.
Grama
Possível em local quente; dormência longa e geadas reduzem vantagem.
Hortelã-verde
Boa com cobertura de inverno e rega no verão, rebentando de novo após o frio.
Hortênsia
Proteger de geada tardia e sol forte da tarde.
Hosta-de-Siebold
Boa em abrigo do vento, com água no verão e dormência protegida.
Índigo-japonês
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a disponibilidade de água, geada e contenção.
Jacinto-dos-bosques
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Jasmim-comum
Bom num muro abrigado; geada forte pode queimar rebentos.
Jasmim-estrela
Bom em pátio protegido, com cobertura radicular contra geada persistente.
Junça-marítima
Boa em zona húmida interior onde a população e o estatuto autóctone sejam confirmados.
Junco-capitado
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Kiwi
Boa com rega e abrigo de geada tardia e vento quente.
Legousia-híbrida
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar o solo básico e a distinção de Legousia scabra.
Lentisco
Aceitável em exposição quente e abrigada; geada forte pode queimar jovens.
Limodoro
Possível em encosta abrigada, embora frio e continentalidade limitem ocorrências.
Liquidâmbar
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar pH, água estival, fruto e espaço radicular no regulamento e inventário municipal.
Lírio-da-paz
Bom em casa aquecida, protegido de correntes e ar muito seco.
Loureiro
Bom em parede protegida; frio intenso queima folhas jovens.
Louro-do-Japão
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar sombra, humidade do solo, cultivar e sexo.
Magnólia-de-folha-persistente
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar volume de solo, vento e água estival.
Manjericão
Boa depois da última geada, com viveiro quente e ciclo concentrado no verão.
Medronheiro
Bom em locais abrigados; frio intenso queima folhas e flores.
Melancia
Boa no verão continental após a geada, com arranque protegido e cobertura do solo.
Melão
Boa no verão continental após a geada, com arranque protegido e cobertura do solo.
Melão Branco do Ribatejo
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar calor acumulado, oídio, doçura e isolamento de outros meloeiros.
Melão Manuel António
No Norte interior, respeitar geadas e a estação quente disponível; confirmar calor longo, escaldão, maturação tardia e isolamento varietal.
Mélia
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar fruto tóxico, dispersão, geada e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Monarda
Boa em solo fresco, protegendo a coroa no primeiro inverno e regando no verão.
Monarda-brava
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a humidade estival, oídio e contenção.
Murta
Boa em local protegido, embora frio forte possa queimar folhas.
Oca
Boa se plantada cedo e coberta na geada outonal, que pode interromper a tuberização tardia.
Oliveira Galega Vulgar
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; evitar humidade persistente e confirmar adaptação do clone local.
Orquídea Phalaenopsis
Boa no interior aquecido, longe de janelas geladas durante a noite.
Orquídea-piramidal
Boa em prado calcário abrigado, com gestão depois da frutificação.
Painço
Bom com ciclo curto após geada e antes do frio outonal.
Pampilho-das-searas
Boa em searas e pousios, mas a geada, altitude e calendário da cultura alteram a emergência.
Panasco-mediterrânico
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar a subespécie e a diferença face a cultivares forrageiros.
Parietária
Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar a ocorrência espontânea e o risco alergénico.
Pereira Rocha
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; melhor desempenho onde o inverno satisfaz o frio e a primavera não favorece fogo-bacteriano.
Pimpinela-comum
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar o fruto verrugoso e a proveniência.
Pinguícula
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Pinheiro-manso
Frio forte e altitude limitam, salvo vales e exposições quentes.
Poejo
Boa com cobertura de inverno e rega no verão, rebentando de novo após o frio.
Porta-enxerto 161-49 Couderc
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; usar com prudência, apenas em perfil leve e após avaliação do risco de declínio.
Porta-enxerto 3309 Couderc
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; só é candidato onde cloretos, salinidade e nemátodes estejam excluídos.
Porta-enxerto 41 B
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; útil em calcário quando seca e saturação não são extremas.
Porta-enxerto Cadaman
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; é opção de pessegueiro onde existe humidade moderada, sem justificar solo saturado.
Porta-enxerto Colt
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; beneficia regiões de cerejeira com solo consistente e água, evitando terrenos ligeiros e secos.
Porta-enxerto de macieira M.26
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; adequado a formas pequenas com suporte e vigilância de fogo-bacteriano.
Porta-enxerto de macieira M.27
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; só funciona bem com solo fértil, água regular e suporte permanente.
Porta-enxerto de macieira M.9
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; precisa de água, suporte e frio compatível com a cultivar.
Porta-enxerto de pereira BA 29
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; útil em pereiras menores, desde que compatibilidade e água sejam asseguradas.
Porta-enxerto de pereira Quince A
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; é produtivo em solo fértil e fresco, depois de confirmar afinidade e calcário.
Porta-enxerto de pereira Quince C
No Norte interior, cruzar frio, geada tardia, seca estival e rega; é raiz de espaço pequeno, solo rico, água regular e apoio permanente.
Porta-enxerto Flying Dragon
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; serve espaço pequeno e frio em solo não calcário, com rega regular.
Porta-enxerto Gisela 5
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; só é boa escolha com fertilidade, rega, tutoragem e mão de obra compatíveis.
Porta-enxerto Gisela 6
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; é opção precoce com rega e fertilidade, evitando calor radicular extremo.
Porta-enxerto Krymsk 86
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; pode resolver combinações difíceis de textura e pH, mas exige experiência local.
Porta-enxerto Nemaguard
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; só ganha prioridade após identificar nemátodes e confirmar que solo e calcário são compatíveis.
Porta-enxerto Penta
No Norte interior, pesar frio, seca, calcário e profundidade; ganha interesse em solos pesados ou alcalinos onde híbridos pessegueiro-amendoeira falham.
Porta-enxerto Poncirus trifoliata
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; privilegiar frio e solo não calcário, evitando seca e sal.
Porta-enxerto Rupestris du Lot
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; só é opção em solo pobre, pouco calcário e não compacto, aceitando muitos ladrões.
Porta-enxerto SO4
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; é versátil onde não haja seca extrema, compactação ou saturação prolongada.
Porta-enxerto Teleki 5C
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; é opção comparativa para calcário moderado e vigor onde o ciclo não deve atrasar.
Porta-enxerto UCB1
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; só tem sentido onde a cultivar recebe frio suficiente e o verão amadurece a produção.
Pothos
Muito bom dentro de casa, protegido de vidro gelado e correntes.
Quiabo
Boa no verão continental após a geada, com arranque protegido e cobertura do solo.
Ranúnculo-da-Pérsia
Boa com plantação no fim do inverno e proteção contra geada abaixo de cerca de −2 °C.
Rhynchospora-branca
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Romãzeira
Boa em Terra Quente abrigada, mas geada forte danifica ramos jovens.
Rosa-albardeira
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a origem de viveiro, a sombra e a drenagem.
Salsaparrilha-bastarda
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar os espinhos, o suporte e a contenção.
Salva-dos-caminhos
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar a roseta, a perturbação e a identidade.
Samouco-do-Brabante
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Sanguinho-das-sebes
Bom em encosta abrigada; frio intenso pode marcar exemplares jovens.
Sargaço-mouro
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar o solo ácido, a hibridação e a proveniência.
Saxífraga-espatulada
Boa em rocha siliciosa fresca de montanha; proteger da dessecação e de geada sem neve.
Segurelha-anual
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar o calor de floração, ventilação e autenticidade da semente.
Serapião
Boa em pastagem extensa abrigada; geada e abandono alteram o ciclo local.
Serradela
Boa em granitos arenosos, com cultivar e data que permitam fechar o ciclo.
Sésamo
Bom apenas em vales quentes, semeando depois de o solo aquecer.
Sobreiro
Frio e solos calcários podem limitar conforme o local.
Sorgo
Bom em vales quentes, usando híbrido precoce após geada.
Tamujo
Bom apenas em bacias interiores adequadas e de influência mediterrânica.
Tef forrageiro
Bom no verão quente, escolhendo ciclo curto antes das primeiras noites frias.
Tojo-sovelão
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a subespécie, o solo ácido e os espinhos.
Tomatillo
Boa após a última geada; a estação pode exigir cultivar precoce e viveiro protegido.
Tremoço-branco
Bom em solo silicioso e data que evite geada forte na instalação.
Trevo-branco
Bom se enraizar antes da geada e tiver água no verão; a seca abre falhas.
Trigo-duro
Bom na Terra Quente, com ciclo ajustado ao frio.
Trovisco
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a toxicidade, a drenagem e a origem.
Urtiga-maior
Boa junto a rega ou linha de cultivo húmida; o verão seco exige cobertura do solo.
Urze-branca
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar o pH, a humidade e o porte arbóreo.
Urze-carapaça
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Urze-portuguesa
Boa em barranco silicioso protegido, cobrindo a raiz contra seca.
Valeriana
Boa junto a rega ou linha de cultivo húmida; o verão seco exige cobertura do solo.
Videira Alvarinho
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; referência no Minho; fora dele confirmar calor, vento e conservação de acidez.
Videira Arinto (Pedernã)
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; ampla adaptação; Bucelas é referência, não limite biológico.
Videira Baga
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; a Bairrada é referência; assegurar maturação tardia e sanidade.
Videira Encruzado
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; Dão e Centro interior são a principal referência de adaptação.
Videira Fernão Pires (Maria Gomes)
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; ampla difusão no Centro e Tejo; ajustar ao calor precoce.
Yacon
Bom se plantado após a geada e protegido no outono; a estação curta reduz rendimento.
Zamioculca
Boa em casa aquecida; evitar peitoris e entradas com frio intenso.
Abacateiro
Inadequado ao ar livre por geada e inverno prolongado.
Abrótona-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Adónis-anual
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a população conhecida, estatuto vulnerável e autorização.
Aeónio-arbóreo
Apenas em recipiente móvel; frio intenso é incompatível com exterior permanente.
Agapanto
Preferir tipo caducifólio mais rústico ou vaso protegido da geada.
Agave-atenuada
Apenas em recipiente móvel, com inverno luminoso e protegido de congelação.
Alcaravia-dos-charcos
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Algodoeiro-herbáceo
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a soma térmica, geada e colheita sem chuva.
Anémona-dos-bosques
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Arábis-sadina
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar a serra calcária, a população e a diagnose e não translocar material.
Araruta
Fraca pela geada e estação curta, mesmo com abrigo simples sem aquecimento.
Araucária-de-Cook
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar geada, vento dominante e distância a edifícios.
Aristolóquia-bética
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a identificação, a toxicidade e a ocorrência local.
Arméria-das-praias
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a identidade, a proveniência sul e a mobilidade da areia e não translocar material.
Arroz
Fraco pelo frio e estação curta.
Artemísia-dos-salgados
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a subespécie, o sapal alto e a cota seca.
Árvore-de-Júpiter
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar cultivar, geada, oídio e forma de condução no regulamento e inventário municipal.
Assembleias-costeiras
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a subespécie costeira, a origem e a areia e não translocar material.
Azevinho-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Ballota-peluda
No interior norte, compatibilizar geada, seca e janela floral; confirmar a ocorrência local, cálice e proveniência.
Bananeira Cavendish
Inadequada ao ar livre por geada e estação quente curta.
Barrilheira-maior
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a humidade salina, a interação com Cynomorium e a origem.
Bellevalia-de-Hackel
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar o bolbo, a população do Barrocal e a dormência e não translocar material.
Beterraba-de-fruto-grande
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a população algarvia, a marga e a diversidade genética.
Boca-de-lobo-das-areias
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar os ramos gavinhosos, a areia e a origem ibérica e não translocar material.
Braquipódio-da-Arrábida
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar o calcário, a aridez e a identidade do lote.
Braquiquito
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar geada, folículos irritantes e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Buganvília
Geada forte impede cultivo exterior sem proteção.
Bupleuro-arbustivo
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a origem, a exposição costeira e o espaço adulto.
Bupleuro-de-folha-redonda
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar o registo histórico, ausência atual e política de reintrodução.
Camarinha
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar o sexo, a proveniência atlântica e a areia e não translocar material.
Campainhas-da-Estrela
Clima montano pode parecer adequado, mas translocação para outra serra não é autorizada por semelhança.
Cardo-azul-dos-charcos
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Cardo-das-lagoas
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Cárice-vulcânica
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Carrasco
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a subespécie, as bolotas locais e a gestão de combustível.
Carrasco-arbóreo-costeiro
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Carvalho-de-Monchique
Adequação variável entre Terra Quente, vales abrigados e planaltos frios; confirmar a população de Monchique, a genética e o risco de hibridação.
Caucalis-dos-campos
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar a ocorrência atual, fruto espinhoso e estatuto local.
Cebola-albarrã
Fraca por geada continental; só coleção protegida e muito drenada.
Cebolinho-dos-charcos-eriçado
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Cebolinho-dos-charcos-ibérico
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Cebolinho-dos-charcos-velado
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Cedro-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Cedro-do-mato dos Açores
Inadequado a restauro continental e sensível a calor seco.
Cevada-marítima
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a subespécie, a salinidade e a ausência de semente agrícola.
Chaetopogon-prostrado
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Choupo-branco
Não tratar como nativo; só cultivo paisagístico amplo e tecnicamente justificado.
Choupo-negro
Cultivado e resistente ao frio, sem valor como substituto de árvore autóctone local.
Cica-do-Japão
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar geada, drenagem, proveniência e segurança.
Cila-do-peru
Fraca pelo frio e por estar fora da distribuição natural de referência.
Cinomório-do-Algarve
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre os quatro locais, o hospedeiro e o pisoteio.
Cistanche-amarela
Não existe aplicação em cultivo interior nem deve ser introduzida.
Clematite-de-inverno
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar o estatuto Quase Ameaçada, a localização e o suporte.
Clementineira
Fraca por geada: usar vaso protegido ou local excecionalmente quente.
Clementineira Clemenules
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; precisa de bom clima citrícola e controlo das fontes de pólen para fruta sem sementes.
Clementineira Marisol
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; a vantagem é colheita muito precoce, exigindo vigilância rápida de cor, casca e mosca.
Coentros-bravos
No interior norte, respeitar frio, geada e secura estival; confirmar uma das subpopulações conhecidas e o estatuto vulnerável.
Coincya-de-Sintra
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar a população de Sintra, o estatuto e a taxonomia e não translocar material.
Cornicabra
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar o sexo, a proveniência e o espaço de copa.
Corriola-do-Espichel
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar a falésia Espichel, a autorização e a segurança e não translocar material.
Cravo-de-Sintra
Fora da distribuição natural; sem translocação por semelhança climática ou geológica.
Cúrcuma
Fraca no exterior pela geada; usar estufa e colher antes do frio persistente.
Dichondra
Fraca por geada e inverno longo; usar apenas como cobertura sazonal.
Echeveria-elegante
Só como planta de vaso, protegida de qualquer congelação.
Ensião-de-pasta
Geada e amplitude térmica limitam o cultivo; não usar como substituto de flora local.
Ensião-viscoso
Geada e amplitude térmica limitam o cultivo; não usar como substituto de flora local.
Erva-das-pampas — não plantar
Não plantar; focos em estradas e obras podem expandir para vales e rios.
Erva-do-homem-enforcado
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar a população, o calcário e a micorriza.
Escrofulária-das-areias
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a variedade, a areia costeira e a proveniência e não translocar material.
Esfagno-brilhante
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-dos-pântanos
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfagno-papiloso
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Esfenopo-divaricado
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a areia solta, a população e a panícula madura.
Espargo-branco
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar os espinhos, o rizoma e a proveniência.
Esparto
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar a ocorrência natural, o calcário e a proveniência meridional.
Esteva-de-Sagres
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar o Algarve ocidental, a subespécie e a proveniência e não translocar material.
Estorno
Sem habitat adequado no interior; não simular uma duna num jardim comum.
Estrelícia
Geada torna o cultivo exterior permanente pouco realista.
Eufórbia-de-Gomes-Pedro
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar o endemismo do Espichel, a autorização e a seiva tóxica.
Feno-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feno-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Feto-de-foice-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Flor-de-andorinha
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a depressão salobra, a clareira e a proveniência insular ou continental.
Folhado-da-Madeira
Inadequada à geada e secura interior.
Gengibre
Fraco no exterior pela geada e estação curta; iniciar aquecido e colher jovem em abrigo.
Gerânio-da-Madeira
Frio e geada limitam o cultivo; use vaso protegido e nunca apresente a espécie como autóctone local.
Grama-filiforme
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a espiga filiforme, a cota e a população.
Grama-salgada
Inadequada no interior e demasiado rara para ensaio ornamental.
Gramata-branca
Inadequada para paisagismo interior sem solo salino intertidal natural.
Iberis-microcarpa
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar a subespécie, a proveniência e o afloramento e não translocar material.
Isoplexis-da-Madeira
Fraco por geada e secura; manter sob abrigo luminoso se o exemplar for legal.
Jacarandá
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar geada, vento e estrutura de ramos.
Jacinto-dos-charcos
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Jonopsídio-sem-caule
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar a população, o musgo e o regime de humidade e não translocar material.
Junco-agudo
Sem habitat costeiro, não usar como falso restauro nem criar salinidade.
Junco-de-Dom-Manuel
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Junco-marítimo
Sem salinidade costeira só cabe em coleção, não como restauro interior.
Junco-subulado
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre o gradiente salobro, o rizoma e a ocorrência local.
Junquinho-dos-sapais-do-sul
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a população, o fruto e a reconversão de salinas.
Kenaf
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a soma térmica e contenção de sementes.
Koeléria-dos-calcários
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar o afloramento calcário e a subespécie.
Laranjeira
Geada forte limita; precisa de microclima e proteção.
Laranjeira D. João
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; é património produtivo de ciclo longo para territórios de inverno suave e rega assegurada.
Laranjeira Lane Late
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; a longa permanência do fruto exige inverno ameno, boa sanidade e água até à primavera.
Laranjeira Navelina
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; é precoce e comercialmente testada, desde que haja proteção do frio e água uniforme.
Laranjeira Newhall
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; a precocidade ajuda antes do frio, mas fruto e rebentos jovens continuam sensíveis à geada.
Laranjeira Valencia Late
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; precisa de época longa sem geada para terminar o fruto tardio e iniciar simultaneamente a nova campanha.
Limeira
Exclusivamente sob proteção aquecida e muito luminosa.
Limoeiro
Geada limita; cultivar protegido ou em vaso móvel.
Limónio-branco
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre as quatro localizações, a invasora Spartina densiflora e a população de Algoz.
Limónio-dos-sapais
Inadequado ao clima interior e sem a ecologia salobra característica.
Língua-de-vaca-das-areias
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a subespécie, a raiz profunda e a proveniência e não translocar material.
Lisimáquia-dos-Açores
Inadequada à seca e geada interior.
Loendro
Geada forte danifica severamente ramos e reduz fiabilidade.
Lúcia-lima
Limitada pela geada; cultive em vaso móvel ou trate como anual protegida.
Madressilva-mediterrânica
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar as folhas conadas, a origem e o suporte vivo.
Malva-cheirosa
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a geada, identidade do clone e contenção.
Maracujá-roxo
Exclusivamente sob vidro aquecido, longe de geada e amplitudes extremas.
Marcetão-das-areias
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar o corredor Setúbal–Sines, a areia ácida e a autorização e não translocar material.
Massaroco-da-Madeira
Frio e geada limitam o cultivo; use vaso protegido e nunca apresente a espécie como autóctone local.
Morraça
Inadequada no interior por ausência de maré e substrato intertidal.
Musgo-espada-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Narciso-calcícola
Fora da área endémica e do substrato de referência, apesar de tolerar frio.
Narciso-das-areias
Inadequado ao interior e à geada; não simular duna com rega.
Nespereira-do-Japão
Fraca: geada queima panículas e frutos jovens.
Oliveira Cordovil de Serpa
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; melhor referência no Baixo Alentejo e condições mediterrânicas interiores.
Oliveira Verdeal Alentejana
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; é referência alentejana; testar fora da região em pequena escala.
Orovale
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a localização, o estatuto e a toxicidade.
Orquídea-espelho
Fraca pela geada e continentalidade, salvo microclima mediterrânico confirmado.
Palmeira-anã
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a origem espontânea, o sexo das plantas e a drenagem.
Palmeira-das-Canárias
No Norte interior, testar geada, amplitude térmica e água de verão; confirmar geada, vento, espaço e escaravelho-vermelho.
Papaeira
Inadequada ao ar livre por geada e estação curta.
Papiro
Difícil no exterior: recolher para abrigo luminoso antes do frio.
Pau-branco dos Açores
Inadequado à geada e seca interior.
Perpétua-das-areias
No Norte interior, combinar geada, primavera curta e secagem; confirmar a subespécie, proveniência litoral e autorização de conservação.
Pilulária-menor
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Pimenteira-bastarda
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar geada, alergénios, frutos e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Porta-enxerto 101-14 MGt
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; favorece parcelas frescas e pouco calcárias, nunca seca estrutural.
Porta-enxerto 420A MGt
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; exige profundidade, água suficiente e ausência de compactação ou seca severa.
Porta-enxerto citrange C-35
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; merece ensaio onde se procura menor vigor e qualidade sem calcário extremo.
Porta-enxerto citrange Troyer
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; é padrão histórico apenas onde calcário e sais não dominam.
Porta-enxerto citrumelo Swingle
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; é candidato em solo ácido e água boa, evitando calcário, sal e argila pesada.
Porta-enxerto Citrus volkameriana
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; é material de clima suave, vigor alto e água limitada, aceitando menor qualidade.
Porta-enxerto de citrinos Carrizo
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; usar em citrinos onde geada, sal e calcário não excedem a combinação.
Porta-enxerto de citrinos Citrus macrophylla
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; orientado para zonas cítricas suaves, sobretudo limoeiro.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 13
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; é opção de baixo vigor e sal, mas exige excluir Tylenchulus.
Porta-enxerto Forner-Alcaide 5
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; é candidato mediterrânico para menor vigor, calcário e sal com validação da copa.
Porta-enxerto Gravesac
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; é especializado em solo ácido e cascalhento sem pressão de Meloidogyne.
Porta-enxerto Kober 5BB
No Norte interior, cruzar frio, seca estival, profundidade e calcário; faz mais sentido onde humidade ou pobreza limitam vigor e menos em calor fértil.
Porta-enxerto laranjeira Gou Tou
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; usar apenas em bloco experimental onde tristeza e argila justifiquem o ensaio.
Porta-enxerto laranjeira-azeda
No Norte interior, pesar frio, seca estival e calcário; o risco de tristeza exige decisão fitossanitária, não apenas agronómica.
Porta-enxerto limoeiro Rugoso
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; é opção especializada para areia e seca em clima suave, aceitando qualidade inferior.
Porta-enxerto Marianna 2624
No Norte interior, avaliar frio, calcário, seca estival e profundidade; é sobretudo candidato onde o excesso de retenção exclui porta-enxertos de pessegueiro.
Porta-enxerto tangerineira Cleópatra
No Norte interior, cruzar geada, duração do frio, seca e proteção; é opção lenta para sais e alcalinidade, nunca para colo permanentemente húmido.
Queiró-dos-Açores
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Rami
No interior norte, ajustar geada, amplitude térmica e rega; confirmar a geada, rega e contenção rizomatosa.
Sabina-da-praia
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a subespécie, o sexo e o sistema dunar e não translocar material.
Salepeira-grande
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar a população, a micorriza e o calendário de roçagem.
Salgadeira
O frio interior e a ausência de habitat salino tornam o uso pouco coerente.
Salicórnia
Inadequada no interior sem regime de maré e salinidade natural.
Salicórnia-anã
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre a única população atual, a crosta e o hidroperíodo.
Salva-brava
Adequação concentrada em vales quentes, arribas e planaltos secos; geada e substrato são decisivos. Confirmar o calcário, a lanosidade e a drenagem.
Sândalo-branco
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a ocorrência local, o hospedeiro e a origem do material.
Sapinho-do-Sotavento
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre as três localizações, a semente e a clareira.
Sapinho-dos-estuários
Não tem aplicação ecológica no interior sem sapal ou estuário.
Sarcocórnia-perene
Sem ambiente intertidal salino, não há aplicação ecológica no interior.
Sardinheira
Cultivar em vaso e invernar num local luminoso sem gelo.
Sargaça-maior-das-areias
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a subespécie, a areia e o volume adulto e não translocar material.
Sargacinha-amarela
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a areia litoral, a drenagem e a proveniência e não translocar material.
Sideritis-lusitanica
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar a subespécie endémica, a terra rossa e a proveniência e não translocar material.
Silene-calcícola
Fora da distribuição natural; sem translocação por semelhança climática ou geológica.
Sorveira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Sula
Fraca onde a geada forte e acidez dominam, embora vales calcários possam permitir ensaio.
Tamargueira-africana
Pouco indicada por frio e ausência de habitat salobro característico.
Tanchagem-do-Algarve
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar a microdepressão ferruginosa, a população e a hidrologia e não translocar material.
Tanchagem-dos-charcos
Ocorrência muito condicionada por charcos siliciosos e hidroperíodo local; não translocar a partir do sul.
Tangerineira híbrida Encore
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; a fruta tardia e a alternância pedem clima suave, rega e gestão de carga.
Tangerineira Setubalense
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; o valor é patrimonial e aromático, mas frio, sementes e alternância exigem planeamento.
Tangoreira Ortanique
No Norte interior, o frio de inverno e a geada limitam fruto e madeira; o ciclo tardio e o vigor são para microclima citrícola longo, com espaço e rega.
Taro
Fraco pela geada e estação curta; usar recipiente e colher antes do frio.
Teixo
Favorável em montanhas e vales frescos, mas a continentalidade, altitude e proveniência mudam a seleção.
Teúcrio-algarvio
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar as folhas, o substrato e a origem ibérica e não translocar material.
Teúcrio-arbustivo
Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a drenagem, a proveniência e o volume adulto.
Til-da-Madeira
Fraca por geada e secura continental.
Tipuana
No Norte interior, cruzar geada, calor estival e sal de degelo; confirmar geada, raízes, escala e estatuto da exótica no regulamento e inventário municipal.
Tojo-gatunho
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar a população de origem, o calcário e a autorização e não translocar material.
Tojo-manso
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a distinção de Stauracanthus spectabilis, a areia e a origem e não translocar material.
Tomilho-cabeçudo-do-Algarve
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar o endemismo algarvio, o substrato e o estatuto e não translocar material.
Tomilho-das-praias
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a areia básica, a população e a proteção legal e não translocar material.
Toranjeira
Inadequada ao ar livre; geada danifica árvore e fruto.
Tuberária-maior
Geralmente fora da distribuição e do clima adequado; confirmar o conceito taxonómico nacional, a população e a areia e não translocar material.
Urze-dos-Açores
Fraca pela geada continental e diferença genética/ecológica.
Urze-dos-brejos
Adequação montana e muito localizada; neve ou altitude não substituem água freática estável e turfa funcional.
Urze-mineira
Fora da distribuição; serpentinitos transmontanos não reproduzem a drenagem ácida da Mina de São Domingos.
Urze-rasteira-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Uva-da-serra dos Açores
Não é substituto do mirtilo-bravo continental.
Uveira-da-serra da Madeira
Fraca pela geada e secura, apesar de solo ácido disponível.
Valverde-do-sapal
Sem litoral salino, o cultivo interior não tem justificação ecológica.
Valverde-esplêndido
Em regra inadequada: calor seco não substitui salinidade edáfica natural. Confirmar eventual população histórica antes de agir sobre os dois registos, a identificação e a perturbação moderada.
Vidália
Inadequada à geada e ao verão continental.
Videira Castelão
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; forte referência na Península de Setúbal, Tejo e sul.
Videira Loureiro
No Norte interior, considerar geada, amplitude térmica e verão útil; referência nos Vinhos Verdes; proteger de vento e doenças.
Violeta-da-Madeira
Inadequada para restauro nesta região: é um táxon insular de conservação. Não transportar entre arquipélagos nem usar como substituto da flora local.
Zimbro-galego
Fora do habitat costeiro e geralmente inadequado; confirmar a paleoduna ácida, o sexo e a população de origem e não translocar material.
Vigiar
Limites regionais.
- geada tardia
- amplitude térmica
- défice de água no verão
Fazer
Ações com impacto.
- plantar após o risco de geada
- usar cobertura do solo
- escolher exposição protegida